Giro MyNews | Bombas em Londres, demissão de Ghosn e Mais Médicos

Fique por dentro das principais notícias da manhã desta quinta-feira (22)

  • Conselho de Administração da Nissan decidiu destituir Carlos Ghosn da presidência. O brasileiro foi detido pela polícia em Tóquio, no Japão, por suspeitas de fraude fiscal e sonegação. A decisão dos conselheiros, que ocorreu na sede da montadora em Yokohama, teve votação unânime. Hiroto Saikawa, presidente-executivo da companhia, é cotado para substituir Ghosn.

 

  • Ray Chavez, sobrevivente mais velho do ataque de Pearl Harbor, morre aos 106 anos nos Estados Unidos. Ele recebeu uma homenagem do presidente Donald Trump em maio deste ano durante o Memorial Day. Ray lutava contra uma pneumonia e faleceu enquanto dormia em Poway, localizada no subúrbio de San Diego, na Califórnia. Por meio das redes sociais, a Casa Branca lamentou o ocorrido e expressou gratidão ao veterano. “Obrigado por seu serviço à nossa grande nação, Ray!”, publicou.

 

  • Ministério da Saúde divulga que 6.394 profissionais se inscreveram para o programa Mais Médicos. Destes, até o momento 2.209 concluíram a inscrição e optaram pela cidade de atuação. A data para a conclusão da inscrição é até 23h59 deste domingo (25). No total, há 8.517 vagas para substituir os médicos cubanos que começaram a deixar o país na última semana.

 

  • Um homem de 48 anos foi preso em Londres, na Inglaterra, após a polícia britânica encontrar duas bombas caseiras em um apartamento desocupado. Em comunicado, agentes afirmaram não terem encontrado indícios de ligação com organizações terroristas nas investigações preliminares. Ele foi detido por violação da Lei de Substâncias Explosivas do Reino Unido.

 

  • Na terceira fase da Operação Luz na Infância, realizada pela Polícia Civil, em conjunto com a Operação Atalaia, da Polícia Federal, 61 pessoas foram presas em flagrante. Ações apuram crimes relacionados ao armazenamento, compartilhamento e produção de conteúdos de pornografia infantil. As operações ocorreram em 22 estados do país, além do Distrito Federal. As penas previstas para este tipo de crime variam entre 1 e 8 anos de prisão.