Arquivos B3 - Canal MyNews – Jornalismo Independente https://canalmynews.com.br/tag/b3/ Nosso papel como veículo de jornalismo é ampliar o debate, dar contexto e informação de qualidade para você tomar sempre a melhor decisão. MyNews, jornalismo independente. Tue, 17 Dec 2024 23:47:32 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.7.2 Coordenador-geral do Tesouro Direto explica cartão-presente criado pela B3 https://canalmynews.com.br/noticias/coordenador-geral-do-tesouro-direto-explica-cartao-presente-criado-pela-b3/ Wed, 18 Dec 2024 00:40:00 +0000 https://localhost:8000/?p=49462 Novidade no mercado, o Gift Card do Investidor tem como objetivo fomentar a entrada de novos investidores no programa Tesouro Direto

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O principal objetivo do Gift Card do Investidor, cartão-presente criado pela Bolsa do Brasil (B3) e lançado na segunda-feira (6), é fomentar a entrada de novos investidores no programa Tesouro Direto. A novidade já está disponível no mercado.

Em entrevista à jornalista Mara Luquet, o economista Paulo Moreira Marques, coordenador-geral do Tesouro Direto, explica que o Gift Card do Investidor é um cartão pré-pago que pode ser utilizado na compra de qualquer um dos títulos públicos negociados com o Tesouro Direto. O cartão facilita a forma de investir nos papéis que integram o Tesouro Nacional (Tesouro Selic, Tesouro IPCA+, Tesouro Prefixado, Tesouro Educa+ e Tesouro RendA+).

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“Nós já percebemos que as pessoas conhecem o produto e entendem a segurança e o potencial de rentabilidade dele”, afirmou Marques. “Apesar disso, encontram dificuldade para investir ou até para mostrar aos familiares e àqueles que amam como elas poderiam começar a investir no Tesouro Direto. O Gift Card traz essa ferramenta que facilita”, afirmou Marques.

Segundo o economista, os cartões já estão prontos para serem adquiridos pelo site do Tesouro Direto. Basta escolher o valor a ser investido, informar o nome e o telefone ou o e-mail de quem será presenteado, fazer o cadastro de comprador e pagar com o Pix. Assim que a transação for finalizada, o presenteado receberá, por e-mail ou SMS, o código de ativação.

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Para resgatar o crédito, que é pessoal e intransferível, o presenteado deverá ter conta em uma das corretoras habilitadas. Uma vez cadastrado como investidor, ele deve acessar o portal do Tesouro Direto, informar o código de ativação e escolher o título que mais combina com seu objetivo ou perfil de investimento.

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Assista abaixo à entrevista completa:

*Sob supervisão de Sofia Pilagallo

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Empresas com planos de abrir capital devem aproveitar momento de volatilidade para estruturar IPO com antecedência https://canalmynews.com.br/brasil/ipo-de-empresas/ Tue, 27 Jun 2023 15:45:54 +0000 https://canalmynews.com.br/?p=38270 Confira o artigo de Carlos Zanotta para o MyNews

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Abrir o capital é um passo extremamente importante na trajetória de uma empresa e é um processo que deve ser feito com bastante cautela, estudo e planejamento. O IPO (Oferta Inicial de Ações, na sigla em inglês) é uma forma de a organização diversificar os meios de captação de recurso, fazer caixa, atrair investidores do mundo todo e dar um passo definitivo rumo ao ganho de reputação por conta do reforço das regras de governança.

No Brasil, segundo dados públicos da B3, bolsa de valores brasileira, 2020 e 2021 foram anos aquecidos nesse sentido. Por outro lado, em 2022, pela primeira vez desde 1998, não houve nenhuma abertura de capital registrada no País. A situação daqui não é isolada, pois o mundo todo vivenciou cenários de incertezas socioeconômicas, como processos eleitorais, a pandemia da Covid-19 e a Guerra na Ucrânia, que fizeram com que as companhias segurassem investimentos e repensassem a realização do IPO. É comum, em momentos de volatilidade econômica, que as empresas esperem um momento mais oportuno e próspero economicamente para avançar com a abertura de capital.

No entanto, adiar o IPO para aguardar um momento de maior estabilidade econômica não significa parar completamente as máquinas. Pelo contrário. As organizações que mantêm o IPO em seus planos de negócios precisam aproveitar esse momento menos aquecido para fazerem toda a lição de casa e estruturar seu planejamento, mesmo que ainda demore um pouco para tirá-lo do papel.

Isso porque, idealmente, um processo bem estruturado de abertura de capital tem que começar muito tempo antes. Na Deloitte, por exemplo, nós recomendamos às empresas que o plano para o IPO comece entre seis e 18 meses antes de ir à Bolsa. Esse período, que dentro da estratégia global da organização chamada de ‘IPO Readiness’, é o de avaliação. Nele, são considerados todos os fatores que serão necessários para a empresa abrir o capital: estudo de cenário, mapeamento de riscos, conhecimento das legislações, divulgação e marketing, preparação de auditoria; enfim, o preparo de um roteiro extremamente abrangente do IPO.

A segunda fase do processo precisa ser realizada entre quatro e seis meses antes e envolve, entre outros fatores, a melhoria dos processos financeiros, o gerenciamento da contabilidade técnica e desenvolvimento de políticas, a elaboração de demonstrações financeiras e informações financeiras proforma e trimestrais. Ainda, em paralelo à preparação ao IPO, a organização deve se preparar para a sustentação pós-IPO, que requer maior robustez nos processos e controles internos visando ter uma estrutura capaz de atender os novos requerimentos regulatórios e de divulgação de informações financeiras e não financeiras nos prazos estipulados por reguladores.

Esses são alguns exemplos de procedimentos envolvidos que mostram por que não dá para deixar a decisão de abrir capital para última hora. Existe todo esse trabalho de bastidor que precisa ser minuciosamente realizado com antecedência. Pode parecer trabalhoso, e é, mas se a companhia contar com os parceiros certos e obtiver um IPO bem-sucedido, as vantagens serão inúmeras, como a maior visibilidade no mercado, melhoria de controles e processos de governança e oportunidades de captar recursos financeiros mais facilmente e com menor custo.

Pesquisas recentes da Deloitte com a B3, realizadas em 2020 e em 2021, mostram que as organizações têm ciência desses benefícios e vão atrás deles. Um dos estudos revelou que sete em cada dez empresas tiveram como principal motivação para a abertura de capital a captação de recursos no mercado por meio do IPO. Já aumentar a abrangência e a participação no mercado foi apontada como uma motivação por metade dos entrevistados. As outras motivações destacadas, em respostas múltiplas, foram: estruturar-se para futuras fusões e aquisições (36%), promover a sustentabilidade do negócio a longo prazo (36%), reduzir o custo do capital (36%), permitir a realização do investimento dos acionistas atuais (21%), profissionalizar a gestão (21%), substituir a saída de um investidor estratégico (21%) e mitigar riscos entre um número maior de acionistas (7%).

O outro levantamento da Deloitte e B3 aponta que desde 2004 as empresas que operam em padrões mais elevados de governança, por conta do processo de abertura de capital, têm uma rentabilidade muito mais expressiva do que as demais. As vantagens obtidas são, portanto, maiores do que o trabalho e os custos envolvidos em todo o processo. Não à toa, 46 empresas fizeram o IPO em 2021, ante 28 em 2020, de acordo com dados públicos da B3 e da CVM (Comissão de Valores Mobiliários). Esse cenário deve voltar a aquecer em breve e começar a se preparar hoje é a melhor forma de as empresas interessadas terem um processo bem-sucedido a longo prazo.

 

*Carlos Zanotta é sócio de Global Capital Markets Group da Deloitte

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Investimento de pessoa física em renda variável cresce 35% https://canalmynews.com.br/economia/investimento-de-pessoa-fisica-em-renda-variavel-cresce-35/ Mon, 21 Nov 2022 20:21:43 +0000 https://canalmynews.com.br/?p=34692 Pesquisa da B3 é referente ao terceiro trimestre

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Levantamento da B3, bolsa de valores de São Paulo, mostra que o número de pessoas físicas que investem em renda variável cresceu 35% no terceiro trimestre de 2022 na comparação com igual período do ano passado, passando de 3,3 milhões em 2021 para 4,6 milhões neste ano. Na comparação com o segundo bimestre, houve um aumento de 200 mil investidores.

Renda variável são ativos em que o retorno financeiro não pode ser dimensionado no momento da aplicação. Ela pode variar positivamente ou negativamente, conforme as expectativas do mercado.

O estudo mostra que houve aumento nas negociações e no valor de todas as modalidades de investimento na bolsa. O número de investidores em produtos de renda fixa passou de 9,6 milhões para 12,6 milhões, o que reflete a alta da taxa Selic. O Tesouro Direto, por sua vez, é opção de investimento para cerca de 2,1 milhões de pessoas físicas, com alta de 25% no terceiro trimestre em relação a igual período de 2021.

Em nota, Felipe Paiva, diretor de Relacionamento com Clientes e Pessoa Física da B3, disse que os números mostram que o brasileiro tem buscado diversificação de investimentos para além da poupança. Segundo ele, isso demonstra o potencial desse segmento e explica “o saldo positivo e crescimento recorrente do número de pessoas físicas nos últimos anos”.

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A B3 fez um estudo complementar para avaliar o comportamento de investidores pessoa física em outubro, mês das eleições. O levantamento mostrou que houve crescimento no número de pessoas físicas, inclusive com aumento no volume negociado e na participação em custódia dos ativos. “O volume médio negociado por dia no mercado à vista de renda variável aumentou 18%, passando de R$ 7,8 bilhões para R$ 9,2 bilhões”, aponta o estudo.

Os dados mostram ainda que, entre as 106 mil pessoas que começaram a investir em renda variável no mês de setembro, 31% fizeram a primeira operação com valor de até R$ 40. Outros 29% fizeram investimentos com valores entre R$ 40 e R$ 200. “Isso reforça que mais brasileiros têm descoberto que é possível começar a investir em renda variável com tíquetes de entrada menores e têm buscado experimentar novas opções”, disse a B3.

As pessoas físicas representam 16% de todo o volume negociado no mercado à vista na bolsa de valores de São Paulo.

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Dólar chega a R$ 5,32 e atinge maior valor em cinco meses https://canalmynews.com.br/economia/dolar-chega-a-r-532-e-atinge-maior-valor-em-cinco-meses/ Sat, 02 Jul 2022 10:34:36 +0000 https://canalmynews.com.br/?p=31066 A cotação está no maior nível desde 4 de fevereiro, quando também estava em R$ 5,32. Bolsa de valores sobe 0,42% e tem leve recuperação.

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Em mais um dia de tensões domésticas e internacionais, o dólar superou a barreira de R$ 5,30 e fechou no maior valor desde o início de fevereiro. Após três quedas consecutivas, a bolsa de valores teve leve recuperação e conseguiu subir no acumulado da semana.

O dólar comercial encerrou esta sexta-feira (1º) vendido a R$ 5,321, com alta de R$ 0,086 (+1,65%). A cotação chegou a ficar abaixo de R$ 5,30 no início da tarde, mas a tendência de subida se consolidou perto do fim das negociações, com o aumento do pessimismo no mercado financeiro.

A cotação está no maior nível desde 4 de fevereiro, quando também estava em R$ 5,32.

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O mercado de ações teve um dia menos tenso. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 98.954 pontos, com alta de 0,42%, sustentado pela compra de ações que ficaram muito baratas nos últimos dias. Os ganhos de hoje fizeram o indicador encerrar a semana com alta de 0,29%, a primeira valorização após quatro semanas seguidas de queda.

A sexta-feira foi turbulenta tanto no mercado interno quanto no externo. No plano internacional, o dólar voltou a subir ante as principais moedas do planeta, apoiado em temores de que os Estados Unidos e diversas economias avançadas entrem em recessão por causa do aumento dos juros para conter a inflação global.

No Brasil, os investidores repercutiram a aprovação, na quinta (30), pelo Senado da proposta de emenda à Constituição que aumenta benefícios sociais e cria auxílios para lidar com os efeitos da alta dos combustíveis. Mudanças de última hora elevaram o impacto fiscal do texto de R$ 38,75 bilhões para R$ 41,25 bilhões apenas no segundo semestre.

Conheça uma opção para investir em dólar sem tirar o dinheiro do Brasil no MyNews Explica:

 

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Aumento no fluxo estrangeiro mantém bolsa brasileira em alta https://canalmynews.com.br/economia/aumento-no-fluxo-estrangeiro-mantem-bolsa-brasileira-em-alta/ Fri, 18 Feb 2022 00:30:11 +0000 https://canalmynews.com.br/?p=24119 No início de 2022, aportes internacionais cravam a segunda melhor marca mensal da categoria nos últimos 10 anos. Movimentação impulsionou Ibovespa e ocasionou queda do dólar

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Em janeiro, o mercado financeiro brasileiro se surpreendeu positivamente: os investidores estrangeiros gastaram R$ 32,5 bilhões em compras de ações na nossa Bolsa, a B3, ocasionando o maior saldo mensal de capital externo dos últimos 12 meses. Tamanho fluxo impulsionou o Ibovespa a fechar o período no azul, anotando uma alta de 6,9%.

Neste ano, o superávit dos aportes internacionais feitos por investidores estrangeiros já ultrapassa a casa dos R$ 47,3 bilhões, segundo dados fornecidos pela B3. O resultado é 74% maior do que o volume acumulado de janeiro e fevereiro do ano passado, e representa a segunda melhor marca mensal da categoria nos últimos 10 anos. Além disso, o grupo completou 4 meses consecutivos de saldos positivos.

Fluxo estrangeiro mensal na B3.

Fluxo estrangeiro mensal na B3. Foto: Reprodução (MyNews)

Pode-se afirmar, então, que o fluxo estrangeiro tem sido o principal impulsionador dos ativos brasileiros em 2022, contribuindo até mesmo para um movimento expressivo de queda no dólar.

Esse movimento é explicado pelo fenômeno de alta na procura, por parte do investidor estrangeiro, por ações de “valor” (como é o caso das commodities e instituições financeiras), ao passo em que há uma desvalorização dos papéis de “crescimento” nos Estados Unidos (exemplificado pelas companhias de tecnologia), devido à iminente alteração na política taxa básica de juros estadunidense.

Frederico Padilha, economista e CPO da plataforma de gestão de investimento Gorila, explica que a conjuntura favoreceu o mercado doméstico do brasil, uma vez que, enquanto bancos centrais em todo o mundo ajustam suas taxas de juros para enfrentar uma inflação global gerada pela desorganização das cadeias de suprimentos durante a pandemia, investidores trocam ativos em suas carteiras numa tentativa de amenizar prejuízos e lucrar com oportunidades.

“Os investidores, procurando balancear a carteira para o ano, enxergaram nos países emergentes oportunidades em ativos fora do dólar, e o Brasil, com os juros subindo e o ‘Cap & Trade’ voltando, estava bem atrativo”, elucidou Padilha.

Contudo, o Federal Reserve (Banco Central dos Estados Unidos) já sinalizou que irá mexer na política monetária, fazendo com que os títulos prefixados do país se tornem mais lucrativos. “Caso haja um surto inflacionário muito alto, que obrigue o Federal Reserve a “agir de forma muito mais enérgica, aí certamente todos os mercados emergentes – e o Brasil é um deles – vão acabar sofrendo bastante”, complementou o economista.

 

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A entrevista completa com Frederico Padilha você assiste no MyNews Investe desta quinta-feira (17):

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2022 pode ser ainda mais desafiador para a Bolsa brasileira, diz Goldman Sachs https://canalmynews.com.br/economia/2022-pode-ser-ainda-mais-desafiador-para-a-bolsa-brasileira-diz-goldman-sachs/ Mon, 13 Dec 2021 22:31:08 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/2022-pode-ser-ainda-mais-desafiador-para-a-bolsa-brasileira-diz-goldman-sachs/ Ação da B3 acumula queda de quase 40% em 2021. Analistas compreendem que piora da economia doméstica prejudica negociações dos papéis

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A ação da Bolsa de Valores brasileira, a B3, entrou em dezembro com uma queda acumulada de quase 40% no ano. E se 2021 está sendo um ano turbulento para a companhia, 2022 pode ser ainda mais desafiador, conforme afirmou o grupo financeiro multinacional Goldman Sachs em um relatório enviado nesta segunda-feira (13) aos seus clientes.

Segundo os analistas que assinaram o documento, a piora da economia doméstica prejudicou – e assim continuará – os volumes de negociação da ação da B3, a B3SA3. Somado à conturbação interna, há também o fantasma das ações judiciais, que possui capacidade de impactar as projeções em até 11%.

Dessa forma, o Goldman cortou o preço-alvo da ação de R$ 18 para R$ 15,50, e o potencial de alta passou a ser de 25% – com isso, a recomendação agora é neutra. A justificativa da companhia foi que, no momento, eles compreendem “uma vantagem maior para outras empresas”.

Na última semana, a B3 realizou o ‘Dia do Investidor’. Segundo o banco europeu de investimento Credit Suisse, a entidade brasileira foi amplamente capaz de abordar com sucesso várias preocupações dos principais investidores, em especial a sustentabilidade do ADTV (volume médio diário negociado), a concorrência e a capacidade de inovação.

Os principais destaques apontados pelos suíços foram: o nível atual de negociações diárias, considerado sustentável; a potencial concorrência, vista mais uma oportunidade do que uma ameaça devido às receitas adicionais de arbitragem, serviço e dados para um potencial recém-chegado; concentração em fundos de índices (ETFs), derivativos e futuros de ativos digitais.

“Na nossa percepção, B3 acabou sendo um dos nomes que ficou mais esquecido dentro do setor, mas que devido ao valuation [avaliação de mercado] bastante descontado começamos a ver cada vez mais clientes acompanhando a história mais de perto”, afirmou o Credit Suisse à imprensa.

A recomendação da instituição financeira para a companhia gestora da Bolsa brasileira é outperform, ou desempenho acima do mercado, tendo em vista o potencial de alta atrativo e múltiplos baixos ante níveis históricos.

Recomendações

O banco de investimento brasileiro BTG Pactual divulgou no domingo (12) sua carteira semanal de ações. Em relação à primeira semana de dezembro, quando acumulou uma perda de 0,08% ante a alta de 2,56% do Ibovespa, o portfólio traz duas mudanças.

Os papéis da Light (LIGT3) e da Randon (RAPT4) cederam seus lugares para os da Aliansce Sonae (ALSO3), empresa que atua no ramo de administração de shopping centers, e Banco do Brasil (BBAS3).

No acumulado do ano, as escolhas do BTG acumulam ganhos de 5,8%, ante o tombo de 10,2% do principal índice da Bolsa.

Íntegra do programa “MyNews Investe” desta segunda-feira (13), no qual a instabilidade da B3 e as recomendações de investimentos foram abordadas.

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Getnet, empresa de maquininha do Santander, estreia na B3 com salto de 142,74% https://canalmynews.com.br/mynews-investe/getnet-empresa-maquininha-santander-estreia-b3-salto-14274/ Mon, 18 Oct 2021 23:50:25 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/getnet-empresa-maquininha-santander-estreia-b3-salto-14274/ A estreia na Bolsa de São Paulo é a primeira etapa da cisão entre a Getnet e o Santander. No dia 22, a empresa começa a negociar ações na Nasdaq

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A Getnet estreou na sessão B3 desta segunda-feira (18) com o pé direito, após cindir suas operações do Santander. As ações Units (GETT11), que integram o Ibovespa, saltaram 63,58% e fecharam o dia em R$ 7,72. A separação pode ser uma das explicações para o sucesso das ações na Bolsa. Cada acionista do Santander recebeu 0,25% em ação ordinária, preferencial ou unit da Getnet para cada papel correspondente emitido pelo Santander Brasil.

bolsa de valores
Getnet vai estrear na Nasdaq no próximo dia 22 de outubro/Imagem: Pixabay

Já as ações ordinárias (GETT3), dispararam 142,74%, a R$ 5,40, e as ações preferenciais (GETT4) subiram 95,85%, no valor de R$ 4,97.

A estreia na Bolsa de Valores de São Paulo é a primeira etapa da cisão entre Getnet e Santander. A partir de sexta-feira (22), a empresa de maquininhas também vai negociar recibos de ações (ADs) na Nasdaq. A empresa foi fundada em 2003 no Rio Grande do Sul e comprada pelo Santander em 2014. A empresa é a terceira maior em operação de “maquininhas” no Brasil.

Assista ao MyNews Investe, no Canal MyNews, de segunda a sexta, com apresentação de Thais Skodowski

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Investimentos para mulheres: nada nos define; somente as nossas escolhas https://canalmynews.com.br/voce-colunista/investimentos-para-mulheres-nada-nos-define-somente-nossas-escolhas/ Wed, 29 Sep 2021 20:24:55 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/investimentos-para-mulheres-nada-nos-define-somente-nossas-escolhas/ Segundo o último estudo da B3, as brasileiras buscam investimentos de longo prazo e são mais empreendedoras que os homens; perfil que se assemelha ao público dos ativos alternativos

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Mulheres, quero falar somente com vocês – com as que já investem e com as que estão dando os primeiros passos nos investimentos. No último levantamento da B3, notou-se a entrada de 825 mil mulheres na Bolsa de Valores, ou seja, passamos a representar 26% da Bolsa, volume ainda considerado baixo quando comparado com o percentual de mulheres existentes do país, que é de 51,8%.

O fato é que, em 2020, a participação das mulheres no mercado de ações saltou para 118,1%, superior ao de homens, que ficou em 84,3%. No entanto, sabemos que esse número não nos define, o que nos define são as nossas escolhas que, no que diz respeito aos investimentos, é a qualidade do nosso portfólio, a cautela ao realizar uma aplicação e os investimentos de longo prazo. Isso também foi identificado no estudo da B3.

Os dados mostram uma tendência feminina pela rentabilidade, mas com volatilidade controlada e pensando no futuro. Eu, enquanto investidora, concordo, sem querer generalizar, porque sei que existem inúmeras investidoras com perfil arrojado e isso é o que nos torna investidores interessantes para o mercado de capitais: a nossa capacidade de assumir riscos quando preciso.

Investimentos para mulheres
Pesquisa aponta que brasileiras são mais empreendedoras que os homens e procuram investimentos de longo prazo/Imagem: Pixabay

Talvez vocês nunca tenham ouvido falar nos investimentos alternativos, talvez nunca tenham obtido informações suficientes para começar a investir nessa classe de ativos, ou até tenham um pé atrás com o termo “alternativos”.

Me permita ter um momento “Marisa” com vocês para falar sobre os investimentos alternativos (Alternative assets), uma modalidade de investimento pouco conhecida entre os brasileiros, mas que nos Estados Unidos está presente na carteira de grandes investidores.

Diferente do que muitos possam imaginar, esse tipo de ativo não tem qualquer relação com o mercado financeiro. Pelo contrário, é lastreado na economia real. Ou seja, ele é ideal para quem precisa minimizar os impactos dos ativos de risco.

Antes de fazer o meu primeiro aporte em ativos reais (nome dado aos investimentos com lastro na economia real) fui cética, pois havia acabado de perder dinheiro com um fundo. Ciente dos riscos do fundo, perdi, mas logo comecei a buscar um tipo de investimento que conseguisse atender o máximo de itens da tríade de investimento: rentabilidade, risco e liquidez.

Sabia que não seria fácil, no entanto, consegui me encontrar nos investimentos alternativos que me ofereciam, além de diversificação, rentabilidade e baixo risco. Mas para isso precisei abrir mão da liquidez. Outra grande vantagem foi que os ativos reais me permitiam participar de projetos estruturados por grandes empresários, sem que eu precisasse me preocupar com operacionalização, treinamento, funcionários e todas as atribuições inerentes a quem precisa começar um negócio do zero.

Entrando nos investimentos alternativos, caberia a mim: escolher uma plataforma de crowdfunding regulada pela CVM, buscar um projeto que atendesse as minhas necessidades de diversificar meu portfólio, saber quem é o responsável pelo projeto, avaliar o cenário do setor da economia do projeto escolhido e pronto. Vale lembrar que esse foi o meu processo. Cada um tem o seu, inclusive, existem plataformas (como a que investi) que oferecem consultores que podem te ajudar em cada uma das etapas.

Após receber o meu primeiro provento, pensei por que não conheci esse investimento antes? E a resposta é fácil: nunca havia encontrado uma pessoa que me explicasse que existia rentabilidade além da Bolsa. Isso porque esses investimentos eram reservados a family offices, fundos de investimento e detentores de grandes fortunas. Imagina se os grandes afortunados iriam dividir com qualquer pessoa o segredo do seu sucesso.

E é esse tipo de disrupção que me sinto na obrigação de compartilhar com outras mulheres que, assim como eu, buscam fortalecer outras potencialidades femininas e suas carteiras de investimento também. Espero ter dado o pontapé necessário para dar início a essa missão.


Quem é Lohana Ribeiro?

Entusiasta das inovações disruptivas. É graduada em Jornalismo e especialista em estratégia de marketing digital e SEO.

* As opiniões das colunas são de responsabilidade do autor e não refletem necessariamente a visão do Canal MyNews


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Como o mercado internacional ficou mais acessível aos investidores brasileiros https://canalmynews.com.br/mynews-investe/mercado-internacional-acessivel-brasileiros/ Wed, 28 Jul 2021 19:01:09 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/mercado-internacional-acessivel-brasileiros/ Negociados desde junho na Bolsa, os BDRs de ETFs tornam os principais índices estrangeiros mais próximos dos investidores brasileiros

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Desde junho, a Bolsa de Valores de São Paulo, a B3, tornou mais simples aos brasileiros investir em índices do mercado internacional. A partir dos BDRs de ETFs, com R$100, os investidores podem comprar cotas de índices de ações que vão dos Estados Unidos à Ásia, passando por setores mais específicos como os de tecnologia.

Em parceria com a BlackRock, a maior gestora de recursos do mundo, a B3 oferece mais de 60 opções desse segmento. Em resumo, quem investe em um BDR de ETF acessa um conjunto de empresas internacionais, compostas em um índice, com a compra de um único ativo.

“As BDRs são notas negociadas na Bolsa de Valores que têm como ativo subjacente uma ação ou um ETF listado no exterior. Quando o investidor compra um BDR de ETF, ele tem acesso a um ETF da BlackRock que é listado nos Estados Unidos ou em outro lugar do mundo”, explica Daniel Lobo, vice-presidente da BlackRock Brasil, em entrevista ao MyNews Investe.

O BDR (Brazilian Depositary Receipts) é a sigla para os recibos de ações ou fundos estrangeiros. Já o ETF (​​Exchange Traded Fund) é o fundo de investimento que tem como referência um índice – por exemplo, S&P500, principal índice da Bolsa de Nova York.

Qual a vantagem de investir no exterior?

Lobo explica que essa é uma opção mais acessível para quem busca investir em um setor ou mercado específico no mundo. “É muito mais simples ter uma exposição diversificada a um mercado internacional a partir de um ETF do que comprar cada uma das ações que compõem um índice. A partir de um trade (negociação), o investidor tem acesso a uma carteira de dezenas de ativos do mercado”, acrescenta ele.

Outra vantagem dos BDRs de ETFs está no valor de entrada do investimento. “Os ETFs são fundos que servem a todos os investimentos. O preço que o investidor pessoa física vai pagar é o mesmo preço que o fundo de pensão ou o grande investidor está pagando. Essa estrutura de BDRs de ETFs faz com que o investidor tenha acesso de forma muito fácil aos mesmos instrumentos de investidores profissionais”, avalia Daniel.

Quais índices internacionais estão acessíveis? 

O vice-presidente da BlackRock explica ainda que a oferta desses ativos têm crescido no Brasil à medida que avança também a regulação no país e a procura de brasileiros por investimentos lá fora.

O primeiro ETF ofertado pela BlackRock no Brasil foi o IVVB11, que segue o S&P500, índice que reúne as 500 maiores empresas negociadas no mercado americano. O IVBB11 é o código para iShares S&P 500 Fundo de Investimento, negociado na B3.

Desde então, a gestora já lançou 65 BDRs de ETFs. Entre eles, estão, BDRs de ETFs – que seguem índices ESG (com padrões sociais, ambientais e de governança), de tecnologia, de dividendos e até de REITs, os fundos imobiliários americanos, entre outros.

O BIYW39, por exemplo, replica o Dow Jones US Technology Capped, índice de empresas da indústria americana de tecnologia. O BFXI39 segue o FTSE China 50 ticker (FXI), índice com as 50 principais ações listadas em Hong Kong. A lista completa de BDRs de ETFs está na plataforma da B3, a Bolsa de Valores.

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