Sobre uso de segurança, STF diz que ministros vivem ameaçados Foto: Evandro Éboli / MyNews

Sobre uso de segurança, STF diz que ministros vivem ameaçados

Em nota, tribunal informou que os ministros "são alvos recorrentes de ameaças, materializadas por e-mails e publicações em redes sociais"

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  • O STF divulgou, na manhã desta sexta‑feira, nota afirmando que seus ministros são “alvos recorrentes de ameaças”.
  • A Corte justifica a presença de seguranças nas viagens dos ministros, inclusive em deslocamentos de lazer.
  • O caso ganhou destaque após divulgação de uso de segurança no resort Tayayá, no Paraná, envolvendo o ministro Dias Toffoli e sua família.
  • A Secretaria de Polícia Judicial é responsável por avaliar riscos e definir os meios de proteção dos magistrados.

Para justificar o deslocamento de seguranças nas viagens de seus ministros, o Supremo Tribunal Federal (STF) emitiu uma nota na manhã desta sexta-feira argumentando que os juízes da Corte “são alvos recorrentes de ameaças” e que a função desses profissionais é avaliar riscos e identificar esses riscos.

Essas ameaças chegam por emails, publicações em redes sociais e é citada ainda a invasão à desde do STF.

O comunicado é uma reação às notícias do emprego desses segurança em deslocamentos até mesmo de lazer dos ministros, como viagens ao resort Tayayá, no Paraná, no centro de uma controvérsia envolvendo o ministro Dias Toffoli e sua família.

“Os ministros do STF são alvos recorrentes de ameaças, materializadas por e-mails, publicações em redes sociais, tentativas de invasão das dependências do Tribunal e outras ações criminosas. Fatos como os atos de 8 de janeiro de 2023, o atentado a bomba ocorrido em 13 de novembro de 2024 e investigações da Polícia Federal que apuram planos concretos contra autoridades evidenciam esse cenário”, afirma a nota, assinada pela Assessoria de Comunicação do STF.

O papel desses profissionais, segue o STF, é ainda definir os meios e modos necessários para assegurar a segurança dos ministros em todos os locais. No tribunal, a atribuição dessa avaliação é da Secretaria de Polícia Judicial.

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