Giro MyNews – Carta de FHC, investigações do ‘quadrilhão’ e a ação dos ‘robôs’

Confira as notícias que movimentaram a manhã desta sexta-feira (21)

  • Em carta aos eleitores, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso diz que “ainda há tempo para deter a marcha da insensatez” e faz apelo pela união do centro político nas eleições 2018 para o país superar a crise.
  • Em meio à campanha do setembro amarelo, o Brasil registra aumento de 16,8% na taxa de mortalidade por suicídio entre 2007 e 2016. Os dados revelados pelo Ministério da Saúde mostram que, em 2016, ocorreram 5,8 óbitos a cada 100 mil habitantes, superando os 4,9 de 2007. A Pasta ainda mostra crescimento de casos entre homens, que subiu para 28%.
  • Polarização eleitoral entre os dois candidatos que lideram as pesquisas à Presidência da República — Bolsonaro e Haddad — tem impulsionado as contas automatizadas nas redes sociais, os chamados robôs, para falar bem de ambos. Estudo da Diretoria de Análise de Políticas Públicas da Fundação Getúlio Vargas (FGV-Dapp) mostra que a presença de robôs nas redes vem crescendo desde o início da campanha e atingiu o ápice na última semana.
  • A Justiça Federal em Brasília quer ouvir o presidente da República, Michel Temer (MDB), os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Minas e Energia) e o empresário Joesley Batista, sócio do grupo J&F, como testemunhas no processo que investiga o chamado “quadrilhão” do MDB na Câmara dos Deputados. Como presidente, Temer só pode depor por escrito. As defesas dos investigados e o Ministério Público Federal têm 15 dias para propor as perguntas que os emedebistas responderão sobre o caso.
  • Presidente norte-americano, Donald Trump pretende defender a necessidade de reforçar as sanções contra Irã e Coreia do Norte durante a Assembleia-Geral da ONU, marcada para a próxima semana. O comandante dos EUA ainda quer manter encontros bilaterais com líderes de nações aliadas, como França e Reino Unido.
  • O Facebook anunciou a criação de uma sala de guerra contra manipulação em eleição no Brasil e nos EUA. Segundo a empresa, o local será a última linha de defesa para impedir disseminação de fake news na rede social.