O fim da era do hospital como centro de tudo traz uma saúde mais sustentável Planos de saúde

O fim da era do hospital como centro de tudo traz uma saúde mais sustentável

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O modelo hospitalocêntrico encarece o cuidado e pune o orçamento doméstico. Saiba como a estratégia “menos tech e mais touch” pode reduzir custos em até 35% sem perder a qualidade

Viver mais já é uma realidade. Agora, o desafio central é pagar a conta da longevidade. As despesas com saúde exigem atenção redobrada para evitar o colapso financeiro das famílias. Por isso, precisamos equilibrar o orçamento doméstico com o custo crescente dos cuidados médicos. O bônus da vida longa não pode virar um fardo econômico insustentável.

Nesse sentido, Alfredo Cardoso, CEO do Grupo Valsa, explicou ao MyNews que o Brasil foca demais nos hospitais. Ele afirma que essa cultura encarece o sistema sem necessidade. Atualmente, o paciente paga o rateio de tecnologias caras mesmo em atendimentos simples. Portanto, a sustentabilidade depende de tirar o hospital do centro da estratégia e usar estruturas mais eficientes.

Dessa forma, o Grupo Valsa aplica o conceito de “menos tech e mais touch”. A empresa prioriza o médico de família para resolver a maioria dos problemas de saúde. Além disso, esse modelo reduz os custos assistenciais em cerca de 35%. O foco na prevenção e na reabilitação rápida protege o bolso do paciente e evita exames inúteis.

Enfim, Alfredo Cardoso alerta que o modelo atual de pagamento faliu. O setor precisa enfrentar esse problema para não excluir as pessoas. Consequentemente, a gestão eficiente da saúde deve proteger o planejamento das famílias. O objetivo final é garantir uma jornada de envelhecimento com dignidade, segurança e equilíbrio financeiro.