Arquivos esportes - Canal MyNews – Jornalismo Independente https://canalmynews.com.br/tag/esportes/ Nosso papel como veículo de jornalismo é ampliar o debate, dar contexto e informação de qualidade para você tomar sempre a melhor decisão. MyNews, jornalismo independente. Mon, 22 May 2023 15:15:41 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.7.2 Governo brasileiro cobra reação ao racismo à Espanha e Fifa https://canalmynews.com.br/politica/governo-brasileiro-cobra-reacao-ao-racismo-a-espanha-e-fifa/ Mon, 22 May 2023 15:07:42 +0000 https://canalmynews.com.br/?p=37810 Em nota conjunta, os ministérios do Esporte, Igualdade Racial, Relações Exteriores, Justiça e Segurança Pública e dos Direitos Humanos e da Cidadania repudiaram duramente o episódio racista contra o jogador Vinícius Jr e cobraram ações do governo espanhol.

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Em nota conjunta, os ministérios do Esporte, Igualdade Racial, Relações Exteriores, Justiça e Segurança Pública e dos Direitos Humanos e da Cidadania repudiaram duramente o episódio racista contra o jogador Vinícius Jr e cobraram ações do governo espanhol.

A nota apela também à Fifa para atuar junto à Liga Espanhola de Futebol e revela surpresa do governo brasileiro com as repetições dos atos contra o jogador brasileiro sem consequências legais.

Eis a íntegra da nota:

O governo brasileiro repudia, nos mais fortes termos, os ataques racistas que o atleta brasileiro Vinícius Júnior vem sofrendo reiteradamente na Espanha.

Tendo em conta a gravidade dos fatos e a ocorrência de mais um inadmissível episódio, em jogo realizado ontem, naquele país, o Governo Brasileiro lamenta profundamente que, até o momento, não tenham sido tomadas providências efetivas para prevenir e evitar a repetição desses atos de racismo.

Insta as autoridades governamentais e esportivas da Espanha a tomarem as providências necessárias, a fim de punir os perpetradores e evitar a recorrência desses atos. Apela, igualmente, à FIFA e à Liga a aplicar as medidas cabíveis.

O Governo Brasileiro tem atuado em cooperação com o Governo da Espanha para coibir, reprimir e promover políticas de igualdade racial e compartilhar conhecimento e boas práticas para ampliar o acesso de pessoas afrodescendentes e imigrantes ao esporte com total intolerância a toda e qualquer prática discriminatória, com o apoio ao aperfeiçoamento das melhores práticas internacionais para promover a prevenção e o combate ao racismo, além de qualquer tipo de discriminação nas diferentes modalidades de esportes.

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Brasil quer ser a sede da Copa do Mundo de futebol feminino de 2027 https://canalmynews.com.br/esportes/brasil-quer-ser-a-sede-da-copa-do-mundo-de-futebol-feminino-de-2027/ Tue, 07 Mar 2023 02:01:11 +0000 https://canalmynews.com.br/?p=36247 Afirmação foi dada pela ministra do Esporte, Ana Moser

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O governo brasileiro pretende apresentar candidatura para país-sede da Copa do Mundo de futebol feminino de 2027. A informação foi dada nesta segunda-feira (6) pela ministra do Esporte, Ana Moser, à Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

Segundo a ministra, a proposta está em construção entre governo e organizações do esporte, como a Confederação Brasileira de Futebol (CBF). A sede do Mundial é definida pela Federação Internacional de Futebol (Fifa).

“Estamos conversando com os parceiros, com a CBF e desenhando uma possibilidade de o Brasil pleitear a sede da Copa do Mundo de Futebol Feminino de 2027”, disse. “Vamos fazer esse movimento para tentar trazer a Copa do Mundo para o Brasil em 2027”, acrescentou a ministra em entrevista aos veículos da EBC. Ana Moser foi a entrevistada desta segunda do programa Sem Censura, da TV Brasil.

Ela destacou que a proposta de sediar a Copa do Mundo Feminina faz parte de estratégia para estruturar o futebol feminino no país. Entre as iniciativas estão ampliar o número de campeonatos, promover a inclusão de meninas no esporte, criar locais de treinamento e medidas de proteção para as atletas durante a gestação.

A Copa do Mundo Feminina de 2023 será disputada entre 20 de julho e 20 agosto na Oceania, com jogos na Austrália e na Nova Zelândia. No total, 32 seleções vão competir pela taça.

O Brasil estará na competição e buscará o inédito título. A equipe comandada pela sueca Pia Sundhage faz parte do Grupo F, ao lado de França, Jamaica e de um time que será definido na repescagem, e contra o qual a seleção estreará no Mundial no dia 24 de julho.

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Ana Moser, E-Sports e o Ministério do Esporte https://canalmynews.com.br/voce-colunista/ana-moser-e-sports-e-o-ministerio-do-esporte/ Fri, 13 Jan 2023 14:38:43 +0000 https://canalmynews.com.br/?p=35402 Não é preciso entrar no mérito se os jogos eletrônicos podem ser considerados esportes para que não sejam destino de verbas públicas

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Ana Moser, nova Ministra dos Esportes, na última terça-feira (10) fez uma declaração que causou um certo alvoroço nas redes sociais. Em uma entrevista para o portal UOL, a ex-atleta afirmou que os jogos eletrônicos estão na esfera da indústria de entretenimento e não do esporte ao ser perguntada se este setor receberia incentivos públicos federais em sua gestão.

Em seguida, para sustentar sua análise, ela aborda duas questões. Faz uma comparação descabida entre os ensaios de artistas como a Ivete Sangalo para fazer shows e os treinos dos jogadores profissionais de e-sports, considerando ambos como artistas de entretenimento, excluindo completamente o nível e a rotina de preparo e o aspecto competitivo dos torneios dos atletas dos jogos eletrônicos.

Para completar afirmou que os esportes eletrônicos não são imprevisíveis por serem desenhados por uma programação digital. Se formos por este caminho, isolando o fator humano nas disputas, teremos dúvidas inclusive se os esportes automobilísticos são esportes também. E uma grande discussão seria possível se analisássemos diversas partidas, dos mais diferentes esportes, em que o seu resultado, ou mesmo o desenrolar do seu jogo, é bastante previsível.

Mas a Ministra está certa em sua premissa: os e-sports não devem receber incentivos públicos no campo esportivo durante a sua gestão. Mas não é preciso entrar no terreno espinhoso de descredibilizar estas modalidades para justificar essa medida, pois apenas fez gerar uma onda de críticas via redes sociais, incluindo a revolta de diversos atletas famosos dos esportes eletrônicos.

Ana Moser poderia ter lembrado da preocupação central que ficou nítida em seu discurso de posse, no dia quatro do corrente mês, quando destacou que seu objetivo era desenvolver a cultura da prática motora em um país sedentário em que apenas 30% da população praticava algum tipo de atividade física regularmente.

Medida mais que acertada. Vivenciamos um apagão na área do esporte – como em várias outras – nos últimos 4 anos do governo Bolsonaro, como o sucateamento ou a descontinuidade de políticas públicas como o Programa Segundo Tempo, o Mais Educação e o Programa Esporte e Lazer nas Cidades (PELC). Políticas públicas que buscavam tanto aliar oficinas e esportes à ampliação de carga horária nas escolas públicas, como propiciar núcleos de esporte recreativo e de lazer.

Os primeiros governos Lula e Dilma mobilizaram um relevante aumento no orçamento do Esporte, e agora, sem o ciclo de grandes eventos é possível fomentar de forma muito melhor a transformação da realidade de crianças e jovens do Brasil. Porém, o atual orçamento para 2023, deixado pelo governo Bolsonaro, é de apenas R$ 190 milhões inicialmente. Há realmente necessidade de se investir em e-sports neste cenário?

Além disso, também acertou de forma fundamental ao afirmar que o objetivo maior do Ministério não será o investimento em atletas de alto rendimento, com o impacto em um reduzido número de atletas, e sim buscar o direito ao esporte para todos.

Para ilustrar essa questão, sobre os investimentos somente no topo da pirâmide, podemos refletir sobre o mundo do futebol. Não é raro vermos cidades de pequeno e médio porte utilizando verbas públicas para financiar times masculinos de suas regiões. O que nos leva a fazer algumas perguntas: Quantas pessoas são impactadas diretamente por estes investimentos? Qual o ganho real para as populações desses locais?

E se essas verbas de patrocínio fossem destinadas para políticas públicas visando garantir o direito social ao esporte e lazer? Por exemplo, financiar instalações, arenas esportivas e quadras públicas; Praças com equipamentos e programas de atividade física gratuitos; Piscinas públicas para natação e hidroginástica; Aulas gratuitas de diferentes danças, dentre outras ações.

Neste cenário, dois pontos elucidariam o porquê de os jogos eletrônicos não contarem com investimento estatal: o foco da atual gestão em atividades que levem ao exercício físico para combater o sedentarismo e o apoio deve priorizar e revolucionar o cotidiano das classes populares no tocante à atividade física.

Para incentivar a atividade física não se pode investir em e-sports. Nem nos esportes da mente, como o xadrez, que tem sua Federação Internacional reconhecida pelo Comitê Olímpico Internacional desde 1999. Já os esportes automobilísticos ou os e-sports já conseguem se organizar por meio da iniciativa privada, ao mesmo tempo, que há uma parcela relevante de crianças e jovens brasileiras que estudam em escolas que não possuem nem quadra poliesportiva.

Um caminho sempre possível para as políticas públicas do Esporte é a sua intersecção com a Educação, fortalecendo a prática da Educação Física na Educação Básica. Os objetos de conhecimento previstos na Base Nacional Comum Curricular (BNCC) são as práticas corporais dos esportes, lutas, danças e ginásticas.

O objetivo do espaço educacional deve ser democratizar o acesso ao conhecimento, e não selecionar os melhores e cercear determinada prática a esse grupo. É fundamental que as camadas populares experenciem as mais variadas práticas esportivas, conheçam e se apropriem dos elementos das atividades físicas, o que não necessariamente se traduzirá em resultado esportivo, pois o central é se os estudantes se tornarão atletas profissionais ou não, e sim um compromisso ético com o dinheiro público.

Porém, outro assunto importante seria melhorar a vivência digital das crianças e jovens de classes populares, dos equipamentos disponibilizados à qualidade da conexão, além dos ganhos educacionais, potencializaria, indiretamente, o surgimento de novos jogadores profissionais de e-sports nas periferias. Mas isto pode ser uma consequência de políticas públicas de outras áreas, como Ciência e Tecnologia.

Desta forma, o Ministério do Esporte tem total condições de fazer a diferença no campo das políticas públicas nesses quatro anos do terceiro governo Lula, focando no combate ao sedentarismo e garantindo o acesso a atividades físicas para grande parcela da população. Até mesmo o senador Romário (PL-RJ), antigo cabo eleitoral do ex-presidente Bolsonaro, parabenizou a escolha de Ana Moser e a própria recriação do Ministério.

Assim, para cumprir as melhores expectativas, deve-se evitar essas bolas divididas. Deixemos os e-sports fora dessas polêmicas, afinal são sim um tipo de esporte e que cresce sem o aparato estatal. Essa discussão só gera críticas ácidas em debates rasos nas redes sociais e atrapalha o desenvolvimento das políticas públicas almejadas e a rotina do novo Ministério.

Professor, graduado em História pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e mestre em Sociologia e Antropologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Atua na Secretaria de Educação do Rio de Janeiro (SEEDUC-RJ) e na Secretaria Municipal de Educação de Maricá (SME-Maricá)

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Fan token: entenda o que é e quais clubes já lançaram https://canalmynews.com.br/gorila/fan-token-o-que-quais-clubes-ja-lancaram/ Thu, 28 Oct 2021 22:04:10 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/fan-token-o-que-quais-clubes-ja-lancaram/ O Flamengo acabou de lançar sua moeda digital e mais dois clubes no Brasil fizeram o mesmo

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No dia 19 de outubro, o Flamengo fez sua primeira oferta inicial de fan token e já bateu recorde mundial. As vendas do intitulado $MENGO iniciaram às 10h e, em apenas 12 minutos, todos os 1,5 milhão de fan tokens foi vendido para a torcida do clube. O próximo token a ser lançado será o do São Paulo.

Mas, afinal, você sabe o que são fan tokens? Confira como funciona essa nova criptomoeda que tem movimentado o mercado esportivo.

Fan token é um tipo de criptomoeda que atua como estratégia de engajamento dos torcedores, através de experiências únicas e especiais

O que são fan tokens?

Os fan tokens podem ser considerados uma espécie de criptomoeda, porém com algumas diferenças.

A primeira delas é que quem adquire o token pode participar de votações e de experiências ligadas ao clube. Um exemplo seria escolher a terceira camisa da equipe ou a frase que vai escrita na parede do vestiário do time. São os próprios clubes que definem quais serão as recompensas de quem adquirir os tokens.

Por outro lado, após serem lançados na chamada oferta inicial de fan token, a FTO (do inglês Fan Token Offering), os tokens podem ser revendidos no mercado secundário. Algo parecido com o que acontece com as ações negociadas na Bolsa de Valores.

A data de lançamento e o valor inicial dos fan tokens são determinados pelos clubes, assim como o encerramento. Porém, após o FTO, os preços terão variação de acordo com a relação entre oferta e demanda. Vale destacar que o torcedor não pode revender seu fan token até que a votação proposta pelo time – como a escolha de uma terceira camisa – não seja encerrada.

Fan token no mundo

O primeiro clube a emitir fan token foi o Paris Saint-Germain, porém a moeda digital não se restringe apenas ao futebol. Mais de 50 organizações esportivas de todo o mundo fazem uso de fan token, lançado pela empresa Socios.com. Juventus, Milan, Manchester City, Arsenal e Barcelona, as equipes de Fórmula 1 Aston Martin e Alfa Romeo, além do UFC (Ultimate Fight Championship), são algumas delas.

Somente em 2021, a movimentação de fan tokens gerou US$ 150 milhões em receitas a serem divididas entre os parceiros da Socios.com.

Além disso, recentemente, o jogador Lionel Messi foi contratado pelo Saint-Germain (PSG), que utilizou fan token do clube como parte do pagamento. Tamanho foi o interesse da torcida do time francês no token $PSG que o volume de negociação foi superior a US$ 1,2 bilhão nos dias anteriores à chegada de Messi.

Fan token no Brasil

No Brasil, três equipes já lançaram fan token. O primeiro deles foi o Atlético Mineiro, que em agosto colocou à disposição dos torcedores a moeda digital $GALO. Em 8 minutos, foram vendidos 600 mil dos 850 mil tokens ao preço de 2 dólares, cerca de R$ 10.

Em setembro foi a vez do Corinthians adentrar o universo dos fan tokens. Em parceria com a plataforma Socios.com, o clube colocou 850 mil tokens em circulação, que se esgotaram em duas horas. Como forma de engajar a torcida da Gaviões da Fiel, quem adquiriu o token pode participar votando no próximo ídolo a ter uma estátua no Parque São Jorge. Os candidatos eram Basílio, Gilmar dos Santos Neves e Ronaldo “Fenômeno”, sendo este último o escolhido.

O Flamengo, por sua vez, lançou 1,5 milhão de tokens que se esgotaram em menos de 20 minutos, quebrando recorde mundial. Cada torcedor poderia comprar, inicialmente, 100 $MENGOs. Uma nova leva de vendas de fan tokens do Flamengo ocorrerá no dia 26 de outubro. Enquanto essa oferta não chega, os torcedores do Flamengo podem escolher a mensagem que vai aparecer na parede do vestiário no estádio do Maracanã, a casa do Mengão, e participar de um quiz no app da “Socios.com” valendo camisas autografadas e produtos oficiais do clube.

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