Arquivos eleições são paulo - Canal MyNews – Jornalismo Independente https://canalmynews.com.br/tag/eleicoes-sao-paulo/ Nosso papel como veículo de jornalismo é ampliar o debate, dar contexto e informação de qualidade para você tomar sempre a melhor decisão. MyNews, jornalismo independente. Sun, 29 Sep 2024 21:57:21 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.7.2 Análise: Líder na disputa, Nunes tem só 16% das intenções de voto na espontânea https://canalmynews.com.br/opiniao/analise-lider-na-disputa-nunes-tem-so-16-das-intencoes-de-voto-na-espontanea-dado-espanta/ Fri, 27 Sep 2024 21:50:37 +0000 https://localhost:8000/?p=47116 Para o cientista político Renato Dorgan, especialista em pesquisas de opinião pública, apoio ao prefeito ainda não é muito 'cristalizado'

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Apesar de liderar a corrida eleitoral em São Paulo, com 27% das intenções de voto, o prefeito Ricardo Nunes (MDB), candidato à reeleição, marca apenas 16% na pesquisa espontânea, segundo a última sondagem do Instituto Datafolha, divulgada na quinta-feira (26). O dado espantou o cientista político Renato Dorgan, especialista em pesquisas de opinião pública, que participou do Segunda Chamada de quinta-feira (26).

Nunes é o candidato com menor índice de rejeição entre os que lideram a disputa — 21% dizem que não votariam nele de jeito nenhum. Apesar disso, Dorgan avalia que o voto no prefeito ainda não é muito “cristalizado”. Os candidatos Guilherme Boulos (PSOL) e Pablo Marçal (PRTB) são rejeitados por 38% e 48% do eleitorado paulistano, respectivamente, mas apresentam melhor desempenho do que Nunes na pesquisa espontânea.

Boulos obteve 25% das intenções de voto na pesquisa estimulada e 21% na espontânea, uma diferença de quatro pontos percentuais. Marçal apresentou 21% na estimulada e 16% na espontânea, uma diferença de cinco pontos percentuais. Nunes, por sua vez, se mostra um ponto fora da curva nesse sentido. Com 27% na estimulada e 16% na espontânea, a diferença, no caso dele, é de 11 pontos percentuais.

“Esse gap de 11% nos impressiona um pouco. Claro, ele é o candidato que tem o menor índice de rejeição. Apesar disso, o eleitor ainda não está muito convicto em votar nele”, avalia Dorgan. “O que a gente aprende com os americanos é que os números da pesquisa espontânea são até mais importantes do que os da estimulada”, acrescentou o cientista político, ressaltando que muitos institutos de pesquisa erram por subestimar a importância da pesquisa espontânea.

Veja os números da nova pesquisa Datafolha da disputa pela Prefeitura de São Paulo:

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Análise: Confronto entre Datena e Marçal demonstra fracasso da eleição https://canalmynews.com.br/opiniao/analise-confronto-entre-datena-e-marcal-demonstra-fracasso-da-eleicao/ Mon, 16 Sep 2024 17:28:09 +0000 https://localhost:8000/?p=46712 Tucano acertou o adversário com uma cadeira durante debate televisionado; episódio foi o ponto alto da tensão entre os candidatos, que vinha em uma crescente

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O confronto entre o apresentador José Luiz Datena, candidato à Prefeitura de São Paulo pelo PSDB, e o adversário Pablo Marçal (PRTB), demonstra o fracasso dessa eleição. Foi o que afirmou a jornalista Cila Schulman, CEO do Ideia Instituto de Pesquisa, que participou do programa de análise do debate da TV Cultura, realizado pelo MyNews na madrugada de domingo (15). Na ocasião, Datena agrediu Marçal com uma cadeira. Seguranças entraram no palco e o mediador Leão Serva chamou o intervalo. A agressão foi o ponto alto da tensão entre os dois candidatos, que vinha em uma crescente há pelo menos duas semanas.

Para Cila, é triste ver que os candidatos à Prefeitura de São Paulo, “uma cidade com tantos desafios” e “problemas a serem resolvidos” não conseguem responder às perguntas de forma séria e só se agridem. Ela acrescenta que a agressão foi completamente atípica para um debate eleitoral.

“A gente conversa muito aqui quando comenta sobre as baixarias nos debates, mas a violência física realmente não é comum”, disse. “Eu não me lembro de ter visto uma cena nem parecida. Extrapolou qualquer imaginação.”

Imediatamente antes da cadeirada, Marçal afirmou que Datena “não era homem” para bater nele e o chamou de “arregão”. No último debate, promovido pelo MyNews e pela TV Gazeta, em 1º de setembro, o tucano deixou o púlpito e foi em direção ao adversário. A mediadora do debate, Denise Campos de Toledo, chegou a chamar os seguranças, mas não houve confronto físico. O apresentador retornou ao local onde estava posicionado e foi advertido na sequência.

O episódio ocorreu no quarto bloco, mas a tensão entre Datena e Marçal começou antes, no segundo bloco, quando o influenciador acusou o adversário de assédio sexual e afirmou que ele deveria pedir perdão às mulheres. O tucano se disse inocente, falou que o caso foi arquivado e acrescentou que a pessoa que o acusou de assédio se retratou publicamente em cartório e pediu desculpas.

No quarto bloco, Marçal voltou a provocar Datena ao perguntar quando o adversário iria deixar a disputa eleitoral. O apresentador usou seu tempo de resposta para voltar a se defender da acusação de assédio. Disse que não havia provas da denúncia e que o assunto chegou a provocar a morte da sogra, que sofreu três AVCs. Em seguida, lembrou que o influenciador foi condenado pela Justiça.

Quando a palavra voltou para Marçal, ele afirmou que Datena “não era homem” para enfrentá-lo. A isso se seguiu a cadeirada. No intervalo, o influenciador pediu para se retirar do debate e seguiu para um hospital. Em seu perfil no Instagram, disse ter sentido uma “dor ao respirar fundo” e tido uma fratura no sexto arco costal, além de ter recebido uma pancada na mão direita.

Assista abaixo ao pós-debate do MyNews:

*Sob supervisão de Sofia Pilagallo

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Pablo Marçal: do incômodo ao medo no bojo do bolsonarismo https://canalmynews.com.br/opiniao/pablo-marcal-do-incomodo-ao-medo-no-bojo-do-bolsonarismo/ Wed, 28 Aug 2024 23:47:40 +0000 https://localhost:8000/?p=46199 Ao se apresentar como antissistema, candidato turbinado pelo algoritmos das redes sociais traz medo em meio ao entorno de Jair Bolsonaro

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O clássico Nicolau Maquiavel assevera, em O Príncipe, que sua “intenção [é] escrever coisas que sejam úteis a quem se interesse, […] ir direto à verdade efetiva da coisa que à imaginação em torno dela”. Maquiavel, portanto, tem a força de apresentar a tese fundamental do realismo político: a política é o que ela é e não o que gostaríamos que ela fosse.

Assim, prezado leitores, vamos, panoramicamente, nos deter na figura política de Pablo Marçal, coach e empresário, que já embaralhou a disputa à prefeitura da cidade de São Paulo, bem como trouxe à tona, num primeiro momento, incômodo e, agora, medo no bojo do bolsonarismo. Assim, focando naquilo que é de interesse, a questão é: o que quer Marçal?

Leia mais: A disputa da prefeitura de São Paulo: atores políticos e estratégias

A resposta, imediata e incompleta, é: ser eleito prefeito de São Paulo. O objetivo no curtíssimo prazo é, sem dúvida, ser eleito e, segundo o próprio Marçal, isso ocorrerá ainda no primeiro turno. De um certo desprezo por sua trajetória, imagem e ideias, Marçal já se encontra, segundo algumas pesquisas, num empate triplo, dentro da margem de erro, com Guilherme Boulos e Ricardo Nunes. Sondagens de alguns institutos já o colocam na primeira posição (em que pesem desconfianças acerca da veracidade da informação). Com isso, há um crescimento consistente de Marçal e queda de Nunes e de Boulos, ambos, segundo se esperava, os protagonistas da repetição da polarização, já que temos bolsonarismo e lulopetismo como as forças apoiadoras dos candidatos.

Marçal, hoje, apresenta-se numa situação mais confortável de candidato antissistema, contra o establishment, antipolítica e turbinado pelo algoritmos das redes sociais, onde ele é dotado de impressionante musculatura comunicacional. Em suas falas e debates dos quais participou, usa uma retórica não apenas antissistema, mas, também, conjuga o conhecimento de anos de trajetória como coach e empresário, usando a retórica da prosperidade. Ataca todos os candidatos por serem “comunistas” e se consagra como o único representante da direita.

Leia mais: Nunes, Boulos e Datena confirmam participação no debate MyNews/TV Gazeta, neste domingo (1º)

O fato, a verdade objetiva, é que Marçal traz medo em meio ao entorno de Jair Bolsonaro. A retórica e o figurino de Marçal não apenas encaixaram na disputa à prefeitura, mas encanta os bolsonaristas em valores que lhes são caros e que, para muitos, já não estão tão próximos de Bolsonaro, que além de derrotado em 2022, está inelegível. Nesse sentido, a discussão de quem seriam os herdeiros do espólio político de Bolsonaro (Michele Bolsonaro, Tarcísio de Freitas, Romeu Zema, Ratinho Júnior, Ronaldo Caiado, etc.) encontra, agora, um personagem que, ao que tudo indica, pode ser o que o eleitor de direita e da extrema-direita queriam e não conseguiram com Bolsonaro.

Obviamente, há muitas semelhanças entre Marçal e Bolsonaro, e, para além da superfície, elementos que os distinguem. Vamos a eles. Marçal é novo e apresenta disposição e vigor físico, enquanto Bolsonaro já tem mais idade e vem apresentando problemas recorrentes de saúde após a facada. Marçal é, ao mesmo tempo, ator e roteirista em suas redes sociais, tem conhecimento e domínio. Bolsonaro era excelente ator, mas o roteirista de suas redes foi filho, Carlos Bolsonaro e, depois, dezenas de profissionais.

Leia mais: Em vídeo, Tabata faz denúncias contra Marçal e o intima a comparecer ao debate do MyNews

Marçal apresenta-se como empresário milionário, vindo de baixo e, não raro, afirma que todos, com ele na política, terão direito de ficar ricos e serão, segundo suas palavras, “abençoados”. Bolsonaro nunca empreendeu, saiu do Exército e adentrou à política. Ainda, tem a família toda envolvida nas distintas esferas do poder. Essas diferenças, contudo, não significam, como afirma Maquiavel, a verdade efetiva, mas são as imagens construídas e comunicadas.

Marçal, portanto, pode não apenas ocupar o espaço de Bolsonaro – já que o poder não fica órfão – e, não menos importante, trazer considerável percentual de bolsonaristas para seu projeto. Até porque, dados indicam que número considerável de eleitores bolsonaristas não votará em Nunes, candidato de Bolsonaro, e sim em Marçal. O cenário, assim, pode favorecer substancialmente Marçal e enfraquecendo o bolsonarismo original.

Leia mais: Veja três motivos que podem levar à impugnação da candidatura de Pablo Marçal

Já chegou aos meus ouvidos o termo “marçalismo”, um bolsonarismo turbinado e mais conhecedor e preciso no uso dos algoritmos das redes sociais. Não espantaria — e isso traz pânico ao bolsonarismo originário — se Bolsonaro e sua família, junto com o PL e Valdemar Costa Neto, fossem jogados na “vala” da velha política, do sistema, e fossem superados por um Marçal ou outro líder hipertrofiado nos valores presentes neste campo político.

O trecho, a seguir, foi retirado de um excelente livro: “Os engenheiros do caos: como as fake news, as teoria da conspiração e os algoritmos estão sendo utilizados para disseminar ódio, medo e influenciar as eleições”, de Giuliano Da Empoli, publicado em 2019, no Brasil, pela Editora Vestígio:

Leia mais: Marçal é o novo vendedor de promessas

“[…] O ponto de ruptura se aproxima rapidamente”. […] Ainda mais porque liberar os animal spirits, as pulsões mais secretas e violentas do público, é relativamente fácil, enquanto seguir o caminho inverso é bem mais difícil. Trump, Salvini, Bolsonaro e os outros estão destinados, cedo ou tarde, a frustrar as demandas que geraram e a perder o consenso dos eleitores. Mas o estilo político que racistas, mentiras deliberadas e complôs, depois de ficado à margem do sistema durante décadas, já ocupa o centro nevrálgico. As novas gerações que observam hoje a política estão recebendo uma educação cívica feita de comportamentos e palavras de ordem que irão condicionar suas atitudes futuras. Uma vez os tabus quebrados, não é mais possível colar de novo: quando os líderes atuais saírem de moda, é pouco provável que os eleitores, acostumados às drogas fortes do nacional-populismo, peçam de novo a camomila dos partidos tradicionais. Sua demanda será por algo novo e talvez ainda mais forte”.

As criaturas liberadas pelo bolsonarismo podem devorar seus criadores. Em entrevista à emissora Globo News, Marçal afirmou – ao ser questionado em relação aos recentes conflitos com os bolsonaristas — que a direita não está rachada, e que ele chegou até onde chegou sem Bolsonaro, mas que respeita o ex-presidente. Disse desejar que, na direita, se tenham mil pessoas igual a Bolsonaro, Marçal e o deputado federal Nikolas Ferreira. Foi enfático ao asseverar que sua exposição e força nas pesquisas de intenção de voto estão naquilo que ele representa: princípio, valores e propósito. Depois, concluiu a resposta ao questionamento dos jornalistas da seguinte maneira: “Eu não quero tomar nada de Bolsonaro, a liberdade não tem dono.”

Leia mais: ‘Tabata desestabilizou Pablo Marçal’, diz Mara Luquet ao comentar debate

Marçal lembra a criatura kriptoniana que, no filme Batman vs. Superman: a origem da Justiça, cada vez que é atacada fica mais forte. O fim está numa lança de kriptonita cravada no peito da criatura que, na sequência, acaba matando Superman. A questão, aqui, é simples: numa democracia não se elimina inimigos, e não há lanças alienígenas ou soluções mágicas. As redes sociais do infleunciador foram tiradas do ar por decisão judicial. A narrativa é de censura. Mal foram derrubadas, já há milhares de seguidores em suas novas contas. Jornalistas buscam respostas racionais para desestabilizar Marçal. Ele responde com evasivas, piadas e palavras chocantes. Tem dado certo.

A política existe para, entre outras atividades, resolver os conflitos por meio do diálogo, dentro das instituições e à luz da lei. Importante acompanhar essa trajetória de Marçal e seu estilo bolsonarista anabolizado. Aguardemos para descobrir qual será a escolha do eleitor e a reação das instituições e dos demais atores políticos.

Veja o que está acontecendo com as estratégias de campanha diante do polêmico adversário Pablo Marçal:

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Veja três motivos que podem levar à impugnação da candidatura de Pablo Marçal https://canalmynews.com.br/opiniao/veja-tres-motivos-que-podem-levar-a-impugnacao-da-candidatura-de-pablo-marcal/ Wed, 28 Aug 2024 22:42:57 +0000 https://localhost:8000/?p=46183 Segundo professor de Direito Eleitoral, o influenciador digital precisa obter decisões favoráveis nos processos que correm contra ele na Justiça para continuar na disputa

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O influenciador digital Pablo Marçal (PRTB) pode perder o direito de concorrer à Prefeitura de São Paulo, a depender do julgamento sobre as impugnações contra ele na Justiça Eleitoral, afirmou o professor de direito eleitoral Fernando Neisser, que participou do Segunda Chamada de terça-feira (27). Se essa possibilidade se concretizar, esta seria a terceira vez que o influenciador teria a candidatura barrada desde que entrou para a política, em 2022.

Naquele ano, mesmo sem nunca ter ocupado nenhum cargo político, tentou concorrer à Presidência da República, mas teve a candidatura barrada pelo próprio partido — à época, o Pros. Ainda em 2022 e pela mesma legenda, ele chegou a se eleger deputado federal, mas teve o registro cassado pela Justiça Eleitoral. Agora, em 2024, tem apresentado bom desempenho nas pesquisas de intenção de votos e já é um dos favoritos para o segundo turno.

Veja abaixo os três motivos citados por Neisser que poderiam levar à impugnação da candidatura de Marçal:

PRTB dividido por brigas internas

Durante a convenção partidária de 4 de agosto, o Partido Renovador Trabalhista Brasileiro (PRTB) oficializou o nome de Marçal na disputa pela prefeitura da capital de São Paulo. Porém, dias após o evento, o secretário-geral do partido, Marcos Andrade, apresentou uma ação à Justiça Eleitoral para barrar a candidatura. Segundo Andrade, a convenção violou o regime interno da legenda, pois não foi autorizada formalmente pelo diretório nacional da sigla.

Para Neisser, embora a questão possa prejudicar Marçal, o verdadeiro conflito no partido fundado por Levy Fidelix se trata, na verdade, de uma disputa interna da própria legenda. Para ele, caso o grupo liderado pela viúva de Fidelix consiga assumir o controle do partido, nada impede que a candidatura de Marçal seja retirada, visto que ele teve apoio de Leonardo Avalanche, atual presidente e líder do PRTB.

Suposto abuso de poder econômico

No último sábado (24), uma liminar do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo determinou a suspensão temporária dos perfis de Marçal. A decisão foi tomada após denúncia de contratação ilegal de pessoas para promover vídeos de campanha do influenciador digital, o que pode configurar abuso de poder econômico.
Vídeos que circulam no TikTok mostram Marçal afirmando que promovia uma espécie de competição entre seus seguidores, oferecendo uma recompensa monetária àqueles que mais engajassem os vídeos dele.

“É um campeonato no aplicativo onde você entra e aí você se cadastra, só que você tem que aprender a fazer corte. […] É assistir um pedaço do um vídeo, pegar uma mensagem, o corte pode ter quinze segundos, trinta, quarenta e cinco; quem tiver mais visualizações, eu pago em dinheiro”, explicou Marçal em uma das publicações. Em declaração à Justiça Federal, no início da semana passada, o candidato à Prefeitura de São Paulo negou às acusações.

Registro de candidatura

O estatuto interno do PRTB determina que os membros da comissão que escolhem os candidatos do partido precisam se filiar à sigla em até seis meses antes da convenção, mas a maioria da comissão provisória que aprovou Marçal por unanimidade não respeitou o prazo. “Isso foi questionado tanto por uma das candidatas [Tabata Amaral (PSB), quanto por filiados ao PRTB. E esse é mais um caso que pode levar ao indeferimento [da candidatura de Pablo Marçal]”, afirmou o professor de Direito Eleitoral Fernando Neisser.

Veja a análise completa:

*Sob supervisão de Sofia Pilagallo

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Tabata foi prejudicada por Datena e Marçal, avalia analista político https://canalmynews.com.br/opiniao/tabata-foi-prejudicada-por-datena-e-marcal-avalia-analista-politico/ Wed, 14 Aug 2024 20:47:46 +0000 https://localhost:8000/?p=45869 Pesquisas recentes mostram que apresentador e empresário só aparecem atrás de Nunes e Boulos nas intenções de voto

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A candidata à Prefeitura de São Paulo Tabata Amaral (PSB) foi a mais prejudicada pela entrada dos adversários José Luiz Datena (PSDB) e Pablo Marçal (PRTB) na corrida eleitoral, avaliou o jornalista e analista político Fábio Zambeli, vice-presidente da Ágora Assuntos Públicos, durante participação no Segunda Chamada de terça-feira (13). Para ele, embora não tenham como alvo o mesmo eleitorado de Tabata, Datena e Marçal têm potencial para chegar ao segundo turno.

Segundo pesquisa realizada pelo Datafolha entre os dias 6 e 7 de agosto, os candidatos do PSDB e do PRTB estão empatados, ambos com 14% das intenções de voto, atrás apenas do atual prefeito, Ricardo Nunes (MDB), e do deputado federal Guilherme Boulos (PSOL). Em terceiro lugar nas pesquisas, Tabata aparece com 7% das intenções de voto.

Para Zambeli, antes de Datena e Marçal se lançarem na corrida eleitoral, a candidata pelo PSB “era a grande novidade da disputa”. Além de ter apresentado bom desempenho nas pesquisas até o início do ano, ela ocupava um lugar de destaque entre os eleitores.

“Essa disputada teria Ricardo Nunes representando o campo mais à direita, Guilherme Boulos do campo mais à esquerda e ela vinha se credenciando para ser o grande nome da terceira via”, opinou.

Na manhã desta quarta-feira (14), Boulos e Marçal tiveram uma discussão que terminou na iminência da troca de agressões durante um debate promovido por Estadão, Terra e a Fundação Armando Álvares Penteado (Faap), em São Paulo. As provocações partiram de Marçal, que agora tem como incerta a participação em debates futuros. A postura do influenciador digital gerou incômodo não só a Boulos, como aos demais candidatos e à plateia.

O intervalo após o embate foi tenso. A equipe do deputado do PSOL reclamou com a organização do debate, atitude endossada por auxiliares de Nunes. A alegação é de que Marçal teria descumprido uma série de regras previamente estabelecidas, como a proibição de exibir objetos (no caso, uma carteira de trabalho) e gravar o debate.

Veja a análise completa:

*Sob supervisão de Sofia Pilagallo

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SABATINA PRÉ-CANDIDATOS PREFEITURA DE SP 2024 https://canalmynews.com.br/eleicoes-2024/sabatina-pre-candidatos-prefeitura-de-sp-2024/ Mon, 06 May 2024 18:04:16 +0000 https://localhost:8000/?p=42979 Quem cuidará de São Paulo? Você é quem vai escolher. O Mynews quer que sua audiência conheça as propostas de cada um dos pré-candidatos à Prefeitura da Cidade.

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O MyNews Eleições 2024 em parceria com a Reag Investimentos promoverá uma sabatina com os pré-candidatos à Prefeitura de São Paulo no mês de junho. O programa será transmitido ao vivo diretamente do Cine Reag Belas Artes.

Os candidatos poderão mostrar suas propostas para enfrentar os principais desafios da cidade nas áreas de Segurança Pública, Educação, Saúde, Cultura e ordenação do orçamento.

Haverá credenciamento para jornalistas interessados em acompanhar o programa na plateia do cinema. Estudantes de jornalismo também poderão se inscrever para acompanhar presencialmente a transmissão do programa.

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