Arquivos Família Bolsonaro - Canal MyNews – Jornalismo Independente https://canalmynews.com.br/tag/familia-bolsonaro/ Nosso papel como veículo de jornalismo é ampliar o debate, dar contexto e informação de qualidade para você tomar sempre a melhor decisão. MyNews, jornalismo independente. Fri, 16 Feb 2024 05:09:17 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.7.2 Jair Renan é indiciado por falsidade ideológica e lavagem de dinheiro https://canalmynews.com.br/noticias/jair-renan-e-indiciado-por-falsidade-ideologica-e-lavagem-de-dinheiro/ Fri, 16 Feb 2024 05:09:17 +0000 https://localhost:8000/?p=42423 De acordo com a PCDF, tanto Jair Renan quanto Maciel Alves foram formalmente acusados pelos crimes de falsidade ideológica, uso de documento falso e lavagem de dinheiro

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A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) confirmou, nesta quinta-feira (15), a conclusão do inquérito vinculado à Operação Nexum, deflagrada em agosto do ano passado, para investigar um possível esquema de fraudes, estelionato, falsificação de documentos, sonegação fiscal e lavagem de dinheiro. O caso envolve Jair Renan Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, e o seu instrutor de tiro, Maciel Alves.  

De acordo com a PCDF, ao final da investigação, cujos detalhes estão sob sigilo, tanto Jair Renan quanto Maciel Alves foram formalmente acusados pelos crimes de falsidade ideológica, uso de documento falso e lavagem de dinheiro. O relatório final da investigação foi encaminhado ao Poder Judiciário no dia 8 de fevereiro, informou a corporação. Agora, cabe ao Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) analisar o caso e decidir se oferece denúncia contra ambos para que se instaure um processo penal na Justiça.

Ainda no ano passado, foi realizada uma operação policial de busca e apreensão contra os acusados. O inquérito apontava, de acordo com os investigadores, “para a existência de uma associação criminosa cuja estratégia para obter indevida vantagem econômica passa pela inserção de um terceiro, ‘testa de ferro’ ou ‘laranja’, para se ocultar o verdadeiro proprietário das empresas de fachada ou empresas ‘fantasmas’, utilizadas pelo alvo principal e seus comparsas”. A Operação Nexum foi conduzida pelo Departamento de Combate à Corrupção e ao Crime Organizado (Decor) da Polícia Civil do DF.

A reportagem da Agência Brasil entrou em contato com o advogado Admar Gonzaga, responsável pela defesa de Jair Renan, que disse não ter nada a declarar sobre o caso, no momento. Já defesa de Maciel Alves não foi localizada até a publicação do texto.


No Segunda Chamada desta quinta, 15 de fevereiro de 2024, Afonso Marangoni dá a notícia e os jornalistas João Bosco Rabello e Diana Fernandes, e o professor Marco Antônio Villa comentam o caso. Confira:

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Veja o que se sabe sobre operação da PF que tem Carlos Bolsonaro como alvo https://canalmynews.com.br/politica/veja-o-que-se-sabe-sobre-operacao-da-pf-que-tem-carlos-bolsonaro-como-alvo/ Tue, 30 Jan 2024 04:39:32 +0000 https://localhost:8000/?p=42228 Nova etapa da operação da Polícia Federal contra a 'Abin Paralela' foi deflagrada nesta segunda (29) e teve como alvos de busca e apreensão o vereador Carlos Bolsonaro e seus assessores

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A operação deflagrada nesta segunda-feira (29) é fruto do desdobramento de investigações da Polícia Federal sobre esquema ilegal de espionagem durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro, contra autoridades, jornalistas e advogados entre 2019 e 2022. As buscas foram autorizadas pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.

Ao todo, foram cumpridos oito mandados de busca e apreensão e um dos alvos da operação é o vereador Carlos Bolsonaro. Os mandatos foram autorizados para a residência e gabinete de Carlos, na Câmara Municipal do Rio de Janeiro. Segundo informações da Polícia Federal, o filho do ex-presidente Bolsonaro é “a principal pessoa da família que recebia informações da Abin paralela”. Os investigados podem responder pelos crimes de invasão de dispositivo informático alheio, organização criminosa e interceptação de comunicações telefônicas, de informática ou telemática sem autorização judicial ou com objetivos não autorizados em lei.

Durante o cumprimento dos mandados contra Carlos Bolsonaro, foram encontrados equipamentos que seriam de propriedade da Abin. Diante disso, a coordenação de comunicação social da agência informou à Agência Brasil que “iniciou imediatamente apuração sobre o caso”.

Segundo informou a coluna do Paulo Cappelli, no Metrópoles, e também em sua participação no Canal MyNews, o presidente Lula decidiu exonerar Alessandro Moretti, diretor-adjunto da Agência Brasileira de Inteligência. A exoneração deve ser publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira (30). Luiz Fernando Corrêa segue na chefia da Abin.

Na última quinta-feira (25), foram cumpridos 21 mandados de busca e apreensão, tendo como primeiro alvo o deputado federal Alexandre Ramagem (PL), ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) durante o governo de Bolsonaro. A PF investiga a suspeita de que uma organização criminosa teria funcionado dentro da Abin para, além de monitorar ilegalmente os que eram considerados adversários, beneficiar os filhos do então presidente.

No programa Segunda Chamada dos dias 25 e 26 de janeiro, aqui no Canal MyNews, o jornalista político João Bosco Rabello em sua análise lembrou à audiência entrevista do ex-ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, Gustavo Bebianno, à TV Cultura em março de 2020. Bebianno revelou durante o programa Roda Viva que um belo dia, o Carlos me aparece com o nome de um delegado federal, de três agentes, que seriam uma Abin paralela porque ele não confiava na Abin. O general Heleno foi chamado, ficou preocupado com aquilo, mas ele não é de confrontos e o assunto acabou ali com o general Santos Cruz e comigo. Nós aconselhamos ao presidente que não fizesse aquilo de maneira alguma. (…) eu não sei, depois eu saí, se isso foi instalado ou não”

Em entrevista ao MyNews, a ex-deputada Joice Hasselmann afirmou que a denúncia em CPMI foi feita por ela, porém que as informações tinham vindo de uma conversa que “flagrou”, quando foi líder do governo, entre o general Heleno e o ex-presidente Bolsonaro: “eu peguei uma conversa truncada sobre essa coisa de construção de dossiês e como o pessoal da Abin faria” e completa que houve um constrangimento na ocasião. Por fim, a ex-deputada diz que na época já “trocava figurinhas” sobre o assunto com Bebianno, que ele não podia ainda afirmar que a Abin paralela já estava montada na ocasião da entrevista mencionada acima, mas que “já estava montada, o Bebianno foi monitorado pela Abin paralela, pela paranóia do Carlos que chegou a insinuar que o Bebianno teria alguma coisa a ver com o ataque que aconteceu ao pai dele, o Jair Bolsonaro”

O programa Segunda Chamada de hoje, 29 de janeiro de 2024, sob a condução de Afonso Marangoni e comentários de João Bosco Rabello, recebeu o deputado federal Chico Alencar (PSOL-RJ) e o jornalista Paulo Cappelli para falar sobre as atualizações da Operação Vigilância Aproximada e seus desdobramentos. O deputado está em busca de assinaturas para abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar atuação da agência. Assista:

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Jair Renan Bolsonaro diz estar ‘revoltado’ com denúncias e investigação sobre ele https://canalmynews.com.br/politica/jair-renan-bolsonaro-diz-estar-revoltado-com-denuncias-e-investigacao-sobre-ele/ Fri, 08 Apr 2022 15:01:34 +0000 https://canalmynews.com.br/?p=27382 Filho 04 do presidente prestou depoimento à Polícia Federal. Segundo seu advogado, Frederick Wassef, as acusações contra Jair Renan 'beiram uma piada'.

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Jair Renan Bolsonaro, o “filho 04” do presidente Jair Bolsonaro (PL), está revoltado com as acusações de que ele teria usado sua influência como filho do presidente para beneficiar empresários em troca de propina. 

Ele compareceu, na tarde da quinta-feira (8), à superintendência da Polícia Federal, em Brasília, para prestar depoimento sobre suspeitas de tráfico de influência e lavagem de dinheiro. Essa foi a segunda tentativa da PF de ouvir Renan Bolsonaro. Na primeira, em dezembro do ano passado, ele alegou estar com problemas de saúde.

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O filho do presidente e o advogado da família Bolsonaro, Frederick Wassef, chegaram na sede da PF por volta das 16h, onde permaneceram por cerca de três horas.

Antes de entrar no prédio, Wassef disse que Jair Renan é a “maior vítima de fake news”. Ele também afirmou que a Polícia Federal abriu o inquérito a pedido de comunistas, em uma referência aos representantes da oposição no Congresso. O advogado ainda negou qualquer envolvimento do filho de Renan com empresários, e que o objetivo do inquérito é atacar a imagem do chefe da família, o presidente Bolsonaro. 

Após sair da oitiva, o advogado declarou que Jair Renan permitiu a quebra de seu sigilo bancário e que as acusações beiram “uma piada”. 

Frederick Wassef (à esquerda) é advogado da família Bolsonaro. No seu histórico na defesa da família, existe ligação direta na fuga de Fabrício Queiroz e ameaça à jornalista Juliana Dal Piva, que investigou a fundo o caso das rachadinhas, trabalho que publicou em 2021. Foto: Pedro França (Agência Senado)

Renan não falou com a imprensa no local, mas concedeu uma entrevista ao SBT. Ele disse que estava revoltado com tudo o que estava acontecendo e  que estão tentando incriminá-lo por algo que ele não fez. 

“Eu me sinto revoltado com isso tudo que está acontecendo. Eu nunca recebi nenhum carro, nenhum dinheiro. Nunca fiz lavagem de dinheiro. Isso tudo é matéria jornalística com fake news. […] Eu queria dizer para os meus 1,5 milhão de seguidores que me acompanham hoje que eu não fiz isso”, declarou o jovem, que tem investido na produção de vídeos no Tik Tok. 

O filho do presidente também foi questionado pela repórter do canal sobre o fato de ter comparecido a uma reunião do Ministério do Desenvolvimento Regional, em novembro de 2020, quando o então ministro Rogério Marinho recebeu empresários que doaram um carro elétrico a um sócio de Jair Renan, o Allan Lucena.

Em resposta, Renan disse que não marcou a reunião, que foi convidado e só compareceu porque conhecia as pessoas que estavam lá. E que entrou mudo e saiu calado. Ele ainda ressaltou que nunca pediu nada e que não faz parte do governo federal.

Durante este encontro no ministério, em Brasília, os empresários apresentaram um projeto de casas populares a Rogério Marinho. Tempos depois, Renan foi ao Espírito Santo conhecer o empreendimento, acompanhado do seu sócio Allan Lucena. Várias fotos com eles foram postadas nas redes sociais do empresário Wellington Leite, do Grupo WK.

Frederick Wassef justificou que Renan viajou a convite de Allan Lucena. Segundo o advogado, as pessoas procuram estar ao lado dele porque o filho do presidente é uma figura pública, tem muitos seguidores nas redes sociais, o que rende marketing.

A apuração contra Jair Renan Bolsonaro foi aberta pela Polícia Federal em março do ano passado, a pedido do Ministério Público Federal, que avaliou denúncias de parlamentares da oposição ao governo contra a suposta atuação do filho do presidente em favor de empresários.

Confira mais notícias no Café do MyNews desta sexta-feira (8):

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Flávio Bolsonaro contesta associação da morte de Adriano da Nóbrega com Planalto https://canalmynews.com.br/politica/flavio-bolsonaro-contesta-associacao-da-morte-de-adriano-da-nobrega-com-planalto/ Thu, 07 Apr 2022 16:08:51 +0000 https://canalmynews.com.br/?p=27348 Jornal Folha de S. Paulo publicou, na quarta (6), áudios em que irmã de Nóbrega afirma que morte do ex-policial foi feita em troca de cargos no Planalto. Fabrício Queiroz também se pronunciou sobre a veracidade das mensagens.

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O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) contestou a abordagem da Folha de S.Paulo em relação aos áudios publicados pelo veículo na quarta (6). Num vídeo postado na manhã desta quinta (7), o filho do presidente diz que o jornal associou a família Bolsonaro à morte de Adriano para “atingir Bolsonaro” às vésperas das eleições. O senador questiona a autópsia feita no corpo de Adriano e atribui o laudo da morte por troca de tiros – que, para ele, é falso – à gestão do governador da Bahia Rui Costa, do PT. 

Além de mostrar imagens sensíveis da necrópsia de Adriano, Flávio faz um apelo aos policiais que participaram da operação que resultou na morte. “Se você é policial da Bahia ou do Rio e atuou nessa operação para encontrar o Adriano, fale o que você sabe, fale o que você presenciou naquele momento, faça justiça”, disse.

Na quarta-feira (6), o jornal Folha de S. Paulo divulgou áudios obtidos pela Polícia Civil do Rio de Janeiro, em que uma das irmãs do ex-policial Adriano da Nóbrega, Daniela da Nóbrega, fala a uma tia que ele soube de uma ordem para que fosse morto. A morte, segundo ela, havia sido encomendada em troca de cargos comissionados no Palácio do Planalto. No entanto, a menção ao prédio que sedia o gabinete da Presidência da República não consta no relatório da Polícia Civil.

Segundo a Secretaria de Segurança Pública da Bahia, Adriano foi morto em fevereiro de 2020, num confronto com policiais militares no interior do estado nordestino. Na época, ele estava foragido há mais de um ano, sob a acusação de comandar a maior milícia do Rio de Janeiro. Ele também era suspeito de envolvimento no esquema da rachadinha no antigo gabinete do então deputado estadual Flávio Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj). 

Desde a morte do ex-policial, a família suspeita de execução por queima de arquivo, mas essa tese até hoje não foi corroborada.  A ligação entre Daniela e a tia foi feita dois dias após a morte de Adriano. Segundo ela:

“Ele já sabia da ordem que saiu para que ele fosse um arquivo morto. Ele já era um arquivo morto. Tinham dado cargos comissionados no Planalto pela vida dele, já fizeram uma reunião com o nome do Adriano no Planalto. Entendeu, tia? Ele já sabia disso, já foi um complô mesmo”, disse na gravação.

O áudio completo da ligação entre Daniela e a tia tem quase 7 minutos, mas o resumo do documento enviado pela polícia ao Ministério Público do Rio de Janeiro só descreve as acusações da irmã de Adriano ao Tribunal de Justiça e o pagamento de fiança do ex-PM feito por um bicheiro em uma das vezes em que Adriano esteve preso.

Em cima do carro, Flávio Bolsonaro e Fabrício Queiroz (casaco preto), num evento da campanha eleitoral de 2018. Atrás, Daniel Silveira (camisa amarela). Bolsonaro e Silveira se elegeram (senador e deputado federal, respectivamente) pelo PSL, então partido do presidente. Foto: Reprodução Instagram (@eu_souqueirozoficial)

Na madrugada desta quinta (7), Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro, publicou um vídeo sobre o caso em sua conta do Instagram. Segundo ele, que já confessou a existência das rachadinhas e do recebimento de dinheiro no esquema, a irmã de Adriano confundiu o Palácio do Planalto com o Palácio Guanabara, sede do governo fluminense. 

Em outro áudio obtido pela Folha, a outra irmã de Adriano, Tatiana, sugere que a ordem para o assassinato partiu do ex-governador do Rio Wilson Witzel. “Foi esse safado do Witzel, que disse que se pegasse era para matar. Foi ele”, afirmou.

Tatiana também fala que Adriano não era miliciano, e sim bicheiro, e que havia a tentativa de ligar ele ao presidente Jair Bolsonaro (PL) a todo custo.

O vínculo do ex-policial militar com a família Bolsonaro começou em 2003, quando Flávio era deputado no Rio e apresentou uma moção de louvor a Adriano pelo seu trabalho como oficial da PM. Já o presidente Jair Bolsonaro se manifestou publicamente em defesa de Adriano em 2005, quando num discurso na Câmara dos Deputados criticou a condenação do então tenente da PM em razão da morte de um flanelinha durante uma operação policial.

Depois, em 2007, a ex-mulher de Adriano, Daniella Mendonça, foi empregada no gabinete de Flávio na Alerj, e depois disso, em 2016, foi a vez da mãe de Adriano passar a trabalhar no local. Ambas também são acusadas de envolvimento no caso das rachadinhas.

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