Arquivos Bolsa - Canal MyNews – Jornalismo Independente https://canalmynews.com.br/tag/bolsa/ Nosso papel como veículo de jornalismo é ampliar o debate, dar contexto e informação de qualidade para você tomar sempre a melhor decisão. MyNews, jornalismo independente. Mon, 21 Nov 2022 20:21:43 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.7.2 Investimento de pessoa física em renda variável cresce 35% https://canalmynews.com.br/economia/investimento-de-pessoa-fisica-em-renda-variavel-cresce-35/ Mon, 21 Nov 2022 20:21:43 +0000 https://canalmynews.com.br/?p=34692 Pesquisa da B3 é referente ao terceiro trimestre

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Levantamento da B3, bolsa de valores de São Paulo, mostra que o número de pessoas físicas que investem em renda variável cresceu 35% no terceiro trimestre de 2022 na comparação com igual período do ano passado, passando de 3,3 milhões em 2021 para 4,6 milhões neste ano. Na comparação com o segundo bimestre, houve um aumento de 200 mil investidores.

Renda variável são ativos em que o retorno financeiro não pode ser dimensionado no momento da aplicação. Ela pode variar positivamente ou negativamente, conforme as expectativas do mercado.

O estudo mostra que houve aumento nas negociações e no valor de todas as modalidades de investimento na bolsa. O número de investidores em produtos de renda fixa passou de 9,6 milhões para 12,6 milhões, o que reflete a alta da taxa Selic. O Tesouro Direto, por sua vez, é opção de investimento para cerca de 2,1 milhões de pessoas físicas, com alta de 25% no terceiro trimestre em relação a igual período de 2021.

Em nota, Felipe Paiva, diretor de Relacionamento com Clientes e Pessoa Física da B3, disse que os números mostram que o brasileiro tem buscado diversificação de investimentos para além da poupança. Segundo ele, isso demonstra o potencial desse segmento e explica “o saldo positivo e crescimento recorrente do número de pessoas físicas nos últimos anos”.

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A B3 fez um estudo complementar para avaliar o comportamento de investidores pessoa física em outubro, mês das eleições. O levantamento mostrou que houve crescimento no número de pessoas físicas, inclusive com aumento no volume negociado e na participação em custódia dos ativos. “O volume médio negociado por dia no mercado à vista de renda variável aumentou 18%, passando de R$ 7,8 bilhões para R$ 9,2 bilhões”, aponta o estudo.

Os dados mostram ainda que, entre as 106 mil pessoas que começaram a investir em renda variável no mês de setembro, 31% fizeram a primeira operação com valor de até R$ 40. Outros 29% fizeram investimentos com valores entre R$ 40 e R$ 200. “Isso reforça que mais brasileiros têm descoberto que é possível começar a investir em renda variável com tíquetes de entrada menores e têm buscado experimentar novas opções”, disse a B3.

As pessoas físicas representam 16% de todo o volume negociado no mercado à vista na bolsa de valores de São Paulo.

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Varejistas são destaque da Bolsa de Valores https://canalmynews.com.br/mynews-investe/varejistas-sao-destaque-bolsa-de-valores/ Thu, 07 Oct 2021 01:05:33 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/varejistas-sao-destaque-bolsa-de-valores/ Papéis de Americanas, Magazine Luiza e Via apresentaram as maiores altas do pregão da Bolsa de Valores

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O volume de vendas no varejo restrito teve queda de 3,1% em agosto, em relação a julho, na série de ajuste sazonal, de acordo com a Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), divulgada nesta quarta-feira (6) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

É a terceira maior perda da série histórica, atrás de abril de 2020 (-18,4%) e de dezembro de 2020 (-6,1%). No entanto, apesar do dado ter sido muito abaixo da projeção Refinitiv de alta de 0,7% na base mensal, foram as empresas varejistas que apresentaram as maiores altas no pregão da Bolsa de Valores, a B3, desta quarta (6).

Os papéis da Americanas subiram 7,31%, da Magazine Luiza 5,70%, e da Via 5,53% . A RUMO, companhia ferroviária e logística, cresceu 7,24%.

Ibovespa

O Ibovespa começou em queda, mas terminou o dia no azul, com uma leve alta de 0,09%. A recuperação do índice foi graças a Vale, que subiu 2,82% no pregão.

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Ações de empresas de tecnologia sofrem com quedas na Bolsa de Valores https://canalmynews.com.br/mynews-investe/acoes-empresas-tecnologia-sofrem-quedas-bolsa-de-valores/ Thu, 30 Sep 2021 18:02:03 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/acoes-empresas-tecnologia-sofrem-quedas-bolsa-de-valores/ Ações de empresas de tecnologia tiveram baixas entre 23% e 65%, influenciadas, entre outros fatores pela desaceleração econômica e pelo aumento da taxa de juros

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As ações de empresas de tecnologia estão em queda na Bolsa de Valores de São Paulo. Das dez empresas do setor que abriram capital em 2021, seis tiveram baixas significativas. Alguns papéis chegaram a cair mais de 60%, com um desempenho bem pior que o Ibovespa.

Um levantamento feito pelo jornal Valor Econômico mostra que os IPOs (ofertas públicas iniciais) de empresas de tecnologia captaram R$ 8,8 bilhões desde o começo do ano. Porém, enquanto o Ibovespa sofreu uma queda de 5,5% e 8,8%, seis empresas tiveram baixas entre 23% e 65%.

As maiores diferenças estão nas ações da Enjoei, plataforma de vendas on-line, e da Mobly, site de móveis e decoração.

As fraudes na tecnologia formam uma indústria bilionária que demanda atenção e atualização constantes
Desaceleração da economia e juros altos interferem no valor das ações das empresas de tecnologia/Foto: Unsplash

De acordo com uma análise feita pela Genial Investimentos, a desvalorização das ações de tecnologia está relacionada com vários fatores, sobretudo o aumento das taxas de juros. Isso porque, para estimar o valor justo de uma empresa hoje, desconta-se os fluxos de caixa futuros a uma taxa até o dia de hoje. Se há um aumento da taxa de juros, há um aumento da taxa de desconto dos fluxos. Com uma taxa de desconto maior, o valor justo da empresa fica menor.

Além disso, a alta de juros também impulsiona o investidor para a renda fixa, ou seja, as ações deixam de ser tão atraentes, afinal, o risco de perder dinheiro é maior.  

Desaceleração econômica interfere na valorização das ações das empresas

Outro ponto levantado pela Genial é que estamos em um cenário de desaceleração econômica, que interfere negativamente no resultado das empresas e gera uma expectativa de menor crescimento, que é precificada nos ativos.

Já o CIO (Chief Information Officer) da Indossuez, Fábio Passos, aponta outros dois motivos para a queda das ações de empresas de tecnologia. Um deles é que o setor teve um boom de demanda no ano passado, mas que não se garantiu no segundo semestre desse ano.

“É razoável imaginar que se você tem um momento tão positivo, você tem uma demanda mais alta e é mais fácil levantar dinheiro para essas empresas, por isso tanta empresa foi ao mercado. Mas algumas empresas que foram ao mercado não estavam tão estruturadas, com modelos de negócios tão sustentáveis a longo prazo. No primeiro momento, quando você tem um mood mais positivo está ok, mas em um cenário mais difícil, quando se tem um Ibovespa mais instável ou retomada da renda fixa, esses questionamentos ficam mais fortes”, disse.

Passos ainda destaca a baixa liquidez dos papéis dessas empresas. “Muitos investidores Pessoa Física entraram nesses IPOs, mas também teve muitos investidores institucionais que ancoraram essas emissões. Então, esses papéis não têm liquidez tão grande e essas empresas têm o seu passivo ou fluxo de caixa concentrado em poucos investidores. Em algum momento, se algum deles começa a sair, acaba pesando no preço”, complementa.

Veja a íntegra do MyNews Investe desta quinta (30) e fique por dentro das principais informações sobre investimentos e economia. No Canal MyNews

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Bluefit, Raízen e as estreantes na Bolsa: quais são as oportunidades nos IPOs? https://canalmynews.com.br/mynews-investe/estreantes-bolsa-oportunidades-ipos/ Tue, 03 Aug 2021 23:54:38 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/estreantes-bolsa-oportunidades-ipos/ Gestor de Renda Variável da Eleven fala sobre cuidados e oportunidades nas estreias de empresas na Bolsa de Valores

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O primeiro semestre de 2021 começou movimentado com a chegada de empresas estreantes na Bolsa de Valores brasileira. Até julho, a B3 tinha contabilizado 39 IPOs, sigla em inglês para oferta pública de ações, quando uma empresa abre seu capital e emite ações. O número já supera todas as operações realizadas em 2020 e deve continuar avançando ao longo dos próximos meses.

No radar, as estreantes na Bolsa têm um universo de quase 4 milhões de investidores pessoas físicas. A expectativa é que o ano de 2021 termine com 80 a 100 ofertas públicas iniciais de ações, segundo Carlos Daltozo, co-head de Renda Variável da Eleven. “O Ibovespa [principal índice da Bolsa] ainda tem uma variedade limitada de opções. Até para acomodar os recursos das pessoas que estão entrando na Bolsa é interessante que novas companhias venham ao mercado para buscar financiar seu ciclo de crescimento”, avalia ele, em entrevista ao MyNews Investe.

“A gente vê algumas oportunidades interessantes: a Multilaser, a SmartFit e a própria Bluefit, que protocolou o seu IPO, uma concorrente [da SmartFit]”, diz ele. No caso da Multilaser, a oferta inicial de ações da empresa de produtos eletrônicos movimentou R$ 2,2 bilhões, com estreia no dia 20 de julho.

No caso da SmarFit, maior rede de academias da América Latina, a operação levantou R$ 2,3 bilhões, com estreia no mercado que aconteceu em julho. Quase um mês depois, a rival Bluefit – segunda maior rede de academias de baixo custo do país, anunciou a realização de sua oferta pública de ações, coordenada pela XP Investimentos. O IPO da rede deve acontecer entre outubro e novembro.

Daltozo destaca ainda o peso do setor de tecnologia entre as novas na Bolsa de Valores, além da Multilaser. Desde o início de 2020, 13 ofertas iniciais de companhias do setor foram feitas. Entre elas estão Locaweb, TC, Clear Sales e, mais recentemente, a GetNinjas.

Veja a íntegra do MyNews Investe no Canal MyNews. O programa tem apresentação de Juliana Causin e vai ao ar de segunda à sexta, a partir do meio-dia

“Nós tivemos um boom de empresas de tecnologia entrando na Bolsa no início do ano, com algumas subindo 100% no primeiro dia de negociação”, afirma ele. Daltozo alerta, no entanto, que é preciso ter cautela com os movimentos de euforia. “Às vezes muita gente fala de um IPO porque uma empresa do mesmo setor teve uma valorização expressiva no primeiro dia. Mas isso não significa que a outra vai ter também”, diz.

Para agosto, o mercado acompanha de perto aquele que deve ser um dos maiores IPOs da bolsa no ano, o da Raízen, gigante dos combustíveis e uma das maiores produtoras de cana-de-açúcar e etanol do mundo. “É uma empresa integrada de energia, que foca num futuro verde”, diz Daltozo.  A empresa encerrou na segunda-feira (2) o período de reserva de ações, quando os investidores compram os papéis da companhia a partir da oferta mínima estabelecida pela empresa – no caso da Ráizen (RAIZ4), de R$ 3 mil.


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Thiago Nigro: “Uma coisa que todas as crises têm em comum é que elas são sempre inesperadas” https://canalmynews.com.br/economia/thiago-nigro-uma-coisa-que-todas-as-crises-tem-em-comum-e-que-elas-sao-sempre-inesperadas/ Mon, 22 Mar 2021 18:09:53 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/thiago-nigro-uma-coisa-que-todas-as-crises-tem-em-comum-e-que-elas-sao-sempre-inesperadas/ Fundador do Grupo Primo e do O Primo Rico fala sobre risco de bolha na Bolsa em meio a excesso de liquidez no mercado.

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Enquanto a pandemia se agrava, o desemprego avança e a inflação sobe, a Bolsa de Valores brasileira segue em níveis próximos aos anteriores à crise da covid-19. Nesta sexta-feira (19), o Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo, encerrou o dia a 116 mil pontos. Em fevereiro, antes da chegada do coronavírus, o índice operava aos 114 mil pontos.

Em entrevista ao Dinheiro Na Conta, Thiago Nigro, fundador do Grupo Primo e do canal O Primo Rico, avalia que muitas ações no Brasil “estão caras mesmo”. Ele explica que o movimento acontece com a conjunção de um cenário com juros baixos e excesso de liquidez.

Por um lado, a gente tem muita coisa cara no Brasil mesmo, inclusive na Bolsa. Só que o contraponto disso é qual? Tem um excesso de liquidez e uma taxa de juros baixa”, afirma. “Esse excesso de liquidez acaba fazendo a bolsa subir, é uma questão de fluxo”. 

Na última terça-feira (16), Jeremy Grantham, o confundador da gestora americana GMO, afirmou em entrevista ao jornal Valor Econômico que o pacote de auxílio do presidente americano Joe Biden “era tão grande que possibilitaria que as bolhas continuassem mais longe e ainda mais para cima” no mercado americano. Grantham ficou famoso nos Estados Unidos por alertar sobre o risco de bolhas no mercado acionário no início dos anos 2000 e na crise do subprime, em 2008.

Sobre o risco de uma bolha no mercado brasileiro, Thiago avalia que apesar de parte das ações de empresas no Brasil estarem caras, é impossível prever o futuro: “uma coisa que todas as crises têm em comum é que elas são sempre inesperadas”.

Nigro cita ainda um dos ensinamentos de Ray Dalio, americano que é gestor e fundador da Bridgewater Associates, maior gestora de hedge funds no mundo: “Quem tenta prever o futuro através de uma bola de cristal, está fadado a comer caco de vidro”. 

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