Giro MyNews | Gabarito do Enem, novo ministério e o caso Marielle

Leia as principais notícias da manhã desta quarta-feira (14)

  • A Anistia Internacional sugeriu a criação de uma comissão externa e independente do Estado para acompanhar as investigações do assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ) e do motorista Anderson Gomes. De acordo com a coordenadora de pesquisa do órgão, grupo seria formado por especialistas em investigação criminal, juristas e peritos. Em entrevista coletiva, o pai de Marielle, seu Antônio, protestou: “Oito meses passados, ainda temos as mesmas perguntas e não temos nenhuma resposta”, disse.

 

  • Por discordâncias com o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu após acordo de cessar-fogo na Faixa de Gaza, o ministro da Defesa de Israel, Avigdor Lieberman, renunciou ao cargo. Ele classificou o movimento israelense como “submissão ao terror”, além de exigir a convocação de eleições antecipadas. “Não posso olhar nos olhos das famílias do sul que vivem em mãos do Hamas”, afirmou.

 

  • O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgou em seu site o gabarito oficial do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Os cadernos de questões também estão disponíveis para consulta. As notas individuais serão divulgadas no dia 18 de janeiro do ano que vem. Confira o gabarito completo.

 

  • Três dias após a morte de Jorge Enrique Pizano, testemunha-chave em escândalo de corrupção da construtora Odebrecht, seu filho, Alejandro Pizano Ponce de León, morre por envenenamento na Colômbia. “Segundo o resultado da autópsia do Instituto Nacional de Medicina Legal e Ciência Forense, a causa da morte foi envenenamento com cianureto”, afirmou a vice-promotora-geral do país, María Paulina Riveros. A polícia local investiga o caso.

 

  • Em entrevista à Rádio Gaúcha, Onyx Lorenzoni (DEM), ministro responsável pela transição de governo e futuro chefe da Casa Civil, confirmou que será criado o “Ministério da Cidadania” no mandato do presidente eleito Jair Bolsonaro. Lorenzoni afirmou que a pasta será responsável por áreas de desenvolvimento social, direitos humanos e políticas de combate às drogas. Atualmente, essas questões são administradas pelos ministérios do Desenvolvimento Social e dos Direitos Humanos.