Arquivos cidades - Canal MyNews – Jornalismo Independente https://canalmynews.com.br/tag/cidades/ Nosso papel como veículo de jornalismo é ampliar o debate, dar contexto e informação de qualidade para você tomar sempre a melhor decisão. MyNews, jornalismo independente. Tue, 28 May 2024 19:50:36 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.7.2 Vozes do clima que trazem alertas por todo o país https://canalmynews.com.br/cronicas-ambientais/vozes-do-clima-que-trazem-alertas-por-todo-o-pais/ Tue, 28 May 2024 19:50:36 +0000 https://localhost:8000/?p=43583 Sessão quer trazer à luz os riscos ambientais e casos de agressões ao clima em diversas cidades do país

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Bem-vindos à nova sessão do site do canal MyNews, Crônicas Ambientais. Esta sessão quer trazer à luz os riscos ambientais e casos de agressões ao clima em diversas cidades do país. Em tempos de mudanças climáticas e desastres naturais cada vez mais frequentes, é fundamental estarmos bem informados sobre o que acontece ao nosso redor. Estar atentos às medidas que podemos tomar para proteger o nosso meio ambiente.  São as vozes do clima que trazem alertas por todo o país.

Os textos desta seção serão escritos por membros do MyNews espalhados por várias regiões do Brasil. Eles irão relatar os problemas ambientais locais. Problemas desde desmatamentos ilegais e poluição de rios, até questões mais amplas como a urbanização descontrolada e seus impactos no clima. Queremos dar voz a diferentes perspectivas e experiências. Assim esperamos conscientizar nossos leitores sobre a importância de uma atitude preventiva e proativa em relação ao meio ambiente.

Em suma, são as vozes do clima que trazem alerta por todo o País. Desta forma será possível ter um diálogo que promova o desenvolvimento econômico atento aos riscos ambientais.

Nosso objetivo então,  é evitar tragédias como a que ocorreu no Rio Grande do Sul.  Pois, precisamos evitar a falta de preparação e de ações preventivas. Por causa dessa falta de preparação, sérios danos ambientais e humanos atingiram todo o RS.

Com Crônicas Ambientais, portanto, pretendemos promover uma discussão contínua e informada, incentivando a participação ativa de todos na busca por soluções sustentáveis. Junte-se a nós nesta jornada por um futuro mais verde e seguro. São as vozes do clima que trazem alertas.

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Minha Casa, Minha Vida promete financiar 2 milhões de moradias até 2026 https://canalmynews.com.br/brasil/minha-casa-minha-vida-promete-financiar-2-milhoes-de-moradias-ate-2026/ Tue, 18 Apr 2023 12:13:16 +0000 https://canalmynews.com.br/?p=37124 No caso da faixa 1, grupo que engloba famílias com menor renda, a renda mensal atendida passou de R$ 1,8 mil para R$ 2,64 mil

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O Minha Casa, Minha Vida deverá contratar 2 milhões de habitações até 2026. O governo retomou as contratações com algumas mudanças no programa, entre elas, no teto de subsídios e na faixa de renda.

No caso da faixa 1, grupo que engloba famílias com menor renda, a renda mensal atendida passou de R$ 1,8 mil para R$ 2,64 mil. Na faixa 2, o limite foi elevado para R$ 4,4 mil, e na faixa 3 para R$ 8 mil.

Em entrevista ao programa A Voz do Brasil, o ministro das Cidades, Jader Filho, explicou que a alteração permitirá ampliar o benefício a um maior número de famílias de acordo com o reajuste do salário mínimo.

Jader Filho disse ainda que os imóveis financiados deverão estar em terrenos próximos a centros urbanos, para que os moradores tenham acesso a posto de saúde e escola, por exemplo.

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Segundo Jader Filho, a meta de 2 milhões de unidades habitacionais será distribuída a partir do déficit habitacional das regiões e estados.

Subsídios
O governo ampliou os limites de subsídio para moradias do programa, sendo R$ 170 mil para unidades habitacionais em cidades, operadas com fundos de Arredamento Social e Desenvolvimento Social; R$ 75 mil em áreas rurais, operada com recursos da União; e R$ 40 mil para melhorias em unidades localizadas na área rural, com recursos da União.

O subsídio é a parte do financiamento paga pelo governo com recursos da União e de fundos.

O teto pode aumentar em caso de instalação de sistema de energia solar ou requalificação do imóvel para fim habitacional.

Retomada de obras
De acordo com o ministro, as obras de mais de 11 mil unidades habitacionais foram reativadas e cerca de 9 mil habitações deverão ser entregues até o fim de abril.

“Quando chegamos, tínhamos 186 mil contratos ativos. Desses 186 mil, havia 83 mil unidades paralisadas. Fizemos um trabalho com diversas portarias, diálogos com entes municipais e estaduais, conseguimos retomar mais de 11 mil obras que estavam paralisadas. Obras há mais de 10 anos paradas”, disse.

Até o momento, conforme o ministro, seis mil famílias receberam as moradias. “As pessoas que moram de aluguel, em situação de rua e em área de risco, elas têm pressa”, ressaltou.

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Ministro das Cidades anuncia retorno do Minha Casa, Minha Vida https://canalmynews.com.br/economia/ministro-das-cidades-anuncia-retorno-do-minha-casa-minha-vida/ Wed, 04 Jan 2023 12:25:33 +0000 https://canalmynews.com.br/?p=35262 Jader Filho também enfatizou atenção ao saneamento básico

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O ministro das Cidades, Jader Filho, assumiu nesta terça-feira (3) o cargo, em Brasília. Ao discursar, disse que o governo vai retomar o programa habitacional Minha Casa, Minha Vida.

Destacou que a gestão da pasta terá destaque para reconquistas sociais. Segundo o ministro, durante a pandemia de covid-19 mais de um milhão de pessoas foram despejadas ou ameaçadas de despejo. Além disso, ele citou números da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad Contínua) de 2019 que apontam déficit habitacional de 5,9 milhões de moradias no país.

“Precisamos reconstruir quase tudo nesta pasta, incluindo o Minha Casa, Minha Vida. Um programa tão importante neste país, reconhecido pela população, mas que havia sido descontinuado”, afirmou.

Saneamento básico
Ele garantiu que pretende dar atenção aos programas de saneamento básico. “Em 2020, foi aprovado o Marco do Saneamento. Não vamos limitar o investimento privado em saneamento. Ao contrário, vamos incentivar, mas sabemos que, em muitas áreas do país, especialmente nas mais pobres, justamente onde há pouco ou nenhum tipo de saneamento, não há interesse da iniciativa privada em investir. Nessas áreas, o poder público precisa agir”, garantiu.

Jader Filho também defendeu diálogo com movimentos sociais e anunciou a criação de Secretaria Nacional de Políticas para Territórios Periféricos.

“São vocês [integrantes de movimentos] que trazem a experiência e a demanda organizada de parcela da população que ficou desistida nos últimos anos”, concluiu.

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Bolsonaro veta projeto que proíbe construções hostis em espaços públicos https://canalmynews.com.br/politica/bolsonaro-veta-projeto-que-proibe-construcoes-hostis-em-espacos-publicos/ Wed, 14 Dec 2022 13:36:40 +0000 https://canalmynews.com.br/?p=34907 O veto precisa ser apreciado pelo Congresso, que pode derrubá-lo

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O presidente Jair Bolsonaro vetou o projeto de lei que proíbe o uso de materiais e estruturas para afastar pessoas em situação de rua de locais públicos nas cidades – a chamada arquitetura hostil. O veto foi publicado nesta quarta-feira (14) no Diário Oficial da União.

A proposta (PL 488/21), de autoria do senador Fabiano Contarato (PT-ES), pretendia incluir no Estatuto da Cidade uma diretriz para impedir o emprego de “técnicas construtivas hostis” em espaços livres de uso público.

O projeto ficou conhecido como Lei Padre Júlio Lancelotti. No ano passado, o padre paulistano, que tem atuação em favor de moradores em situação de rua, viralizou nas redes sociais ao protagonizar uma cena em que tentava quebrar estacas pontiagudas de concreto instaladas pela prefeitura de São Paulo sob um viaduto. A construção visava impedir a permanência das pessoas nesses locais.

Justificativa
O presidente da República argumentou que vetou a norma porque ela poderia “ocasionar uma interferência na função de planejamento e governança local da política urbana, ao buscar definir as características e condições a serem observadas para a instalação física de equipamentos e mobiliários urbanos”.

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Em nota, a Secretaria-Geral da Presidência da República informou que o emprego da expressão de técnicas construtivas hostis poderia gerar insegurança jurídica, por se tratar de uma “terminologia que ainda se encontra em processo de consolidação para sua inserção no ordenamento jurídico”.

O projeto havia sido aprovado pela Câmara dos Deputados no fim de novembro, após passar pelo Senado.

O veto presidencial precisará ser apreciado pelos parlamentares, em data a ser marcada. Os deputados e senadores podem mantê-lo, arquivando a proposta, ou derrubá-lo, assegurando a validade da medida.

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Câmara aprova lei Padre Júlio Lancellotti, que proíbe uso de arquitetura hostil https://canalmynews.com.br/brasil/camara-aprova-lei-padre-julio-lancellotti-que-proibe-uso-de-arquitetura-hostil/ Wed, 23 Nov 2022 14:28:00 +0000 https://canalmynews.com.br/?p=34705 Lei Padre Júlio Lancelotti busca evitar o afastamento de moradores de rua desses espaços públicos

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A Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 488/21, do Senado, que proíbe o uso de arquitetura hostil em espaços livres de uso público nas cidades. A proposta será enviada à sanção presidencial.

O texto inclui como diretriz da política urbana no Estatuto da Cidade a promoção de conforto, abrigo, descanso, bem-estar e acessibilidade na fruição dos espaços livres de uso público, de seu mobiliário e de suas interfaces com os espaços de uso privado.

Se virar lei, a ser denominada Lei Padre Júlio Lancelotti, o projeto proíbe o emprego de materiais, estruturas, equipamentos e técnicas de arquitetura hostil que tenham como objetivo ou resultado o afastamento de pessoas em situação de rua, idosos, jovens e outros segmentos da população desses espaços.

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Pedras, grades e espetos de ferro têm sido usados pelas prefeituras para impedir o uso dos espaços por moradores de rua. O padre Júlio Lancellotti, da Pastoral do Povo de Rua em São Paulo, costuma usar as redes sociais para criticar essas intervenções e pressionar para a reversão da prática.

Acolhimento
O relator do projeto na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ), deputado Orlando Silva (PCdoB-SP), afirmou que o projeto qualifica o estatuto para proteger a população em situação de rua. “Ninguém merece ou quer viver nessas circunstâncias, por isso é necessário que as cidades acolham essas pessoas”, afirmou.

Para a deputada Bia Kicis (PL-DF), “esse é um raro projeto com concordância de vários partidos para evitar o emprego dessa arquitetura hostil nas cidades. Um projeto muito humano”.

 

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Sex will save the city https://canalmynews.com.br/francisco-saboya/sex-wil-save-the-city/ Thu, 07 Oct 2021 11:12:19 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/sex-wil-save-the-city/ As cidades estão crescendo de forma muito rápida, numa escala superlinear, mas seus componentes urbanos não acompanham esse ritmo. Algo parece sair do controle em desfavor da qualidade de vida

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Há um problema com as grandes cidades. Aliás, vários. No geral, o nome da confusão se chama deterioração da qualidade de vida, que é obviamente um conceito relativo, pois envolve tanto questões facilmente mensuráveis, como oferta de leitos hospitalares, quanto de muito difícil medição, como satisfação pessoal. Entender e explicar como funcionam as cidades é matéria para especialistas. Mas como a gente vive nelas e é parte da sua construção cotidiana, temos uma espécie de autoridade cidadã para opinar e contribuir para o debate. Cidades são incríveis construções humanas.

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No passado, elas prosperavam principalmente porque eram dotadas de abundância de recursos naturais, porque ficavam em encruzilhadas de grandes fluxos de pessoas em caravanas ou porque detinham posição geográfica privilegiada para fins de defesa militar. Hoje, quando conhecimento e inovação são os principais ativos econômicos, elas crescem porque são capazes de formar, atrair e reter gente. Especialmente, capital humano qualificado. Adicionalmente, cidades bem estruturadas também são mais eficientes e atrativas para capitais financeiros de risco, tornando-se assim mais habilitadas para impulsionar negócios competitivos criadores de riqueza em escala crescente.

Mas há uma contradição estrutural nas dinâmicas urbanas. Cidades são grandes incubadoras sociais. Quanto mais elas crescem, mais aptas a proverem infraestruturas, serviços e oportunidades para os moradores elas se tornam. Mais ainda, elas facilitam conexões e relacionamentos entre pessoas, que geram alma, senso de comunidade e dão vida às cidades. Esse é o lado positivo dessas dinâmicas de crescimento exponencial. Mas isso tem um preço.

Distanciando-se cada vez mais do jeito meio Londres, mansamente urbanizada em longas filas (no dizer aqui adaptado de João Cabral) – filas dos ônibus, dos postos de saúde, dos carros em vias engarrafadas… – com o tempo elas se tornaram agressivamente desiguais, colapsadas em infraestruturas precárias, violência urbana, falta de oportunidades, moradias caras, para a classe média, e inexistentes, para as camadas de mais baixa renda progressivamente expelidas para periferias distantes dos núcleos civilizados das cidades. E, ainda assim, seguem sendo atrativas para mais pessoas que imigram e vão se somando às outras nos depósitos de gente com baixa qualidade humana. O que reforça o problema.

O físico e biólogo inglês Geoffrey West (Scale, disponível na Amazon) explora a questão da escala urbana por meio de analogias com os padrões comuns ao crescimento biológico, em busca de uma espécie de modelo geral capaz de explicar os movimentos das cidades ou mesmo dos negócios. A eficiência das cidades é reflexo dos ganhos de escala. E seu oposto também. De postos de gasolina a redes de esgoto, vias e habitações, tudo parece indicar que as infraestruturas e serviços tendem a andar em descompasso com o crescimento das cidades numa proporção mais ou menos constante, algo como, em elas dobrando de tamanho, resultasse num encolhimento dos ativos urbanos em cerca de 15% (assim como os batimentos cardíacos dos mamíferos caem 25% quando estes duplicam seu tamanho).

E as cidades estão dobrando, triplicando de tamanho. Numa projeção para os próximos 30 anos, serão urbanizados cerca de 1,5 milhão de habitantes por semana. Elas crescem numa escala superlinear, mas seus componentes urbanos crescem de forma sublinear. Algo parece sair fora de controle em desfavor da qualidade de vida de todos.

Esses insights nos fazem refletir que o equilíbrio da vida urbana passa a depender de pelo menos três fatores: i. do ritmo e intensidade das inovações destinadas a aumentar a eficiência no uso dos recursos urbanos; ii. da exploração equilibrada dos recursos naturais finitos, dita sustentabilidade; e iii. da estabilidade epidemiológica. Esse último ponto entra na equação agora basicamente por conta da covid, pois quanto mais tempo o vírus perdurar – o corona e os próximos – mais transformador ele será, implicando em mudanças estruturais nos processos de trabalho que envolvem categorias de trabalhadores em serviços tecnológicos e outros de mais alta qualificação e renda – precisamente aqueles que tracionam a competitividade das cidades.

Finda essa pandemia, o cenário de que pelo menos 20% das horas trabalhadas passem a se dar de forma remota delineia um panorama negativo para os grandes centros. Pois são esses trabalhadores de renda média mais elevada que efetivamente têm capacidade de implementar um novo estilo de vida. Seu deslocamento para satélites urbanos, digamos assim, resultará na redução do nível de dispêndio nas cidades de origem, com forte impacto nos serviços e comércio tradicionais. Como eles são grandes empregadores, e já enfrentam a concorrência do comércio eletrônico e da automação das atividades, tenderão a experimentar uma espiral descendente de consumo, ocupação e renda. Em outras palavras, declínio urbano, para as cidades emissoras, prosperidade, para as receptoras. O que nos remete aos fatores i e ii anteriores.

Mas existe um outro personagem nessa mesma equação, que são os muito jovens zillennials e os gen zers’, cujas expectativas quanto ao trabalho remoto são/serão distintas da média dos trabalhadores millennials pra trás. Eles buscam maiores interações, novas conexões humanas, outras perspectivas. A experiência recente da covid deu sinais muito claros: é difícil segurar toneladas de testosterona em longos programas de quarentena. As cidades são mais competitivas quanto mais sejam capazes de atrair os melhores talentos, isso já foi dito. Mas, se tiverem um olhar no futuro, serão melhores ainda aquelas que se prepararem para receber os mais jovens, oferecendo-lhes não apenas infraestruturas padrão Washington ou Brasília, mas cultura, sustentabilidade, conhecimento, tolerância com a diferença. Em resumo, novas e diferentes oportunidades de criação de coisas e negócios e a possibilidade de terem uma vida mais vibrante.

Jovens querem e precisam se encontrar. That’s the point. E daí a razão do título deste artigo (roubado de um artigo publicado em Bloomberg).


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