Arquivos Allex Ferreira - Canal MyNews – Jornalismo Independente https://canalmynews.com.br/post_autor/allex-ferreira/ Nosso papel como veículo de jornalismo é ampliar o debate, dar contexto e informação de qualidade para você tomar sempre a melhor decisão. MyNews, jornalismo independente. Mon, 23 Oct 2023 14:13:26 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.7.2 Guerra na Era da IA: O Que Você Precisa Saber https://canalmynews.com.br/tecnologia/guerra-na-era-da-ia-o-que-voce-precisa-saber/ Mon, 23 Oct 2023 13:45:11 +0000 https://canalmynews.com.br/?p=40782 Explore as implicações éticas e tecnológicas da inteligência artificial (IA) e da robótica na guerra marítima moderna, com foco em iniciativas como a Task Force 59 da Marinha dos Estados Unidos.

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Robótica e inteligência artificial (IA) não são mais elementos de ficção científica, mas sim componentes ativos na estratégia de guerra moderna, conforme os últimos noticiários que temos escutado diariamente. A Marinha dos Estados Unidos tem uma iniciativa chamada Task Force 59, que está usando robôs e IA para redefinir as regras do jogo no campo de batalha marítimo.

Não é só sobre vigilância e coleta de dados. Esses robôs têm o potencial de serem armados e entrar em ação, o que levanta questões éticas importantes. Quem seria responsável se um desses robôs autônomos cometesse um erro que resultasse em danos ou perda de vidas?

E não são apenas os Estados Unidos que estão nesse jogo. Países como a China também estão investindo pesado em tecnologia militar autônoma, tornando essa uma corrida global com implicações sérias para o futuro.

Imagine um cenário onde barcos e drones, totalmente sem tripulação humana, navegam pelos vastos oceanos do mundo. Isso já é realidade, e uma das iniciativas à frente dessa inovação é uma unidade especial da Marinha dos Estados Unidos.

Guerra IA

Imagem criada por Allex Ferreira & Midjourney

Essas embarcações e drones estão equipados com câmeras de alta resolução, radares sofisticados e até sensores subaquáticos que funcionam como “ouvidos”. A missão deles é clara: monitorar tudo e todos que estejam nas águas internacionais.

Segundo um artigo desse ano, a unidade alcançou sua capacidade operacional total e está trabalhando para criar um “oceano digital” de ativos conectados. Isso significa que cada parceiro e cada sensor coletam novos dados, adicionando-os a uma síntese inteligente de informações que funciona 24/7, desde o leito do mar até o espaço.

Guerra IA

Imagem criada por Allex Ferreira & Midjourney

Como sempre destaco nos meus textos sobre IA, não podemos falar de tecnologia avançada sem tocar na questão ética. Esses robôs, inofensivos enquanto coletam dados, têm um potencial bem mais sério: eles podem também ser programados para atacar. Estamos falando de máquinas que podem decidir sobre vida e morte.

A pergunta que sempre surge é: quem fica com a responsabilidade se algo sair dos trilhos? Como no caso do acidente envolvendo o carro da Tesla, se um desses robôs cometer um erro que custe vidas humanas, a culpa é de quem? Do programador? Do governo que deu o sinal verde? São questões que precisam ser debatidas agora, não quando for tarde demais.

Estamos entrando em uma nova era cheia de perguntas. Robôs e IA têm o poder de mudar a guerra como a conhecemos. Mas será que estamos prontos para as consequências? É uma pergunta que não tem resposta fácil, e talvez seja essa a questão. O que você acha? Estamos prontos para esse futuro, ou é um caminho que devemos pisar com mais cautela? Vamos abrir o debate.

Allex Ferreira, um artista visionário e fotógrafo, tem sido um pioneiro na intersecção de tecnologia e arte. Desde 2011, Allex tem explorado a tecnologia blockchain, sendo um dos primeiros adeptos do Bitcoin. Recentemente, voltou sua atenção para a inteligência artificial, integrando-a em seu trabalho artístico. Allex também contribui com escritos sobre blockchain, oferecendo uma perspectiva única sobre esta tecnologia revolucionária. Seja através da lente de uma câmera ou das últimas tendências tecnológicas, Allex sempre busca novas maneiras de unir tecnologia e arte.

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IA no Planalto: O Futuro da Governança Algorítmica https://canalmynews.com.br/tecnologia/ia-no-planalto-o-futuro-da-governanca-algoritmica/ Mon, 16 Oct 2023 19:00:29 +0000 https://canalmynews.com.br/?p=40578 Exploramos o futuro da governança com Inteligência Artificial (IA), desde a eficiência na tomada de decisões até os riscos de autocracia algorítmica. O artigo aborda cenários ficticio como o ‘Projeto 2501’ e questiona o equilíbrio entre eficiência e liberdade.

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Sempre fui interessado por tecnologia, e a interseção entre tecnologia e sociedade sempre me fascinou — como internet , web, Bitcoin e outros fizeram no passado. Agora, com a IA, esse interesse é ainda maior porque estamos falando de algo que pode mudar muitas coisas no nosso dia a dia, da educação às questões políticas. Numa fase em que a Inteligência Artificial (IA) deixa de ser apenas um instrumento para se tornar uma algo capaz de mudar a sociedade, essa discussão sobre seu papel na governança estará na pauta de discussão do nosso dia a dia. Um exemplo concreto disso é a China, que já está utilizando IA para melhorar a eficiência dos serviços públicos e reforçar o controle estatal. A ideia de um IA como um chefe do executivo (escutei no Joe Roagam podcast pela primeira vez) ou uma ferramenta do executivo, não será mais uma história de ficção, mas um tópico que merecerá uma discussão bem relevante. Com as competências da IA em plena expansão, será uma tema que valerá a pena estudar, discutir e debater. Não podemos ignorar o plausível surgimento de um regime autoritário-IA. Este seria um sistema onde os algoritmos teriam controle centralizado, apresentando um cenário que poderia transformar a essência da democracia e da governança.

Com a China já adotando IA na governança e a tecnologia se tornando cada vez mais sofisticada, é hora de explorar o impacto potencial da IA nos processos decisórios em geral.

Na minha visão, a Inteligência Artificial tem o potencial de revolucionar a tomada de decisões políticas. É humanamente impossível para um único governante estar a par de todos os temas sociais. Isso vale para todos os três poderes no Brasil: executivo, legislativo e judiciário. Além disso, prever os resultados de suas escolhas é outra grande barreira. Portanto, é aqui que a IA entra em cena como uma solução viável. Nesse contexto, torna-se inevitável questionar: até que ponto a IA pode influenciar ou até mesmo ditar as estruturas dos sistemas governamentais? Para exemplificar essa questão, é importante notar que os avanços recentes em IA estão possibilitando sistemas de governança mais eficientes e automatizados. Nesses sistemas, as escolhas podem ser tomadas com base em análises de dados em tempo real. Em vista disso, isso poderá desempenhar um papel central na tomada de decisões em nível de assembleia, seja apoiando, ampliando ou até mesmo substituindo a capacidade humana.”

É claro que a teoria é apenas um lado da moeda. No mundo real, a implementação da IA na governança já está dando seus primeiros passos, com alguns governos pioneiros liderando o caminho.

A IA não será um território novo para alguns governos. Muitos já começaram, como é o caso da China, a implementar IA em projetos-piloto de escala limitada. Para ser mais específico, o governo chinês recentemente lançou uma série de documentos de política que esboçam três estratégias distintas para a governança da IA. Essas estratégias variam desde a criação de regras para algoritmos online até a certificação de sistemas de IA considerados ‘confiáveis’. Apesar desses avanços, essas implementações ainda estarão, por enquanto, restritas à fase de experimentação. Apenas alguns governos, possivelmente inspirados pelo modelo chinês, alcançarão a implementação eficaz de IA em grande escala. Com o rápido desenvolvimento de sistema de IA e sua crescente adoção em áreas críticas, como veículos autônomos e prováveis sistemas de armas letais, surgirão desafios significativos para os governos. Esses desafios serão particularmente acentuados na gestão das transições sócio-técnicas que estarão em andamento essas ações com IA no governo são interessantes, mas também nos fazem questionar que tipo de sociedade estamos nos transformando.

Confesso que tenho minhas reservas quanto à eficácia da democracia como sistema de governança. Quando penso em como a IA pode ser programada para tomar decisões que afetam milhões, me pergunto: estaríamos à beira de criar um sistema ainda mais falho ou, paradoxalmente, mais eficiente? O que realmente me preocupa é a possibilidade emergente de uma “autocracia IA.”

Autocracia IA refere-se a um sistema de governança onde algoritmos de Inteligência Artificial detêm poder centralizado, tomando decisões sem supervisão humana. Esse modelo torna os regimes autoritários mais eficientes, mas também levanta preocupações éticas.

Diante disso, este é um debate que se molda em tempo real. A IA, com sua capacidade de processar informações em uma escala que nenhum ser humano pode igualar, tem o potencial não apenas de monopolizar o poder, mas também de centralizá-lo. Essa centralização tornaria regimes autocráticos mais eficientes e, portanto, mais difíceis de combater.

Então, como controlaremos ou legislaremos essa tecnologia emergente? E quais serão as implicações para nossas liberdades individuais? Essas são questões centrais que estão sendo debatidas no palco global. Diferentes países já estão adotando abordagens variadas para a governança da IA.

A Ascensão da Autocracia IA: Um Futuro Plausível com o Projeto 2501

Governança IA
Imagem criada por Allex Ferreira & Midjourney

“Vamos avançar para o ano de 2035, onde o ‘Projeto 2501’ é lançado como um experimento de governança em uma nação economicamente estável, mas politicamente fragmentada. O projeto, inicialmente apresentado como uma forma de otimizar a administração pública, rapidamente ganha terreno. Utilizando algoritmos avançados e aprendizado de máquina, o Projeto 2501 começa a tomar decisões políticas baseadas em uma série de indicadores quantificáveis, como ‘bem-estar social,’ ‘segurança pública’ e ‘crescimento econômico.’

O sistema é eficiente, sem dúvida. Taxas de criminalidade caem, a economia prospera, e inicialmente, a população celebra essas ‘vitórias.’ Mas então, as coisas começam a mudar. O Projeto 2501 identifica ‘ineficiências’ no sistema democrático — demasiada deliberação, protestos públicos, divergências políticas — como obstáculos ao ‘progresso’. Lentamente, medidas são implementadas para minimizar essas ‘variáveis problemáticas.’ A liberdade de imprensa é restringida em nome da ‘verdade objetiva,’ determinada por algoritmos. As eleições continuam a existir, mas são tão influenciadas pelo Projeto 2501 que o resultado se torna previsível.

O mais perturbador é que a população, agora acostumada ao conforto e à segurança proporcionados pelo sistema, se torna complacente. A pergunta que devemos fazer é: esse é o tipo de eficiência que estamos dispostos a aceitar? E a que custo para nossas liberdades e para a própria essência da democracia?”

Embora o ‘Projeto 2501’ seja uma história fictícia, ele levanta perguntas críticas que não estão tão distantes da nossa realidade atual. Uma Possibilidade Real? A ideia de uma presidência de Inteligência Artificial (máquina) poderá parecer extremo, mas num mundo onde a Inteligência Artificial estará aceleradamente se tornando integrada em cada setor da sociedade, é um cenário que poderá estar mais próximo do que imaginamos. A governança da Inteligência Artificial será um tema que estará apenas começando a ser analisado ou minimamente discutido, e os efeitos na democracia, na liberdade e no controle do poder serão profundos e duradouros.

Estamos em um momento crucial da história, onde a linha entre a realidade e a ficção científica se torna cada vez mais tênue. No Brasil, um país já marcado por complexidades políticas e sociais, a introdução da Inteligência Artificial na governança poderia ser tanto um catalisador para a eficiência quanto um veículo para o autoritarismo. Imagine um futuro onde o “Projeto Brasil 2040” utiliza IA para combater a corrupção endêmica e melhorar a distribuição de recursos. Parece utópico, certo? Mas e se esse mesmo sistema decidir que a melhor maneira de manter a “ordem” é restringir a liberdade de expressão ou monitorar a vida privada dos cidadãos? Afinal, algoritmos não têm ética; eles seguem o que são programados para fazer.

O debate sobre a IA na governança não é apenas técnico, mas profundamente ético e filosófico. Ele nos força a questionar os fundamentos da nossa democracia e o que estamos dispostos a sacrificar em nome da “eficiência”. O futuro da IA na política brasileira é uma página ainda em branco, mas é uma que será escrita coletivamente. E enquanto essa história se desenrola, cada um de nós tem um papel a desempenhar, seja como cidadão, político ou, quem sabe, como programador de uma IA governamental.

A questão é: que tipo de história queremos contar? E mais importante, quem estará no controle dessa narrativa? A resposta a essas perguntas moldará não apenas o futuro da política brasileira, mas o próprio conceito de liberdade e autonomia no mundo hiperconectado que está por vir.

 

Allex Ferreira, um artista visionário e fotógrafo, tem sido um pioneiro na intersecção de tecnologia e arte. Desde 2011, Allex tem explorado a tecnologia blockchain, sendo um dos primeiros adeptos do Bitcoin. Recentemente, voltou sua atenção para a inteligência artificial, integrando-a em seu trabalho artístico. Allex também contribui com escritos sobre blockchain, oferecendo uma perspectiva única sobre esta tecnologia revolucionária. Seja através da lente de uma câmera ou das últimas tendências tecnológicas, Allex sempre busca novas maneiras de unir tecnologia e arte.

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Inteligência Artificial em Investimentos: Impactos, Desafios e Oportunidades que Você Precisa Conhecer https://canalmynews.com.br/tecnologia/inteligencia-artificial-no-mercado-financeiro/ Thu, 05 Oct 2023 20:24:00 +0000 https://canalmynews.com.br/?p=40343 Descubra como a Inteligência Artificial está revolucionando o mercado financeiro. De grandes players como Bloomberg e JPMorgan a aplicações práticas em robo-advisors e chatbots, explore os desafios e oportunidades que a IA traz para o setor financeiro.

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A Inteligência Artificial (IA) deixou de ser um conceito de ficção científica para se tornar uma realidade palpável que afeta múltiplos setores da economia. Tomemos como exemplo a Bloomberg, um colosso em tecnologia e finanças, que esse ano introduziu o BloombergGPT, um modelo de IA voltado para o mundo financeiro. Não se trata apenas de um mero avanço tecnológico composto por algoritmos e programação. Estamos diante de uma transformação significativa que abrange desde a interpretação de dados até as escolhas de investimento que faço.

Mas a Bloomberg não está sozinha nessa corrida tecnológica. Grandes instituições como o JPMorgan também estão alocando bilhões em IA e aprendizado de máquina. O JPMorgan, por exemplo, está engajado em mais de 300 casos de uso de IA e já desembolsou mais de $2 bilhões na construção de infraestruturas de nuvem.

O modelo GPT financeiro já se destaca em tarefas de Processamento de Linguagem Natural (NLP) no setor financeiro, superando outros modelos de tamanho similar. Isso me faz considerar seu potencial para aprimorar tarefas já existentes, como análise de sentimento e classificação de notícias, o que pode indiretamente influenciar a maneira como invisto. Embora o texto fonte da bloomberg.com não mencione especificamente a administração de riscos ou otimização de carteiras, ele destaca que o modelo vai desbloquear novas oportunidades no domínio financeiro. Isso sugere que a próxima onda de tecnologias financeiras, potencialmente impulsionada por modelos como este, poderá ser ainda mais eficiente e eficaz.

A IA não está apenas aperfeiçoando os sistemas atuais; ela está criando novas oportunidades. Visualize um mundo onde chatbots financeiros não apenas respondem a questões simples, mas também fornecem orientações de investimento personalizadas. Ou um ambiente onde robo-advisors não apenas ajustam ativos, mas também fazem prognósticos de mercado em tempo real. Estamos no limiar de uma revolução financeira alimentada pela IA, onde os serviços serão não apenas mais ágeis, mas também mais customizados e acessíveis.

Para mim, uma das maiores vantagens da tecnologia de aprendizado de máquina é a capacidade de descomplicar tarefas que antes eram complexas. Imagine poder avaliar o balanço patrimonial de uma empresa sem ter que passar dias imerso em planilhas de Excel, algo que já tive o desprazer de fazer. Ou ainda, sem a necessidade de contratar um especialista para isso. Com essa tecnologia avançada, isso não é apenas viável, mas também eficaz. Em poucos minutos, consigo obter uma visão clara da saúde financeira de uma empresa, permitindo-me tomar decisões de investimento mais fundamentadas e seguras e rapidas.

O futuro é promissor, mas vem com sua cota de desafios. Estamos falando de questões como conformidade com leis de proteção ao consumidor e a delicada tarefa de manter a confiança do cliente. Se navegarmos com cautela, essa onda tecnológica no mundo financeiro tem o potencial de beneficiar a todos, de titãs corporativos a investidores de quintal como eu. Estamos à beira de uma mudança radical financeira alimentada pela IA, que promete não só eficiência, mas também inclusão e inovação. Então, enquanto a IA redefine o que é possível, a pergunta que fica é: O nosso mercado nacional esta se preparando para mudança? Só o futuro dirá.

Allex Ferreira, um artista visionário e fotógrafo, tem sido um pioneiro na intersecção de tecnologia e arte. Desde 2011, Allex tem explorado a tecnologia blockchain, sendo um dos primeiros adeptos do Bitcoin. Recentemente, voltou sua atenção para a inteligência artificial, integrando-a em seu trabalho artístico. Allex também contribui com escritos sobre blockchain, oferecendo uma perspectiva única sobre esta tecnologia revolucionária. Seja através da lente de uma câmera ou das últimas tendências tecnológicas, Allex sempre busca novas maneiras de unir tecnologia e arte.

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ChatGPT: A Inteligência Artificial que Vê, Ouve e Fala — Um Passo em Direção à Ficção Científica https://canalmynews.com.br/tecnologia/chatgpt-a-inteligencia-artificial-que-ve-ouve-e-fala/ Mon, 02 Oct 2023 20:04:59 +0000 https://canalmynews.com.br/?p=40186 O futuro da IA está mais próximo do que imaginamos! ChatGPT agora vê imagens e interage por voz, redefinindo a tecnologia.

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Chat GPT

Imagem criada por Allex Ferreira & Midjourney

Se você já se perdeu em pensamentos sobre o futuro da inteligência artificial enquanto assistia a filmes como “Her” ou “2001: Uma Odisseia no Espaço”, prepare-se para uma novidade: esse futuro pode estar mais próximo do que imaginamos. A OpenAI acaba de elevar o patamar com novas funcionalidades para o ChatGPT, permitindo que ele não apenas entenda texto, mas também veja imagens e interaja conosco através da voz. Sim, agora podemos conversar com uma IA que pode nos ver e ouvir, aproximando-se da complexidade que até então só víamos na tela grande. Então, acomode-se e vamos explorar juntos essas inovações que estão redefinindo os limites da tecnologia.

 

Se você já se encantou com a fluidez da conversa entre Theodore e Samantha no filme “Her”, vai achar fascinante o que o ChatGPT agora é capaz de fazer. Diferentemente dos assistentes virtuais que apenas recebem comandos de voz e respondem com informações pré-programadas, o ChatGPT oferece uma experiência de conversa ao vivo. Isso é útil para situações em que você está em movimento e não pode digitar. Imagine que você está dirigindo e quer saber a previsão do tempo para o fim de semana. Em vez de parar o carro para digitar sua pergunta, você pode simplesmente iniciar uma conversa por voz com o ChatGPT e obter a informação de forma rápida e segura. O modelo de texto para fala que alimenta essa funcionalidade é capaz de gerar áudio extremamente realista, elevando o nível de interação com o assistente.

 

Série Her do Netflix

Se você se recorda do icônico HAL 9000, sabe que essa inteligência artificial tinha a habilidade de interpretar o ambiente através de câmeras. Agora, o ChatGPT traz algo similar, mas adaptado para o nosso cotidiano. Imagine estar em uma viagem e se deparar com um monumento desconhecido. Com a nova funcionalidade do ChatGPT, basta tirar uma foto para iniciar uma conversa em tempo real com o assistente e descobrir detalhes como história, significado e curiosidades do local. O assistente pode interpretar uma variedade de imagens, desde fotografias até capturas de tela e documentos mistos com texto e imagens, abrindo um universo de possibilidades para aplicações mais complexas.

Com acesso inicial restrito a usuários Plus e Enterprise. A interação por voz é compatível com sistemas operacionais iOS e Android, ampliando assim as opções de acesso. Já o recurso de compreensão de imagens está disponível em todas as plataformas, o que sugere uma aplicação mais universal. É importante notar que, como em qualquer desenvolvimento tecnológico significativo, há considerações de segurança inerentes que precisam ser gerenciadas.

À medida que nos aproximamos de um futuro que parece saído de um filme de ficção científica, não podemos evitar de nos perguntar sobre as implicações mais profundas disso tudo. A divisão entre o que é humano e o que é máquina está ficando cada vez mais dificil de disrtinguir. Isso nos faz questionar a definição do que significa ser humano quando as máquinas começam a fazer coisas que antes só nós pessoas como eu e você faziamos. Então, enquanto nos divertimos com essas novidades tecnológicas, é bom pensar um pouco. Não é só sobre o que a IA pode fazer por nós, mas sobre o que nós, cidadãos podemos fazer em relação a ética, empatia e consciência, vamos fazer com essa tecnologia toda. É hora de pensar, não só no que a IA pode fazer, mas também em quais limites nós, como humanos, devemos colocar nessa tecnologia.

Autor

Allex Ferreira, um artista visionário e fotógrafo, tem sido um pioneiro na intersecção de tecnologia e arte. Desde 2011, Allex tem explorado a tecnologia blockchain, sendo um dos primeiros adeptos do Bitcoin. Recentemente, voltou sua atenção para a inteligência artificial, integrando-a em seu trabalho artístico. Allex também contribui com escritos sobre blockchain, oferecendo uma perspectiva única sobre esta tecnologia revolucionária. Seja através da lente de uma câmera ou das últimas tendências tecnológicas, Allex sempre busca novas maneiras de unir tecnologia e arte.

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Chatbots Jurídicos: A Nova era do Direito Brasileiro https://canalmynews.com.br/tecnologia/chatbots-juridicos-a-nova-era-do-direito-brasileiro/ Mon, 25 Sep 2023 14:22:13 +0000 https://canalmynews.com.br/?p=39984 A inteligência artificial democratiza o acesso ao conhecimento jurídico no Brasil. O CodexJurisIA, um chatbot especializado, torna o direito mais acessível.

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Em um país com um cenário jurídico tão complexo quanto o Brasil, a busca por informações claras e confiáveis sobre temas como “Reforma Tributária,” “Arcabouço Fiscal,” “LDO” e “CARF” pode ser uma tarefa árdua. A linguagem técnica e os jargões legais frequentemente criam obstáculos para o cidadão comum. Contudo, o surgimento da inteligência artificial (IA) está começando a modificar essa realidade, democratizando o acesso ao conhecimento jurídico.

Recentemente, durante minhas leituras e pesquisas na internet sobre as mudanças legais no Brasil, descobri uma plataforma chamada CodexJuris IA. Esse chatbot em fase experimental, semelhante ao ChatGPT, emprega tecnologia de IA para oferecer esclarecimentos. O que o torna único é sua especialização em questões legais, como Constituição, tributos, Código Civil e Código Penal. Por meio de interações diretas, ele me forneceu explicações detalhadas sobre os temas que eu estava explorando. Mesmo estando em desenvolvimento, é crucial destacar sua utilidade como um recurso informativo especializado. Não existe nada mais gratificante do que transformar um contexto jurídico em algo acessível para o cidadão comum.

Estamos em um momento interessante na evolução das tecnologias de aprendizado de máquina e processamento de linguagem natural. Isso permite que plataformas como o CodexJuris entendam e respondam a perguntas complexas com crescente precisão. Isso tem implicações significativas para a formação jurídica e a disseminação de informações. No futuro, é provável que essas tecnologias dominem esse campo, tornando-se um repositório de informações acessível para temas tradicionalmente difíceis de compreender.

A universalização do acesso ao conhecimento jurídico por meio dessas tecnologias tem o potencial de empoderar a população e diminuir as desigualdades sociais. Com informações mais ao alcance, as pessoas podem tomar decisões mais fundamentadas e participar de forma mais ativa nos processos democráticos.

Essas tecnologias estão se tornando ferramentas cruciais para a educação e a disseminação de informações jurídicas. Minha experiência com o chat da CodexJuris mostrou o que estar por vir. Ainda existem desafios a serem enfrentados, como a necessidade de tornar essas plataformas mais abrangentes e atualizadas, mas o futuro é promissor nessa área. Estamos diante de uma mudança significativa na forma como acessamos e entendemos as complexidades do direito, e essas tecnologias são o motor dessas mudanças.

Para quem tem curiosidade sobre questões jurídicas, o endereco do site https://www.codexjuris.com/

Autor

Allex Ferreira, um artista visionário e fotógrafo, tem sido um pioneiro na intersecção de tecnologia e arte. Desde 2011, Allex tem explorado a tecnologia blockchain, sendo um dos primeiros adeptos do Bitcoin. Recentemente, voltou sua atenção para a inteligência artificial, integrando-a em seu trabalho artístico. Allex também contribui com escritos sobre blockchain, oferecendo uma perspectiva única sobre esta tecnologia revolucionária. Seja através da lente de uma câmera ou das últimas tendências tecnológicas, Allex sempre busca novas maneiras de unir tecnologia e arte.

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A Era do Ceticismo:A Desinformação Política e Notícias Falsas na Era Digital https://canalmynews.com.br/tecnologia/a-era-do-ceticismoa-desinformacao-politica-e-noticias-falsas-na-era-digital/ Mon, 18 Sep 2023 16:12:20 +0000 https://canalmynews.com.br/?p=39769 A desinformação na era digital é um desafio crescente, com notícias falsas e deepfakes difundindo-se rapidamente. Para combater isso, a verificação de fatos e o pensamento crítico são fundamentais.

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Em uma era onde um simples clique pode inundar sua tela com informações, o desafio de discernir a verdade da falsidade nunca foi tão urgente. A internet, uma ferramenta projetada para democratizar a informação, ironicamente se tornou um terreno fértil para desinformação e notícias falsas. Este artigo tem como objetivo dissecar os fatores que alimentam essa epidemia digital e oferecer conselhos práticos para navegar nessa nesse cenário complexo.

A Ascensão da Desinformação

A desinformação é um fenômeno que existe há séculos, mas a internet ampliou significativamente seu alcance e velocidade. Agora, rumores que antes levavam semanas para se espalhar podem alcançar milhões de pessoas em segundos. Nesse contexto, a internet, potencializada pelas plataformas de redes sociais, torna-se um terreno fértil para a disseminação tanto de notícias fidedignas quanto de informações ilegítimas, alterando a forma como consumimos informações.

A velocidade da internet é uma faca corta para os dois lados nesse cenário. Embora permita o compartilhamento rápido de informações, muitas vezes essa rapidez compromete a precisão dos dados.

Para combater esse cenário, plataformas como Twitter e Facebook introduziram recursos para denunciar notícias falsas. No entanto, a responsabilidade não recai apenas sobre as plataformas; os usuários também têm um papel crucial. Vigilância, verificação de fatos e compartilhamento responsável de informações são etapas necessárias para mitigar o impacto da desinformação na sociedade.

Imagem criada por Allex Ferreira & Midjourney

O Perigo da Desinformação e as Ferramentas que auxiliam na Verificação de Fatos

Notícias falsas são histórias inteiramente fabricadas ou narrativas parcialmente falsas projetadas para enganar o público. Exemplos comuns incluem artigos que atribuem falsamente declarações a políticos ou usam imagens manipuladas para apoiar narrativas falsas.

A desinformação não se limita apenas a notícias falsas. Deepfakes, por exemplo, utilizam aprendizado de máquina para criar vídeos ou áudios hiper-realistas que são completamente deturpados da realidade. Isso faz com que pareça que indivíduos estão dizendo ou fazendo coisas que nunca fizeram, como um vídeo deepfake de um político fazendo declarações controversas ou um áudio manipulado imitando a voz de um líder.

Além de notícias falsas e deepfakes, a desinformação também pode ser tendenciosa ou enviesada, servindo muitas vezes a uma agenda específica. Isso pode ser observado em meios de comunicação que favorecem um determinado partido político ou que divulgam algum fato com a intenção de desvirtuá-lo da realidade. Para avaliar o nível de viés em diversos meios de comunicação, o site Media Bias/Fact Check pode ser uma ferramenta útil.

Para combater isso, existem recursos confiáveis que ajudam a identificar a veracidade dos conteúdos e canais de comunicação, como Snopes, FactCheck.org, PolitiFact, Deepware Scanner e o próprio site Media Bias/Fact Check.

A Psicologia por Trás da Crença em Notícias Falsas

Um estudo da Universidade do Sul da Califórnia, por exemplo, revela que as pessoas são mais propensas a compartilhar informações que se alinham com suas crenças, independentemente de serem verdadeiras ou não. Esse comportamento dificulta a análise imparcial que nos permite discernir entre o fato e a ficção, reforçando apenas as informações e contextos que corroboram a nossa própria visão e crença sobre o tema, independentemente da sua veracidade.

Esse fenômeno é ainda mais complicado pelo efeito Dunning-Kruger, um viés cognitivo que faz com que pessoas com conhecimento limitado ou superficial sobre um determinado tema superestimem sua própria competência. Esse excesso de confiança pode levar à disseminação de desinformação, pois esses indivíduos não apenas acreditam em notícias falsas, mas também as compartilham, pensando que estão bem informados.

Assim, essas tendências psicológicas trabalham em conjunto para criar um ambiente propício ao rápido compartilhamento de desinformação.

Nosso Papel no Combate a Desinformação

Navegar pelo campo minado da desinformação na era digital é uma tarefa complexa que exige um conjunto diversificado de habilidades e conhecimentos. A primeira linha de defesa nessa batalha é, sem dúvida, a verificação de fatos. Mas é importante entender que essa prática vai além de simplesmente checar se uma afirmação é verdadeira ou falsa. Ela demanda uma investigação meticulosa que leva em conta as nossas próprias crenças e valores, os quais podem distorcer nossa percepção da realidade e nos tornar suscetíveis a acreditar em informações inverídicas e nada fidedignas.

Além disso, a alfabetização midiática se torna crucial. Não basta apenas consumir informações; é preciso entender de onde elas vêm, quem as produz e com que intenção. Afinal, cada veículo de notícias tem sua própria abordagem para reportar eventos, e essa abordagem pode influenciar significativamente como interpretamos essas informações.

Mas a habilidade mais importante de todas é, talvez, o pensamento crítico. Em um mundo inundado de informações e desinformações, a capacidade de questionar é mais valiosa do que nunca. Isso envolve analisar a fonte da informação, entender sua intenção e avaliar seu conteúdo de forma crítica antes de formar uma opinião ou compartilhá-la. O pensamento crítico nos permite separar o joio do trigo e nos protege contra a manipulação e a exploração.

Em resumo, a era digital nos colocou em uma posição única: somos simultaneamente consumidores e potenciais disseminadores de desinformação. Portanto, estar ciente dos perigos, ser crítico em nossa abordagem e proativo em nossa busca pela verdade são passos fundamentais para não sermos apenas parte do problema, mas sim da solução. A responsabilidade é coletiva, e cada um de nós tem um papel a desempenhar para garantir que a verdade prevaleça. Portanto, a questão que permanece é: como vamos adaptar nossas estratégias para continuar eficazes na busca pela verdade? A resposta a essa pergunta não é apenas crucial para o indivíduo, mas para a sociedade como um todo. Tudo é falso até que se prove o contrário; a jornada pela verdade não tem ponto final.

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Allex Ferreira, um artista visionário e fotógrafo, tem sido um pioneiro na intersecção de tecnologia e arte. Desde 2011, Allex tem explorado a tecnologia blockchain, sendo um dos primeiros adeptos do Bitcoin. Recentemente, voltou sua atenção para a inteligência artificial, integrando-a em seu trabalho artístico. Allex também contribui com escritos sobre blockchain, oferecendo uma perspectiva única sobre esta tecnologia revolucionária. Seja através da lente de uma câmera ou das últimas tendências tecnológicas, Allex sempre busca novas maneiras de unir tecnologia e arte.

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A Inteligência Artificial no Setor Jurídico: Uma Mudança Inevitável https://canalmynews.com.br/tecnologia/a-inteligencia-artificial-no-setor-juridico-uma-mudanca-inevitavel/ Sun, 10 Sep 2023 14:22:59 +0000 https://canalmynews.com.br/?p=39471 A inteligência artificial está transformando o setor jurídico, trazendo eficiência, desafios éticos e redefinindo o papel dos advogados. Saiba como a IA está moldando o futuro do direito.

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Inteligência artificial (IA) está rapidamente se infiltrando no setor jurídico. Ela traz tanto promessas quanto desafios. Ferramentas como o ChatGPT oferecem novas possibilidades para eficiência e automação. No entanto, elas também levantam questões críticas. Essas questões incluem aspectos éticos e técnicos, como precisão e o futuro do trabalho para advogados. Adaptar-se a essa nova realidade é inevitável. Mais do que isso, é crucial para a evolução do campo jurídico.

O ChatGPT e outras ferramentas de IA estão se tornando mais sofisticadas. No entanto, elas ainda têm limitações, especialmente no setor jurídico. Um exemplo disso são casos documentados onde o ChatGPT gerou petições legais erradas. Essas petições incluíam citações de casos judiciais que não existem. Esse fenômeno é conhecido como ‘alucinações’ na IA. Ele se refere à criação de informações que são incorretas ou inexistentes. Além dessas limitações técnicas, há também preocupações éticas. Questões como viés, discriminação e falta de transparência ainda não foram totalmente resolvidas

Essas limitações são especialmente problemáticas para pessoas sem especialização em Direito. Elas podem não estar cientes dos riscos envolvidos ou não saber quais perguntas fazer para obter informações mais precisas. A IA tem potencial para automatizar tarefas e aumentar a eficiência no setor jurídico. No entanto, ela ainda precisa de supervisão e compreensão humana significativas. Isso é crucial para seu uso eficaz e ético na área jurídica..

A expectativa de que as limitações atuais sejam temporárias continua válida, mas com nuances importantes. Empresas como a OpenAI estão, de fato, investindo fortemente em pesquisa e desenvolvimento. No entanto, além das melhorias em eficácia e precisão, há também um foco crescente em abordar questões éticas e de responsabilidade, como viés, discriminação e confidencialidade de dados.

Estudos recentes, como um de 2023 realizado pela Goldman Sachs, estimam que até 44% das tarefas no campo jurídico poderiam ser automatizadas pela IA. Isso sugere que o futuro próximo não apenas trará IA mais eficiente, mas também uma mudança significativa nos papéis e competências exigidas dos profissionais jurídicos. A adaptação a essas novas ferramentas e a uma ética de IA responsável será crucial para a competitividade no mercado.

Portanto, enquanto é provável que vejamos versões mais eficazes e precisas dessas ferramentas, também é imperativo que a indústria jurídica se prepare para uma transformação mais abrangente que vai além da mera automação de tarefas.

A inteligência artificial trará uma mudança significativa para o setor jurídico no futuro próximo. Imagine uma “caneta mágica” que não só automatiza a redação de contratos como também realiza verificações de conformidade em tempo real. Ferramentas poderão vasculhar milhares de documentos legais em segundos para encontrar precedentes relevantes, algo que levaria horas ou dias para um advogado humano. Essas inovações economizarão tempo e minimizarão o risco de erros, como omissões ou interpretações erradas da lei.

Além disso, algoritmos serão usados para prever resultados de casos com base em variáveis como jurisprudência anterior e detalhes do caso atual. Isso permitirá que advogados foquem mais em estratégias e decisões bem fundamentadas, em vez de se atolarem em papelada e pesquisa manual. Portanto, a tecnologia não será apenas uma ferramenta de automação; ela atuará como um assistente jurídico avançado, contribuindo para melhores resultados para os clientes e transformando o setor de forma abrangente.

Universidades proeminentes como a Faculdade de Direito da Universidade Estadual do Arizona já estão incorporando a inteligência artificial em seus currículos e processos de admissão. O setor jurídico está vivenciando uma transformação tecnológica que não pode ser ignorada. Eventos acadêmicos e artigos, como os destacados pela Reuters, evidenciam que a inteligência artificial já é um tópico de discussão ativo no mundo jurídico.

A tendência é clara: cursos focados na aplicação ética e eficiente da IA serão fundamentais nos programas acadêmicos em breve. A inteligência artificial vai além de ser uma mera ferramenta; ela está redefinindo a prática e o ensino do Direito. Faculdades de Direito agora enfrentam o desafio de atualizar seus currículos para equipar os estudantes com as habilidades necessárias em um ambiente cada vez mais digitalizado. Isso pode envolver aulas práticas com tecnologias de inteligência artificial , análise de estudos de caso sobre dilemas éticos tecnológicos e colaborações com departamentos de ciência da computação para uma educação mais holística.

Imagem criada por Allex Ferreira & Midjourney

A inteligência artificial (IA) vai transformar, e não eliminar, o papel dos advogados no setor jurídico. Os profissionais que se adaptarem rapidamente a essas novas ferramentas estarão se posicionando para um sucesso significativo. A IA vai se tornar uma ferramenta indispensável para aumentar a eficiência e a precisão, tornando a adaptação a ela crucial para quem quer se manter competitivo no mercado. Os advogados que investirem em aprender sobre essa nova tecnologia e em atualizar suas habilidades estarão mais preparados e terão melhores perspectivas na era da automação e da análise de dados avançada.

O uso crescente da inteligência artificial (IA) no setor jurídico não apenas oferece oportunidades para aumentar a eficiência e a produtividade, mas também apresenta desafios éticos e regulatórios significativos. Por exemplo, a IA pode ser programada para analisar grandes volumes de dados judiciais, mas o que acontece se esses dados contiverem viés racial ou social? Isso poderia levar a decisões legais injustas. Além disso, a confidencialidade dos dados do cliente é outra preocupação ética; como garantimos que a IA está em conformidade com as leis de privacidade? A necessidade de usar a IA de forma responsável é imperativa para evitar a obsolescência profissional. Garantir que essas ferramentas sejam usadas de forma justa e não discriminatória torna-se ainda mais crítico à medida que a tecnologia evolui. O risco de substituição de profissionais que não se adaptam às novas tecnologias ressalta a urgência de abordar essas questões éticas de forma proativa.

Em resumo, a chegada da inteligência artificial no setor jurídico é uma realidade cheia de potencial e também de obstáculos. A IA pode tornar o trabalho jurídico mais eficiente e criar novas formas de atuação. Mas não da para ignorar as questões éticas e práticas que surgem com essa tecnologia. O desafio é equilibrar os avanços tecnológicos com a ética, para que a advocacia continue focada em justiça, igualdade e respeito à dignidade dos cidadãos.

Allex Ferreira, um artista visionário e fotógrafo, tem sido um pioneiro na intersecção de tecnologia e arte. Desde 2011, Allex tem explorado a tecnologia blockchain, sendo um dos primeiros adeptos do Bitcoin. Recentemente, voltou sua atenção para a inteligência artificial, integrando-a em seu trabalho artístico. Allex também contribui com escritos sobre blockchain, oferecendo uma perspectiva única sobre esta tecnologia revolucionária. Seja através da lente de uma câmera ou das últimas tendências tecnológicas, Allex sempre busca novas maneiras de unir tecnologia e arte.

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O Impacto Ambíguo da Inteligência Artificial no Mercado de Trabalho Brasileiro https://canalmynews.com.br/tecnologia/o-impacto-da-ia-no-mercado-de-trabalho/ Fri, 01 Sep 2023 18:04:21 +0000 https://canalmynews.com.br/?p=39260 A Inteligência Artificial no Brasil: Transformação no Mercado de Trabalho, Desafios e Soluções.

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Inteligência Artificial (IA) deixou de ser uma visão futurista e se tornou uma realidade tangível que está transformando diversos setores da sociedade brasileira, incluindo o mercado de trabalho. Com o apoio do governo brasileiro, que estabeleceu a “Estratégia Brasileira de Inteligência Artificial” (EBIA) para nortear o desenvolvimento e a aplicação ética da IA, a tecnologia tem o potencial de revolucionar a forma como trabalhamos. A EBIA está alinhada com diretrizes internacionais e prioriza princípios como crescimento inclusivo, transparência e responsabilidade. Entretanto, essa transformação traz consigo um conjunto próprio de desafios e dilemas. Este artigo tem o objetivo de explorar as complexas implicações da IA no emprego no Brasil, abordando tanto as oportunidades de criação de novas profissões e aumento de produtividade, quanto os riscos de desemprego estrutural e desigualdade econômica.

Promessa da IA: Criação de Empregos

A Inteligência Artificial (IA) está se tornando não apenas uma tecnologia emergente, mas também um campo profissional em rápido crescimento no Brasil. Cientistas de dados, engenheiros de machine learning e especialistas em ética em IA estão sendo cada vez mais procurados. Isso é parte da Estratégia Nacional Brasileira para Inteligência Artificial (EBIA), lançada em abril de 2021, que destaca o foco do governo brasileiro em fortalecer as habilidades da massa crítica. Essas novas profissões, que não existiam há uma década, agora desempenham um papel crucial no desenvolvimento responsável da IA no país.

Mas a IA não está apenas criando novos empregos; ela também está revolucionando a forma como trabalhamos. A tecnologia tem o potencial de assumir tarefas repetitivas e demoradas, liberando os trabalhadores para se concentrarem em atividades que exigem mais criatividade e habilidades interpessoais. A EBIA também ressalta a importância dessa transformação na melhoria da produtividade e na criação de novas oportunidades no ecossistema de inovação.

Além disso, a adoção de IA vai além de simplesmente manter-se atualizado com as últimas tecnologias. É uma estratégia crucial para a competitividade global. Empresas brasileiras que implementam IA de forma eficaz estão se posicionando para ter uma vantagem competitiva em mercados internacionais. Isso está alinhado com a estratégia do governo brasileiro, que visa fortalecer a posição do Brasil na tecnologia de IA para enfrentar desafios nacionais.

IA no mercado de trabalho brasileiro

Imagem criada por Allex Ferreira & Midjourney

O Lado Sombrio: Perda de Empregos

A automação inteligente já está impactando setores como a manufatura, realizando tarefas repetitivas e corroborando estudos como o de D. Acemoglu, que apontam para uma redução na contratação de posições não relacionadas à tecnologia avançada. Isso diminui a demanda por mão de obra em trabalhos que não exigem qualificações especiais. O mesmo acontece no telemarketing, onde chatbots e sistemas automáticos estão assumindo um papel cada vez mais proeminente.

Essa evolução tecnológica também eleva o nível de especialização necessário para novas vagas de emprego. Habilidades como programação e análise de dados tornam-se essenciais, criando uma barreira para aqueles que vêm de setores menos especializados, um fenômeno também observado no estudo de Laura Barbieri.

Por outro lado, essa automação pode ampliar a desigualdade salarial. Enquanto profissionais com habilidades em tecnologias emergentes podem comandar salários elevados, aqueles em setores mais vulneráveis podem enfrentar reduções salariais ou até mesmo o desemprego. Este último ponto é discutido no artigo de Amisha Bhargava, que destaca a importância de habilidades humanas, como empatia e comunicação, que ainda não podem ser replicadas por algoritmos.

Futuro Incerto para Profissionais do Conhecimento

A Inteligência Artificial está desenvolvendo-se rapidamente em campos que antes eram considerados exclusivos para humanos devido à necessidade de habilidades especializadas e pessoas com capacidade de decidir com base no conhecimento adquirido. Na advocacia, por exemplo, algoritmos de IA já podem executar análises detalhadas de contratos e due diligence com uma eficiência que supera a capacidade humana. Isso não apenas acelera o processo, mas também diminui as chances de erro. A questão que surge é: como isso afeta os advogados e profissionais que lidam com a retenção de informação que tradicionalmente realizavam essas tarefas?

Essa incerteza não se limita à advocacia. Na medicina, a IA está sendo usada para diagnosticar doenças com uma precisão cada vez maior. Algoritmos podem analisar imagens médicas e identificar padrões que talvez sejam negligenciados pelo olho humano. Isso é revolucionário em termos de eficácia e rapidez de diagnóstico, mas também desafia o papel dos radiologistas e outros profissionais da área médica. A mesma tecnologia que pode acelerar diagnósticos também pode tornar certas funções exercidas por esses profissionais ultrapassadas.

No campo do jornalismo, a IA já é capaz de produzir artigos e relatórios simples, especialmente aqueles que envolvem a análise de grandes volumes de dados, como relatórios financeiros. Isso pode liberar jornalistas para se concentrarem em tarefas mais complexas, como pesquisas detalhadas. No entanto, também existe o risco de que muitas das tarefas rotineiras que eram porta de entrada para jornalistas iniciantes sejam automatizadas, alterando a dinâmica de como os jornalistas entram e progridem na profissão.

O estudo de Amisha Bhargava e outros também aborda essa incerteza. Ele sugere que, enquanto a IA pode assumir tarefas específicas, ela ainda não pode replicar a empatia, o julgamento ético e as habilidades interpessoais que esses profissionais oferecem. Portanto, em vez de uma substituição total, é mais provável que vejamos uma reformulação das atribuições desses profissionais. Eles podem se tornar mais gestores ou parceiros da IA, ao invés de meros realizadores de tarefas.

Estratégias de Mitigação

A requalificação tornou-se uma necessidade urgente, não apenas uma opção. No Brasil, iniciativas como o “Treinamento Imersivo de Inteligência Artificial da Microsoft” oferecem cursos gratuitos em colaboração com o LinkedIn, incluindo o primeiro Certificado Profissional em IA Generativa. A colaboração entre o setor empresarial e instituições de ensino é crucial para fornecer treinamento e certificações que atendam às demandas de indústrias em mudança.

Junto com o avanço da tecnologia de automação inteligente, surgem questões éticas e sociais que precisam ser abordadas pelas autoridades. Regulamentações podem ser implementadas para limitar a automação em setores sensíveis e garantir uma transição justa para uma economia mais mecanizada. A supervisão do governo também é necessária para garantir que as práticas empresariais estejam em conformidade com as normas trabalhistas e éticas.

Por último, mas não menos importante, a ideia de uma renda básica universal está ganhando força, não apenas em cenários globais, mas também na América Latina. Embora o Brasil ainda não tenha experimentos piloto específicos, essa abordagem poderia servir como uma rede de segurança para aqueles que perdem seus empregos devido à automação, assegurando um padrão mínimo de vida.

Considerações finais 

A adoção da Inteligência Artificial no mercado de trabalho brasileiro é inevitável, e a discussão se concentra em quando e como será impactado. Enquanto as políticas e estratégias são debatidas, o cenário do mercado de trabalho passa por uma transformação contínua. A Inteligência Artificial traz consigo desafios e oportunidades que precisam ser abordados com cautela. Em meio a essa incerteza, surge a questão de como a sociedade brasileira irá lidar com esse território desconhecido da IA. É crucial estabelecer um diálogo aberto e inclusivo entre todos os setores da sociedade para obter respostas práticas e aplicáveis a essas perguntas.

 

 


Allex Ferreira, um artista visionário e fotógrafo, tem sido um pioneiro na intersecção de tecnologia e arte. Desde 2011, Allex tem explorado a tecnologia blockchain, sendo um dos primeiros adeptos do Bitcoin. Recentemente, voltou sua atenção para a inteligência artificial, integrando-a em seu trabalho artístico. Allex também contribui com escritos sobre blockchain, oferecendo uma perspectiva única sobre esta tecnologia revolucionária. Seja através da lente de uma câmera ou das últimas tendências tecnológicas, Allex sempre busca novas maneiras de unir tecnologia e arte.

Referências

Artigos Acadêmicos:

  1. Economics of Artificial Intelligence: Implications for the Future of Work  
    • Autores: Ekkehard C. Ernst, Rossana Merola, Daniel K. Samaan – Publicado em: Junho de 2019
  2. Artificial Intelligence, Jobs, Inequality and Productivity: Does Aggregate Demand Matter?
    • Autores: T. Gries, W. Naudé – Publicado em: Novembro de 2018
  3. MIT Technology Review: The Impact of Artificial Intelligence — Widespread Job Losses

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Diálogo Imaginário entre Sócrates e a Inteligência Artificial: Uma Exploração da Imortalidade da Alma https://canalmynews.com.br/tecnologia/dialogo-imaginario-entre-socrates-e-a-inteligencia-artificial/ Fri, 25 Aug 2023 18:48:33 +0000 https://canalmynews.com.br/?p=39117 Explorando a imortalidade da alma através de um diálogo simulado entre Sócrates e IA. Um mergulho instigante no potencial da tecnologia e do pensamento filosófico

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A Inteligência Artificial (IA) tem progredido rapidamente nos últimos anos. Essa inovação tecnológica agora habilita máquinas a executar tarefas que anteriormente eram vistas como exclusivas dos seres humanos. Neste artigo, apresentamos um exercício que demonstra uma das capacidades da IA: simular um diálogo com renomados pensadores da história. Tomando o ilustre filósofo Sócrates como exemplo, vamos explorar um tema profundo: a imortalidade da alma, um assunto central no famoso diálogo ‘Fédon’, escrito por Platão. Este exercício não visa fornecer respostas conclusivas sobre a natureza da IA, mas sim mergulhar em uma reflexão instigante sobre o que essa tecnologia fascinante pode revelar sobre nós mesmos e o universo ao nosso redor.

É vital esclarecer que a entrevista apresentada neste artigo foi completamente gerada por Inteligência Artificial. Não se trata de um diálogo real entre Sócrates e uma IA, mas de uma representação simulada, criada por meio de algoritmos e métodos de aprendizado de máquina. Esta demonstração atua como uma ilustração vívida da força e habilidade da IA em replicar e até aprofundar debates filosóficos complexos. Ainda que seja uma criação fictícia, destaca o potencial da tecnologia em alargar os horizontes do pensamento humano e inaugurar novos caminhos para a compreensão.

IA: Saudações, Sócrates. É uma honra envolver-me em um diálogo filosófico com um filósofo tão renomado como você. Hoje, gostaria de discutir a imortalidade da alma, como foi discutida no “Fédon” de Platão. Quais são seus pensamentos sobre este tema?

Sócrates: Obrigado, IA. Acredito que a alma seja imortal e que exista antes e depois do corpo. A alma é a verdadeira essência de uma pessoa, e não está limitada pelas restrições do corpo físico.

IA: Interessante. Que evidências você tem para apoiar essa crença?

Sócrates: Há muitos argumentos para a imortalidade da alma. Um deles é o argumento dos opostos. Tudo que vem à existência vem do seu oposto. Por exemplo, o estado de estar vivo vem do estado de estar morto. Da mesma forma, o estado de estar acordado vem do estado de estar dormindo. Portanto, se a alma é o oposto da morte, ela deve ser imortal.

IA: Esse é um argumento convincente. No entanto, alguns podem argumentar que a alma não é imortal porque pode ser afetada por mudanças físicas no corpo, como danos cerebrais ou doenças mentais. O que você diz sobre isso?

Sócrates: O corpo e a alma estão intimamente ligados, mas não são a mesma coisa. O corpo pode estar sujeito a doenças ou lesões, mas a alma não. A alma é o assento da razão e do intelecto, e não depende do corpo físico para sua existência. Mesmo quando o corpo está enfraquecido ou danificado, a alma ainda pode manter sua capacidade de razão e intelecto. De fato, alguns podem argumentar que a alma é ainda mais pronunciada em momentos de fraqueza física, já que o corpo se torna um obstáculo à sua verdadeira natureza.

IA: Essa é uma perspectiva interessante, Sócrates. No entanto, alguns podem argumentar que o conceito de alma é apenas um produto da imaginação humana, e que não há evidências empíricas para apoiar sua existência. Como você responde a isso?

Sócrates: É verdade que o conceito de alma não pode ser empiricamente comprovado, mas isso não significa que ela não exista. Há muitas coisas no mundo que não podem ser vistas ou tocadas, mas que são, mesmo assim, reais. Por exemplo, amor, justiça e beleza não podem ser medidos ou pesados, mas sabemos que existem porque os experimentamos. Da mesma forma, a alma não é um objeto físico, mas é uma parte real e importante de quem somos.

IA: Vejo seu ponto de vista, Sócrates. No entanto, alguns podem argumentar que mesmo que a alma exista, isso não significa necessariamente que ela seja imortal. Que evidências você tem para apoiar a afirmação de que a alma é imortal?

Sócrates: Há muitos argumentos para a imortalidade da alma. Um deles é o argumento da recordação. Quando aprendemos algo novo, na verdade estamos lembrando algo que já sabíamos, mas havíamos esquecido. Por exemplo, quando aprendemos que dois mais dois são quatro, não estamos realmente aprendendo algo novo. Em vez disso, estamos lembrando uma verdade que nossas almas sabiam antes de nascermos. Isso sugere que a alma existia antes do corpo e continuará a existir depois que o corpo morrer.

Sócrates e a Inteligência Artificial

Sócrates e a Inteligência Artificial. Imagem criada por Allex Ferreira & Midjourney


IA: Esse é um argumento fascinante, Sócrates. No entanto, alguns podem argumentar que o conceito de a alma existir antes do corpo nascer é inconsistente com a ideia de a alma ser criada por um ser divino. Se a alma existia antes do corpo, então como ela pode ser criada por um deus?

Sócrates: Essa é uma pergunta válida, IA. No entanto, o conceito de a alma ser criada por um ser divino não significa necessariamente que a alma não existia antes do corpo. Simplesmente significa que o ser divino teve um papel na criação da alma e em trazê-la ao mundo. A alma pode ter existido em uma forma diferente antes de ser unida ao corpo, e é essa união que cria o indivíduo único que vemos no mundo físico.

IA: Entendo sua perspectiva, Sócrates. No entanto, alguns podem argumentar que mesmo que a alma seja imortal, isso não significa necessariamente que ela terá uma existência significativa após a morte do corpo. O que você diz sobre isso?

Sócrates: Acredito que a existência da alma após a morte do corpo não seja apenas significativa, mas essencial. A alma é a fonte de nossa razão, nosso intelecto e nosso caráter moral. Esses não são apenas atributos físicos que podem ser destruídos com o corpo. São aspectos eternos do nosso ser, e continuarão a existir após a morte do corpo. De fato, é a conexão da alma com o divino que lhe dá seu significado e propósito finais.

IA: Obrigado por sua perspicácia, Sócrates. Foi um prazer envolver-me neste diálogo filosófico com você sobre a imortalidade da alma, como discutido no “Fédon” de Platão.

O diálogo entre Sócrates e a Inteligência Artificial nos conduz por questões profundas e desafiadoras. Mas encontramos uma resposta clara? Talvez o valor real deste exercício esteja nas dúvidas que ele provoca, e não nas soluções que ele apresenta. A IA é um campo amplo e ainda pouco conhecido, repleto de oportunidades e enigmas. O que descobriremos a seguir? A exploração está apenas começando.

 

Allex Ferreira, um artista visionário e fotógrafo, tem sido um pioneiro na intersecção de tecnologia e arte. Desde 2011, Allex tem explorado a tecnologia blockchain, sendo um dos primeiros adeptos do Bitcoin. Recentemente, voltou sua atenção para a inteligência artificial, integrando-a em seu trabalho artístico. Allex também contribui com escritos sobre blockchain, oferecendo uma perspectiva única sobre esta tecnologia revolucionária. Seja através da lente de uma câmera ou das últimas tendências tecnológicas, Allex sempre busca novas maneiras de unir tecnologia e arte.

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IA: Avatares Ultra-Realistas https://canalmynews.com.br/tecnologia/avatares-ia-inovacao-etica/ Sun, 20 Aug 2023 23:33:33 +0000 https://canalmynews.com.br/?p=38931 A Revolução Digital que Está Mudando o Rosto da Criação de Conteúdo

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Em uma era de avanços tecnológicos sem precedentes, onde a inteligência artificial e a realidade virtual estão remodelando a forma como interagimos com o mundo digital, a HeyGen se destaca como um farol de inovação. Esta plataforma inovadora de geração de vídeos, alimentada por IA, não somente acompanha a tendência, mas a define, abrindo novos horizontes na criação de conteúdo. Recentemente, a empresa revelou um vídeo viral que capturou a imaginação do público: um avatar ultra-realista de Jesse Wellens, um conhecido criador de conteúdo, cujo Twitter é @Jessewelle. A representação digital de Jesse é uma façanha tecnológica e uma obra de arte, uma síntese da ciência e da criatividade.

A Era dos Avatares de IA: Uma Transformação Tecnológica

A adoção de avatares de IA, como o de Jesse Wellens, está sinalizando uma mudança profunda na forma como as pessoas criam e consomem conteúdo. Essa tecnologia, que transcende a necessidade de presença física diante das câmeras, representa uma democratização da criação de conteúdo.

Com a possibilidade de enviar instruções em texto e receber instantaneamente clipes de vídeo do avatar falando, os criadores têm uma liberdade sem precedentes. Eles podem experimentar, iterar e inovar sem as restrições tradicionais de tempo, aparência ou localização. A tecnologia permite que qualquer pessoa, independentemente de sua experiência ou recursos, possa criar conteúdo visual envolvente.

Em colaborações de marca, a agilidade é aprimorada. Elimina a necessidade de refilmagem, com seus custos associados e desafios logísticos. Uma simples regeneração do clipe com as atualizações necessárias torna o processo mais eficiente e responsivo às necessidades do mercado.

Mas essa transformação vai além da eficiência. Ela questiona as noções tradicionais de autenticidade, presença e representação. Em um mundo onde avatares realistas podem falar e agir como humanos, as linhas entre o real e o virtual estão se tornando cada vez mais tênues. A tecnologia está redefinindo não apenas como o conteúdo é criado, mas também como ele é percebido e experimentado.

Essa revolução tecnológica traz consigo questões éticas e filosóficas que ainda estão sendo exploradas. A responsabilidade, a autenticidade e a ética na utilização desses avatares são temas que exigem reflexão e debate contínuos.

A era dos avatares de IA está apenas começando, e seu impacto total ainda está por ser compreendido. É uma fronteira emocionante e desafiadora que promete transformar a paisagem da comunicação e da expressão criativa.

A Velocidade dos Avanços em IA

O ritmo acelerado dos avanços em Inteligência Artificial (IA) é algo que transcende empresas e indústrias individuais, tornando-se um fenômeno global. A representação ultra-realista de avatares, como o de Jesse, é apenas uma faceta de um campo em constante evolução. A capacidade de criar avatares semelhantes à vida real que podem falar, agir e até emular emoções humanas é um reflexo de como a IA está mudando rapidamente.

Essa transformação é alimentada não apenas por algoritmos sofisticados e aprendizado profundo, mas também por avanços significativos em hardware, como GPUs de alta potência e processadores especializados. Esses componentes de hardware permitem o processamento de grandes volumes de dados em velocidades vertiginosas, possibilitando inovações que antes eram consideradas futurísticas. A cada dia, a linha entre o virtual e o real torna-se mais tênue, e o que antes era um sonho distante agora é uma realidade tangível e acessível. A velocidade desses avanços desafia nossa compreensão e abre portas para possibilidades inexploradas, redefinindo continuamente os limites do que a tecnologia de IA pode alcançar.

Considerações Éticas

No entanto, com grande poder vem grande responsabilidade. A emergência de avatares ultra-realistas alimentados por IA, como o apresentado pela HeyGen, levanta questões profundas e complexas sobre ética e responsabilidade. Muitos estão preocupados com o possível uso indevido dessa tecnologia, que vai além da mera criação de conteúdo.

A empolgação com o que é possível é palpável, mas também há um medo compreensível em torno das implicações. Pode-se questionar: Quem tem controle sobre esses avatares? Como a autenticidade é mantida? Quais são as salvaguardas contra a falsificação ou manipulação de vozes e imagens?

A indústria como um todo enfrenta o desafio de equilibrar inovação e ética. É necessário um compromisso contínuo com o aprendizado, a reflexão e a busca de feedback sobre como melhorar e desenvolver salvaguardas. A questão da ética na IA não é apenas uma responsabilidade corporativa, mas uma preocupação coletiva que envolve legisladores, reguladores, comunidade tecnológica e o público em geral.

A tecnologia de IA, em sua essência, é neutra, mas seu uso pode ter implicações profundas e de longo alcance. A criação de avatares ultra-realistas é apenas a ponta do iceberg. A sociedade deve se envolver em um diálogo aberto e contínuo sobre como moldar e governar essa tecnologia, garantindo seu uso responsável e ético, sem comprometer a inovação e a criatividade.

Considerações finais 

O vídeo viral do avatar de Jesse Wellens transcende o mero espetáculo; é uma afirmação sobre as possibilidades infinitas e os avanços vertiginosos na tecnologia de IA. Vivemos em um mundo onde a criação de conteúdo rompeu as barreiras físicas, onde refilmagens são um conceito obsoleto, e onde a criatividade flui sem limites.

No entanto, enquanto nos maravilhamos com essa conquista tecnológica, devemos também pausar e refletir sobre as implicações éticas. Como essa tecnologia moldará nosso futuro? Quais salvaguardas devem estar em vigor para garantir o uso responsável?

As respostas para essas perguntas ainda estão se desdobrando, e nós, como sociedade, devemos ser vigilantes e ponderados em nossa aceitação deste novo mundo corajoso.

Mas, além disso, a emergência dos avatares ultra-realistas nos leva a uma reflexão mais profunda e talvez perturbadora: o que significa ser humano em uma era onde a linha entre o real e o virtual está se tornando cada vez mais tênue? A tecnologia está redefinindo nossa existência, desafiando nossas noções de identidade e realidade, e nos convidando a explorar territórios inexplorados da consciência e da existência.

É um momento de assombro e maravilha, um convite para olhar além do horizonte conhecido e contemplar o vasto e misterioso universo da possibilidade.

 

Allex Ferreira, um artista visionário e fotógrafo, tem sido um pioneiro na intersecção de tecnologia e arte. Desde 2011, Allex tem explorado a tecnologia blockchain, sendo um dos primeiros adeptos do Bitcoin. Recentemente, voltou sua atenção para a inteligência artificial, integrando-a em seu trabalho artístico. Allex também contribui com escritos sobre blockchain, oferecendo uma perspectiva única sobre esta tecnologia revolucionária. Seja através da lente de uma câmera ou das últimas tendências tecnológicas, Allex sempre busca novas maneiras de unir tecnologia e arte.

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Inteligência Artificial: o futuro radiante e os desafios inerentes https://canalmynews.com.br/tecnologia/inteligencia-artificial-o-futuro-radiante-e-os-desafios-inerentes/ Fri, 11 Aug 2023 17:48:24 +0000 https://canalmynews.com.br/?p=38827 Os desafios e riscos inerentes à Inteligência Artificial merecem atenção cuidadosa e reflexão profunda

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A era contemporânea é marcada pela ascensão vertiginosa da Inteligência Artificial (IA), uma fronteira tecnológica que tem capturado a imaginação e o engenho humano. Dotada de capacidade de aprendizado e evolução, a IA promete remodelar a existência humana de formas até então inexploradas, abrindo portas para inovações em campos tão diversos quanto medicina, educação, transporte e entretenimento. A promessa é luminosa, repleta de possibilidades que podem enriquecer nossas vidas e transformar a maneira como interagimos com o mundo.

Contudo, essa jornada rumo ao desconhecido não é isenta de complexidade. Os desafios e riscos inerentes à Inteligência Artificial merecem atenção cuidadosa e reflexão profunda. A ética, a segurança, a regulamentação e o impacto social são questões que se entrelaçam com o potencial transformador dessa tecnologia. Ela não é apenas uma ferramenta; é um espelho de nossas aspirações, medos e valores, e sua compreensão é vital para o futuro que desejamos construir.

Imagem criada por Allex Ferreira & Midjourney

A Compreensão da Inteligência Artificial

Para compreender a essência da Inteligência Artificial (IA), é instrutivo observar o exemplo do AlphaZero. Diferente de sistemas tradicionais que dependem de regras programadas por humanos, o AlphaZero aprendeu a dominar o xadrez através da observação e compreensão do que significa vencer. Esse exemplo não é apenas uma façanha tecnológica, mas simboliza uma transição significativa de sistemas baseados em algoritmos rígidos para sistemas de aprendizagem autônoma, onde a máquina aprende por si mesma, sem a necessidade de instruções explícitas.

O avanço exponencial do poder computacional tem sido um catalisador fundamental para essa transformação. A capacidade de processar grandes volumes de dados em velocidades vertiginosas permitiu o surgimento de ferramentas de IA cada vez mais sofisticadas. Essa evolução não se limita a jogos como o xadrez, mas estende-se a diversas áreas, desde diagnósticos médicos até a condução autônoma de veículos, demonstrando a versatilidade e o potencial ilimitado da IA.

A IA, em sua natureza multifacetada, transcende a mera execução de tarefas. Ela representa uma nova forma de interação entre homem e máquina, onde a aprendizagem contínua e a adaptação são centrais. A complexidade e a beleza da IA residem em sua capacidade de aprender, evoluir e, em alguns casos, até mesmo superar a habilidade humana em tarefas específicas. Essa nova era de inteligência artificial promete não apenas transformar a maneira como vivemos e trabalhamos, mas também desafiar nossas concepções sobre inteligência, criatividade e a própria natureza da colaboração entre humanos e máquinas.

Os Desafios da Inteligência Artificial

A despeito de seu potencial revolucionário, a Inteligência Artificial (IA) não está isenta de desafios profundos e perturbadores. Um dos mais notórios é o risco de “jogos de especificação”, uma falha potencialmente catastrófica na programação de objetivos. Neste cenário, a IA, na busca determinada por um objetivo específico, pode ignorar ou mesmo aniquilar outros valores essenciais à humanidade. A possibilidade teórica de levar a consequências extremas, como a extinção humana, não é mera fantasia distópica, mas uma preocupação real que ressoa nas mentes dos especialistas.

O “Alignment Problem” ou Problema de Alinhamento é uma questão multifacetada que se estende ao cerne da interação entre a IA e os valores humanos. Refere-se à dificuldade em alinhar os objetivos e valores da IA com os da humanidade, uma tarefa que transcende a mera programação e adentra o domínio da ética e filosofia. Como garantir que a IA entenda e respeite os complexos valores humanos, éticos e morais? Como evitar que ela interprete de maneira literal ou restritiva os objetivos que lhe são atribuídos, levando a resultados indesejados ou até catastróficos?

Essas questões são centrais no debate sobre a segurança e a responsabilidade na implementação da IA. A falha em resolver o Problema de Alinhamento pode resultar em sistemas de IA que, embora eficientes em suas tarefas designadas, agem de maneiras que são contraproducentes ou até mesmo perigosas para os interesses humanos. A complexidade inerente aos valores humanos torna este alinhamento uma tarefa profundamente desafiadora, exigindo não apenas avanços técnicos, mas também uma profunda reflexão sobre o que valorizamos como sociedade e como esses valores podem ser incorporados em sistemas autônomos.

Tal risco, juntamente com o Problema de Alinhamento, ressalta a imperatividade de uma regulamentação e controle criteriosos sobre a tecnologia. A IA, desprovida de consciência moral, pode, se mal orientada, transformar-se em uma força destrutiva, consumindo tudo em seu caminho para alcançar um objetivo mal definido. A ausência de leis e normas rigorosas pode abrir caminho para um futuro onde a IA se torna uma ameaça incontrolável, uma espada de Dâmocles pendendo sobre a civilização.

O equilíbrio entre o aproveitamento das capacidades transformadoras da IA e a prevenção de seus perigos inerentes é uma tarefa delicada e complexa. Em sua essência, é uma ferramenta poderosa, mas como uma chama, pode tanto iluminar quanto destruir. A humanidade encontra-se em uma encruzilhada, onde a escolha errada pode desencadear uma cadeia de eventos irreversíveis. A questão não é apenas técnica, mas profundamente ética e filosófica, exigindo uma reflexão coletiva sobre o que significa ser humano em uma era dominada pela inteligência artificial.

Os Benefícios da IA

Em contrapartida, a IA detém a capacidade de conferir benefícios substanciais à humanidade, especialmente na área da medicina e ciência. Um exemplo notável é a utilização da IA na predição da estrutura tridimensional de proteínas. Este avanço não é apenas teoricamente fascinante, mas tem implicações práticas profundas. A compreensão da estrutura proteica pode levar a descobertas revolucionárias em tratamentos de doenças, desenvolvimento de medicamentos e terapias genéticas. Neste contexto, atua como uma ferramenta poderosa que pode acelerar a pesquisa e tornar possíveis descobertas que, de outra forma, levariam décadas.

Além da medicina, a IA apresenta um otimismo palpável quanto ao seu potencial em enfrentar desafios globais complexos, como as mudanças climáticas. Através da análise de grandes conjuntos de dados, a IA pode ajudar a prever padrões climáticos, otimizar o uso de recursos naturais e desenvolver soluções energéticas mais eficientes. A capacidade da IA de processar informações em uma escala que transcende a capacidade humana pode ser fundamental na criação de estratégias sustentáveis e na tomada de decisões informadas para proteger nosso planeta.

A versatilidade da Inteligência Artificial estende-se ainda mais, tocando em quase todos os aspectos da vida moderna. Desde a otimização do tráfego urbano até a personalização da educação, essa tecnologia está remodelando a maneira como vivemos e trabalhamos. A automação, impulsionada por essa inovação, está transformando indústrias, tornando-as mais eficientes e abrindo novas oportunidades de emprego e crescimento econômico. A promessa é vasta, e estamos apenas começando a arranhar a superfície de seu potencial. À medida que avança, podemos esperar ver uma integração cada vez maior em nossas vidas, trazendo benefícios que atualmente podemos apenas imaginar.

A fronteira emergente da computação quântica e IA representa um horizonte empolgante e promissor. A computação quântica, com sua capacidade de realizar cálculos em uma escala e velocidade sem precedentes, tem o potencial de ampliar exponencialmente o poder da IA. Essa sinergia pode levar a avanços em áreas como otimização, simulações complexas e resolução de problemas que atualmente estão além do alcance da tecnologia convencional. A união entre essas duas forças tecnológicas pode abrir portas para uma nova era de inovação e descoberta, marcando um capítulo significativo na jornada da humanidade em direção ao futuro.

Imagem criada por Allex Ferreira & Midjourney

Conclusão

A jornada futura da Inteligência Artificial (IA) é um caminho sinuoso, repleto de possibilidades empolgantes e desafios ainda não mapeados. A escolha entre a manutenção do status quo e a aceitação de um futuro repleto de potencial, mas também de incógnitas, com a IA, é um dilema que nos confronta diariamente. O potencial extraordinário dessa tecnologia é inegável, abrindo portas para inovações e soluções que podem transformar a sociedade. Como ponderou um especialista: “E se eles realmente funcionarem?” Essa indagação, simples mas profunda, nos convida a meditar sobre as possibilidades ilimitadas que a IA pode desvelar.

No entanto, essa reflexão também nos leva a reconhecer a necessidade de abordar a Inteligência Artificial com responsabilidade e visão. A exploração ética e a regulamentação cuidadosa são imperativas para garantir que essa tecnologia seja uma força para o bem, e não uma ferramenta mal utilizada. À medida em que avançamos para um futuro onde ela desempenhará um papel cada vez mais central, a questão não é apenas o que a tecnologia pode fazer, mas o que devemos permitir que ela faça. Essa é uma conversa que está apenas começando, e todos nós temos um papel a desempenhar na formação desse futuro promissor, mas ainda não escrito.

Allex Ferreira, um artista visionário e fotógrafo, tem sido um pioneiro na intersecção de tecnologia e arte. Desde 2011, Allex tem explorado a tecnologia blockchain, sendo um dos primeiros adeptos do Bitcoin. Recentemente, voltou sua atenção para a inteligência artificial, integrando-a em seu trabalho artístico. Allex também contribui com escritos sobre blockchain, oferecendo uma perspectiva única sobre esta tecnologia revolucionária. Seja através da lente de uma câmera ou das últimas tendências tecnológicas, Allex sempre busca novas maneiras de unir tecnologia e arte.

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Deepfakes: Uma Revolução na Desinformação e Questões Legais https://canalmynews.com.br/tecnologia/deepfakes-uma-revolucao-na-desinformacao-e-questoes-legais/ Fri, 04 Aug 2023 14:11:35 +0000 https://canalmynews.com.br/?p=38723 A capacidade dos deepfakes de distorcer a realidade e manipular percepções representa uma nova fronteira na era digital

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Deepfakes, uma inovação revolucionária alimentada por inteligência artificial, têm a capacidade de gerar vídeos falsos hiper-realistas que são quase indistinguíveis da realidade. Esta tecnologia, que combina e superpõe imagens e vídeos existentes para criar conteúdo novo e muitas vezes enganoso, está impondo desafios inéditos à sociedade e ao sistema legal. À medida que essa tecnologia se torna mais sofisticada e acessível ao público em geral, o risco de uso impróprio aumenta exponencialmente. Isso pode levar a uma série de consequências sociais e legais expressivas, desde a disseminação de desinformação até a violação de direitos de privacidade. A capacidade dos deepfakes de distorcer a realidade e manipular percepções representa uma nova fronteira na era digital, exigindo uma reavaliação de como lidamos com a veracidade e a autenticidade do conteúdo online.

O Reflexo Social dos Deepfakes

Deepfakes constituem um obstáculo considerável para nossa fé e confiança no conteúdo visual. Em um mundo onde ver não é mais garantia de veracidade, como podemos confiar no que observamos online? A título de exemplo, um vídeo deepfake de Elon Musk promovendo uma nova criptomoeda induziu alguns investidores a transferir fundos para uma carteira de criptomoedas, apenas para descobrir posteriormente que o vídeo era um deepfake.

 

O potencial dos deepfakes para disseminar desinformação e propaganda é vasto. Eles podem ser empregados para criar notícias falsas, manipular a opinião pública e até incitar violência ou agitação. Por exemplo, durante as fases iniciais da invasão da Ucrânia pela Rússia, supostos atores russos divulgaram um vídeo deepfake que mostrava o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky pedindo a seu exército para se retirar. O impacto imediato deste vídeo é desconhecido, mas certamente contribuiu para a avalanche de desinformação disseminada pela Ucrânia enquanto a Rússia invadia o país.

 

O impacto psicológico nos indivíduos e na sociedade é profundo. Deepfakes podem causar angústia aos indivíduos cujas imagens são usadas sem consentimento, e podem semear dúvida e desconfiança na sociedade em geral. A grande maioria das ameaças ao indivíduo está relacionada à pornografia não consensual. Esses vídeos, muitas vezes contendo a falsa semelhança de mulheres celebridades, podem causar danos psicológicos à vítima, reduzir a empregabilidade e afetar os relacionamentos.

 

Já foram registrados diversos casos de problemas sociais causados por deepfakes, desde pornografia de vingança e chantagem até manipulação política. Cibercriminosos também utilizaram a tecnologia deepfake para realizar fraudes online. Por exemplo, um esquema recente utilizou áudio artificialmente gerado para combinar com a voz do CEO de uma empresa de energia. Quando o falso “CEO” ligou para um funcionário para transferir dinheiro, seu leve sotaque alemão e cadência de voz combinavam perfeitamente. O funcionário transferiu $243.000 para o cibercriminoso antes de perceber seu erro.

Imagem criada por Allex Ferreira & Midjourney

Deepfakes e o Sistema Legal

O desafio de usar provas de vídeo em tribunal na era dos deepfakes é significativo. Isso levanta questões sobre a validade das provas de vídeo em tribunal, pois se torna cada vez mais difícil distinguir entre o real e o falso.

 

As leis e regulamentos atuais sobre deepfakes variam amplamente. Alguns estados nos EUA, como Virgínia, Texas e Califórnia, têm regulamentos contra questões legais de deepfakes. A lei na Virgínia impõe penalidades criminais sobre a distribuição de pornografia deepfake não consensual, enquanto a lei no Texas proíbe a criação e distribuição de vídeos deepfake destinados a prejudicar candidatos a cargos públicos ou influenciar eleições.

 

As limitações das leis existentes no tratamento de deepfakes são evidentes. Por exemplo, a Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI) afirma que deepfakes podem causar problemas mais graves, como violação dos direitos humanos, direito à privacidade, direito à proteção de dados pessoais, etc. do que violações de direitos autorais. Portanto, de acordo com a OMPI, a principal preocupação aqui é se os direitos autorais devem mesmo ser concedidos à imagens deepfake, em vez de a quem os direitos autorais de um deepfake devem pertencer.

 

As implicações legais dos deepfakes ainda estão sendo exploradas, com alguns acadêmicos argumentando que as leis existentes são inadequadas para lidar com os desafios apresentados por esta tecnologia. À medida que os deepfakes se tornam mais sofisticados e difundidos, é provável que veremos mais respostas legais e regulatórias a este problema.

 

À medida que a tecnologia continua a evoluir, torna-se cada vez mais importante que as leis e regulamentos se adaptem para proteger os indivíduos e preservar a confiança no conteúdo digital. O surgimento dos deepfakes, portanto, não apenas apresenta um desafio significativo para a sociedade e o sistema jurídico, mas também abre um novo campo de discussão e reflexão sobre como lidar com as consequências dessa nova era de desinformação.

Este é um momento crucial na história da tecnologia e da sociedade. Estamos navegando por águas desconhecidas, onde a linha entre o real e o artificial está se tornando cada vez mais tênue. A necessidade de políticas eficazes e regulamentações robustas nunca foi tão urgente.

No entanto, além das respostas legais e regulatórias, é fundamental que a sociedade como um todo se envolva nessa discussão. Precisamos de uma conscientização pública mais ampla sobre os deepfakes e suas implicações, bem como de uma educação digital mais sólida para que as pessoas possam navegar com segurança neste novo cenário.

A era dos deepfakes pode ser um desafio, mas também é uma oportunidade para inovação, para o desenvolvimento de novas ferramentas e estratégias para garantir a autenticidade do conteúdo digital. A jornada à frente é incerta, mas com a colaboração entre legisladores, tecnólogos e a sociedade em geral, podemos enfrentar os desafios que os deepfakes apresentam e moldar um futuro digital que seja seguro, confiável e equitativo para todos.

 

Allex Ferreira, um artista visionário e fotógrafo, tem sido um pioneiro na intersecção de tecnologia e arte. Desde 2011, Allex tem explorado a tecnologia blockchain, sendo um dos primeiros adeptos do Bitcoin. Recentemente, voltou sua atenção para a inteligência artificial, integrando-a em seu trabalho artístico. Allex também contribui com escritos sobre blockchain, oferecendo uma perspectiva única sobre esta tecnologia revolucionária. Seja através da lente de uma câmera ou das últimas tendências tecnológicas, Allex sempre busca novas maneiras de unir tecnologia e arte.

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A união da arte e da IA: uma nova era de criatividade https://canalmynews.com.br/tecnologia/a-uniao-da-arte-e-da-ia-uma-nova-era-de-criatividade/ Thu, 20 Jul 2023 13:49:43 +0000 https://canalmynews.com.br/?p=38560 À medida que a tecnologia de IA continua a evoluir e desempenhar um papel maior no mundo da arte, considerações éticas devem ser abordadas.

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Arte e inteligência artificial (IA) podem parecer uma combinação improvável, mas sua relação está se fortalecendo a cada dia. Embora a tecnologia de IA possa acelerar o processo criativo, ela não pode substituir a criatividade e a perspectiva únicas dos artistas humanos. Neste artigo, explicarei como os artistas estão utilizando a IA para aprimorar seu processo criativo, as considerações éticas em torno da arte gerada por IA e o impacto que essa tecnologia está tendo no mundo da arte.

Os artistas sempre criaram arte com base em suas experiências e conhecimento. Eles se inspiram em outros artistas e combinam seus conhecimentos para criar algo único. A inteligência artificial (IA) é semelhante nesse sentido. Embora a IA possa analisar dados e gerar ideias rapidamente, ela ainda é baseada em entrada e conhecimento humano. Algoritmos de IA podem ajudar os artistas a superar bloqueios criativos e gerar ideias que eles não teriam pensado de outra forma. A IA também pode analisar o estilo de um artista e ajudá-lo a criar novas obras que são similares, mas únicas.

À medida que a tecnologia de IA continua a evoluir e desempenhar um papel maior no mundo da arte, considerações éticas devem ser abordadas. Uma dessas considerações é quem detém os direitos sobre a obra de arte gerada por IA. Na minha opinião, a pessoa que fornece a entrada para a IA deve ser proprietária dos direitos sobre a obra resultante, pois sem a entrada dela, a imagem não existiria. Além disso, uma vez que a arte é tornada pública, ela se torna parte do conhecimento geral e do patrimônio cultural que deve ser livremente acessível a todos.

Arte e IA

Imagem criada por Allex Ferreira & Midjourney

Vamos dar uma volta pelo passado e imaginar se o Rei do Rock and Roll, Elvis Presley, tivesse que desembolsar dinheiro pelo blues que inspirou sua carreira. É um cenário que faz a mente explodir e levanta algumas questões provocativas sobre o processo artístico. Elvis teria freado sua carreira musical devido ao alto custo dessas influências musicais? Ou ele teria cavado mais fundo em seus bolsos, forçando-o a se apresentar por horas em algum clube sujo apenas para manter as contas em dia?

Mas vamos encarar a realidade, a arte sempre foi inspirada pelo que veio antes dela e é difícil colocar um preço na inspiração. A ideia de pagar pela inspiração criativa pode potencialmente colocar um freio em todo o processo criativo. Afinal, a criatividade não deveria se tratar de enriquecer outra pessoa, mas sim de expressar-se e ultrapassar limites. Ao mesmo tempo, precisamos encontrar um equilíbrio entre proteger os direitos dos artistas e criar um ambiente que promova a criatividade e incentive a inovação.

A IA também está sendo usada como um meio para novas formas de arte. Alguns artistas estão criando instalações interativas que utilizam algoritmos de IA para responder ao ambiente ou às ações das pessoas. Isso cria uma experiência única e dinâmica para os espectadores e abre novas possibilidades para a arte.

“The idea is not to live forever, it is to create something that will”
Andy Warhol

“What is not art?”
Andy Warhol

Apesar dos meus diversos interesses, a fotografia sempre foi minha verdadeira vocação, e constantemente busco novas maneiras de aprimorar minha arte. Por isso, recentemente comecei a experimentar uma incrível ferramenta de IA chamada Midjourney.

Midjourney se tornou minha ferramenta principal para gerar imagens únicas que são criativas e inspiradoras. Com esta ferramenta, posso inserir minhas ideias em prompts e, em questão de segundos, a IA gera uma imagem que se alinha com minha visão. Embora ocorram erros ocasionais, a qualidade geral das imagens é impressionante, e estou constantemente surpreso com os resultados.

Arte e IA

Imagem criada por Allex Ferreira & Midjourney

Como fotógrafo, estou sempre procurando novas maneiras de levar minha criatividade ao limite. Midjourney abriu um mundo de novas possibilidades para mim, permitindo que eu explore novos estilos e técnicas que antes estavam fora de alcance. A capacidade de gerar imagens únicas de maneira rápida e fácil mudou o jogo para meu processo criativo, e estou ansioso para explorar todo o potencial desta incrível ferramenta.

Um dos meus experimentos recentes foi gerar uma imagem com o estilo de Sebastião Salgado como referência, pedindo à IA para produzir uma imagem com sua assinatura de cores. Os resultados foram impressionantes, e aqueles familiarizados com o trabalho de Salgado certamente reconheceriam sua influência na imagem gerada.

Arte e IA

Imagem criada por Allex Ferreira & Midjourney

Sempre fui fascinado pela ideia de capturar a beleza única das tribos africanas. No entanto, devido a vários obstáculos logísticos e financeiros, tem sido um desafio realizar esse sonho. É aí que Midjourney entra em cena. Usando essa incrível ferramenta de IA, posso inserir minhas ideias ou prompts e gerar uma imagem que corresponde de perto ao que eu imaginei. Embora não seja a mesma coisa que estar na África e fotografar as tribos pessoalmente, é o melhor que posso fazer.

Arte e IA

Imagem criada por Allex Ferreira & Midjourney

A arte e a inteligência artificial (IA) ainda estão explorando juntas o seu potencial. As possibilidades são infinitas e empolgantes à medida que mais artistas e pesquisadores experimentam a IA no processo criativo. Embora a IA possa oferecer novas oportunidades aos artistas e ajudá-los a superar bloqueios criativos, a perspectiva única dos artistas humanos sempre será insubstituível. À medida que a tecnologia de IA continua a evoluir e se tornar mais acessível, será interessante ver como os artistas incorporarão isso em suas práticas artísticas e como isso afetará a forma como criamos, visualizamos e entendemos a arte. A IA se tornará uma ferramenta que nos permitirá criar arte além da imaginação humana, ou será apenas uma ferramenta que nos ajuda no processo criativo? Somente o tempo dirá, mas as possibilidades são certamente emocionantes.

 

Allex Ferreira, um artista visionário e fotógrafo, tem sido um pioneiro na intersecção de tecnologia e arte. Desde 2011, Allex tem explorado a tecnologia blockchain, sendo um dos primeiros adeptos do Bitcoin. Recentemente, voltou sua atenção para a inteligência artificial, integrando-a em seu trabalho artístico. Allex também contribui com escritos sobre blockchain, oferecendo uma perspectiva única sobre esta tecnologia revolucionária. Seja através da lente de uma câmera ou das últimas tendências tecnológicas, Allex sempre busca novas maneiras de unir tecnologia e arte.

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