Alta do feijão, da carne, do arroz e do leite pressionou os preços, enquanto o Dieese estima que o salário mínimo necessário deveria superar R$ 8,1 mil
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A cesta básica mais cara do país ainda é a de São Paulo (R$ 880,72), seguida por Rio de Janeiro (R$ 835,50), Florianópolis (R$ 831,92) e Porto Alegre (R$ 791,64)
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Com a medida, parcela menos favorecida da população terá de pagar uma alíquota maior do Imposto sobre Valor Agregado (IVA) em outros produtos e serviços que venham a consumir
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Porto Alegre foi a capital que apresentou o mais caro conjunto de alimentos básicos, R$ 739,21, seguida de Florianópolis (R$ 738,77), São Paulo (R$ 738,13) e Rio de Janeiro (R$ 721,17)
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Quando se considera a cesta de alimentos básicos, com 12 produtos, a queda foi de 1,93% em setembro em relação a agosto
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Florianópolis foi a cidade que apresentou maior custo
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Proposta avalia devolver dinheiro na boca do caixa
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São Paulo teve o conjunto mais caro e Aracaju, o mais barato
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