Líder do governo na CPMI do INSS, deputado Paulo Pimenta apresenta relatório paralelo, que não chegou a ser votado na CPMI do INSS | Foto: Evandro Éboli
FIM DA CPMI
Governo fez vale sua maioria e, por 19 a 12, derrotou relatório de Gaspar, na CPMI do INSS, que terminou sem um texto final
Prevaleceu a força do governo e o relatório do bolsonarista Alfredo Gaspar (PL-AL) na CPMI do INSS foi derrotado por 19 a 12, na madrugada deste sábado. Depois de seis meses, comissão termina sem relatório.
Assim, caíram os pedidos de indiciamento de 216 citados no caso do INSS, entre eles Lulinha, filho de Lula, contra quem tinha sugestão até de prisão preventiva.
O presidente da comissão, Carlos Viana (Podemos-MG), porém, rejeitou votar na sequência o relatório paralelo da base governista, que pedia o indiciamento de Jair Bolsonaro, como chefe da quadrilha, e de Flávio Bolsonaro.
O dia ontem foi marcado por confusão, com bate-boca entre parlamentares do governo e da oposição. Para não correr risco de derrota, o governo trocou integrantes da CPMI e chegou a exonerar o ministro Carlos Fávaro, da Agricultura, que é senador, para ocupar o lugar da suplente Margareth Busetti (PP-MT) na comissão. Ela é bolsonarista.