Giro MyNews | Posição de Moro, CUT contra reforma e críticas a Trump

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Fique por dentro das informações mais relevantes da tarde desta terça-feira (30)

  • Por meio de nota oficial, o juiz federal Sergio Moro comentou a menção pública feita pelo presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) sobre o desejo de indicá-lo para ocupar a vaga de ministro da Justiça ou uma das cadeiras do Supremo Tribunal Federal (STF). “Caso efetivado oportunamente o convite, será objeto de ponderada discussão e reflexão”, afirmou Moro.

 

  • Petra László, cinegrafista de uma emissora de TV húngara que causou revolta ao chutar dois refugiados que tentavam escapar de bloqueio na fronteira com a Sérvia, é absolvida pelo Supremo Tribunal da Hungria. Em nota, a Corte divulgou a anulação da sentença firmada em 2017, que condenou a repórter a 3 anos de liberdade condicional por “vandalismo”. Na decisão, afirma-se que o ato “não constitui crime” e que a infração prescreveu, sendo necessário “suspender o procedimento”. À época, Petra, que é filiada a um partido radical anti-imigração, foi demitida.

 

  • Ao portal Broadcast Político, o presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Vagner Freitas, afirmou que a entidade firmará posição oposta à proposta de reforma da Previdência deste ano. “Nós vamos fazer enfrentamento e vamos fazer greve contra isso”, declarou. O novo governo definiu como prioridade as mudanças previdenciárias, com expectativa de serem iniciadas ainda neste período de transição.

 

  • Organização norte-americana “Bend the Arc”, que reúne judeus progressistas, obteve 69.148 assinaturas em carta que afirma que o presidente Donald Trump não será bem-vindo a Pittsburgh caso não rejeite “completamente o supremacismo branco”. Uma sinagoga da cidade, localizada no estado da Pensilvânia, foi alvo de um atentado cometido pelo antissemita Robert Bowers. No ataque, 11 pessoas foram assassinadas.

 

  • Conselho de Ética da Câmara dos Deputados arquivou, por 8 votos a 4, duas representações de cassação do mandato de Nelson Meurer (PP). O deputado federal foi o primeiro condenado pelo STF em processo da Operação Lava Jato. De acordo com Mauro Lopes (MDB), relator do processo no Conselho, “atos indecorosos” apontados nas representações feitas pelos partidos Rede Sustentabilidade e PSOL foram, “em tese”, praticados por Meurer antes do início do mandato.

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