Giro MyNews | “Escola sem partido”, Blairo Maggi contra fusão e convite de Moro

Fique por dentro das principais notícias da tarde desta quarta-feira (31)

  • O deputado federal Marcos Rogério (DEM), presidente da comissão da Câmara que analisa o projeto mais conhecido como “Escola sem partido”, adiou a reunião na qual seria votado o relatório apresentado pelo deputado Flavinho (PSC) para a próxima semana. Encontro foi encerrado devido ao período de votações no plenário principal da Casa. O projeto prevê restrições na abordagem de temas políticos e sexuais em salas de aula de escolas públicas e particulares do país.

 

  • Uma nova caravana partiu nesta quarta-feira (31) da América Central em direção aos Estados Unidos. Composta em sua maioria por salvadorenhos, esta se soma aos hondurenhos que iniciaram movimento migratório em massa e se localizam no México. No Twitter, o presidente norte-americano Donald Trump reagiu dizendo que o grupo possui “bandidos muito mais e membros de organizações criminosas”, advertindo que não permitirá que essas pessoas entrem no país.

 

  • Blairo Maggi, atual ministro da Agricultura, lamentou a decisão do governo Bolsonaro de fundir a pasta com o Ministério do Meio Ambiente. Maggi, que está nos Emirados Árabes, onde participa da exposição Agrispape, afirmou em nota que a unificação dos dois ministérios “trará prejuízos ao agronegócio brasileiro, muito cobrado pelos países da Europa pela preservação do meio ambiente!.

 

  • De acordo com a Folha de S. Paulo, Bolsonaro oferecerá “superministério” da Justiça ao juiz federal Sergio Moro. Responsável pela Operação Lava Jato no Paraná, Moro se reunirá com o presidente eleito na manhã desta quinta-feira (1) no Rio de Janeiro. Segundo a reportagem, a pasta somaria as atribuições dos ministérios da Justiça, Segurança Pública e Transparência, além da Controladoria-Geral da União (CGU) e o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF), atualmente ligado ao Ministério da Fazenda.

 

  • Por meio do Twitter, o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) afirmou que os ministérios “não serão compostos por condenados por corrupção”. Declaração ocorre após sondagem do capitão a Alberto Fraga (DEM), condenado pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal por cobrar propina em contratos de transporte, informada em diversos veículos de imprensa. Bolsonaro também afirmou que fará os anúncios oficiais dos ministros por meio da rede social.