Giro MyNews | Sequestro em Camarões, governo Doria e visita de embaixador

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Confira as principais notícias da manhã desta segunda-feira (05)

  • Governador eleito de São Paulo, João Doria (PSDB) anuncia Gilberto Kassab (PSD), ex-prefeito da capital paulista e ministro do governo Temer (MDB), para chefiar a Casa Civil do governo. Atualmente, Kassab está à frente do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicação. Vice da chapa de Doria, Rodrigo Garcia (DEM) comendará a Secretaria de Governo, de acordo com informações da assessoria do futuro governador.

 

  • Cerca de 80 pessoas foram sequestradas na cidade de Bamenda, no noroeste de Camarões, nesta manhã. A maioria delas seriam crianças em idade escolar. Informação foi apurada pela agência de notícias Reuters com fontes ligadas ao governo e a órgãos militares do país. Ainda não se sabe quem é responsável pela autoria da ação, que ocorreu em uma área do país que fala a língua inglesa.

 

  • Jair Bolsonaro (PSL) recebeu na manhã desta segunda-feira (05) em sua casa a visita de Antonio Bernardini, embaixador da Itália no Brasil. Segundo Bernardini, o ex-ativista de esquerda Cesare Battisti foi um dos tópicos da conversa com o presidente eleito, que teve a extradição do italiano como uma das promessas de campanha. Battisti foi condenado em 1993 em seu país pelo assassinato de quatro pessoas na década de 1970. Ele nega o envolvimento nos homicídios e se diz vítima de perseguição política.

 

  • Homem condenado em processo contra a máfia na Itália faz cinco pessoas de refém em posto dos correios de Pieve Modolena. A polícia isolou o local e está mantendo negociações com o agressor, identificado pela imprensa como Francesco Amato. Ele está armado com uma faca. De acordo com informações do jornal “La Repubblica”, Amato foi condenado a 19 anos de prisão e estava desaparecido desde quando a sentença foi proferida.

 

  • Gabriela Hardt, juíza substituta de Sergio Moro à frente da Operação Lava Jato no Paraná, deve interrogar Carlos Armando Guedes Paschoal, ex-diretor da Odebrecht, e Emyr Diniz Costa Junior, ex-engenheiro da empreiteira. Eles são réus do processo relativo ao caso do sítio em Atibaia, no qual o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva também é réu. Sergio Moro deixou as atividades após aceitar o convite de Jair Bolsonaro para ser superministro da Justiça.

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