Arquivos Financiamento - Canal MyNews – Jornalismo Independente https://canalmynews.com.br/tag/financiamento/ Nosso papel como veículo de jornalismo é ampliar o debate, dar contexto e informação de qualidade para você tomar sempre a melhor decisão. MyNews, jornalismo independente. Sat, 07 Jan 2023 02:02:59 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.7.2 BNDES financia R$ 3,5 bilhões em energia renovável https://canalmynews.com.br/economia/bndes-financia-r-35-bilhoes-em-energia-renovavel/ Sat, 07 Jan 2023 02:02:59 +0000 https://canalmynews.com.br/?p=35301 Projetos serão instalados na Bahia e Minas Gerais

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O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou financiamentos no valor de R$ 3,5 bilhões para a implantação de dois complexos eólicos e um solar e as respectivas linhas de transmissão, na Bahia e em Minas Gerais. A capacidade instalada será de 1,5 GW, com investimentos totais alcançando R$ 10,6 bilhões. A participação do banco ocorrerá por meio do programa BNDES Finem.

A energia gerada será equivalente à necessária para atender cerca de 2,6 milhões de residências. Com isso serão evitadas emissões superiores a 8,6 milhões toneladas de CO2. Os empreendimentos contribuem para o aumento da capacidade instalada em energias renováveis e para o desenvolvimento do mercado livre de energia no país.

O Complexo Eólico Serra do Assuruá, implementado pelo Grupo Engie, está localizado no município de Gentio do Ouro (BA). É composto por 24 parques eólicos com 188 aerogeradores da Vestas. Sua capacidade instalada total é de 846 MW. Com um empréstimo do BNDES de R$ 1,5 bilhão, o empreendimento tem previsão de entrada em operação comercial, de forma escalonada, a partir de julho de 2024 até junho de 2025.

O Complexo Eólico Novo Horizonte, do Grupo Pan American Energy, localizado nos municípios baianos de Novo Horizonte, Boninal, Brotas de Macaúbas, Ibitiara, Oliveira dos Brejinhos e Piatã, é formado por 10 parques eólicos, dos quais oito receberão apoio de R$ 900 milhões do BNDES para implantação. O empreendimento somará investimentos de R$ 3 bilhões, com uma capacidade instalada total de 423 MW.

O Complexo Solar Boa Sorte, do Grupo Atlas, será composto por oito usinas fotovoltaicas. Está localizado no município mineiro de Paracatu. O apoio do banco será de R$ 1,1 bilhão. O escopo do projeto também engloba a instalação de sistema de supervisão, segurança, controle, monitoramento local e remoto, assim como sistemas de comunicações. O complexo contará com mais de 778 mil painéis solares. A data prevista para o início da operação comercial é janeiro de 2025.

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Financiar a pesquisa não é responsabilidade apenas dos governos https://canalmynews.com.br/ciencia-einstein/pesquisa-nao-e-responsabilidade-apenas-governo/ Tue, 14 Dec 2021 14:18:15 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/pesquisa-nao-e-responsabilidade-apenas-governo/ Antes de discutir quem paga o que, é premente discutir, em ciência, o papel que ela tem na sociedade e como os indivíduos podem (e devem) se envolver no entendimento desse papel

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Financiar a ciência faz parte das necessidades — e notem que eu não uso a palavra “obrigação” — de qualquer Estado. Muito se fala da importância da ciência na economia moderna, movida por inovações e não por commodities. Eu não entendo nada de economia, mas se me recordo um pouco da história, sei que faz bastante tempo que é assim. Afinal, o que agregava valor às especiarias na Índia era o transporte, já que eram bem baratas na fonte.

Mas a ciência é muito mais que o seu produto e, como demonstrado com vigor na recente pandemia, conhecer como ela funciona salva vidas, promove a economia e diferencia quem contribui de quem atrapalha.

Há, no entanto, sempre o debate sobre de onde deve vir o dinheiro para a pesquisa. Em Estados totalitários, o financiamento só pode vir do governo, e este é apenas mais um dos muitos, e egrégios, erros desses sistemas de (des)governo. Nas grandes sociedades democráticas, uma parte importante da contribuição para o custeio da ciência vem dos indivíduos e das empresas.

Qual parte cabe ao Estado?

A parcela de patrocínio de ciência que os Estados deveriam investir é difícil de acessar. É impossível estabelecer o ideal — até porque há circunstâncias que podem exigir investimentos diferentes. Quando olhamos os exemplos, há dos mais diversos, que variam de 20% a 50% do total investido, a depender de como é feito o cálculo, do país e da circunstância em questão. Obviamente, estou me referindo ao período pré-pandemia.

Parece-me que, antes de discutir quem paga o que, como e quando, é premente discutir, em ciência, o papel que ela tem na sociedade e como os indivíduos podem (e devem) se envolver no entendimento desse papel. Só assim, com a parcela vocalmente ativa da sociedade realmente entendendo o valor da ciência — e não apenas falando em termos abstratos —, será possível se mover para a discussão do financiamento e execução.

Afinal, sim, a execução de pesquisa também deve ser discutida. Em países como o Brasil, com forte estatização da execução da pesquisa, sei que corro o risco de ser apedrejado no próximo encontro com colegas pesquisadores ao sugerir que, assim como em outros setores da sociedade, o governo deve participar, mas não necessariamente no braço executivo. Mas esse é um tópico para outro momento.


Quem é Luiz Vicente Rizzo?

Luiz Vicente Rizzo é diretor superintendente do Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa do Hospital Israelita Albert Einstein e Docente do Programa de Pós-graduação stricto sensu em Ciências da Saúde, da Faculdade Israelita de Ciências da Saúde Albert Einstein.


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Financiamento imobiliário dispara: como escolher melhor linha de crédito? https://canalmynews.com.br/mynews-investe/financiamento-imobiliario-como-escolher/ Fri, 30 Jul 2021 23:22:43 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/financiamento-imobiliario-como-escolher/ Em 12 meses, número de imóveis financiados saltou 329%, com cenário impulsionado pelos juros mais baixos.

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Mesmo com a pandemia e a crise econômica, mais pessoas têm procurado financiamento de imóveis. Nos últimos 12 meses, 684 mil imóveis foram financiados – uma alta de 329,46% em relação ao período anterior. Os dados são da Abecip, a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip).

Em junho, segundo a entidade, os financiamentos imobiliários com recursos das cadernetas de poupança somaram R$ 19,66 bilhões, o maior volume nominal mensal da série histórica, que teve início em 1994. O resultado representa um salto  de 112,1% em relação a junho do ano passado.

O cenário mais atrativo para financiamento de imóveis vem com os juros mais baixos. Em 2020, a taxa básica de juros da economia, a Selic, foi ao menor nível da história: 2%. Mesmo com os juros subindo – a Selic hoje está em 4,25% – o momento continua mais atrativo para o crédito imobiliário do que no passado. Essa é a avaliação de Bruno Gama, CEO da CrediHome, plataforma de crédito imobiliário.

“Há cinco anos, uma família com renda de 5 mil reais não conseguia financiar um imóvel de R$ 200 mil, por exemplo. Hoje, essa mesma família, com essa mesma renda, tem acesso a financiamento”, afirma ele, em entrevista ao MyNews Investe.

Quais são as linhas de financiamento hoje?

Gama explica que o Brasil teve, no geral, o crescimento do crédito imobiliário a partir da linha de financiamento com juros prefixados, disponíveis nos principais bancos e instituições financeiras. “Ela ainda responde pela maior parte do financiamento no país. Como o próprio nome diz, ela é prefixada. Se você contratar um crédito para financiar seu imóvel em 30 anos, por exemplo, a mesma taxa de juros  do momento da contratação se mantém”, explica ele.

Nos últimos anos, novas linhas de financiamento foram criadas. Em 2019, a Caixa Econômica Federal lançou uma nova linha indexada ao IPCA, a inflação oficial. “Hoje você tem até uma taxa de juros um pouco menor do que a linha prefixada dos principais bancos, mas você tem a indexação ao IPCA, ou seja, toma o risco da inflação no Brasil ter alguma alteração mais significativa”, diz o CEO.

A última e mais recente linha foi lançada pela Caixa no fim de 2020: o financiamento corrigido pela caderneta de poupança. “Você paga uma taxa de juros um pouco menor que a do prefixado mais a poupança. A poupança hoje está relacionada à taxa Selic, ela é 70% da taxa Selic. Isso significa que se a Selic sobe, a taxa da poupança também sobe”, completa.

Segundo Gama, apesar do risco de alta da Selic e alta da inflação, a duas opções mais recentes podem ser interessantes para aqueles com capacidade para quitar o imóvel em um prazo menor. “Se você tem como quitar um contrato em dois ou três anos, você até pode tomar um financiamento atrelado à inflação ou à poupança”, diz. Bruno alerta que, para quem pretende pagar o financiamento a longo prazo, é preciso ter atenção com os riscos atrelados  às linhas IPCA e Selic.

Assista ao MyNews Investe de segunda a sexta, a partir do meio-dia. A apresentação é de Juliana Causin, sempre com convidados especiais

E além da linha, o que olhar?

Além dos juros e tipo de linha de financiamento, Bruno lembra também que é preciso prestar atenção ao Custo Efetivo Total do financiamento – o valor engloba as tarifas bancárias e o custo do seguro. Segundo ele, a melhor forma de comparar as condições de crédito imobiliário entre as instituições financeiras é fazer uma comparação do CET.

“É super importante o cliente entender que uma coisa é taxa de juros na propaganda do banco e outra coisa é o custo que ele vai pagar. Ele vai pagar um valor superior àquele da taxa porque além dos juros, o banco adiciona também tarifas e o seguro, que é o obrigatório de ser incorporado e tem valor diferente em cada banco”, diz ele.


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