Arquivos CDB - Canal MyNews – Jornalismo Independente https://canalmynews.com.br/tag/cdb/ Nosso papel como veículo de jornalismo é ampliar o debate, dar contexto e informação de qualidade para você tomar sempre a melhor decisão. MyNews, jornalismo independente. Tue, 08 Mar 2022 15:13:35 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.7.2 Diversificando a carteira de renda fixa com LCI e LCA https://canalmynews.com.br/mynews-investe/diversificando-carteira-renda-fixa-lci-lca/ Wed, 18 Aug 2021 14:47:40 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/diversificando-carteira-renda-fixa-lci-lca/ Ativos são boa opção, por serem isentos de imposto de renda regressivo e estão cobertos pelo Fundo Garantidor de Crédito, mas é preciso ter cuidado com prazos

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Mesmo em momentos como o que o Brasil está passando, com juros altos e subida da inflação, ainda é possível pensar em investir. As Letras de Crédito Imobiliário e de Agronegócio estão aí para provar mais uma vez que é possível investir em renda fixa sem ser CDB e Tesouro direto.

Marília Fontes, sócia-fundadora da Nord Research, falou ao MyNews Investe e explicou que as LCIs e LCAs são investimentos com destino certo. No momento em que você vai em uma instituição financeira e investe seu dinheiro nesses ativos, você está emprestando dinheiro que deve ir obrigatoriamente para os setores imobiliário e de agronegócio.

“A grande diferença está no fato de ele sair e ter seu destino carimbado. Por esses dois setores, imobiliário e do agronegócio, serem setores que o governo gosta muito de estimular, porque têm benefícios no resto da economia. Esses dois títulos são isentos de Imposto de Renda para Pessoa Física; uma vantagem em relação ao CDB, por exemplo”.

Como todo investimento, o LCI e o LCA carregam consigo alguns riscos, por isso é importante pesquisar sobre a instituição para a qual está “emprestando” seu dinheiro. “É preciso fazer uma análise de crédito, olhar o balanço, se o resultado é consistente e, aí sim, ver se é interessante investir”, analisa Fontes.

Uma vantagem de se investir em LCI e LCA, que diferencia esses investimentos dos CRAs e CRIs, é que eles são cobertos pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC), o que garante retorno de até R$ 250 mil aos investidores, no caso de a instituição financeira quebrar.

Mesmo sendo uma boa opção para diversificar a carteira de renda fixa, Marília Fontes alerta que as letras de crédito, tanto imobiliário, quanto de agronegócio, têm um prazo mínimo de 90 dias para resgate.

“O investidor precisa tomar cuidado. Pela legislação, ele não pode resgatar antes de 90 dias de jeito nenhum. Essas LCIs e LCAs geralmente têm prazo fechado; a maioria que a gente vê por aí é de um, dois, três anos. Então você tem que pensar: eu posso ficar esse tempo com esse tipo de investimento na carteira?”.

Assista à íntegra do MyNews Investe. O programa é transmitido de segunda a sexta, no Canal MyNews, a partir do meio-dia, e apresentado por Juliana Causin e Mara Luquet

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Renda fixa além do CDB e Tesouro: saiba o que são os CRAs https://canalmynews.com.br/mynews-investe/renda-fixa-cdb-e-tesouro-o-que-sao-cras/ Tue, 10 Aug 2021 14:12:11 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/renda-fixa-cdb-e-tesouro-o-que-sao-cras/ Certificados de Recebíveis do Agronegócio podem ser boa opção na hora de diversificar carteira de renda fixa

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Quando se fala em Renda Fixa, a maioria das pessoas logo pensa em Tesouro Direto e CDB. Mas esse investimento tem outros tipos de títulos e pode ser diversificado. É o caso dos CRAs, Certificados de Recebíveis do Agronegócio, títulos de renda fixa de crédito privado. Como investir neles e qual a diferença para os outros títulos? O diretor de educação financeira da Xpeed, Thiago Godoy, falou com o MyNews Investe e explicou tudo sobre CRAs.

“Na prática, o investidor vai comprar um papel e em troca disso, mantendo os recursos aplicados ali, vai receber uma remuneração, que são os juros. O CRA tem como lastro os empréstimos relacionados a produção, comercialização, beneficiamento ou industrialização de produtos, insumos e máquinas do agronegócio”, explica Godoy.

Existem três modelos de rentabilidade para esse tipo de investimento: pré-fixado, pós-fixado e atrelado à inflação. Seu risco é um pouco maior do que os títulos mais clássicos de renda fixa – o que faz a rentabilidade dele também ser mais elevada que Tesouro Direto e CDB.

“O CRA é um investimento que precisa de um longo prazo. Precisa que você deixa ele lá por mais tempo para vender; tem um pouco mais de risco, mas vai trazer a rentabilidade maior para sua carteira, além de ter a isenção Imposto de Renda. Então, para o investidor, mesmo conservador, que está olhando para renda fixa e quer diversificar o plano, essa é uma excelente opção”, avalia o diretor da Xpeed.

Veja a íntegra do MyNews Investe desta segunda (2). O programa é transmitido de segunda a sexta, no Canal MyNews

Para investir em CRAs, assim como a maioria dos títulos de renda fixa, é necessário ter conta em uma corretora de investimentos. É importante que a corretora fale sobre custos de operação, variedade de opções, remuneração, valor mínimo para investimento e não menos importante, os riscos que o papel traz. Também não podemos esquecer que esse investimento tem garantia do Fundo Garantidor de Crédito, que é uma entidade privada, sem fins lucrativos, que administra o mecanismo de proteção aos depositantes e investidores no âmbito do Sistema Financeiro Nacional.

“Existe o risco que você tem que olhar, o ‘rating’, que eles costumam receber. É uma nota atribuída para o papel, feita por uma agência independente de avaliação de risco de crédito. Essa nota vai indicar se o produto tem risco de calote alto ou baixo”, analisa Godoy.


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Fundos de renda fixa: o que são e como investir? https://canalmynews.com.br/mynews-investe/fundos-renda-fixa-como-investir/ Tue, 27 Jul 2021 20:51:01 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/fundos-renda-fixa-como-investir/ Opções de diversificação, fundos de renda fixa trazem vantagens em relação a títulos convencionais como Tesouro Direto e CDB

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Querida dos investidores que buscam maior segurança, a renda fixa é aquele investimento que traz uma remuneração já definida previamente no momento da aplicação. Os títulos de renda fixa podem ser emitidos por um banco (caso do Tesouro), por bancos (CDBs e CDIs) ou por empresas (debêntures).

Em suma, ao comprar um desses títulos, o investidor “empresta” aquela quantia para o emissor do título que, em troca, retorna o valor aplicado com os juros do “empréstimo”. Para quem busca maior diversificação (e por vezes maior retorno), uma boa opção de renda fixa são os fundos.

O que são os fundos de renda fixa?

Para ser classificado como de renda fixa, o fundo deve ter ao menos 80% de seus ativos relacionados a essa classe – ou seja, títulos públicos, títulos bancários ou títulos privados.

“Qual é a diferença de você investir em um fundo ou investir diretamente em um título de renda fixa? A diversificação”, explica Carlos Heitor Campani, professor pesquisador do Coppead/UFRJ, em entrevista ao MyNews Investe. Ele destaca ainda, a gestão profissional e o acesso  a ativos em geral mais restritos como vantagens para os fundos de renda fixa. 

 “O fundo tem um gestor, um profissional que estudou e tem a competência para gerir aquela carteira de investimentos. Outra vantagem é que muitos instrumentos não costumam ser acessíveis”, acrescenta Campani. “Muitos instrumentos de renda fixa não são encontrados facilmente. Existem canais específicos para você encontrá-los que, na maioria das vezes, os investidores podem não ter acesso”, diz ele.

Como escolher um fundo de renda fixa?

Primeiro, segundo Campani, é preciso analisar qual a estratégia do fundo e no que ele investe. O próximo passo é analisar a rentabilidade. O professor destaca que, para checar se vale a pena investir no fundo, uma opção é compará-lo com ativos de renda fixa convencionais. 

 “Veja a rentabilidade do fundo e compare com o CDI. Se aquele fundo estiver em linha com o CDI, é melhor você investir em outra opção, como Tesouro Direto”, afirma ele. Outros dois aspectos para se observar, segundo Campani, são a liquidez e a cotização. 

“A liquidez é o prazo para o dinheiro, depois de retirado do fundo, cair na sua conta”, diz. Já o período de cotização é o tempo entre a solicitação do dinheiro investido (o resgate) e a conversão do seu investimento em dinheiro. Em suma, é o tempo que leva para a aplicação no fundo ser convertida no dinheiro do retorno.

“Vamos supor que o fundo tenha cotização D+3. Se eu pedir o resgate, isso quer dizer que o dinheiro vai sair do fundo somente em três dias. Isso quer dizer que você fica exposto ao mercado durante três dias, quer você queira, quer não. O ideal é que a cotização seja em D+0, ou seja, o dinheiro sai do fundo no mesmo dia”, explica o professor.

Veja a íntegra do MyNews Investe. O programa é transmitido ao vivo, diariamente, a partir do meio-dia, no Canal MyNews

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Poupança com captação recorde no ano: como investir melhor e sair da caderneta? https://canalmynews.com.br/mynews-investe/poupanca-captacao-recorde/ Thu, 22 Jul 2021 20:59:58 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/poupanca-captacao-recorde/ Segundo BC, poupança teve captação recorde em 2021 no mês de junho. Clara Sodré, da Xpeed, explica quais as alternativas para quem quer deixar a caderneta

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A caderneta de poupança teve em junho o terceiro mês positivo de captação, segundo dados do Banco Central (BC), e o melhor resultado mensal desde o início de 2021. De acordo com o BC, os depósitos superaram os saques em R$ 7,09 bilhões no último mês. O saldo é resultado da diferença entre R$ 296,3 bilhões em depósitos e R$289,29 bilhões em retirada.

Depois de um início do ano com três meses de saldo negativo – com mais saques do que depósitos – a caderneta voltou a fechar com saldo positivo a partir de abril. O volume maior de retirada de janeiro a março coincidiu com o período de pagamento das contas do início do ano, como IPTU e  IPVA. 

Já a volta do saldo positivo, em abril, veio no período de retorno do pagamento do auxílio emergencial pelo governo. Em 2020, o benefício foi justamente um dos responsáveis pela captação recorde na poupança: R$ 166,3 bilhões, o maior valor anual da série histórica do BC, que começou em 1995. 

Resultado mensal do saldo de captação da caderneta de poupança nos últimos 12 meses, segundo Banco Central (Imagem: Arte/MyNews Investe)

Poupança vale a pena?

Com cenário de queda de juros e alta da inflação, a caderneta de poupança há algum tempo deixou de ser um investimento rentável. Um levantamento da Economática, plataforma de informações financeiras, mostra que a rentabilidade real da poupança (que desconta a inflação) ficou negativa em 6,26% em 12 meses até junho. Esse foi o décimo resultado negativo mensal de rentabilidade da poupança.

O retorno baixo é resultado da inflação no país, que acumula alta de 8,35% em 12 meses, enquanto o rendimento da poupança, de acordo com a pesquisa, é de 0,16% no mês. Em 12 meses, o retorno foi de 1,56%, ainda insuficiente para superar a inflação.

Como deixar a caderneta de lado sem correr risco?

Em entrevista ao MyNews Investe, Clara Sodré, professora da Xpeed e assessora de investimentos, explica que uma das alternativas para a poupança é a compra de títulos públicos, o Tesouro Direto. “É um investimento que tem a garantia soberana do governo. Qual seria o investimento? O Tesouro Selic, um investimento que tem garantia do governo e liquidez diária, ou seja, se você precisar do dinheiro, pode retirá-lo diariamente”, diz ela.

Uma opção entre as do Tesouro Direto, o Tesouro Selic é o título público com a rentabilidade atrelada à taxa básica de juros. É um dos títulos mais simples do Tesouro para quem quer começar a investir.

“De início, a alternativa é tirar da poupança e começar a migrar para ativos mais seguros”, afirma Sodré. Outras opções com baixo risco são os títulos de renda fixa emitidos por bancos, como CDB, LCI e LCA, que têm a garantia do FGC (Fundo Garantidor de Crédito).

“Quer sair da poupança e não sabe por onde começar? Vai para o Tesouro Selic. Se você já tem o Tesouro Selic e você pode ir para outros ativos, comece buscando ativos emitidos por bancos – CDB, LCI, LCA e letras de crédito. É a mesma garantia da poupança e tem um potencial de rentabilidade maior”, explica Clara. Ela lembra que essas opções mais seguras estão disponíveis em inúmeras corretoras, plataformas de investimento e bancos.

Assista à integra do MyNews Investe desta quinta-feira. O programa contou com apresentação de Juliana Causin e participação de Clara Sodré, professora da Xpeed e assessora de investimentos, e Vinicius Chagas, analista educacional da Blockchain Academy

O CDB (Certificado de Depósito Bancário) é um título emitido por bancos com o objetivo de captação de recursos pelas instituições financeiras. A LCI (Letra de Crédito Imobiliário) e a LCA (Letra de Crédito Agronegócio) são semelhantes, mas tem o objetivo de financiarem setores específicos.

Os três investimentos contam com a cobertura do FGC, que garante a cobertura de até R$250 mil por CPF e por instituição financeira.

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