Arquivos consumo - Canal MyNews – Jornalismo Independente https://canalmynews.com.br/tag/consumo/ Nosso papel como veículo de jornalismo é ampliar o debate, dar contexto e informação de qualidade para você tomar sempre a melhor decisão. MyNews, jornalismo independente. Tue, 22 Oct 2024 22:49:01 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.7.2 Ministério da Agricultura suspende 12 marcas de azeite por oferecerem risco à saúde https://canalmynews.com.br/noticias/ministerio-da-agricultura-suspende-12-marcas-de-azeite-por-oferecerem-risco-a-saude/ Tue, 22 Oct 2024 19:47:44 +0000 https://localhost:8000/?p=47822 Segundo órgão do Executivo, produtos não atendem aos padrões de qualidade e oferecem risco à saúde, por isso foram considerados impróprios para consumo

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O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) divulgou um alerta de risco para o uso de 12 marcas de azeite de oliva que, segundo a pasta, não atendem aos padrões de qualidade, sendo, portanto, consideradas impróprias para o consumo.

As 12 marcas foram desclassificadas por fraude, após os testes realizados no Laboratório Federal de Defesa Agropecuária detectarem a presença de outros óleos vegetais, não identificados, na composição do produto.

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Segundo o Mapa, a contaminação dos azeites comercializados pelas 12 marcas compromete a qualidade dos produtos e oferece risco à saúde dos consumidores, dada a falta de informações sobre a procedência dos óleos detectados.

As doze marcas desclassificadas por fraudar seus produtos são a Grego Santorini; La Ventosa; Alonso; Quintas D’Oliveira; Olivas Del Tango; Vila Real; Quinta de Aveiro; Vincenzo; Don Alejandro; Almazara; Escarpas das Oliveiras e Garcia Torres.

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Parte das empresas responsáveis por essas marcas no Brasil estão com CNPJ suspensos ou baixados pela Receita Federal, o que, segundo o Mapa, reforça a suspeita de fraude.

“Consumidores que adquiriram essas marcas devem interromper o uso imediatamente e buscar a substituição, conforme previsto no Código de Defesa do Consumidor. Já as denúncias sobre a venda de produtos fraudulentos podem ser feitas por meio do canal oficial Fala.BR, com a indicação do local de compra.

A comercialização desses produtos configura uma infração grave e os estabelecimentos que continuarem a vendê-los poderão ser responsabilizados.

Veja abaixo a lista com marcas e lotes:

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Como obrigar o cérebro a poupar para a aposentadoria https://canalmynews.com.br/mynews-previdencia/como-obrigar-o-cerebro-a-poupar-para-a-aposentadoria/ Thu, 06 Jul 2023 15:57:46 +0000 https://canalmynews.com.br/?p=38375 Vera Rita Ferreira, psicanalista, doutora em psicologia econômica e presidente da IAREP

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“É muito difícil guardar dinheiro para a aposentadoria porque as pessoas gostam mesmo é de gastar o dinheiro com as necessidades imediatas: um presente, um passeio, um bom restaurante”, diz Vera Rita Ferreira em entrevista ao My News Vida & Previdência. Vera Rita é especialista em psicologia econômica e psicanalista, além de presidente da IAREP (International Association for Research in Economic Psychology.

“É muito difícil abrir mão de uma parte da renda mensal para algo que será recebido só lá na frente, principalmente, porque não ganhamos o suficiente para fazer tudo o que desejamos no presente, explica Vera Rita Ferreira para a jornalista Mara Luquet.

Para a especialista, quando a pessoa tem dinheiro na mão, ela quer satisfazer as necessidades e desejos do momento.

De acordo com a expert em economia e mente humana, ao longo da evolução humana, o cérebro não acompanhou o desenvolvimento tecnológico na área de saúde e longevidade. Hoje, muitas pessoas superam os 100 anos.

Além da extensa longevidade, há outro agravante: o cérebro não reconhece quando nós guardamos dinheiro para nós mesmos. “O cérebro decodifica o ato de poupar para o futuro como dar dinheiro a um estranho no meio da rua”, diz a especialista em psicologia econômica.

Segundo Vera Rita, uma arma secreta para quem não consegue guardar dinheiro para o futuro é programar aplicações de forma automática. Ou seja, uma parte migra para algum fundo de investimento antes de ficar disponível na conta corrente da pessoa.

Assista a entrevista da Vera Rita, com outras dicas de poupança para a aposentadoria, aqui no Canal My News:


 

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Ministro descarta aumento no preço da carne após caso de vaca louca https://canalmynews.com.br/economia/ministro-descarta-aumento-de-preco-da-carne-apos-caso-de-vaca-louca/ Fri, 24 Feb 2023 12:34:40 +0000 https://canalmynews.com.br/?p=36093 Fávaro informou que o resultado do teste das amostras enviadas ao exterior sairá até a metade da próxima semana

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Os preços da carne não serão alterados por causa da descoberta do caso de vaca louca no Pará, garantiu nesta quinta-feira (23) o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro. Em entrevista exclusiva à Agência Brasil, ele desmentiu boatos propagados pelas redes sociais de que a doença ajudaria o governo a manipular o mercado do alimento.

“Em hipótese alguma, faríamos qualquer tipo de manipulação de mercado para afetar nossas relações internacionais com a China, em detrimento de querer abaixar por alguns dias o preço da nossa carne [por meio do aumento da oferta interna]. O Brasil é um país de princípios, que respeita o mercado, que garante credibilidade nas suas relações e nunca participaria de nenhum tipo de ação como essa”, declarou o ministro.

Dizendo que fake news devem ser combatidas, o ministro atribuiu os boatos à oposição e reiterou que o governo está conduzindo o processo com transparência e credibilidade. “Esse é um discurso, uma retórica bolsonarista, de quem não quer o bem do Brasil, de quem gosta de plantar fake news. Peço à população. O Brasil é um país eficiente, moderno, transparente, com regras claras. Não acreditem em mentiras. Não acreditem em fake news”, pediu Fávaro.

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O ministro também descartou qualquer risco para o consumidor brasileiro. Embora o consumo de carne de animais idosos seja permitido no mercado interno, Fávaro ressaltou que a Vigilância Sanitária do Ministério da Agricultura é eficaz e monitora a qualidade da carne consumida no país. “O consumidor brasileiro pode ter certeza. Nosso sistema [de vigilância sanitária] é eficiente. Temos segurança de que não há risco nenhum de contaminação”, declarou.

Resultados do teste
Fávaro informou que o resultado do teste das amostras enviadas ao exterior sairá até metade da próxima semana. O ministro admitiu que haverá um pequeno atraso porque ontem (22), dia em que o material chegou ao Canadá, também era feriado no país da América do Norte. Segundo ele, o governo está num procedimento final de desembaraçar (liberar) a amostra na alfândega canadense, para que ela possa chegar ao laboratório até domingo (26).

“Estamos trabalhando nossa diplomacia, nossos contatos para que o laboratório [canadense] dê atenção especial e agilidade, o que deve acontecer em dois ou três dias a partir do momento em que a amostra está lá. Aí nós teremos o resultado. Imediatamente, a informação será disponibilizada ao mercado”, disse.

Embora a doença tenha sido confirmada pelos laboratórios brasileiros, o exame no Canadá, mais sofisticado, informará se o caso era atípico (gerado espontaneamente na natureza, sem transmissão) ou clássico (transmitido entre animais por ingestão de ração contaminada). Fávaro explicou que a propriedade em Marabá (PA), onde foi detectada a doença, poderá voltar a comercializar o gado bovino assim que sair a confirmação do caso atípico, e reiterou que a carcaça do animal foi incinerada, sem contato com o restante do rebanho.

“É importante ressaltar que o Brasil até hoje só teve casos atípicos da doença. O animal não comia ração, só foi criado em pasto numa pequena propriedade e já era considerado idoso, com 9 anos. Não há sintomas em nenhum outro animal de rebanho que conviveu com ele. Tudo isso indica que [o caso de vaca louca] é uma evolução natural da degeneração de células [do sistema nervoso] que alguns indivíduos apresentam. Por isso, a expectativa é que deva ser considerado mais um caso atípico”, declarou.

China
Na última vez em que foram confirmados casos da vaca louca no Brasil, em 2021, as exportações para a China ficaram suspensas por cerca de 100 dias, de setembro a dezembro daquele ano. Apesar de reconhecer que a suspensão trará prejuízos para a balança comercial brasileira, o ministro disse esperar que o processo seja breve.

“Já houve casos em que a exportação [à China] ficou suspensa por 13 dias. A palavra de ordem do presidente Lula, que não seria diferente por parte do ministério, é transparência total na informação, agilidade, cumprir os protocolos. Isso é fundamental para ter credibilidade, e estamos fazendo isso imediatamente a partir da suspeita”, disse. O protocolo de suspensão das exportações à China está em vigor desde 2015.

Hoje pela manhã, Fávaro reuniu-se com o embaixador da China no Brasil, Zhu Qingqiao, para prestar todos os esclarecimentos. O ministro disse ter tido boa receptividade da parte do governo chinês.

“Estive conversando hoje com o embaixador chinês. Comunicamos o tema e coloquei à disposição os nossos secretários de Relações Internacionais e de Defesa para irem pessoalmente à China. Obtivemos como resposta do governo chinês que não há necessidade. Que eles estão satisfeitos com a forma com que o processo está sendo conduzido. Isso é um indício muito claro que essa suspensão não deve durar muitos dias”, comentou Fávaro.

A confirmação do caso de vaca louca ocorreu num momento em que as exportações de carne bovina para a China estavam em alta. Em janeiro, as exportações cresceram 7% na receita e 17% no volume em relação ao mesmo mês de 2022, totalizando US$ 851,2 milhões e 183.817 toneladas, tanto em carne in natura como congelada. As vendas para a China corresponderam a 57% do total, com receita US$ 485,3 milhões e 100.164 toneladas exportadas.

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Consumo nos lares cresce 3,02% até outubro, maior patamar do ano https://canalmynews.com.br/economia/consumo-nos-lares-cresce-302-ate-outubro-maior-patamar-do-ano/ Thu, 08 Dec 2022 20:04:08 +0000 https://canalmynews.com.br/?p=34847 Na comparação com outubro de 2021, o índice apresentou alta de 8,10%.

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O Consumo nos Lares Brasileiros, medido pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras), encerrou o mês de outubro com alta de 6,27% ante setembro. No ano, o consumo nos lares acumula alta de 3,02%, sendo a maior alta do consumo no ano, aproximando o indicador do crescimento acumulado durante todo o ano passado, de 3,04%. Na comparação com outubro de 2021, o índice apresentou alta de 8,10%.

O resultado contempla os formatos de loja atacarejo, supermercado convencional, loja de vizinhança, hipermercado, minimercado e e-commerce. Todos os indicadores são deflacionados pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), medido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Segundo a Abras, o pagamento antecipado de benefícios sociais para a segunda e terceira semanas de outubro contribuiu para o aumento do consumo. A antecipação beneficiou 21,13 milhões de famílias com o repasse de R$ 12,8 bilhões.

“É notável o quanto o aumento no valor do Auxílio Brasil e a inclusão constante de beneficiários em condições de vulnerabilidade social expandiram o consumo de alimentos neste segundo semestre e, de forma mais expressiva, em outubro”, disse o vice-presidente Institucional da Abras, Marcio Milan.

De acordo com os dados da Abras, o valor da cesta composta exclusivamente por alimentos registrou queda de 0,98%. Entre os produtos que apresentaram recuo nos preços estão leite longa vida (6,28%), feijão (3.39%), óleo de soja (0,94%), café moído (0,44%), carne bovina – traseiro (0,41%), açúcar (0.35%), queijo (0,17%). A queda ocorreu em todas as cinco regiões do país. Na média nacional, o preço da cesta passou R$ 319,57 em outubro para R$ 316,45 em novembro.

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Já a cesta com 35 produtos de largo consumo (alimentos, bebidas, carnes, produtos de limpeza, itens de higiene e beleza) apresentou alta de 0,42%, puxada por tomate (17,79%), cebola (13,79%), batata (8,99%) e farinha de mandioca (5,69%). Na categoria de higiene e beleza, os produtos com maior variação nos preços foram sabonete (0,92%), xampu (1,05%), creme dental (0,56%) e papel higiênico (0,68%). Na cesta de limpeza, as altas foram puxadas por sabão em pó (2,32%), detergente líquido para louças (0,42%) e desinfetante (0,41%).

Com a variação registrada em novembro, o preço médio da cesta nacional passou de R$ 743,75 em outubro para R$ 746,85 em novembro. No acumulado em 12 meses, a alta é de 6,47%.

Na análise regional, a menor variação foi registrada na região Sul, de menos 0,46%, seguida por Centro-Oeste (0,08%), Nordeste (0,26%), Sudeste (0,61%) e Norte (0,76%).

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CNI: preocupação com meio ambiente se reflete em hábitos de consumo https://canalmynews.com.br/meio-ambiente/cni-preocupacao-com-meio-ambiente-se-reflete-em-habitos-de-consumo/ Fri, 18 Nov 2022 19:48:42 +0000 https://canalmynews.com.br/?p=34681 74% dos brasileiros se dizem “consumidores ambientalmente conscientes”

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Levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostra que 74% dos brasileiros se dizem “consumidores ambientalmente conscientes”. Das pouco mais de 2 mil pessoas ouvidas, 30% dizem que sempre adotam esse hábito e 44% afirmam que às vezes o fazem.

A pesquisa Retratos da Sociedade: Hábitos Sustentáveis e Consumo Consciente, divulgada hoje (18) pela CNI, mostra também uma percepção diferenciada dos entrevistados com relação às pessoas que residem em seu estado. Para eles, apenas 32% da população do estado adotam hábitos ambientalmente sustentáveis, sendo que 7% adotariam esse hábito sempre.

Marcas que se associam a práticas sustentáveis costumam ser bem-vistas pelos consumidores. O levantamento observa crescente preocupação das pessoas com o meio ambiente quando vão às compras.

“A forma como são produzidos os bens que consomem tem influenciado a escolha por marcas que adotam práticas mais sustentáveis”, detalha a pesquisa, tendo por base o fato de que “metade dos consumidores verifica se o produto foi produzido de forma ambientalmente sustentável, sendo 24% sempre e 26% na maioria das vezes”.

Em 2019, levantamento similar indicava que apenas 19% diziam verificar sempre essa informação, enquanto 19% o faziam às vezes.

Produtos orgânicos
O consumo de produtos orgânicos (sem agrotóxicos ou fertilizantes químicos) é mais percebido entre as pessoas de maior renda. Segundo a pesquisa, 38% dos entrevistados estão dispostos a pagar mais por produtos desse tipo. Em 2019, o percentual era de 36%.

“Entre aqueles com renda acima de cinco salários mínimos, 53% compram esse tipo de alimento mesmo custando mais, enquanto na faixa que ganha até um salário mínimo o percentual cai para 28%”, diz a pesquisa.

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As faixas de maior renda também consomem produtos que adotam procedimentos que causam menos sofrimento a animais. Segundo a CNI, 38% dos entrevistados disseram estar dispostos a gastar mais em relação a produtos similares que não adotam práticas nocivas aos animais. Em 2019, eram 37% dos entrevistados.

A pesquisa revela, no entanto, dificuldades para encontrar produtos ambientalmente sustentáveis nas prateleiras, mesmo com a crescente procura pelos produtos. Essa é a percepção de dois terços dos entrevistados, enquanto 26% dizem ter acesso com facilidade a eles.

Reciclagem
De acordo com a pesquisa, é crescente a parcela da população que recicla materiais. “Praticamente sete em cada dez brasileiros (69%) costumam separar materiais para reciclagem – 31% afirmam que não o fazem”.

A parcela de entrevistados que destinam materiais para reciclagem é maior do que a registrada em pesquisas anteriores (55% dos entrevistados em 2019; 47% em 2013). O material que é mais separado para reprocessamento é o plástico (garrafas pet, por exemplo), citado por 76% dos entrevistados. Em segundo lugar está o alumínio, com 56%, seguido de papel/papelão/jornal (53%) e vidro (47%).

“Em relação às edições anteriores, houve queda sensível na parcela da população que mistura o lixo eletrônico com o restante dos resíduos. Em 2013, 21% das pessoas ouvidas disseram que não faziam essa separação, caindo para 12% em 2019 e para 9% em 2022”.

A pesquisa identificou também os motivos que dificultam a cultura da reciclagem. Em primeiro lugar, citados por 32% dos entrevistados, estão a falta de costume e o esquecimento de separar. Em segundo, lembrado por 18%, está a falta de coleta seletiva na rua, bairro ou cidade.

Desperdício
Sete em cada dez brasileiros dizem “sempre evitar” desperdício de água, enquanto 20% afirmam fazer isso “a maioria das vezes”. O levantamento indica ainda que 53% dizem que reaproveitar água é “hábito frequente”. Para 20%, essa prática é adotada “às vezes”.

Entre os ouvidos pela pesquisa, 73% afirmam “sempre evitar o desperdício de alimentos”, enquanto 16% adotam a prática “na maioria das vezes”.

Com relação a gastos desnecessários de energia, 65% dizem sempre adotar medidas para evitar o desperdício e 21% afirmam ser essa uma prática à qual recorrem na maioria das vezes. A reutilização de embalagens de produtos é outra prática comum: 46% dizem sempre reaproveitar, enquanto 22% fazem às vezes.

A pesquisa Retratos da Sociedade: Hábitos Sustentáveis e Consumo Consciente entrevistou, entre 8 e 12 de outubro, 2.019 pessoas com idade a partir de 16 anos nas 27 unidades federativas. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, com intervalo de confiança de 95%.

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CNC: intenção de consumo das famílias cresce 1,4% em setembro https://canalmynews.com.br/economia/cnc-intencao-de-consumo-das-familias-cresce-14-em-setembro/ Thu, 22 Sep 2022 17:28:27 +0000 https://canalmynews.com.br/?p=33885 Pesquisa destaca melhora na percepção da renda atual

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O indicador antecedente Intenção de Consumo das Famílias (ICF) subiu 1,4% em setembro, alcançando 84,4 pontos, seguindo a tendência de alta iniciada em janeiro deste ano. O patamar supera em 16,5% o resultado de setembro do ano passado. Os dados foram divulgados hoje (22) pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

De acordo com a CNC, o aumento foi influenciado pela melhora do mercado de trabalho. “Com efeito, os indicadores de Emprego Atual e de Perspectiva Profissional permaneceram como os únicos nos quais todas as famílias se demonstram satisfeitas”, ressalta a entidade.

A Perspectiva Profissional subiu 1,4% em setembro, para 103,4 pontos, após a queda de 0,3% registrada em agosto. Na comparação anual, a alta é de 25,3%. Os dados apontam que 47,1% dos entrevistados disseram estar com uma perspectiva positiva para o emprego nos próximos 6 meses.

O segundo componente de maior influência no ICF no mês foi a avaliação da Renda Atual, com alta de 2,1%, para 99,1 pontos. Na comparação com setembro de 2021, o componente subiu 25,6%.

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“Contribuíram para isso o aumento do valor do Auxílio Brasil e a recuperação de parte do poder de compra decorrente da deflações de julho e agosto. Para as famílias com renda abaixo de dez salários mínimos, a alta foi inclusive mais expressiva (2,2%), o que corrobora a influência dos programas de renda”, explica a CNC.

A Perspectiva de Consumo nos próximos meses subiu 1,2% na passagem de agosto para setembro e 7,8% na comparação anual. Segundo a entidade, o componente foi favorecido por “avanços nas condições de consumo, com renda, inflação e mercado de trabalho mais favoráveis”.

Porém, a CNC destaca que, por causa do suporte financeiro para as famílias de baixa renda ser temporário, a Perspectiva de Consumo cresceu influenciada pelas famílias com renda acima de dez salários mínimos.

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PIB cai 0,1% no 2º trimestre: por que a economia perdeu o fôlego? https://canalmynews.com.br/economia/pib-cai-2o-trimestre-por-que-economia-perdeu-folego/ Wed, 01 Sep 2021 23:24:11 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/pib-cai-2o-trimestre-por-que-economia-perdeu-folego/ Resultado do PIB ficou abaixo das expectativas. Consumo das famílias estagnado e queda da indústria e do agronegócio pesaram

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O IBGE divulgou nesta terça-feira (1º) o resultado do PIB (Produto Interno Bruto) do país para o 2º trimestre de 2021. A queda foi 0,1% em relação aos três meses anteriores, interrompendo a sequência de três trimestres de recuperação da economia brasileira. O resultado mostra também a perda de fôlego da economia, que no primeiro trimestre do ano cresceu 1,2%.

Segundo o IBGE, a queda de 0,1% é considerada de estabilidade. Entre o mercado financeiro, os analistas projetam um resultado melhor para o período, de alta de 0,2%. A retração entre os meses de abril e junho veio como resultado principalmente da queda da agropecuária, de 2,8%. A indústria apresentou recuo de 0,2% e o setor de serviços teve leve recuperação, com avanço 0,7%.

O ministro da Economia, Paulo Guedes
O ministro da Economia, Paulo Guedes, atribuiu queda do PIB aos efeitos da pandemia do novo coronavírus (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Segundo o ministro da Economia, Paulo Guedes, o resultado foi reflexo do período mais “trágico” da pandemia, o que fez com que o desempenho econômico andasse de lado. “Foi o trimestre mais trágico, quando a pandemia abateu mais brasileiros, foi abril, maio e junho deste ano, com a segunda onda. Foi justamente quando entrou de novo o auxílio emergencial, a expansão dos programas de assistência”, disse o ministro.

“Nós mantivemos a responsabilidade fiscal de um lado e o compromisso da saúde dos brasileiros de outro lado”, acrescentou o ministro, em um almoço nesta terça-feira. Apesar do resultado, Guedes defendeu que a economia brasileira “voltou em V” e que o país “está crescendo novamente”.

Crise hídrica prejudica PIB, pois afeta setor agropecuário

Em entrevista ao MyNews Investe, o economista-chefe da Órama, Alexandre Espírito Santo, explica que a perda no setor agropecuário, que vinha apresentando resultados positivos nos trimestres anteriores, já é demonstrativa dos efeitos da crise hídrica no setor produtivo.

“O agronegócio infelizmente é muito sensível. O grande problema dessa falta de chuva é você ter, além do preço de energia e do efeito sob atividade, o impacto sobre o agronegócio, que precisa da água para irrigação”, acrescenta ele.

Do ponto de vista da demanda, o resultado do PIB mostrou também uma estagnação no consumo das famílias no período, apesar da melhora nas atividades de serviços, com o avanço da vacinação contra a covid-19. Segundo Espírito Santo, o consumo zero das famílias é reflexo principalmente do desemprego.

Essa é a avaliação feita também pela coordenadora de Contas Nacionais do IBGE, Rebeca Palis, na divulgação dos resultados. “Apesar dos programas de auxílio do governo, do aumento do crédito a pessoas físicas e da melhora no mercado de trabalho, a massa salarial real vem caindo, afetada negativamente pelo aumento da inflação. Os juros também começaram a subir. Isso impacta o consumo das famílias”, diz ela.

Outro ponto negativo para o resultado é o de investimentos, medido pela Formação Bruta de Capital Fixo, que teve queda de 3,6%. Para o economista da Órama, o movimento é resultado de um aperto das empresas em um cenário em que os custos inflacionários estão altos.

“O índice de preços ao atacado e ao produtor estão muito acima da inflação para o consumidor. O que isso mostra: os empresários estão tendo um aumento de custos, mas não estão conseguindo repassar esse aumento para o consumidor, então acabam achatando suas margens. Isso reflete nos investimentos porque se ele diminui sua margem, ele corta investimentos”, diz o economista.

Os custos também explicam a baixa da indústria, que tem sofrido também com a falta de insumos na cadeia produtiva. “A indústria de transformação é influenciada pelos efeitos da falta de insumos nas cadeias produtivas, como é o caso da indústria automotiva, que lida com a falta de componentes eletrônicos. É uma atividade que não está conseguindo atender a demanda. Já na atividade de energia elétrica houve aumento no custo de produção por conta da crise hídrica que fez aumentar o uso das termelétricas”, avaliou Rebeca Palis.

Diante do cenário, agravado pela crise hídrica, os economistas já têm piorado suas expectativas para o PIB em 2021 e 2022. “Nós estávamos trabalhando até ontem com previsão de PIB de 5,2% de para o ano de 2021. Nós revisamos para 5% de projeção de alta. Para 2022, nós já tínhamos revisado para baixo a projeção, para 1,8%, e infelizmente vamos precisar alterar também”, diz Espírito Santo.

Assista ao MyNews Investe, de segunda a sexta, a partir do meio-dia, no Canal MyNews

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Pornografia pode gerar “alteração a nível cerebral”, diz psiquiatra https://canalmynews.com.br/mais/pornografia-pode-gerar-alteracao-a-nivel-cerebral-diz-psiquiatra/ Thu, 11 Mar 2021 21:19:28 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/pornografia-pode-gerar-alteracao-a-nivel-cerebral-diz-psiquiatra/ Daniel Cordeiro destaca que existem semelhanças entre o vício em pornografia e a dependência química

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Expectativas irreais, insatisfação com o próprio corpo e efeitos neurológicos. O consumo de pornografia pode gerar graves afeitos adversos, afirma em entrevista ao Almoço do MyNews o psiquiatra Daniel Cordeiro.

Mestre em Psiquiatria pela Universidade de Londres, Cordeiro ressalta também que a educação sexual no Brasil é “muito pobre” e atravessada por tabus e questões religiosas. O especialista também destaca que papéis de gênero construídos desde a infância afetam a população.

Sobre a pornografia, Cordeiro avalia que existem duas maneiras de enxergar a questão: uma delas é ver a pornografia como algo que pode mostrar as possibilidades do corpo e novas formas de prazer, outra forma de encarar a questão é destacar a objetificação da mulher e a exibição de um tipo de sexo e de corpos irreais.

“Tem uma coisa muito ruim da pornografia atual que é muito parecida com a dependência química. A gente saí de uma droga mais simples e precisa de drogas mais fortes, intensas, isso é um caminho natural da dependência química, a gente saí do que seria a pornografia dos anos 1970, 1980, que seria mostrar o casal em um coito para o que a gente tem hoje, que é uma mulher e sete homens, violência”, avalia o psiquiatra.

Pesquisa realizada com a audiência do MyNews revelou que 23% disseram nunca consumir pornografia, 38% afirmaram consumir pornografia com frequência e outros 39% disseram consumir pornografia “de vez em quando”.

Ainda de acordo com Cordeiro, que é especialista em dependência química pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), a pornografia pode se tornar um vício, causar alterações no cérebro e aumentar a impulsividade de quem a consome.

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