Arquivos Dia dos Pais - Canal MyNews – Jornalismo Independente https://canalmynews.com.br/tag/dia-dos-pais/ Nosso papel como veículo de jornalismo é ampliar o debate, dar contexto e informação de qualidade para você tomar sempre a melhor decisão. MyNews, jornalismo independente. Sun, 14 Aug 2022 15:48:22 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.7.2 Dia dos Pais: separações e reencontros marcam refugiados no Brasil https://canalmynews.com.br/brasil/32915/ Sun, 14 Aug 2022 15:47:34 +0000 https://canalmynews.com.br/?p=32915 Conheça histórias de estrangeiros que passarão a data no Brasil

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“Não quero que ele gaste o pouco dinheiro que tem comprando qualquer coisa para mim. Presente, não quero. Eu sou feliz só de ele estar aqui”, se emociona o venezuelano Aldrix Llovera, de 49 anos. Vivendo desde 2020 no Brasil, ele terá finalmente a companhia de um filho para celebrar o Dia dos Pais neste domingo (14). Alexis, de 29 anos, chegou no final do ano passado. Veio para ficar e já deu os primeiros passos para seguir a profissão do pai, que hoje trabalha como eletricista.

“Eu aguardei ele na rodoviária de Manaus. Sabia que ele não tinha roupa, não tinha nada. Eu levei uma roupa, sapato. Ele tomou banho na rodoviária, trocou a roupa e fomos para casa”, contou Aldrix. O venezuelano, no entanto, convive com a saudade de outros quatro filhos. Como outros refugiados que deixaram seus países em busca de uma nova vida, ele carrega uma trajetória marcada pela separação dos entes queridos, às vezes por curto tempo, às vezes por longos períodos.

Mesmo sem esperar grandes comemorações para este ano, Aldrix lembra com satisfação do Dia dos Pais na Venezuela: “churrasco, cerveja, foguete, quase igual ao que é aqui”. Em busca de melhores condições de vida, ele deixou Valência, cidade onde morava no norte do país vizinho. Atravessou sozinho a fronteira, chegando a Pacaraima (RR). De lá, passou por Boa Vista, capital roraimense, e foi parar em Manaus, onde vive atualmente. É um trajeto comum realizado por muitos venezuelanos em meio ao movimento migratório que teve início em 2017. “A situação em meu país estava muito ruim, muito crítica. Já não dava para trabalhar e morar lá”, conta.

Hoje, ele possui carteira assinada e atua como eletricista em uma empresa de energia. Mas até se estabelecer, viveu na rodoviária da capital do Amazonas, onde funciona um posto de recepção e apoio a imigrantes. Lá, pessoas em situação de vulnerabilidade podem tomar banho, guardar seus pertences e, pernoitar em barracas emprestadas pela Operação Acolhida, iniciativa liderada pelo Ministério da Cidadania que envolve também uma rede de organizações mobilizada pelo Alto-Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur), agência vinculada à Organização das Nações Unidas (ONU).

Apesar de relatar que sofreu uma tentativa de assalto, Aldrix considera ter sido bem recebido e avalia que os brasileiros gostam de ajudar. Com emprego fixo e renda regular, ele pôde viabilizar a vinda de Alexis, que estava na Colômbia, para onde havia ido cinco anos antes com outros dois irmãos. Apesar da distância, nunca deixaram de se falar e quando o filho contou que não conseguia emprego, o pai prontamente se ofereceu para pagar a passagem com destino ao Brasil. Nos últimos meses, Alexis fez curso de eletricista. Enquanto aguarda uma oportunidade na empresa onde o pai trabalha, ele busca se sustentar vendendo banana.

Além da solidariedade brasileira, os dois contam ainda com o apoio de uma comunidade de venezuelanos que trilhou um caminho similar. Aldrix inclusive conheceu no Brasil sua atual esposa, a compatriota Miriam Machado. Dados do Comitê Nacional para os Refugiados (Conare), órgão colegiado vinculado ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, apontam que 70,04% dos 61.731 pessoas reconhecidas como refugiadas no Brasil são venezuelanas. Síria, Senegal, Angola e República Democrática do Congo fecham a lista dos cinco principais países de origem dessas pessoas.

Refúgio

Os pedidos de refúgio levam em média 2 a 3 anos para serem analisados. Eles são deferidos caso se reconheça que o deslocamento se deu em consequência de conflitos internos, agressão estrangeira, violência generalizada, grave violação de direitos humanos ou perseguição por motivos sociais, raciais, religiosos, políticos ou de nacionalidade. No caso dos venezuelanos, o grande fluxo migratório iniciado em 2017 decorre da crise econômica e política que se instaurou no país vizinho. No auge desse movimento, cerca de 500 pessoas ingressavam diariamente no Brasil. Criada em 2018 para lidar com a situação, a Operação Acolhida tem assegurado a interiorização de milhares deles em diferentes cidades do país.

Por sua vez, o Acnur oferece suporte a essa população. Voltada para a proteção dos direitos dos refugiados em todo o mundo, a agência se mantém exclusivamente com doações que podem ser feitas pelo site. No Brasil, a atuação ocorre geralmente de forma indireta, financiando organizações sociais e entidades do terceiro setor. A exceção está justamente na fronteira com a Venezuela, onde são mantidos diversos abrigos e são desenvolvidas diretamente ações variadas, que incluem cursos de português, capacitação profissional, encaminhamento de crianças para a escola, concessão de auxílios sociais e financeiros, atendimento psicossocial, entre outras.

Luiz Fernando Godinho, porta-voz do Acnur no Brasil, observa que a reconstrução de vida longe dos vínculos afetivos é um desafio adicional para os refugiados, muitos dos quais passam anos longe de cônjuge, pais, irmãos e filhos. “A integridade da família é protegida pelo direito internacional. O Acnur atua para que os refugiados tenham acesso a meios seguros e legais de se reunir com seus parentes. Ou seja, sem recorrer a jornadas perigosas e irregulares onde as vidas são colocadas em risco”, afirma. Segundo Godinho, a reunião familiar ajuda a superar traumas do deslocamento forçado e também facilita o processo de integração e adaptação às novas comunidades.

Saúde

O tratamento que o Brasil dá aos migrantes é considerado pelo Acnur como um exemplo positivo. Diferente de outros países, que organizam campos de refugiados, aqui há um esforço para integrá-los na sociedade. E a legislação contribui com essa opção, uma vez que garante a eles acesso a serviços considerados universais, como saúde, educação e mesmo programas sociais.

Foi justamente a luta pela saúde que trouxe ao Brasil o venezuelano Luis Aníbal Pinto Casanova. Aos 48 anos, ele se despediu da esposa e da filha para buscar melhor qualidade de vida para seu filho de 4 anos. O menino sofria de síndrome nefrótica, que causa retenção de líquidos no organismo e inchaço do corpo. A família tinha dificuldades para comprar medicamentos e para conseguir comida para a dieta adequada.

“Tivemos que ir várias vezes ao hospital. Até que chegou um limite e sempre me falavam que no Brasil havia ajuda, melhores médicos, especialistas para esta doença”, conta Luis. Ele fez o mesmo trajeto que Aldrix e lembra do apoio que recebeu para ter acesso aos serviços de saúde. “Quando cheguei a Pacaraima não tinha sequer 50 centavos. Entramos no abrigo e tudo mudou”.

Hoje, aos 7 anos, o filho, que também se chama Luis, está melhor. “Come de tudo, não fica mais inchado”, diz o pai celebrando o tratamento no Brasil. Além da saúde, ele também elencou a educação do menino como uma prioridade. De início, conseguiu matriculá-lo em uma escola distante do abrigo onde estavam: levava o filho de bicicleta em um trajeto que tomava quase uma hora. Com o tempo que gastava no deslocamento, não tinha condições de assumir um trabalho fixo. Isso só ocorreu quando uma professora lhe ajudou a obter uma transferência para uma instituição mais próxima.

“Queria que ele aprendesse o português. Quero um futuro para os meus filhos. Quero que um dia eles pensem que o pai os trouxe para esta terra e que entendam que aqui está seu futuro, está sua educação. Quero que aprenda bastante porque ele nunca estudou na Venezuela por causa da sua doença. E agora sim. Tenho uma irmã que é professora. Eu mandei fotos da escola do sobrinho e ela ficou contente. Me sinto bem. Levo ele na escola, busco comida ao meio dia e vou ao trabalho. Se tenho um trabalho, está tudo bem”, conta.

Luis terá motivo extra para celebrar o Dia dos Pais, já que estará acompanhado de toda a família. A esposa e a filha, que haviam ficado na Venezuela, vieram depois. E agora há um reforço com nome de craque. No final do mês passado, nasceu, em solo brasileiro, um novo descendente: Neymar. Ele se emociona com o apoio que tem recebido e conta que o chefe lhe presenteou com muitas roupinhas novas de bebê.

“Existem pais que são bons com os filhos. E existem pais que se vão e se esquecem dos seus filhos. E isso não é certo. Eu não abandono meu filho por nada. Me sinto com força e com vontade de tê-lo. Estamos juntos, unidos. Somos pobres, mas humildes e com uma vontade grande de seguir adiante”, afirma.

Dificuldades

Se as separações são dolorosas, os reencontros envolvem desafios que vão além da questão econômica. Cheick Ahmed enfrenta obstáculos para trazer ao Brasil seus filhos que não vê há seis anos. “Quando chega esse momento de feriado, dia das crianças, dos pais, sinto muita saudade. Muito triste minha família estar longe de mim. Mas a gente se fala pela internet, no WhatsApp”, diz.

Ele chegou ao país em 2016, com apenas 27 anos, após deixar a Guiné por conta da instabilidade política no país africano. Ele conta que, no ano anterior, teve sua casa invadida e seu irmão foi assassinado. Diante da turbulência, ele decidiu vir para o Brasil.

“É um país que tem democracia. É um país emergente, que acolhe todo mundo. Aqui tem liberdade de expressão, tem lei e tem pessoas respeitando a lei”, disse. Antes de vir para cá, levou sua esposa e três filhos para o Senegal, onde estariam mais seguros. Na época, o mais novo estava com apenas seis meses de idade e as outras duas crianças tinham 4 e 9 anos. “Tenho muita saudade, triste deixar todos novinhos. Não tinha condição para trazer todo mundo junto. Financeiramente e para resolver todos os documentos logo para sair do país”, explica.

Já faz três anos que Cheick está tentando trazer a família para o Brasil. Segundo ele, sua autorização de residência, que permite que a família solicite visto para entrar no país, levou cinco anos para sair, o que só ocorreu no final do ano passado. Agora, há um novo obstáculo para se reencontrarem: a emissão do passaporte para a esposa e para os filhos. Cheick relata que, com a recente troca no governo da Guiné, as autoridades do país africano estariam dificultando a emissão do documento de viagem. “Às vezes fico chorando pensando como eles são, se eles estão bem, se comeram direitinho, se estão vivendo bem”, se emociona.

*Estagiária sob supervisão de Vitor Abdala

 

 

 

 

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Dia dos Pais: quatro carteiras de ações para o futuro do seu pai https://canalmynews.com.br/mynews-investe/dia-dos-pais-quatro-carteiras-de-acoes-futuro-pai/ Fri, 06 Aug 2021 22:42:23 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/dia-dos-pais-quatro-carteiras-de-acoes-futuro-pai/ Analistas da Guide, Toro, Ativa e Genial indicam as melhores ações, pensando na aposentadoria e no Dia dos Pais

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É possível pensar em investimentos em ações com foco na aposentadoria? Nesta véspera dos Dias dos Pais, o MyNews Investe convidou analistas de cinco grandes corretoras para trazerem indicações de ações voltadas para o longo prazo e com foco no futuro. De maneira geral, são ações de empresas que têm estruturas sólidas, são boas pagadoras de dividendos e têm perspectivas interessantes para o crescimento de seus negócios.

Analistas da Guide, Toro, Genial e Ativa Investimentos destacam que, apesar das empresas indicadas terem bons históricos e projeções positivas, é preciso sempre acompanhar o desempenho das ações, além de fazer adequações em seus investimentos, caso necessário. As carteiras trazem, entre outras, indicações para Rede D’Or (RDOR3), Natura (NTCO3), Taesa (TAEE11), Itaú Unibanco (ITUB4) e Weg (WEGE3).

1. Genial Investimentos

  • Aeris (AERI3) – A Aeris é uma empresa brasileira fabricante de pás para geradores de turbinas de energia eólica. Segundo Villegas, ela tem fundamentos de crescimento que permanecem sólidos, com um número consistentemente maior de países buscando direcionar sua matriz energética para fontes renováveis, visando metas de descarbonização. Ele destaca também que os baixos níveis de competição no mercado local trazem boas perspectivas para empresa, apoiada por sólidas expectativas de crescimento, à medida que energia eólica ganha relevância na matriz energética global.
  • Rede D’Or São Luiz (RDOR3) –A Rede D’or São Luiz é a maior rede integrada de cuidados em saúde do Brasil, com presença em estados do Sudeste, Sul e Nordeste do país. Filipe Villegas, estrategista da Genial Investimentos, a empresa tem boas perspectivas para o futuro, pensando no envelhecimento da população e na maior demanda por medicina privada no país. Ele ressalta também que a companhia tem tido uma forte agenda de aquisições visando aumento do número de leitos oferecidos na rede. Tem também apresentado melhora operacional com ganhos de margem de lucro.
  • ETF de Criptoativos (HASH11) – O ETF é, na realidade, um fundo de investimento atrelado a um índice. Nesse caso, o HASH 11 é um ETF de criptomoedas negociado na Bolsa de Valores. O objetivo do fundo é permitir que os investidores possam aproveitar as oportunidades no mercado de criptomoedas. Filipe Villegas destaca que esse é um momento de curva de aprendizagem da sociedade em relação à utilização desses ativos digitais. Ele ressalta ainda que essa é uma possibilidade de dolarização da carteira de investimentos. Villegas lembra também o ETF tem tido cada vez mais a entrada de instituições financeiras e mega investidores.

2. Toro Investimentos

  • Itaú Unibanco (ITUB4) – Segundo Paloma Brum, analista de Investimentos da Toro, o Itaú Unibanco vem mostrando boa adaptabilidade à digitalização do mercado financeiro, o que o torna competitivo frente aos bancos digitais e às fintechs. Apesar das incertezas no curto prazo, ela ressalta que as perspectivas futuras para o Itaú são positivas, em função dos bons fundamentos de gestão e da disciplina no controle dos custos. Paloma também destaca que as ações do banco são atrativas pela taxa de dividendos. Para ela, as ações ITUB4 também têm estado descontadas e podem apresentar boa performance diante de da recuperação econômica.
  • ISA CTEEP (TRPL4) – A ISA CTEEP é a Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista. Dentro do setor elétrico, Paloma explica que o segmento de transmissão, que é o da ISA CTEEP, é pouco impactado pelos riscos hidrológicos e pelas variações de preço. Esse fato leva à companhia uma vantagem comparativa frente às demais empresas. Ela destaca que os resultados da ISA CTEEP têm se mostrado resilientes e que a companhia tem alta geração de caixa, bastante previsível. Os ativos da Companhia estão distribuídos em várias regiões do País, têm retorno bem atrativo e a ISA CTEEP continua se expandindo. A empresa também segue uma linha de distribuição de dividendos consideravelmente alta e apresenta uma boa governança corporativa, explica a analista de Investimentos da Toro. Por fim, Brum entende também que o preço das ações está descontado, ou seja, pode ser uma boa oportunidade de compra.
  • Weg (WEGE3) – Com clientes ao redor do mundo, a Weg tende a continuar se beneficiando do aquecimento da atividade industrial na China, do avanço da sua participação de mercado nos EUA e no México, da resiliência de equipamentos de ciclo longo e da recuperação da demanda por equipamentos de ciclo curto, explica Paloma Brum. A Weg, além desses fatores, tem o atrativo de investir em soluções de energia renovável, veículos elétricos, automação e eficiência energética, segmentos que têm crescido de forma expressiva no mundo. Para ela, esse fatores devem levar ao bom desempenho da empresa.

3. Ativa Investimentos

  • Bradesco (BBDC4) – Segundo Pedro Serra, gerente de Research da Ativa Investimentos, o ideal em uma carteira de ações voltadas para aposentadoria é que ela tenha como foco o pagamento de dividendos. Para isso, é preciso também evitar grandes sustos. Além de olhar os dividendos, ele destaca também a importância de se observar também a constância de pagamento desses dividendos. Ele também ressalta que o melhor é investir em empresas que tragam previsibilidade, com lucro mais certo. Segundo Serra, com esses fundamentos, o Bradesco é uma empresa interessante para investir, como um banco que é bom pagador de dividendos e que já tem seu mercado bem estabelecido. Ele destaca que a instituição também tem tido um bom desempenho na recuperação do lucro.
  • Taesa (TAEE11) – A Taesa é uma empresa do setor de energia elétrica, com foco em serviços de transmissão de energia. Para Serra, companhias de transmissão de energia têm a vantagem de terem um fluxo de caixa previsível e fora de riscos em geral ligados ao setor, como o de crises hídricas. Isso acontece porque o essas empresas funcionam como a ligação entre as companhias que geram a energia e aqueles que distribuem, o que as fazem ter um baixo risco da cadeia de energia. Essas, segundo Pedro Serra, são empresas que também costumam ser boas pagadoras de dividendos.
  • Vivo Telefônica (VIVT3) A Vivo é outra empresa que se destaca, segundo o gerente de Research da Ativa, por ser uma boa pagadora de dividendos, com a vantagem de estar em um setor bem estabelecido e maduro, com uma boa previsibilidade. Ele lembra que é sempre importante acompanhar o que tem acontecido com as companhias. Essas, segundo ele, são conhecidas por serem empresas seguras e com bom fluxo de pagamento de dividendos.

4. Guide Investimentos

  • Weg (WEGE3) – A Weg é uma empresa multinacional brasileira e uma das maiores fabricantes de equipamentos elétricos do mundo. Luis Sales, estrategista-chefe da Guide Investimentos, ressalta a importância de escolher empresas que tenham foco em constante inovação e que estão conseguindo trazer valor para seus acionistas. Para ele, a Weg é um exemplo dessas empresas que têm conseguido cresce e agregar valor, com retorno elevado.
  • Natura (NTCO3) – Outra empresa recomendada por Sales é a Natura, do setor de cosméticos. Ele acredita que essa é uma empresa que bom potencial de crescimento e destaca que a companhia tem se tornado referência com foco na sustentabilidade. O analista lembra ainda que a Natura tem se tornado cada vez mais uma empresa global, com capacidade para crescimento para além do mercado local.
  • Itaú Unibanco (ITUB4) – No caso do Itaú, o estrategista-chefe da Guide avalia que, apesar de todos os movimentos do setor com a chegada de fintechs, o banco tem mantido a relevância e conseguido se manter em patamares elevados o ROI, sigla em inglês para Retorno Sobre Investimento. Essa é uma métrica para a relação entre o quanto uma empresa investe e o quanto ela tem de retorno sobre o montante investido. Sobre o Itaú, Luis Sales avalia também que o pagamento de dividendos é outro ponto importante para a empresa, enquanto Weg e Natura apresentam bons potenciais de crescimento

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