Arquivos criptoativos - Canal MyNews – Jornalismo Independente https://canalmynews.com.br/tag/criptoativos/ Nosso papel como veículo de jornalismo é ampliar o debate, dar contexto e informação de qualidade para você tomar sempre a melhor decisão. MyNews, jornalismo independente. Sun, 19 Jun 2022 17:11:46 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.7.2 Sanções à Rússia podem impulsionar movimentações com criptomoedas https://canalmynews.com.br/economia/sancoes-internacionais-a-russia-podem-impulsionar-movimentacoes-com-criptomoedas/ Sat, 26 Feb 2022 18:51:52 +0000 https://canalmynews.com.br/?p=24794 Para escapar dos embargos comerciais, russos podem optar por realizar transações com ativos digitais, que operam fora da jurisdição das instituições financeiras tradicionais.

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Desde que a invasão russa à Ucrânia foi efetivada, governos de todo o mundo – ao menos as principais potências econômicas, com exceção da China – se posicionaram contrários à movimentação coordenada pelo presidente Vladimir Putin. Como medida de retaliação imediata, uma série de sanções internacionais foram impostas sobre a Rússia, organizadas principalmente pelos Estados Unidos.

Na quinta-feira (24), o ministro das Relações Exteriores da Ucrânia, Dmytro Kuleba, defendeu a exclusão da Rússia do Swift, sociedade que representa o sistema bancário global, utilizada por mais de 11 mil instituições financeiras para enviar ordens de pagamentos. Em seu perfil no Twitter, Kuleba afirmou que não seria diplomático quanto a essa questão, tendo em vista que “todos os que agora duvidam se a Rússia deve ser banida da SWIFT precisam entender que o sangue de homens, mulheres e crianças ucranianos inocentes também estará em suas mãos”.

Ao passo que a interdição russa ao sistema bancário vinha à tona no xadrez geopolítico, analistas do mercado financeiro passaram a questionar a necessidade da punição monetária, uma vez que a Rússia é um dos principais agentes, em escala global, do segmento de criptomoedas.

Moedas digitais como o Bitcoin se tornaram realidade no mundo globalizado que vivemos.

Moedas digitais como o Bitcoin se tornaram realidade no mundo globalizado. Foto: Reprodução (Pixabay)

As sanções provenientes dos EUA e da UE são estritamente dependentes das instituições financeiras tradicionais para que possam ser cumpridas – se uma companhia ou pessoa física, por exemplo, desejar realizar uma transação denominada em moedas tradicionais, como dólares ou euros, é responsabilidade do banco sinalizar e bloquear essas transferências. No entanto, como as moedas digitais operam fora do domínio do Swift e de bancos padrões, com transações registradas em um livro público conhecido como blockchain, as operações estão amplamente liberadas.

O Tesouro dos EUA já está bem inteirado desse impasse. Em um relatório publicado de outubro, as autoridades estadunidenses alertaram que os criptoativos “reduzem potencialmente a eficácia das sanções americanas” ao permitir que maus atores mantenham e transfiram fundos fora do sistema financeiro tradicional. “Estamos atentos ao risco de que, se não forem controlados, esses ativos digitais e sistemas de pagamentos possam prejudicar a eficácia de nossas sanções”, declarou parte do documento.

Em contrapartida, é preciso ressaltar que driblar as sanções internacionais utilizando moedas digitais é um empreendimento extremamente dificultoso. É difícil adquirir bens e produtos com criptomoedas, especialmente itens maiores, com grandes volumes. A título de exemplo: um exportador de alimentos no Mato Grosso aceitará criptomoedas que operam diariamente sob forte volatilidade ou optará pelo dólar estadunidense, considerado a moeda de reserva mundial?

Recurso de reserva

Guilherme Assis, co-founder e CEO da plataforma de gestão de investimentos Gorila, explica que a Rússia é, de fato, um player importante no segmento cripto, mas que isso não significa que a economia russa irá operar com base nesses ativos.

“A gente viu, depois da invasão, o Bitcoin caindo, as criptomoedas sofrendo, mas já tendo melhoras ao longo do dia… Podemos sim ver algum impacto, uma vez que a Rússia é um player relevante, mas tudo vai depender de como o conflito irá evoluir. Não acredito que a guerra irá derrubar o Bitcoin ou torná-lo um grande refúgio de curto prazo para o mundo; a tese toda de cripto vai seguir com um pouco mais de volatilidade do que vimos na quinta [dia da invasão]”, elucidou Assis.

A distância do comércio mais popular (afastado dos meios estritamente online) e a alta volatilidade são apenas alguns dos pontos que pesam na balança geopolítica da Rússia. Para Assis as criptomoedas não são um safe heaven, “como o ouro e os títulos do tesouro norte-americano”. “Logo depois da invasão, o ouro amanheceu subindo muito e as criptos, na contramão, caindo muito; e conforme os mercados foram se acalmando, o ouro foi voltando ao padrão. Então, não é uma corrida… Para o setor de criptos não há o denominado ‘flight to quality’. Na hora do aperto, os investidores vão para dólar e para ‘treasure’”, complementou.

Sob perspectivas de consolidação, o momento, no entanto, não deixa de ser crítico para os ativos digitais. O economista do TC Matrix Fabrício Silveira explica que muitos analistas e agentes do mercado projetam as criptos (sobretudo o Bitcoin) como um recurso de reserva: “Há uma expectativa sobre o Bitcoin de que ele seja uma reserva de valor. Mas, sobretudo pelo comportamento da cotação, as criptomoedas mostram uma volatilidade elevada… Esse momento vai ser um verdadeiro teste para provar o desempenho desse mercado. Dependendo de como esse conflito avançar – caso seja mais longo – precisaremos ficar atentos a como essas criptos vão se comportar, para justamente ver se elas vão servir como um substituto ao ouro, por exemplo”.

 

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Criptomoedas: mercado digital, riscos e oportunidades de investimentos https://canalmynews.com.br/mynews-investe/criptomoedas-mercado-digital-riscos-e-oportunidades-de-investimentos/ Fri, 21 Jan 2022 17:39:46 +0000 https://canalmynews.com.br/?p=23152 Há mais de 12 anos no mercado, as moedas digitais extrapolaram o universo online e se sustentam como uma interessante alternativa de investimento

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Talvez você não tenha se dado conta, mas já se vão mais de 12 anos desde que as criptomoedas estão por aí, encabeçadas pelo Bitcoin. Entre os que amam e os que odeiam essa alternativa de investimentos e até de compras em alguns países, as criptomoedas vêm se sustentando e passando pela prova do tempo como algo que realmente veio pra ficar.

Atualmente, há um valor de mercado nas moedas digitais próximo a US$ 2,1 trilhões, envolvendo cerca de 15 mil criptoativos. As operações com moedas digitais, particularmente os Bitcoins, aumentaram de forma exponencial nos últimos 12 meses. Nos EUA, dezenas de bilhões de dólares circulam praticamente livres pela criptoesfera, onde atua o blockchain, uma espécie de livro contábil compartilhado e imutável que facilita o processo de registro de transações bem como o rastreamento de ativos em criptos.

Mas o “mundo cripto” já existia muito antes de se tornar conhecido. Com avanço tecnológico, as moedas digitais se tornaram realidade no mundo globalizado que vivemos. A ideia de não ter mais intermediários nas negociações, principalmente governamentais, como no sistema tradicional, alimentou muitos os fãs da tecnologia, porém era algo ainda restrito a pessoas que tinham, além de acesso, conhecimento sobre esse mundo. Com o passar dos anos e a popularização da internet, a distância entre aquele mundo, frequentado apenas por nerds e distante do cidadão comum, vem diminuindo.

Alexandro Piske, especialista no mercado financeiro e um dos responsáveis pelo Cryptogroup

Alexandro Piske, especialista no mercado financeiro e um dos responsáveis pelo Cryptogroup. Foto: Reprodução (Arquivo)

Colaborou muito para isso o interesse dos Estados Unidos pelas criptomoedas. A maior economia do mundo estimulou a aceitação das moedas digitais em grandes países, em vez de tentar combater. O que era visto por muitos como uma terra sem lei, é hoje aceito em todo o mundo e já faz parte e influencia a vida de bilhões de pessoas.

Até mesmo ao investidor comum, que pouco conhece esse mercado, hoje há opções de investimento em criptomoedas no Brasil, desde fundos até alternativas em instituições financeiras e grupos de investidores independentes.

Mas há riscos que precisam ser considerados pelos investidores. Entrar para esse mundo hoje exige cuidados, além de conhecer as características das moedas digitais, evitando fraudes ou perdas inesperadas. O mercado de criptomoedas é extremamente volátil, como a renda variável tradicional.

Com pouco mais de 12 anos em vigor, ainda se discute a regulamentação do ecossistema, o que dá margem a golpes. Importante sempre buscar instituições conhecidas que oferecem esses investimentos.

Por outro lado, há algumas vantagens importantes, como a oportunidade de internacionalizar a carteira de investimentos, pois o mercado de cripto ocorre em dólar. Além disso, em relação ao patrimônio acionário global, o mercado de criptos ainda tem bom potencial de crescimento.

O sistema financeiro tradicional e o mundo cripto coexistem atualmente de forma independente, mas são cada vez mais parte um do outro. A maior prova de que os nerds estavam certos (talvez não pela extinção do mundo analógico, mas sim pela disrupção tecnológica) é justamente a crescente aceitação de fundos, gestores e grandes instituições frente principalmente ao Bitcoin. Portanto, é bom o investidor estar preparado para um futuro cada vez mais dominado pelas moedas digitais.

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Quem é Alexandro Piske?

Alexandro Piske é especialista no mercado financeiro e um dos responsáveis pelo Cryptogroup, lançado pelo grupo SST, que reúne mais de 100 mil investidores independentes.

 

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Golpes frequentes com criptomoedas dão má fama a ativo https://canalmynews.com.br/mynews-investe/golpes-frequentes-criptomoedas-dao-ma-fama-a-ativo/ Thu, 26 Aug 2021 23:37:13 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/golpes-frequentes-criptomoedas-dao-ma-fama-a-ativo/ Ney Pimenta, CEO da BitPreço, avalia que mercado atual está perdendo com golpes e dá dicas de como investir em criptomoedas

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Na última quarta-feira (25), a Polícia Federal (PF) realizou a Operação Kryptos, que investiga a suspeita de pirâmide financeira disfarçada de investimento em criptomoedas. A PF acredita que as fraudes podem ter movimentado bilhões de reais.

Um dos principais alvos da operação era Gaidson Acácio dos Santos, dono da empresa GAS Consultoria Bitcoin. Em sua casa, em um condomínio de luxo na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, a PF apreendeu R$ 13,8 milhões em espécie.

A promessa de Gaidson era de 10% ao mês em investimentos em bitcoins, mas segundo a força-tarefa a GAS nem reaplicava os aportes de criptomoedas dos investidores. Muitos dos clientes da consultoria de bitcoin eram de Cabo Frio, Região dos Lagos Fluminense, que recentemente ganhou o apelido de Novo Egito, por causa das pirâmides financeiras.

Além da GAS Consultoria Bitcoin, pelo menos dez empresas que oferecem investimentos com lucro alto e rápido na cidade são alvo de investigação. Ainda de acordo com a PF, a operação apreendeu R$ 150 milhões em criptoativos, que serão liquidados e ficarão à disposição da justiça, além de 21 veículos de luxo, relógios de alto padrão, joias, valores em moeda estrangeira e documentos.

O MyNews Investe falou com o CEO da BitPreço, Ney Pimenta, que disse que esse tipo de esquema que tem acontecido cada vez mais envolvendo criptoativos, principalmente as bitcoins, faz com que muitas pessoas achem que criptomoedas sempre estão atreladas a golpes.

“Isso é muito triste e no mercado de criptomoedas ele tem sido muito explorado, por conta dessa ilusão que se tem de gente que investiu em bitcoin e se tornou rico da noite para o dia – o que não é verdade mais. Esse desconhecimento da tecnologia é muito mais fácil para os golpistas fazerem um discurso de ‘deixa o dinheiro comigo que eu mexo e invisto para te deixar rico’. Atualmente, isso é péssimo para o nosso mercado de criptomoedas; o pessoal começa conectar criptomoedas com golpes, com coisas erradas” , argumenta o CEO da BitPreço.

Como o mercado de criptomoedas ainda não é regulado, isso facilita com que os golpes aconteçam. Para fugir desse risco, Ney Pimenta dá dicas de como investir de forma segura em criptoativos.

“Escolher uma corretora e verificar se ela já está há um tempo no mercado, se tem boas referências, tem sites de reclamações. Você pode verificar se a empresa tem trabalhado bem no mercado; evitar as menores, as muito pequenas. Eu sugeriria procurar bem, estudar as que estão há pelo menos uns dois ou três anos no mercado. É muito importante dar uma estudada para ver onde você vai aplicar e fazer suas compras de moedas”, alerta.


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Regulador americano quer mais poder sobre mercado de criptomoedas https://canalmynews.com.br/mynews-investe/regulador-americano-criptomoedas/ Fri, 06 Aug 2021 22:22:42 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/regulador-americano-criptomoedas/ Para chefe de órgão regulador americano, mercado de criptomoedas é “Velho Oeste” de fraudes e riscos para investidores

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Um “Velho Oeste” repleto de fraudes e riscos para investidores. Foi assim que o presidente da SEC, a Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos, Gary Gensler, definiu o mercado de criptomoedas, ao pedir que a agência tenha mais autoridade sobre o setor. Segundo ele, é preciso haver mais proteção para os investidores desse mercado “repleto de fraudes, golpes e abusos”.

Durante um fórum de segurança nos Estados Unidos, Gensler defendeu que o setor possa ser controlado ou regulamentado e pediu ajuda do Congresso Americano. “No momento, simplesmente não temos proteção suficiente para o investidor em criptomoeda”, disse ele, que é chefe do órgão de regulação dos mercados americanos. “Francamente, neste momento, é mais como o Velho Oeste”, acrescentou.

O chefe da SEC fez um apelo para que o Congresso dê ao órgão o poder de supervisão nas trocas de criptomoedas. Segundo ele “os tokens de ações, um token de valor estável lastreado em títulos, ou qualquer outro produto virtual” devem estar “sujeitos às leis de títulos”.

Quando criadas, as criptomoedas nasceram justamente com o intuito de serem moedas descentralizadas, sem o controle de um governo ou banco central, como acontece com as moedas tradicionais – dólar, real ou euro, por exemplo. O projeto, que começou o Bitcoin, indicava para um sistema que não se submetesse às regras de um país, mas sim dependesse de sua rede de pessoas investidoras.

Regulação de criptomoedas é vista como positiva para o mercado

Para o chefe da Comissão de Valores Mobiliários, a regulamentação é um caminho positivo para o mercado, além de necessário. “Se alguém quiser especular, essa é sua escolha, mas temos o papel de nação de proteger esses investidores contra fraudes ”, afirmou em entrevista recente à Bloomberg.

Em entrevista ao MyNews Investe, Rodrigo Batista, CEO da Digital.com, explica que o debate sobre a regulação do mercado de criptomoedas vem avançando nos últimos anos. “É uma discussão que já existe há alguns anos. Cada vez ela está mais aberta e mais pública. Antes era um debate que só as empresas eram convidadas a participar, em conversas a portas fechadas”, afirma ele, que foi fundador e é ex-socio do Mercado Bitcoin.

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Segundo  Batista, a questão tem avançado à medida que o mercado das criptomoedas cresce e se torna mais conhecido – tanto do público e investidores, quanto dos reguladores. Para ele, a regulação é um passo inevitável. “É um passo natural esse [da regulação]. Já existem conversas não só nos EUA, mas também no BIS [Banco de Compensações Internacionais], que a gente costuma falar que é o ‘Banco Central dos bancos centrais’”, diz.

Ele pondera que, para funcionar, essa regulação deve ser feita de forma que não impeça a inovação no setor. “A gente tem hoje a internet no formato dela justamente porque tivemos uma regulação tranquila no ambiente da internet, com incentivo à inovação. A gente espera que seja alguma coisa nessa linha”, avalia ele.


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Conheça ethereum, a segunda moeda em capitalização do mercado de criptoativos https://canalmynews.com.br/mynews-investe/conheca-ethereum-segunda-moeda-em-capitalizacao-do-mercado-de-criptoativos/ Fri, 06 Aug 2021 14:43:25 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/conheca-ethereum-segunda-moeda-em-capitalizacao-do-mercado-de-criptoativos/ Ethereum é uma criptomoeda que possibilita contratos inteligentes. Tecnologia é considerada por muitos uma evolução do bitcoin

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Sabemos que o mercado de criptomoedas é gigante e que o ativo mais conhecido é o bitcoin. Mas a ethereum, a segunda moeda em capitalização, está se destacando. Nos últimos dias, a moeda registrou altas que passaram dos 10%, aumentando seu valor de mercado.

Marco Castellari, CEO da Brasil Bitcoin, conversou com o Mynews Investe e comentou pontos importantes sobre a segunda maior moeda do mercado de criptoativos.

Dentro do mercado do sistema blockchain, a ethereum é considerada uma evolução da bitcoin. Lançada em 2015, foi vista por muitos como uma evolução do bitcoin, por ter como proposta, além de transferências de valores, também executar contratos inteligentes – com uma tecnologia diferente em relação ao bitcoin – a moeda mais popular do mercado de criptoativos.

Acompanhe o MyNews Investe, com apresentação de Juliana Causin e Mara Luquet, no Canal MyNews, de segunda a sexta, a partir do meio-dia

“O ponto que realmente difere a ethereum é, além de permitir transferência de valores ao redor do globo com mais facilidade, poder executar contratos e outros tipos de negociações que não necessariamente envolvam dinheiro”, explica Castellari.

Em relação ao valor da ethereum no mercado, Castellari avalia que a possibilidade de execução de contratos faz esta moeda ser mais sólida. A ethereum teve algumas oscilações, mas nos últimos dias está em alta e seu valor nesta quinta (5) está em 2.794,06 dólares – o equivalente pouco mais de R$ 14.600,00 na cotação dólar do dia.
Ainda sobre valores de criptoativos, o bitcoin continua dominando o mercado e sua oscilações continuam influenciando o valor das outras moedas.


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