Arquivos fundos imobiliários - Canal MyNews – Jornalismo Independente https://canalmynews.com.br/tag/fundos-imobiliarios/ Nosso papel como veículo de jornalismo é ampliar o debate, dar contexto e informação de qualidade para você tomar sempre a melhor decisão. MyNews, jornalismo independente. Mon, 27 Sep 2021 18:53:52 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.7.2 URCA Prime Renda: 1º fundo imobiliário da Urca Capital Partners https://canalmynews.com.br/mynews-investe/urca-prime-renda-primeiro-fundo-imobiliario-da-urca-capital-partners/ Mon, 27 Sep 2021 18:53:52 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/urca-prime-renda-primeiro-fundo-imobiliario-da-urca-capital-partners/ O URCA Prime Renda Fundo de Investimento Imobiliário – FII (URPR11) é o primeiro fundo imobiliário da Urca Capital Partners, voltado ao público geral, listado pela B3

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A estratégia principal do fundo é investir em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) para loteamento e residencial vertical, em especial empreendimentos populares, sejam eles em construção ou já prontos. A tese do fundo é de carteiras pulverizadas. Como temos contatos no Brasil todo, sabemos os caminhos para fazer boas originações. Já conhecemos como determinadas regiões se comportam. O fundo possui investimentos nas cidades de Patos, Taperoá, Sousa e Bananeiras (Paraíba), Silviânia e Anápolis (Goiás), Bauru, Ubatuba e Itapetininga (São Paulo), Extrema (Minas Gerais) Aracaju (Sergipe) e Ariquemes (Rondônia). “Seguimos olhando para outras regiões do Nordeste e Centro-Oeste, além de Minas Gerais”, afirma.

URCA Prime Renda: o primeiro fundo imobiliário da Urca Capital Partners.
URCA Prime Renda: o primeiro fundo imobiliário da Urca Capital Partners. Foto: Reprodução (Pixabay)

Com pouco mais de um ano de IPO (28/08/2020), o URPR11 já distribuiu R$ 27.11 distribuídos em dividendos por cota, obteve liquidez diária média acima de R$ 2,7 milhões e rentabilidade total (variação da cota + dividendos) de 44%. Atualmente está entre os primeiro cinco distribuidores de dividendos do IFIX.

O produto oferece uma das melhores rentabilidades no mercado e a possibilidade de liquidez no secundário. Então, entendemos que deverá ainda ser atrativo investidores buscando opção de high yield em cenários de juros cada vez mais baixos. O benchmark utilizado no URPR11 é IPCA + 7,0% ao ano.

Possui Valor de Mercado de aproximadamente R$ 400.000.000,00. A taxa de administração é de 0,25% a.a. com mínimo de R$15.000,00/mês. A taxa de performance é de 20% do que exceder IPCA + 7% a.a. Atualmente conta com mais de 33 mil cotistas.

Em que pode investir?

O URPR11 pode investir em CRIs e qualquer ativo financeiro que tenha direitos sobre unidades imobiliárias, com os seguintes limites de concentração: Até 100% do seu patrimônio líquido em CRIs lastreados em carteiras de recebíveis imobiliários de vendas de unidades residenciais, comerciais ou de loteamento. Até 40% do seu patrimônio líquido em CRIs lastreados em carteiras de recebíveis imobiliários de um mesmo cedente.

Também o fundo pode aplicar até uma parcela máxima de 30% do seu patrimônio líquido em outros ativos financeiros não imobiliários. O fundo é administrado pelo Vórtx DTVM, sendo a Urca Capital Partners a responsável por sua gestão.

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Itaú BBA e Guide: os fundos imobiliários recomendados para julho https://canalmynews.com.br/economia/itau-bba-e-guide-os-fundos-imobiliarios-recomendados-para-julho/ Wed, 14 Jul 2021 14:27:15 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/itau-bba-e-guide-os-fundos-imobiliarios-recomendados-para-julho/ Guide investimentos e Itaú BBA dão indicação de fundos imobiliários interessantes para quem pensa em começar a investir no setor

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O relator da reforma tributária na Câmara, deputado Celso Sabino (PSDB-PA), apresentou nesta terça-feira (13) o parecer preliminar sobre o projeto que propõe alterações no Imposto de Renda. Entre as mudanças, está a manutenção, no texto, da isenção de Imposto de Renda sobre os dividendos pagos por fundos imobiliários para pessoas físicas. A princípio, as regras continuam como são atualmente, isenção no caso de fundos com mínimo de 50 cotistas e cotas negociadas na Bolsa. Investidores com mais de 10% de cotas de um Fundo de Investimento Imobiliário, seguem sendo tributados.

Deputado Celso Sabino, relator da Reforma Tributária na Câmara.
Deputado Celso Sabino, relator da Reforma Tributária na Câmara. Foto: Cleia Viana (Câmara dos Deputados).

O MyNews conversou com especialistas da Guide Investimentos e do Itaú BBA, que indicaram alguns fundos imobiliários interessantes para o mês de julho.

Guide Investimentos

CPTS – Carteira pulverizada entre ativos indexadores, também possui cotas de outros fundos na então um fundo com uma dinâmica com preço bastante dinâmico, atua em várias frentes, inclusive em ofertas 476. Está tendo bons resultados e crescentes dividendos a partir disso. É um fundo que possui uma boa atividade, um pouco mais baixa do que suas principais partes, ele traz um pouco mais de conforto frente aos desafios que a gente possa sofrer ou passar até o final do ano. Setor de recebíveis imobiliários.

BRCO – É um fundo de galpões logísticos e possui ótimos ativos logísticos da indústria mundial. Teve um desempenho positivo desde o início da pandemia, crescendo muito e sendo um dos setores mais queridinhos desde o início da pandemia. Se caracterizou com um perfil defensivo, também devido a essa relação com o e-commerce e como o setor de e commerce cresceu muito durante a pandemia foi visto realmente com bastante resiliência na performance do setor desde março do ano passado. Setor logístico.

XPML – Possui ativos muito robustos, ativos de shoppings têm apresentado um ritmo de recuperação bastante interessante tanto em vendas quanto em ocupação. Conseguiram manter a ocupação durante a pandemia e hoje seguem um ritmo de retirada dos descontos concedidos aos lojistas, que se encontram numa situação financeira mais favorável do que eles se encontravam no início da pandemia. Setor shoppings.

Itaú BBA

HGRU11 – Esse fundo detém em seu portfólio ativos concentrados no estado de São Paulo (70%) e no segmento de varejo supermercadista (DY2021: 7,0% e P/VP:1,0x). É um fundo interessante ter em sua composição imóveis que estão preponderantemente em São Paulo com 91% de contratos atípicos de longo prazo, a partir de 2029. Setor misto.

RBRP11 – São 17 ativos imobiliários, sendo 9 edifícios comerciais, 2 instituições de ensino e 6 galpões. O Fundo conta com 6% em cotas de FIIs (DY 2021: 7,2% e P/VP 1,0x). É uma carteira híbrida, com possibilidade de desinvestimentos de ativos maduros com ganho de capital. Setor escritórios e logísticos.

VILG11 – Detém participação em 15 imóveis, espalhados por 6 estados – MG (34%), SP (21%), ES (21%), RJ (13%), RS (8%) e PE (6%) – (DY2021: 6,4% e P/VP:1,0x). Possui um portfólio diversificado com exosição ao e-commerce e ativos em regiões líquidas. Setor logístico.

LVBI11 – Fundo com 9 empreendimentos diferentes distribuídos entre os estados de Minas Gerais, São Paulo, Paraná e Bahia com seu maior percentual (94%) de ativos de classe A (DY2021: 7,0% e P/VP:1,0x). Possui ativos em regiões líquidas e diversificação das fontes de receita. Também conta com dividend yield estimado acima da média dos seus pares. Setor logístico.

KNIP11 – Conta com investimentos com 60 CRIs. 98% da carteira indexada ao IPCA (DY2021: 10% e P/VP:1,0x). Carteira diversificada, com bom ativo, considerando a previsibilidade na geração de caixa e rentabilidade aderente ao benchmark. Gestores poderão destravar valor aos cotistas a partir de aquisições atrativas. Setor financeiro.

HGCR11 – Detém 81% dos investimentos em CRIs, 3% em renda fixa e 16% em cotas de fundos imobiliários (DY2021: 8,8% e P/VP:1,0x). Carteira diversificada com 40 CRIs, com operações  com garantias reais, ativos de boa qualidade e alta previsibilidade na geração de caixa, que são fatores atraentes para o fundo. Ativos financeiros.

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