Foto: divulgação Master
Parlamentar garante que empresário vai depor sobre o caso envolvendo o banco Master
Nesta terça-feira (03), após uma reunião entre o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Dias Toffoli e o senador e presidente da CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), Carlos Vianna (Podemos-MG), houve um acordo para a Corte autorizar a ida de Daniel Vorcaro ao Senado para prestar depoimento.
A oitiva estava marcada para esta quinta-feira (05), no entanto, o Supremo optou por garantir à defesa o direito ao habeas corpus. Conforme o senador, ficou acertado que o depoimento de Vorcaro ocorrerá somente após o Carnaval, no mês de fevereiro. Vianna também solicitou que os advogados não tentem interferir na convocação do empresário.
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“Já está negociado [com a defesa de Vorcaro]. A minha resposta foi essa: concordo com o adiamento desde que não impetrem habeas corpus, e eles concordaram em não impetrar. O que faltava era a autorização definitiva [do ministro] para ele vir na data que eu marcar”, afirmou o senador.
“Ele tem que nos responder como testemunha que é, porque ainda não é investigado, sobre os consignados, os R$ 254 mil contratados. Isso está muito claro, inclusive, na convocação”, alegou o presidente da comissão.
Com isso, Vorcaro deve ser ouvido na condição de testemunha, embora figure como investigado da Polícia Federal em esquemas de fraudes envolvendo o Banco Master. O empresário não é obrigado a responder sobre sua atuação à frente da instituição, mas deverá esclarecer os empréstimos consignados concedidos a aposentados e pensionistas do INSS.
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