Giro MyNews | T-MEC, decisão da Ucrânia e crescimento do PIB

Leia as notícias que movimentaram a manhã desta sexta-feira (30)

  • A assessoria do presidente eleito Jair Bolsonaro divulgou que o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, comparecerá à cerimônia da posse no dia 1º de janeiro de 2019. O futuro governo vem acenando para uma aproximação entre os dois países. Uma das medidas que simbolizaria essa parceria é a transferência da sede da embaixada brasileira em Israel da capital Tel Aviv para Jerusalém, reforçada por Eduardo Bolsonaro, filho do presidente eleito, durante viagem aos Estados Unidos.

 

  • A Ucrânia proibiu a entrada de homens russos entre 16 e 60 anos em seu território. Informação foi divulgada por Petro Tsygykal, chefe do serviço de fronteira do país. O governo ucraniano decretou lei marcial nesta semana, apontando possível intenção de invasão russa. As relações entre as duas nações do leste europeu cresceu em tensão após embarcações e militares ucranianos terem sido detidos no último final de semana.

 

  • Dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que o Produto Interno Bruto (PIB) do país cresceu 0,8% no 3º trimestre em relação ao período anterior deste ano. Resultado foi o melhor apresentado até o momento em 2018 e vem em linha com as projeções de analistas do mercado financeiro. Em valores correntes, o montante chegou à casa do R$ 1.716 trilhão. Apesar da melhora, nível se encontra equiparado ao do 1º semestre de 2012.

 

  • Tratado comercial firmado entre Estados Unidos, México e Canadá é assinado em Buenos Aires, na Argentina, onde ocorre a cúpula do G20. Batizado de T-MEC (USMCA na sigla em inglês), acordo surge para substituir o NAFTA. Ao assinar o documento, o qual classificou como “revolucionário”, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o novo acordo assegurará um “futuro de prosperidade e inovação” aos três países.

 

  • Em determinação da Justiça do Japão, o ex-presidente da montadora Nissan, Carlos Ghosn, permanecerá preso preventivamente por mais dez dias. O executivo brasileiro foi detido por suspeitas de fraude fiscal. Ghosn foi o responsável pela criação da aliança Renault-Nissan-Mitsubishi, além de presidir o Conselho Administrativo das montadoras.