Arquivos alimentos - Canal MyNews – Jornalismo Independente https://canalmynews.com.br/tag/alimentos/ Nosso papel como veículo de jornalismo é ampliar o debate, dar contexto e informação de qualidade para você tomar sempre a melhor decisão. MyNews, jornalismo independente. Sun, 09 Oct 2022 14:30:06 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.7.2 Novas regras para rótulos de alimentos valem a partir deste domingo 09/10 https://canalmynews.com.br/economia/novas-regras-para-rotulos-de-alimentos-valem-a-partir-deste-domingo-09-10/ Sun, 09 Oct 2022 14:30:06 +0000 https://canalmynews.com.br/?p=34164 Mudança inclui alertas sobre nutrientes na parte frontal da embalagem

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As novas regras para rótulos de alimentos no Brasil entram em vigor a partir de hoje (9). De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), além de mudanças na tabela de informação nutricional, a novidade é a adoção de alertas, na parte frontal da embalagem, sobre alguns nutrientes.

Informação nutricional

Uma das mudanças é que a tabela de informação nutricional passa a ter apenas letras pretas e fundo branco. O objetivo, segundo a Anvisa, é afastar a possibilidade de uso de contrastes que atrapalhem na legibilidade.

Rotulagem nutricional
Divulgação/Anvisa

Outra alteração será nas informações disponibilizadas na tabela. Passa a ser obrigatória a declaração de açúcares totais e adicionados, do valor energético e de nutrientes por 100 gramas ou 100 mililitros, para ajudar na comparação de produtos.

O número de porções por embalagem também passa a ser obrigatório.

A tabela deve estar localizada próximo à lista de ingredientes e em superfície contínua, sem divisão. Ela não pode ser apresentada em áreas encobertas, locais deformados ou regiões de difícil visualização, exceto em produtos de embalagem pequena (área de rotulagem inferior a 100 centímetros quadrados).

Rotulagem nutricional

Rotulagem nutricional
Divulgação/Anvisa

Considerada a maior inovação das novas regras, a rotulagem nutricional frontal passa a ser considerada um símbolo informativo que deve constar no painel da frente da embalagem. A ideia, de acordo com a agência, é esclarecer, de forma clara e simples, sobre o alto conteúdo de nutrientes com relevância para a saúde.

“Para tal, foi desenvolvido um design de lupa para identificar o alto teor de três nutrientes: açúcares adicionados, gorduras saturadas e sódio. O símbolo deverá ser aplicado na face frontal da embalagem, na parte superior, por ser uma área facilmente capturada pelo nosso olhar”, destacou a Anvisa.

Alegações nutricionais

Rotulagem nutricional
Divulgação/Anvisa

As alegações nutricionais continuam sendo voluntárias. Em relação aos critérios para o uso dessas alegações, foram propostas, segundo a agência, alterações com o objetivo de evitar contradições com a rotulagem nutricional frontal.

Saiba mais

A Anvisa disponibilizou um documento com perguntas e respostas para esclarecer dúvidas em relação às novas regras de rotulagem nutricional. O conteúdo pode ser acessado aqui.

Edição: Denise Griesinger

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Comida mais cara no planeta https://canalmynews.com.br/economia/precos-dos-alimentos-estao-subindo/ Sat, 23 Jul 2022 20:36:19 +0000 https://canalmynews.com.br/?p=32031 Preços dos alimentos básicos estão subindo por todo o planeta, reflexo da alta nos fertilizantes e outros impactos da guerra na Ucrânia

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É a inflação mais alta desde a década de 70 em praticamente todo o planeta. Os preços dos alimentos estão subindo por todo o mundo. Bem, mas isso você tem lido diariamente nas manchetes. Analistas no Brasil e no exterior chamam atenção para os dias difíceis que estão por vir. Não, ainda não são os atuais. Com a economia vacilante, é melhor ser realista. Em suma, é necessário se planejar para não derrapar . Mas vamos ajustar o foco no preço dos alimentos. Afinal, aí está o começo de tudo e, por incrível que pareça, chegamos a 2022 com 33 milhões de famintos em solo nacional.

Os preços dos alimentos básicos estão subindo como resultado do aumento dos custos de fertilizantes e outros impactos do conflito na Ucrânia. “Os preços das commodities alimentares agora estão ainda mais altos do que eram durante os aumentos de preços em 2008 e 2011”, diz um estudo da McKinsey (veja gráfico nesta página).

As crescentes preocupações econômicas colocaram os Bancos Centrais no centro porque puxada de juros internacionais já deixou a economia brasileira numa situação dramática. E os Bancos Centrais estão aumentando agressivamente as taxas. O Banco Central Europeu, por exemplo puxou as taxas em 0,5 pontos percentuais depois de mais uma década sem aperto monetário. A expectativa era de que a alta seria de 0.25 pontos percentuais.

O sentimento do consumidor está em mínimos históricos. Preços das commodities perto de máximas históricas. Claramente, a inflação alterou, no mínimo, o clima econômico e potencialmente redefiniu o caminho das economias globais e nacionais em todo o mundo nos próximos anos. Os especialistas da McKinsey examinaram muitas das implicações estratégicas da inflação.

Desde 2021, os preços dos alimentos atingiram seu nível mais alto desde que o Escritório de Alimentação e Agricultura das Nações Unidas iniciou seu índice. Os preços hoje são consideravelmente mais altos do que em aumentos anteriores em 2008 e 2011, que foram precipitados pela turbulência da crise financeira global. Na década desde então, os preços moderaram consideravelmente. Mas eles aumentaram acentuadamente em 2021, com problemas na cadeia de suprimentos, seca e outras forças em ação. E a guerra na Ucrânia elevou os preços dos alimentos a um nível inteiramente novo.

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Inflação tem alta de 1,62% em março, maior alta para o mês em 28 anos https://canalmynews.com.br/economia/inflacao-tem-alta-de-162-em-marco-maior-alta-para-o-mes-em-28-anos/ Fri, 08 Apr 2022 21:49:12 +0000 https://canalmynews.com.br/?p=27456 Transporte e Alimentação são os segmentos que mais puxam o aumento – diesel subiu 13,65% e cenoura 31,47%. No acumulado dos últimos 12 meses, índice atinge 11,30%.

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Considerado o medidor oficial da inflação no Brasil, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) anotou um aumento de 1,62% em março, após alta de 1,01% em fevereiro, conforme divulgado nesta sexta-feira (8) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A taxa é a maior para um mês de março em 28 anos. Ou seja, é a mais alta desde 1994, antes da implementação do Plano Real. Verifica-se também que é a maior inflação mensal desde janeiro de 2003 (2,25%).

De acordo com o IBGE, “no ano, o indicador acumula alta de 3,20% e, nos últimos 12 meses, de 11,30%, acima dos 10,54% observados nos 12 meses imediatamente anteriores”.

Já no acumulado de 12 meses, o índice é apontado como o desde outubro de 2003 (quando a alta generalizada dos preços era de 13,98%). Com o resultado de março, a inflação fica sete meses consecutivos acima dos dois dígitos.

Inflação acumulada nos últimos 12 meses (comparação mensal).

Inflação acumulada nos últimos 12 meses (comparação mensal). Foto: Reprodução (MyNews)

Aumento generalizado

A pesquisa mostra que dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados, oito apresentaram altas em março. Os principais impactos, como esperado, vieram dos Transportes (3,02%) e de Alimentação e bebidas (2,42%) – dois segmentos de maior peso no IPCA. Juntos, a dupla representa 43% da inflação do mês.

Constatou-se ainda que o aumento dos preços foi mais disseminado no terceiro mês de 2022: o índice de difusão passou de 75% em fevereiro para 76% em março, número que demonstra o espalhamento da inflação entre os setores analisados pelo IBGE.

Já a inflação de serviços ficou em 0,45% em março ante 1,36 em fevereiro.

Oito dos nove grupos pesquisados apresentaram alta.

Oito dos nove grupos pesquisados apresentaram alta. Foto: Reprodução (MyNews)

Vilões

O grupo Transportes foi o grande responsável por puxar o aumento deste mês. A razão continua sendo o acréscimo do preço dos combustíveis mediante à alta do petróleo no mercado internacional, inflado pela com a guerra entre Rússia e Ucrânia.

Dentro dos Transportes, verificaram-se as seguintes altas: Óleo diesel (13,65%); Transporte por aplicativo (7,98%); Gasolina (6,95%); Gás veicular (5,29%); Etanol (3,02%); e Passagem do ônibus urbano (1,27%).

Já no segmento de alimentação, que anotou a maior alta desde novembro de 2020, os principais vilões foram: Cenoura (31,47%); Tomate (27,22%); Leite (9,34%); Óleo de soja (8,99%); Frutas (6,39%); e Pão francês (2,97%).

Também houve aumento forte no gás de botijão (6,57%).

 

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No MyNews Investe desta sexta, a alta da inflação, seus impactos no mercado, análise da conjuntura macro e a possibilidade de estagflação foram pauta. Confira:

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IPCA fica em 0,87% em agosto – maior taxa de inflação para este mês desde 2000 https://canalmynews.com.br/mynews-investe/ipca-087-agosto-maior-inflacao-desde-2000/ Thu, 09 Sep 2021 21:49:43 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/ipca-087-agosto-maior-inflacao-desde-2000/ Índice de inflação foi puxado principalmente pela alta no preço da gasolina, que acumula no ano 31,09% de reajuste

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O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta quinta-feira (09) o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), índice que mede a inflação no Brasil, referente ao mês de agosto, e ele veio acima da expectativa, ficando em 0,87%. A expectativa era que o índice ficasse em torno de 0,70%.

Puxado pelo aumento no preço da gasolina, a taxa foi a maior para um mês de agosto desde 2000. Com isso, temos visto a inflação acumulada em 12 meses ficando cada vez mais acima do teto previsto pelo governo para este ano, que era de 5,25%.

Mas não foi só a gasolina que influenciou em mais essa alta do IPCA. O preço dos alimentos continua subindo, assim como foram registradas altas nos setores de vestuário, artigos de residência e transporte.

Com elevação de 11,18%, gasolina foi o item que mais pressionou a inflação em março.
Reajuste no preço da gasolina e dos alimentos influenciaram aumento da inflação/Foto: Pedro França/Agência Senado

O MyNews Investe falou com analistas, para que eles falassem um pouco sobre os números divulgados pelo IBGE. Arnaldo Curvello, da Galápagos Wealth, disse que parece claro que a inflação passou para outro patamar e que estamos vendo o índice se aproximar de 2 dígitos.

Já o analista do BTG Pactual Wealth Management disse que para os próximos meses existe uma expectativa que indica que esses preços podem continuar subindo, pressionados pelo aumento da mobilidade social e pelo relaxamento das normas de restrição: as pessoas estão voltando para as ruas, consumindo mais, os preços estão subindo. Além disso, a falta de chuva pode provocar novos aumentos na energia elétrica, o que também pode pressionar a inflação.

Assista ao MyNews Investe de segunda a sexta, a partir do meio-dia, no Canal MyNews. Apresentação de Gabriela Lisbôa e Mara Luquet

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Alimentos mais caros e roupas mais baratas: entenda a inflação no Brasil em 2020 https://canalmynews.com.br/economia/alimentos-mais-caros-e-roupas-mais-baratas-entenda-a-inflacao-no-brasil-em-2020/ Tue, 12 Jan 2021 23:33:43 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/alimentos-mais-caros-e-roupas-mais-baratas-entenda-a-inflacao-no-brasil-em-2020/ Índice fechou o ano em 4,52%, acima do esperado por economistas

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Inflação para o consumidor subiu em novembro, mas deve ser menor nos próximos meses.
Alimentos pesaram no resultado da inflação no Brasil em 2020, que ficou acima do esperado pelo mercado.
(Foto: Tânia Rego/Agência Brasil)

O IBGE divulgou nesta terça-feira (12), o resultado da inflação em 2020. O IPCA, o índice nacional de preços, considerado a inflação oficial do país, fechou em 4,52%. 

O resultado veio acima do esperado pelos economistas e analistas do mercado financeiro ouvidos pelo Banco Central no boletim Focus, que estimavam a inflação em 4,37%. O índice acabou o ano acima do centro da meta definida pelo BC, de 4% — mas ainda dentro da meta que ia até 5,5%.

Esse foi o maior resultado para inflação no país desde 2016, quando o IPCA foi de 6,29%.

Alimentos sobem

O principal vilão para inflação no país foi a alimentação. Os alimentos tiveram alta acumulada de 14,09% ao longo do ano — a maior em quase 20 anos. 

Segundo o IBGE, os alimentos responderam sozinhos por quase metade da inflação do ano. Entre os motivos estão a alta do dólar, a alta dos preços das commodities no mercado internacional, o aumento das exportações e, em alguns itens, a diminuição da oferta. 

Nesse grupo, dos alimentos, a maior alta ficou com o óleo de soja, que dobrou de preço ao longo do ano (103%). Em seguida estão outros itens da cesta básica como arroz, feijão e batata.

Depois dos alimentos, o segundo maior impacto sobre o índice foi o grupo de habitação, que teve alta de 5,25% no ano. Segundo o gerente da pesquisa, Pedro Kislanov, o que pesou neste segmento foi a alta do custo de energia: 9,14% no ano. 

O terceiro maior impacto ficou com o grupo de artigos para residência – alta de 6%, em meio a pressão de alta do dólar. Eletrodomésticos subiram 5% e itens de equipamentos para TV, som e informática ficaram 18% mais caros. 

O único grupo medido pelo IBGE que teve deflação no ano passado foi o de vestuário. A queda nos preços desse setor foi de 1,13%. Entre os motivos, o impacto da pandemia e a queda na demanda por roupas. 

Projeção para 2021

Para 2021, a expectativa é de uma desaceleração nesse avanço dos preços – o mercado projeta 3,34% de inflação. 

O IBGE também divulgou nesta terça-feira, o INPC, que é referência para ajuste da aposentadoria. O índice ficou em 5,45% no ano de 2020. Com isso, o teto da previdência, sobe de R$ 6.101,00 para R$ 6.433,00. 

O ajuste pelo INPC vale para aposentados e pensionistas que recebem valor acima do mínimo. Para quem recebe o mínimo, vale o reajuste definido pelo Governo Federal, de 5,26%, neste caso, portanto, a aposentadoria passa de R$ 1.045,00 para R$ 1.100,00. 

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