Giro MyNews | Investigação de ameaça, acidente em Roma e indignação de Doria

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Fique por dentro dos principais destaques do noticiário da tarde desta terça-feira (23)

  • Após vídeo íntimo atribuído ao candidato a João Doria (PSDB) ser divulgado nas redes sociais, o candidato afirmou que acionará a Justiça após contratação de perito criminal. A campanha do tucano também acusou a campanha do adversário Márcio França (PSB) pela autoria do vídeo, de acordo com a coluna de Lauro Jardim no jornal O Globo. Por meio do Twitter, França disse ser “lamentável que Doria nos faça essa acusação, que chega a ser quase tão grave quanto a violência de que ele é vítima”.

 

  • Dezenas de pessoas ficaram feridas após pane em escada rolante de uma estação do metrô de Roma, na Itália. Acidente aconteceu no dia da partida entre Roma-ITA e CSKA Moscou-RUS, pela Liga dos Campeões, sendo a maioria das vítimas composta por torcedores do time russo. Um dos feridos está em estado grave e precisou ter a perna amputada.

 

  • Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) aprova por unanimidade o requerimento para que a Procuradoria Geral da República (PGR) investigue um vídeo com ameaças e ofensas à ministra Rosa Weber, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O autor do vídeo, que diz ser o coronel Carlos Alves, afirma que se o TSE aceitar a ação contra o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) sofrerá consequências.

 

  • O juiz Bruno Savino, da 3ª Vara da Justiça Federal de Juiz de Fora, em Minas Gerais, autorizou a prorrogação do segundo inquérito que investiga o ataque à faca sofrido pelo candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro. Segundo informação da TV Globo, novo prazo será acordado entre o Ministério Público Federal e a Polícia Federal. Autoridades irão apurar se houve envolvimento de terceiros no atentado cometido por Adélio Bispo de Oliveira.

 

  • Descobertas novas evidências sobre o assassinato do jornalista Jamal Khashoggi, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, classificou o crime como “o pior encobrimento de todos os tempos”. Crítico do príncipe herdeiro Mohamed bin Salman, Khashoggi foi dado como desaparecido após entrar no consulado saudita em Istambul, na Turquia. Trump aguarda um relatório de agentes da CIA enviados para acompanhar o caso.

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