Arquivos eleições estados unidos - Canal MyNews – Jornalismo Independente https://canalmynews.com.br/tag/eleicoes-estados-unidos/ Nosso papel como veículo de jornalismo é ampliar o debate, dar contexto e informação de qualidade para você tomar sempre a melhor decisão. MyNews, jornalismo independente. Fri, 08 Nov 2024 01:56:42 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.7.2 Trump conquistou votos da meia-idade, mas Kamala era preferida entre mulheres https://canalmynews.com.br/noticias/trump-votos-meia-idade-kamala-preferida-mulheres/ Fri, 08 Nov 2024 01:55:08 +0000 https://localhost:8000/?p=48343 Segundo levantamento realizado pela rede americana NBC, republicano levou 60% dos votos de homens brancos nos swing states ('estados-pêndulos')

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Se apenas mulheres votassem, o republicano Donald Trump com certeza teria perdido a eleição presidencial. É o que diz uma matéria publicada na quarta-feira (6) pela agência de notícias Associated Press (AP).

Segundo levantamento realizado pela rede americana NBC, enquanto Trump levou 60% dos votos de homens brancos nos Swing States (“estados-pêndulos”), a democrata Kamala Harris foi mais votada entre mulheres negras (91%) e latinas (60%).

Durante toda a disputa eleitoral, Trump focou no público masculino. Inclusive, validou comentários e piadas sexistas direcionadas a Kamala.

Enquanto fazia comício na cidade de Greensboro, na Carolina do Norte, por exemplo, Trump foi interrompido por um de seus apoiadores que afirmou que “ela [Kamala] trabalhava na esquina”. Trump riu da piada e afirmou que aquele lugar era “incrível”. Depois, acrescentou: “Apenas se lembrem que outra pessoa está dizendo isso, não eu”.

A AP chegou a dizer que a campanha era “centrada na hipermasculidade” e que Trump foi alertado por seus apoiadores de que esta postura poderia colocá-lo em desvantagem em relação ao eleitorado feminino. Mesmo assim, o republicano teve mais votos entre as mulheres brancas do que Kamala.

Em relação à comunidade LGBTQIA+, 86% dos eleitores que se identificaram como homossexuais, bissexuais ou transexuais votaram em Kamala, contra 13% de Trump. Entre os que afirmaram não fazer parte da comunidade, 53% escolheram apoiar o republicano.

De acordo com a NBC, Kamala foi a mais votada também entre os eleitores com idades entre 18 e 44 anos, os que se definiram como “liberais” e os que disseram ter concluído o ensino superior. Presidente eleito liderou entre protestantes e católicos, eleitores com mais de 45 anos e os que se definiram como “conservadores”.

Assista abaixo ao Segunda Chamada de quarta-feira (6):

*Sob supervisão de Sofia Pilagallo

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Como funciona a apuração nos EUA, onde os resultados podem levar semanas para sair? https://canalmynews.com.br/noticias/como-funciona-a-apuracao-nos-eua-onde-os-resultados-podem-levar-semanas-para-sair/ Tue, 05 Nov 2024 19:53:11 +0000 https://localhost:8000/?p=48243 Diferente do Brasil, onde os resultados são divulgados em poucas horas, lá, o processo pode levar muito mais tempo; pleito de 2000 demorou 36 dias para ser definido

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Os eleitores americanos vão às urnas nesta terça-feira (5) para escolher o próximo presidente dos Estados Unidos. Nas eleições deste ano, a democrata Kamala Harris e o republicano Donald Trump disputam uma das eleições mais acirradas de todos os tempos.

Segundo pesquisas de intenção de voto, os candidatos estão tecnicamente empatados. No último levantamento da ABC News, por exemplo, Kamala apareceu com 1% de vantagem em relação à Trump.

No total, são mais de 240 milhões de americanos aptos a votar. De acordo com a agência de notícias Associated Press (AP), mais de 57 milhões já votaram antecipadamente.

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Não existe um órgão central responsável por fiscalizar e padronizar as formas de votação. Cada estado pode definir suas próprias regras. Isso permite aos eleitores votar pelo correio ou presencialmente, por meio de cédulas de papel ou urnas eletrônicas.

Essa vasta gama de possibilidades, claro, interfere na agilidade da apuração. No Brasil, os resultados das eleições são apurados em poucas horas. Lá, esse tempo é muito maior, podendo levar dias e até mesmo semanas. A eleição de 2000, por exemplo, chegou a demorar 36 dias para ser apurada.

Há também outra questão a ser considerada. Em alguns lugares, os mesários, além de supervisionar o voto presencial, precisam checar as assinaturas e escanear as cédulas, o que também leva tempo e atrasa a apuração.

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A contagem dos votos é realizada por trabalhadores eleitorais locais. Esses podem ser voluntários, funcionários do governo ou temporários contratados. Todos os locais de apuração são supervisionados por equipes subordinadas dos departamentos eleitorais.

Os partidos políticos e os candidatos podem enviar observadores para monitorar os procedimentos e assegurar a transparência da votação, caso queiram. Em alguns casos, o público em geral também pode acompanhar a apuração.

A depender do tamanho do condado e da quantidade eleitores, os votos podem ser contados com a ajuda de máquinas eletrônicas de leitura ótica ou manualmente, o que também impacta na velocidade da apuração. Depois que os votos são certificados e a contagem é concluída, os resultados oficiais são confirmados por uma autoridade eleitoral do condado e, então, enviados ao estado.

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Em caso de empate, fica a cargo da Câmara dos Deputados escolher o presidente por meio de uma votação interna na qual cada estado tem direito a um voto. Entretanto, isso aconteceu apenas duas vezes em toda a história dos EUA, em 1800 e 1824.

Vale ressaltar que, nem sempre o candidato que ganha no voto popular é o que vence a eleição, pois os EUA adotam o sistema de votação indireto. Sai vitorioso do pleito quem tiver a maioria do colégio eleitoral.

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O “colégio eleitoral” consiste em um grupo de pessoas, os chamados “delegados”, indicadas para nomear o presidente e o vice-presidente. Cada estado tem um número de delegados proporcional ao tamanho de sua população.

Ao todo, o colégio eleitoral é formado por 538 delegados. Um candidato precisa do apoio de ao menos 270 delegados para ser eleito, o que se traduz em metade dos 538 (ou 269) mais um.

Assista abaixo ao Pergunte ao Kotscho de segunda-feira (4):

*Sob supervisão de Sofia Pilagallo

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Por que enfrentar Kamala é o pior cenário para Trump? https://canalmynews.com.br/noticias/por-que-enfrentar-kamala-e-o-pior-cenario-para-trump/ Thu, 25 Jul 2024 22:28:50 +0000 https://localhost:8000/?p=45291 Segundo o jornalista Marcelo Madureira, Trump terá que adotar um novo discurso para se sobressair na disputa eleitoral

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Ter a vice-presidente Kamala Harris como adversária é o pior dos mundos para o candidato republicano e ex-presidente Donald Trump, afirmou o jornalista Marcelo Madureira durante participação no Segunda Chamada de quarta-feira (24). Para ele, Trump terá que elaborar uma nova estratégia para se aproximar do eleitorado dos Swing States, os chamados “estados pêndulos”, onde nenhum candidato tem maioria absoluta.

Nos dias que se seguiram ao atentado contra Trump na Pensilvânia (EUA), a imagem do republicano com punho em riste e a bandeira americana ao fundo cravou a vitória do ex-presidente. Mas a desistência do presidente Joe Biden e a indicação de Kamala para substituí-lo na disputa influenciou o rumo das eleições.

Para Madureira, Trump precisará adotar um discurso menos radical para cativar o voto dos eleitores mais moderados. Ao mesmo tempo, não poderá se afastar do trumpismo para continuar agradando os seguidores mais fiéis.

O jornalista acredita que Kamala tenha algumas vantagens. Como vice-presidente dos Estados Unidos, ela também é presidente do Senado, o que lhe permite ter uma grande articulação política dentro do Poder Legislativo. Além disso, tem um histórico praticamente impecável, seja como vice-presidente, seja como Procuradora-Geral da Califórnia. Segundo a nova pesquisa Reuters/Ipsos, a vice-presidente já aparece numericamente à frente com 44% das intenções de voto, contra 42% de Trump.

Assista abaixo ao Segunda Chamada de quarta-feira (24):

*Sob supervisão de Sofia Pilagallo

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Análise: Kamala coloca Trump de volta no banco dos réus https://canalmynews.com.br/noticias/analise-kamala-coloca-trump-de-volta-no-banco-dos-reus/ Thu, 25 Jul 2024 20:06:01 +0000 https://localhost:8000/?p=45281 Para Matheus Leitão, a estratégia da democrata influencia o imaginário do eleitorado norte-americano

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A vice-presidente Kamala Harris coloca o ex-presidente e candidato republicano Donald Trump no banco dos réus ao dizer que conhecia o “tipo” de seu adversário desde antes de se tornar Procuradora-Geral da Califórnia. Foi o que afirmou o jornalista Matheus Leitão durante participação no Segunda Chamada de quarta-feira (24).

Nesta segunda-feira (22), a vice-presidente participou do primeiro comício eleitoral após a desistência de Joe Biden em Delaware (EUA). Durante o discurso, afirmou que precisou lidar com todo tipo de criminoso enquanto foi promotora de Justiça no Estado da Califórnia. Em referência a Trump, citou “predadores que abusavam de mulheres”, “fraudadores que roubavam consumidores” e “aqueles que quebravam as regras para ganhar no jogo”.

Segundo Leitão, Kamala usa as acusações criminais contra o republicano para desconstruir a narrativa, impulsionada por ele próprio, de que seja “predestinado a voltar à Presidência” após sobreviver ao atentado na Pensilvânia. O jornalista acredita que o fato de o ex-presidente ter escapado ferido, mas vivo, envolveu o imaginário dos eleitores. Por outro lado, Kamala também estaria jogando com a percepção dos americanos ao “encarnar a justiça” em um momento em que a criminalidade no país se tornou um dos assuntos mais importantes.

Para Leitão, Kamala, que já aparece numericamente à frente nas pesquisas, trouxe vigor para a campanha dos democratas. Segundo nova pesquisa Reuters/Ipsos, ela tem com 44% das intenções de voto, contra 42% de Trump. Esta é a primeira sondagem de intenção de voto nos EUA após a desistência de Biden à corrida presidencial.

Assista abaixo ao Segunda Chamada de quarta-feira (24):

*Sob supervisão de Sofia Pilagallo

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Democratas arrecadam o equivalente a R$ 452,5 milhões após desistência de Joe Biden https://canalmynews.com.br/noticias/democratas-arrecadam-mais-apos-desistencia-de-joe-biden/ Tue, 23 Jul 2024 21:18:03 +0000 https://localhost:8000/?p=45153 Doadores que haviam parado de contribuir para o financiamento da campanha, em razão do estado de saúde do presidente, demonstraram que pretendem retomar apoio

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O Partido Democrata arrecadou mais de US$ 81 milhões (R$ 452,5 milhões) nas 24 horas seguintes à retirada da candidatura do presidente Joe Biden, que pretendia disputar a reeleição. De acordo com o jornal americano The New York Times, a quantia representa a maior contribuição online feita aos democratas desde 2020.

Até o fim da tarde desta terça-feira (23), os democratas acumulavam mais de US$ 100 milhões (R$ 558,8) em doações, segundo a BBC. A plataforma responsável por reunir as doações, a ActBlue, afirmou que mais de 888 mil pessoas doaram quantias de até US$ 200 (aproximadamente R$ 1.117) cada.

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Para o professor de relações internacionais Vitelio Brustolin, da Universidade Federal Fluminense (UFF), que participou do Segunda Chamada de segunda-feira (22), esta arrecadação é de extrema importância, pois o Partido Democrata gasta cerca de US$ 30 milhões (R$ 167,6 milhões) por semana apenas para veicular campanhas na televisão. “É assim que funcionam as eleições nos Estados Unidos, com muito dinheiro de doações”, disse.

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A quantia arrecadada demonstra a retomada do entusiasmo dos eleitores democratas frente à possibilidade de Kamala liderar a chapa do partido. Desde o mau desempenho de Joe Biden no debate contra Trump, no final de junho, as doações estavam estagnadas. Apoiadores manifestavam preocupação com a capacidade do presidente de seguir na campanha.

Assista abaixo ao Segunda Chamada de segunda-feira (22):

*Sob supervisão de Sofia Pilagallo

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Objetivo de Trump é destruir o Partido Republicano nos moldes postos e tomar a sigla para si, diz professor https://canalmynews.com.br/opiniao/objetivo-de-trump-e-destruir-o-partido-republicano-nos-moldes-postos-e-tomar-a-sigla-para-si-diz-professor/ Tue, 16 Jul 2024 22:56:55 +0000 https://localhost:8000/?p=44846 Para Carlos Gustavo Poggio, ex-presidente quer 'limpar' a burocracia norte-americana e manter no poder apenas pessoas leais a ele

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O objetivo de Donald Trump é destruir o Partido Republicano para transformá-lo em um “Partido Trumpista”, afirmou no Segunda Chamada de segunda-feira (15) o professor de relações internacionais Carlos Gustavo Poggio. J.D. Vance, vice-presidente do candidato republicano, já disse que Trump quer “limpar” a burocracia norte-americana e manter no poder apenas pessoas leais a ele.

Segundo Poggio, o plano de Trump teve início em 2016, quando o “trumpismo” dominou o partido, começando pela base até chegar ao topo. Com o passar do tempo, aqueles que eram críticos ao ex-presidente se converteram, morreram, se aposentaram ou perderam os cargos. “O Partido Republicano, que era o Grand Old Party, agora é o New Trump Party”, declarou.

Leia mais: Análise: ‘Trump escolheu alguém que represente o trumpismo, e não o Partido Republicano’

A escolha de J.D. Vance para vice-presidente da chapa de Trump demonstra essa mudança que se consolidou nos últimos anos, visto que o candidato republicano não optou por nenhum dos nomes que pudesse representar “a velha elite”. Para Poggio, sob o “trumpismo”, o Partido Republicano assumiu formas e características muito diferentes das que vigoraram no período que antecedeu o mandato do ex-presidente.

Leia mais: Saiba quem é J.D. Vance, vice de Trump que foi crítico do ex-presidente no passado

Apesar da força que ganhou dentro do Partido Republicano, Trump teve um mau desempenho nas eleições de meio de mandato em 2022 e, se perder agora, a narrativa em torno dele pode vir a mudar. Na avaliação do professor, “talvez o Partido Republicano acorde pelo fato de que vai continuar perdendo se se amarrar tão fortemente a Trump”.

Assista abaixo ao Segunda Chamada de segunda-feira (15):

*Sob supervisão de Sofia Pilagallo

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Atentado contra Trump reforça papel de vítima que republicano adota há tempos, diz advogado https://canalmynews.com.br/opiniao/atentado-contra-trump-reforca-papel-de-vitima-que-republicano-adota-ha-tempos-diz-advogado/ Mon, 15 Jul 2024 20:34:04 +0000 https://localhost:8000/?p=44764 Para Manuel Furriela, ataque contra o ex-presidente dos Estados Unidos corrobora narrativa de que opositores tentam impedir a candidatura do republicano

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O ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump já trazia em seus discursos a narrativa de que tentavam impedir sua candidatura, por isso o atentado durante comício reforça o papel de vítima e beneficia o republicano. Foi o que afirmou ao MyNews Especial o advogado e professor de direito internacional Manuel Furriela. Trump discursava em Butler, cidade do estado da Pensilvânia, no último sábado (13), quando um disparo atingiu de raspão sua orelha direita.

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A imagem de Trump se reerguendo com o punho em riste, em um ato de resiliência antes de ser escoltado para fora do evento, na visão de Furriela, demonstra que o ataque “se encaixa muito bem nesse discurso [de perseguição]”. Para ele, o ex-presidente adota uma narrativa de vitimização, como se as ações judiciais movidas contra ele fossem uma forma de afastá-lo do poder.

Com o fim de seu mandato, em janeiro de 2021, Trump entrou para a história americana como o primeiro ex-presidente a se tornar réu. Ao todo, ele enfrenta 91 acusações em 4 processos criminais relacionados a fraudes financeiras. Nesta segunda-feira (15), uma juíza do estado da Flórida arquivou o processo em que o ex-presidente foi acusado de se apropriar de documentos sigilosos.

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Segundo Furriela, o atual contexto político dos Estados Unidos é inédito. Pela primeira vez, a população precisará escolher entre um candidato com histórico judicial relevante e um candidato com idade avançada e lucidez comprometida. Agora, com o atentado contra Trump e os desdobramentos do ataque, o cenário se tornou ainda mais complexo.

Veja a análise completa:

*Sob supervisão de Sofia Pilagallo

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Lula diz que atentado a Trump ‘empobrece a democracia’ https://canalmynews.com.br/internacional/lula-diz-que-atentado-a-trump-empobrece-a-democracia/ Mon, 15 Jul 2024 20:11:50 +0000 https://localhost:8000/?p=44757 Presidente defende condenação de qualquer ação anti democrática

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, nesta segunda-feira (15), que o atentado contra o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, “empobrece a democracia”. Ao chegar para agenda de trabalho no Palácio do Itamaraty, em Brasília, Lula disse que é preciso condenar qualquer manifestação anti democrática, “seja pela direita, seja pela esquerda”.

“Ninguém tem o direito de atirar numa pessoa porque não concorda com ele politicamente”, disse.

No último sábado (13), Trump foi retirado por seguranças do palanque onde fazia um comício, em Butler, no estado da Pensilvânia. Ele concorre novamente à presidência dos Estados Unidos em um disputa acirrada contra o atual mandatário, Joe Biden, que tenta reeleição. Após sons de tiros, o candidato republicano se abaixou e levantou com sangue na orelha e no rosto.

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Ao ser questionado se o ataque fortalece a extrema-direita no país norte-americano e no mundo, Lula disse que “a certeza é que a democracia perde”.

“Os valores do diálogo, os valores do argumento, os valores de sentar em forma de uma mesa, da forma mais diplomática, para encontrar soluções para os problemas vão indo pelo ralo. Se tudo vai se encontrar na base da bordoada, na base da violência, na base do murro, na base da luta, na base do tiro, na base da faca, onde é que vai a democracia? Eu, como sou defensor da democracia, eu acho que nós temos que condenar”, acrescentou o presidente.

Ainda no sábado, Lula já havia se manifestado sobre o assunto, afirmando que o atentado foi um “ato inaceitável”. Diversos líderes mundiais também expressaram espanto, denunciaram a violência política e desejaram ao ex-presidente norte-americano uma rápida recuperação.

Além de Trump ferido, um apoiador do ex-presidente foi morto e dois outros ficaram feridos antes que os agentes do Serviço Secreto matassem a tiros o suspeito de 20 anos. O motivo do atentado ainda não foi esclarecido. O presidente Joe Biden condenou o ataque contra seu oponente, pedindo união aos cidadãos, e determinou uma revisão sobre a segurança no comício onde Trump foi ferido.

Assista também:

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38 dias depois, Bolsonaro cumprimenta Biden por vitória nos Estados Unidos https://canalmynews.com.br/politica/38-dias-depois-bolsonaro-cumprimenta-biden-por-vitoria-nos-estados-unidos/ Wed, 16 Dec 2020 12:02:35 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/38-dias-depois-bolsonaro-cumprimenta-biden-por-vitoria-nos-estados-unidos/ Mandatário brasileiro foi um dos últimos chefes de Estado a cumprimentar o democrata

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Nos Estados Unidos não existe nada parecido com o TRE, o Tribunal Regional Eleitoral, que centraliza a contagem de votos e divulga os resultados. Isso é feito pela imprensa, que reúne as apurações estaduais e divulga a projeção que deve ser confirmada mais tarde pelo colégio eleitoral. Nas eleições deste ano, a imprensa local projetou a vitória do democrata Joe Biden no dia 7 de novembro. Nesta terça-feira (15), 38 dias depois, Jair Bolsonaro finalmente cumprimentou o presidente eleito pela vitória.

Bolsonaro foi um dos últimos chefes de Estado a cumprimentar Biden.

De acordo com uma nota publicada pelo Ministério das Relações Exteriores, Bolsonaro enviou uma mensagem a Biden para parabenizar pela vitória. O presidente brasileiro também se manifestou pelo Twitter, onde se colocou à disposição para trabalhar junto com o próximo ocupante da Casa Branca por uma aliança Brasil-EUA, pela defesa da soberania, da democracia e da liberdade.

Colégio eleitoral

O cumprimento de Bolsonaro aconteceu somente depois que o Colégio Eleitoral ratificou a vitória do candidato democrata. Os delegados confirmaram as projeções que haviam apontado a vitória de Biden com 306 votos, contra 232 do republicano Donald Trump, que tentava a reeleição.

Esse resultado vai ser promulgado pelo Congresso norte-americano no dia 6 de janeiro. Biden deve assumir o cargo de presidente dos Estados Unidos no dia 20 do mesmo mês.

Biden será o 46º presidente dos Estados Unidos e terá a senadora da Califórnia Kamala Harris como vice.

Trump, por outro lado, ainda não reconheceu a derrota e alega que houve fraude, embora não apresente nenhuma prova para embasar as acusações. O republicano era considerado um modelo por Bolsonaro, que a partir de janeiro perde essa referência externa.

O presidente Jair Bolsonaro, que parabenizou Joe Biden pela vitória na eleição nos EUA mais de um mês após o pleito
O presidente Jair Bolsonaro, que parabenizou Joe Biden pela vitória na eleição nos EUA mais de um mês após o pleito.
(Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Falta um

Bolsonaro não foi o único. Outros chefes de Estado também esperaram o resultado do Colégio Eleitoral para cumprimentar Joe Biden.

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, enviou um telegrama para Biden para desejar sucesso. Putin disse que está convencido de que Moscou e Washington podem, apesar de suas divergências, resolver numerosos problemas e desafios no mundo.

O presidente do México, López Obrador, enviou uma carta onde diz que que reconhece os esforços do democrata em favor dos imigrantes e prometeu trabalhar ao lado de Biden para que juntos consigam promover o desenvolvimento regional.

Até o momento, o único líder que ainda não se manifestou é o ditador da Coreia do Norte, Kim Jong-Un. 

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