Arquivos Elon Musk - Canal MyNews – Jornalismo Independente https://canalmynews.com.br/tag/elon-musk/ Nosso papel como veículo de jornalismo é ampliar o debate, dar contexto e informação de qualidade para você tomar sempre a melhor decisão. MyNews, jornalismo independente. Mon, 20 Jan 2025 22:58:18 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.7.2 Gesto de Elon Musk causa debate nas redes sociais; Confira o que ele fez https://canalmynews.com.br/internacional/gesto-de-elon-musk-causa-debate-nas-redes-sociais-confira-o-que-ele-fez/ Mon, 20 Jan 2025 22:58:18 +0000 https://localhost:8000/?p=50272 Dono da rede social X também discursou após o retorno de Trump a presidência dos Estados Unidos

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A posse do presidente Donald Trump não terminou sem polêmicas. Tudo começou quando Elon Musk, dono do X e da Tesla, discursou durante um evento para apoiadores na capital dos Estados Unidos nesta segunda-feira (20).

Durante o pronunciamento, Musk fez um gesto com as mãos em direção ao público, que alguns usuários das redes sociais apontaram como semelhante a uma saudação nazista. Outros, porém, alegaram que o gesto tem origem no Império Romano.

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Confira o que Musk falou no evento

Além disso, Trump nomeou Elon como chefe do novo Departamento de Eficiência Governamental. No palco, Musk subiu pulando e abriu os braços efusivamente. “Esse é o sentimento da vitória”, declarou. “E não foi uma vitória qualquer. Foi um momento decisivo para a civilização humana.”

“Essa eleição realmente importava. E eu quero apenas agradecer a vocês por tornarem isso possível. Obrigado”, completou o dono da rede social X.

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Todavia, ainda em comemoração, Musk postou no X a frase “o retorno do rei” junto a uma colagem de imagens das contas de Trump: a primeira, suspensa no antigo Twitter, e o novo perfil presidencial, que volta às mãos do republicano a partir desta segunda.

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Prestadoras são notificadas pela Anatel para liberar acesso ao X no Brasil https://canalmynews.com.br/noticias/prestadoras-sao-notificadas-pela-anatel-para-liberar-acesso-ao-x/ Wed, 09 Oct 2024 20:19:03 +0000 https://localhost:8000/?p=47473 Ministro Alexandre de Moraes, do STF, determinou a volta da rede social no Brasil após cerca de 40 dias de bloqueio; retorno do aplicativo depende das operadoras

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Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) iniciou nesta quarta-feira (9) a notificação das prestadoras de serviços de telecomunicações para que permitam a seus clientes o acesso à plataforma X.

A medida atende à determinação do Supremo Tribunal Federal  (STF), que havia suspendido o acesso diante da recusa da plataforma em obedecer a decisões judiciais.

De acordo com nota da Anatel, caberá a cada uma das prestadoras tomar as providências técnicas necessárias para implementar a ordem judicial. O tempo para a execução do desbloqueio dependerá das medidas empregadas pelas prestadoras, conforme suas especificidades.

Irregularidades

O ministro Alexandre de Moraes, do STF, determinou nessa terça-feira (8) o desbloqueio da rede social X no Brasil. O bloqueio durou cerca de 40 dias.

Ele foi determinado no dia 30 de setembro após a empresa fechar seu escritório do Brasil e deixar de ter um representante legal no país, condição obrigatória para qualquer firma funcionar.

O bilionário Elon Musk, dono da rede social, anunciou o fechamento da sede da empresa no Brasil após a rede ser multada por se recusar a cumprir a determinação de retirar do ar perfis de investigados pela Corte pela publicação de mensagens consideradas antidemocráticas.

No entanto, a representação foi reativada nas últimas semanas, e a advogada Rachel Villa Nova voltou a ser a representante legal da rede. Com a reabertura da representação e o pagamento de multas que somam R$ 28,6 milhões, o X pediu ao ministro para voltar ao ar.

Assista abaixo ao Segunda Chamada sobre o bloqueio do X no Brasil:

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Moraes rejeita recurso do X contra bloqueio de perfis de Monark https://canalmynews.com.br/noticias/moraes-rejeita-recurso-do-x-contra-bloqueio-de-perfis-de-monark/ Fri, 20 Sep 2024 22:04:09 +0000 https://localhost:8000/?p=46899 Ministro entendeu que as plataformas não podem recorrer das medidas determinadas contra o influenciador por razões processuais

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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou nesta sexta-feira (20) pela rejeição de recursos apresentados pelas rede sociais X e Discord contra a decisão que derrubou os perfis do influenciador digital Bruno Monteiro Aiub, conhecido como Monark.

No ano passado, Moraes determinou aplicação multa de R$ 300 mil e suspendeu as redes sociais do influenciador, que é investigado pela suposta prática de espalhar “notícias fraudulentas” sobre as eleições de 2022. Ele também teve as contas bancárias bloqueadas pelo ministro.

No voto proferido no julgamento virtual que começou nesta sexta-feira (20), Moraes entendeu que as redes sociais não podem recorrer das medidas determinadas contra o influenciador por razões processuais.

“É incabível ao recorrente opor-se ao cumprimento do bloqueio dos canais, perfis, contas, nos termos da decisão proferida nestes autos, eis que se trata de direito de terceiro investigado, e por não comportar recorribilidade pela via eleita”, decidiu Moraes.

O julgamento virtual ocorre na Primeira Turma do Supremo e será encerrado na sexta-feira (27). Na sessão virtual, os ministros depositam os votos no sistema eletrônico e não há deliberação presencial.

Os demais votos serão proferidos pelos ministros Cristiano Zanin, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Flávio Dino.

Assista abaixo ao Segunda Chamada de quinta-feira (19):

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X demonstra intenção deliberada de descumprir ordem do STF https://canalmynews.com.br/noticias/x-demonstra-intencao-deliberada-de-descumprir-ordem-do-stf/ Thu, 19 Sep 2024 18:34:58 +0000 https://localhost:8000/?p=46850 Acesso à rede foi possibilitado após uma atualização que trocou o endereço eletrônico bloqueado; mecanismos adotados para o bloqueio não funcionaram

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A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) identificou o mecanismo que possibilitou o acesso à rede social X, durante a quarta-feira (18). 

“Com o apoio ativo das prestadoras de telecomunicações e da empresa Cloudfare, foi possível identificar mecanismo que, espera-se, assegure o cumprimento da determinação, com o restabelecimento do bloqueio”, informou a Anatel em nota divulgada nesta quinta-feira (19).

O acesso foi possível após uma atualização operacional realizada pela rede social que trocou o endereço eletrônico que foi bloqueado e passou a hospedá-lo nos servidores da Cloudflare, empresa norte-americana especializada na segurança de sites. Com isso, os mecanismos adotados para o bloqueio da rede social não conseguiram impedir o acesso. A rede está suspensa desde o início deste mês por determinação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.

No entanto, na manhã de ontem, usuários relataram ter conseguido acessar a plataforma de forma livre, sem acesso por meio de aplicativos de Virtual Private Network (VPN), mecanismo usado para burlar a suspensão. A Anatel disse que, com a identificação, espera assegurar o cumprimento da decisão judicial.

A Associação Brasileira de Provedores de Internet e Telecomunicações (Abrint) informou em nota, nessa quarta, que a rede X trocou o endereço eletrônico que foi bloqueado e passou a hospedá-lo nos servidores da Cloudflare, empresa norte-americana especializada na segurança de sites.

“Diferente do sistema anterior, que utilizava IPs específicos e passíveis de bloqueio, a nova estrutura baseada no Cloudflare compartilha IPs com outros serviços legítimos, como bancos e grandes plataformas de internet”, disse a Abrint.

Segundo a Anatel, a medida foi tomada com objetivo de  burlar a suspensão determinada pela Justiça.

“A conduta da rede X demonstra intenção deliberada de descumprir a ordem do STF. Eventuais novas tentativas de burla ao bloqueio merecerão da Agência as providências cabíveis”, disse o órgão regulador.

Suspensão

O ministro Alexandre de Moraes determinou a suspensão do X no Brasil depois que a plataforma descumpriu decisões judiciais, fechou o escritório da companhia no país e não apresentou representante legal para atuar no Brasil. De acordo com o Artigo 1.134 do Código Civil brasileiro, para funcionar no Brasil, empresas estrangeiras são obrigadas a nomear representantes no país.

“A ilicitude é ainda mais grave, pois mesmo quando efetivamente intimada para cumprimento das ordens de bloqueio de perfis, cujas postagens reproduzem conteúdo criminoso investigado nos autos, a referida plataforma incorreu em desobediência judicial, e resolveu, criminosamente, divulgar mensagem incitando o ódio contra esta Suprema Corte”, afirmou o ministro no despacho.

A decisão de suspender o X foi submetida à 1ª Turma do STF. Na ocasião, Moraes destacou que o Marco Civil da Internet prevê a responsabilização civil de provedor de internet por danos decorrentes de conteúdo apontado como ilegais.

Ao analisar o caso, a 1ª Turma do STF votou para manter a suspensão da rede social. Os ministros Cristiano Zanin, Flávio Dino e Cármen Lúcia seguiram integralmente o voto do relator, Alexandre de Moraes, e mantiveram a decisão. Já o ministro Luiz Fux seguiu o relator, mas apresentou ressalvas.

Controlada pelo multibilionário Elon Musk, a rede social X tem colecionado atritos com autoridades de diversos países, desde o Brasil, até a Austrália, Inglaterra, o bloco da União Europeia (UE), a Venezuela, entre outros.

Enquanto na UE, no Brasil e na Austrália, Musk apela à retórica da “liberdade de expressão” irrestrita, na Índia e na Turquia, a plataforma X tem acatado decisões judiciais com suspensões de conteúdos e de perfis sem denunciar suposta “censura”. Na Índia, a plataforma excluiu das redes um documentário da mídia inglesa BBC crítico ao primeiro-ministro do país asiático, Narendra Modi.

Musk é investigado no STF no inquérito das milícias digitais que apura a atuação de grupos que supostamente se organizaram nas redes para atacar o STF, seus membros e a eleição brasileira de 2022.

Assista ao Segunda Chamada sobre o embate entre Moraes e Musk:

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Alexandre de Moraes ordena suspensão imediata do X no Brasil https://canalmynews.com.br/noticias/alexandre-de-moraes-ordena-suspensao-imediata-do-x-no-brasil/ Thu, 19 Sep 2024 17:35:38 +0000 https://localhost:8000/?p=46842 Atualização do aplicativo possibilitou acesso dos usuários à plataforma, burlando o bloqueio; ministro determinou multa diária de R$ 5 milhões em caso de novo descumprimento

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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes determinou na noite desta quarta-feira (18) que a rede social X suspenda imediatamente o uso de novos acessos pelos servidores de internet CDN, Cloudflare, Fastly e Edgeuno e outros semelhantes, criados para burlar a decisão judicial de suspensão da plataforma em território nacional, sob pena de aplicação de multa diária de R$ 5 milhões ao X Brasil e ao Twitter.

A determinação de manter a suspensão da rede social ocorre após a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) notificar nesta quarta-feira a manobra que atualizou o aplicativo da plataforma X, ocorrida nas últimas 24 horas, o que possibilitou o amplo acesso dos usuários aos serviços da plataforma no país, burlando o bloqueio determinado pela justiça brasileira.

“Não há, portanto, dúvidas de que a plataforma X – sob o comando direto de Elon Musk [proprietário do X] –, novamente, pretende desrespeitar o Poder Judiciário brasileiro, pois a Anatel identificou a estratégia utilizada para desobedecer a ordem judicial proferida nos autos, inclusive com a sugestão das providências a serem adotadas para a manutenção da suspensão”, escreveu o ministro Alexandre de Moraes na decisão.

Adicionalmente, o ministro ordenou que a Anatel adote, imediatamente, todas as providências necessárias à manutenção da suspensão do funcionamento do X Brasil em território nacional, determinada pela Primeira Turma da Corte. A Anatel deve, inclusive, suspender os novos acessos pelos servidores de internet identificados.

Em sua decisão, o ministro Alexandre de Moraes estipulou o prazo de 24 horas para que a Anatel comunique ao STF quais providências foram adotadas e que medidas foram implementadas para cumprimento da decisão de bloqueio do X no país.

O ministro ainda intimou as empresas Twitter International Unlimited Company e X Brasil Internet, via edital, já que o X encerrou as atividades no Brasil e, atualmente, não tem representação legal no país. O ministro também intimou a Starlink Brazil, empresa de tecnologia também de propriedade do bilionário Elon Musk.

Entenda

Em nota à imprensa, a Anatel diz que a acessibilidade dos usuários à rede X desrespeita a decisão judicial e esclarece que teve o apoio ativo das prestadoras de telecomunicações e da empresa Cloudfare para identificar o mecanismo que permitiu o desbloqueio da plataforma. A agência reguladora ainda noticiou possíveis providências que podem ser adotadas para cessar a desobediência à ordem judicial.

“A conduta da rede X demonstra intenção deliberada de descumprir a ordem do STF. Eventuais novas tentativas de burla ao bloqueio merecerão da Agência as providências cabíveis”, diz a nota da Anatel.

O X está bloqueado no Brasil desde o fim de agosto, após uma determinação do ministro Alexandre de Moraes. De acordo com a decisão, a suspensão vale até que a rede pague multas e indique um representante legal no país.

Veja a análise no MyNews:

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Anatel diz que verifica relatos de acesso à rede social X https://canalmynews.com.br/noticias/anatel-diz-que-verifica-relatos-de-acesso-a-rede-social-x/ Wed, 18 Sep 2024 18:26:25 +0000 https://localhost:8000/?p=46797 Agência reguladora afirmou que a plataforma continua suspensa no país e que está analisando os casos

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A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) informou que está verificando os relatos de acesso à rede social X. A rede está bloqueada no país desde o último dia 30, por ordem do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. Na manhã desta quarta-feira (18), usuários relataram que conseguiram acessar a rede.

A agência reguladora disse que não houve alteração na decisão judicial que bloqueou o acesso à plataforma e que está verificando os casos relatados. Já a assessoria do STF informou que ainda não tem informações sobre essa questão.

O ministro Alexandre de Moraes determinou a suspensão do X no Brasil depois que a plataforma descumpriu decisões judiciais, fechou o escritório da companhia no país e não apresentou representante legal para atuar no Brasil. De acordo com o Artigo 1.134 do Código Civil brasileiro, para funcionar no Brasil, empresas estrangeiras são obrigadas a nomear representantes no país.

“A ilicitude é ainda mais grave, pois mesmo quando efetivamente intimada para cumprimento das ordens de bloqueio de perfis, cujas postagens reproduzem conteúdo criminoso investigado nos autos, a referida plataforma incorreu em desobediência judicial, e resolveu, criminosamente, divulgar mensagem incitando o ódio contra esta Suprema Corte”, afirmou o ministro no despacho.

A decisão de suspender o X foi submetida à 1ª Turma do STF. Na ocasião, Moraes destacou que o Marco Civil da Internet prevê a responsabilização civil de provedor de internet por danos decorrentes de conteúdo apontado como ilegais.

Ao analisar o caso, a 1ª Turma do STF votou para manter a suspensão da rede social. Os ministros Cristiano Zanin, Flávio Dino e Cármen Lúcia seguiram integralmente o voto do relator, Alexandre de Moraes, e mantiveram a decisão. Já o ministro Luiz Fux seguiu o relator, mas apresentou ressalvas.

Controlada pelo multibilionário Elon Musk, a rede social X tem colecionado atritos com autoridades de diversos países, desde o Brasil, até a Austrália, Inglaterra, o bloco da União Europeia (UE), a Venezuela, entre outros.

Enquanto na UE, no Brasil e na Austrália, Musk apela à retórica da “liberdade de expressão” irrestrita, na Índia e na Turquia, a plataforma X tem acatado decisões judiciais com suspensões de conteúdos e de perfis sem denunciar suposta “censura”. Na Índia, a plataforma excluiu das redes um documentário da mídia inglesa BBC crítico ao primeiro-ministro do país asiático, Narendra Modi.

Musk é investigado no STF no inquérito das milícias digitais que apura a atuação de grupos que supostamente se organizaram nas redes para atacar o STF, seus membros e a eleição brasileira de 2022.

Veja a análise completa:

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Moraes transfere R$ 18 milhões da Starlink para a União https://canalmynews.com.br/noticias/moraes-transfere-r-18-milhoes-da-starlink-para-a-uniao/ Fri, 13 Sep 2024 18:12:11 +0000 https://localhost:8000/?p=46657 Ministro também determinou o desbloqueio das contas da empresa por entender que o valor recolhido quita as multas aplicadas contra o X (antigo Twitter)

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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu transferir para a União R$ 18,3 milhões que foram bloqueados nas contas da Starlink e da rede social X.

A medida foi assinada na quarta-feira (11) e divulgada hoje pelo Supremo. Na mesma decisão, Moraes determinou o desbloqueio das contas da Starlink por entender que o valor das multas aplicadas contra a rede X estão quitadas.

No início deste mês, o ministro determinou o bloqueio para garantir o pagamento de multas pelo descumprimento de decisões sobre o bloqueio de perfis de investigados pela Corte na rede social X. As duas empresas pertencem ao bilionário Elon Musk.

Após a decisão, a empresa norte-americana de internet via satélite recorreu ao Supremo para derrubar a decisão, mas o recurso foi rejeitado pelo ministro Cristiano Zanin.

A Starlink fornece serviço de internet para áreas rurais do país e tem contratos com órgãos públicos, como as Forças Armadas e tribunais eleitorais.

Assista abaixo ao Segunda Chamada sobre a suspensão do X (antigo Twitter) no Brasil:

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O problema não são os bilionários https://canalmynews.com.br/outras-vozes/o-problema-nao-sao-os-bilionarios/ Wed, 11 Sep 2024 18:43:29 +0000 https://localhost:8000/?p=46582 Cidades como Jaraguá do Sul, em Santa Catarina, conhecidas pela alta concentração de super-ricos, apresentam excelentes indicadores sociais

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Com o atual embate envolvendo a censura do X (antigo Twitter no Brasil), Elon Musk voltou a ficar em evidência no país. Ninguém é obrigado a gostar de Musk, e, embora eu acredite que todos deveriam combater as restrições à liberdade de expressão e comunicação no Brasil, entendo que Musk, como qualquer figura pública, está sujeito às críticas daqueles que discordam dele.

Mas um ponto frequentemente utilizado nessas críticas me chama a atenção: muitos dos que o atacam usam o termo “bilionário” como se fosse uma ofensa. Comentários como “Quem este bilionário pensa que é?” ou “Este senhor não passa de um bilionário!” são bastante comuns.

Leia mais: Não há neutralidade nas redes sociais, e não seria diferente com o X, diz cientista político

Esse hábito de “xingar” alguém de bilionário não é novo, nem exclusivo nos ataques a Musk, mas é curioso como muitos tratam a riqueza como algo condenável. Mais chocante ainda é ver comentários que chegam a comemorar tragédias, como a morte dos tripulantes do submarino Titan, que implodiu durante a expedição ao Titanic, simplesmente porque as vítimas eram multimilionárias.

É claro que não me refiro às críticas legítimas a indivíduos que enriquecem ilicitamente ou abusam de estruturas de poder para benefício próprio. Esses merecem críticas e devem ser combatidos por todos. No entanto, ainda nos mobilizamos pouco para enfrentar questões como os supersalários e privilégios das elites do funcionalismo público, os bilhões do fundão eleitoral e a corrupção endêmica no país.

Leia mais: Austrália processa rede social X em casos de abuso sexual infantil

Minha crítica é ao ódio direcionado a quem alcançou riqueza de forma lícita, por serem bem-sucedidos em suas carreiras e negócios. O sucesso obtido através do trabalho, daqueles que criam empresas que geram valor para a sociedade, criam empregos e melhoram a vida de milhões com seus produtos e serviços, deveria ser motivo de admiração, e não de hostilidade.

Ambientes que permitem o enriquecimento por meio do trabalho são também aqueles onde toda a sociedade tende a prosperar. Cidades como Jaraguá do Sul, em Santa Catarina, por exemplo, conhecidas pela alta concentração de milionários e bilionários, apresentam excelentes indicadores sociais, com baixos índices de pobreza e desemprego, frutos do sucesso das empresas locais.

Leia mais: Musk ameaça e critica Moraes no X após ter sido intimado por ministro

Além disso, muitas iniciativas sociais de alto impacto no Brasil só existem graças à filantropia desses indivíduos e de suas empresas. Boa parte dessas doações, inclusive, não trazem benefícios fiscais aos doadores, ao contrário do que ocorre em países como os EUA.

Em vez de reconhecer o progresso e a inovação que esses empreendedores promovem, parte da sociedade alimenta uma forma de “ódio do bem” contra quem gera riqueza, onde criticar e desejar o mal a quem prosperou se torna socialmente aceitável. Como diz a máxima atribuída a Tom Jobim, é como se o sucesso, no Brasil, fosse uma ofensa pessoal.

Leia mais: Elon Musk: política, leis e as redes sociais

Em vez de criticar quem conquistou riqueza de forma lícita, deveríamos aspirar a ter mais empreendedores que prosperaram no Brasil. Afinal, isso mostraria que estamos nos tornando um país favorável à criação de riqueza, o que contribui diretamente para a resolução dos nossos problemas sociais.

Muitos parecem lutar para que o Brasil seja um país sem bilionários, mas aceitam a perpetuação da pobreza. No entanto, deveríamos almejar um país com muitos bilionários e sem pobreza, pois é a prosperidade que trará riqueza e mais oportunidades para todos.

O desafio de Elon Musk ao STF, o inquérito das fake news e o debate que tensiona Nunes Marques:

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Austrália processa rede social X em casos de abuso sexual infantil https://canalmynews.com.br/noticias/australia-processa-rede-social-x-em-casos-de-abuso-sexual-infantil/ Tue, 10 Sep 2024 18:23:05 +0000 https://localhost:8000/?p=46550 Plataforma controlada por Musk já havia sido multada por não responder a notificações do órgão responsável por regular o ambiente on-line no país

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A atuação da rede social X em relação a casos de exploração sexual infantil e de aliciamentos de crianças e adolescentes por meio da plataforma que substituiu o antigo Twitter é tema de audiências na Justiça Federal da Austrália nesta semana.

O caso foi parar nos tribunais devido à fiscalização da Comissão de Segurança Eletrônica (eSafety) da Austrália – órgão responsável por regular o ambiente online no país da Oceania.

“Nos três meses após a mudança de propriedade do Twitter/X em outubro de 2022 [quando o empresário Elon Musk comprou a rede social], a detecção proativa de material de exploração sexual infantil caiu de 90% para 75%”, diz a investigação da Comissão australiana.

A rede social controlada pelo empresário Elon Musk foi multada, em setembro de 2023, em US$ 610 mil por não responder a notificações da instituição australiana em relação a como a plataforma combate o abuso sexual infantil na internet.

Após recorrer da decisão, a rede social X argumentou, na audiência da Justiça nessa segunda-feira (9), que não respondeu aos questionamentos porque a notificação, feita em fevereiro de 2023, foi dirigida ao antigo Twitter que, em março de 2023, se transformou em X. A mudança na composição da companhia foi a justificativa dos advogados para não responderem aos questionamentos da Comissão eSafety.

Devido ao comportamento da companhia, um processo específico foi aberto apenas contra a X em dezembro de 2023. “O que estamos falando aqui são crimes graves acontecendo nessas plataformas, cometidos por adultos predadores contra crianças inocentes, e a comunidade espera que todas as empresas de tecnologia tomem medidas significativas”, disse Julie Inman Grant, chefe da eSafaty.

A Comissão afirmou que enviou questionamentos a diversas plataformas. Além da X, foram notificados o Google, o Tiktok, a Meta (dona do Facebook, Instagram e Whatsapp), entre outros. O eSafery exigiu respostas de como as empresas detectam e combatem conteúdos de abuso sexual infantil e de aliciamento de menores na internet.

De acordo com Julie Inman Grant, a rede X e o Google não responderam corretamente uma série de perguntas que foram formuladas.

“A não conformidade do Twitter/X foi considerada mais séria, com a empresa falhando em fornecer qualquer resposta a algumas perguntas, deixando algumas seções inteiramente em branco. Em outros casos, o Twitter/X forneceu uma resposta que estava incompleta e/ou imprecisa”, informou a eSafaty.

A Comissão de Segurança Eletrônica da Austrália acrescentou que a rede social X não disse quanto tempo a plataforma leva para responder a denúncias de exploração sexual infantil; nem quais medidas implementou para detectar esse tipo de crime em transmissões ao vivo; nem quais ferramentas e tecnologias usam para encontrar materiais de exploração sexual infantil.

Atritos no mundo

Desde que o multibilionário Elon Musk comprou o antigo Twitter, ele tem colecionado atritos com autoridades ao redor do mundo. A rede social X é investigada na União Europeia (UE) por supostamente violar as leis digitais do bloco.

No Brasil, a plataforma foi suspensa por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) depois que a empresa se negou a suspender contas e perfis envolvidos na investigação das milícias digitais, que apura supostas organizações criminosas que atuam nas redes para atacar autoridades e o sistema eleitoral brasileiro.

No Brasil, como na Austrália e na UE, o bilionário Elon Musk acusa as autoridades de praticarem censura. Por outro lado, em países como Índia e Turquia, contas e perfis são suspensos a pedido de autoridades sem que o empresário ataque essas decisões judiciais.

Assista abaixo ao Segunda Chama sobre o embate entre Moraes e Musk:

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Não há neutralidade nas redes sociais, e não seria diferente com o X, diz cientista político https://canalmynews.com.br/opiniao/nao-ha-neutralidade-na-atuacao-das-redes-sociais-e-nao-seria-diferente-com-o-x-diz-cientista-politico/ Fri, 06 Sep 2024 19:42:13 +0000 https://localhost:8000/?p=46489 Para Robson de Carvalho, plataformas têm interferência no debate público, nos processos eleitorais e podem ser responsabilizadas pelo avanço da extrema direita no mundo

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Não há neutralidade na atuação das redes sociais, e não seria diferente com o X (antigo Twitter). Foi o que afirmou o cientista político Robson de Carvalho durante participação no Segunda Chamada de quarta-feira (4), acrescentando que se trata de empresas de comunicação privadas que agem para alcançar os próprios interesses. Na última semana, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu o X no Brasil depois de o empresário Elon Musk, dono da plataforma, se recusar a indicar o representante legal da empresa no Brasil.

Carvalho explica que, por meio de algoritmos e técnicas de microdirecionamento dos usuários, todas as redes sociais têm interferência “no debate público, nos processos eleitorais e na perturbação dos regimes democráticos”. As empresas trabalham para direcionar conteúdos compatíveis com o perfil de cada um dos usuários, visando vantagens comerciais, empresariais e até mesmo político-partidárias.

Nesse sentido, também seriam responsáveis pela difusão da extrema-direita em diversos países, inclusive no Brasil. “Quem está aliado com os proprietários [e os interesses particulares] dessas empresas acaba saindo em larga vantagem [no sentido de alcançar novos públicos e difundir ideias e informações]”, disse.

O embate entre Musk e Moraes foi essencialmente político. O pedido de suspensão do X no Brasil é a última de uma série de decisões judiciais aplicadas pelo STF desde os atos golpistas de 8 de janeiro de 2023.

Moraes é o relator de inquéritos que investigam os ataques aos Três Poderes. À época presidente do TSE, também foi o responsável por restringir o acesso de um grupo de bolsonaristas à plataforma, por divulgação de notícias falsas no período eleitoral. Outras redes sociais também foram alvo das investigações, mas Musk foi o único a descumprir as exigências. Desde então, os atritos entre o ministro e o empresário vinham em uma crescente.

Mesmo após o bloqueio do X no país, diversos parlamentares de extrema direita continuaram usando a rede social por meio do VPN, conduta proibida por Moraes sob multa diária de R$ 50 mil. A lista de parlamentares que continuam ativos na plataforma inclui os deputados federais Nikolas Ferreira (PL-MG), Carla Zambelli (PL-SP), José Medeiros (PL-MT) e Marcel van Hattem (Novo-RS), e os senadores Sergio Moro (União-PR) e Marcos do Val (Podemos-ES).

Assista abaixo ao Segunda Chamada de quarta-feira (4):

*Sob supervisão de Sofia Pilagallo

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Afonso Marangoni rebate internauta que chamou Moraes de ‘tirano’: ‘Cumpriu a legislação’ https://canalmynews.com.br/opiniao/afonso-marangoni-rebate-internauta-que-chamou-moraes-de-tirano-cumpriu-a-legislacao/ Thu, 05 Sep 2024 17:21:32 +0000 https://localhost:8000/?p=46412 Apresentador ressaltou que o próprio Marco Civil da Internet estabelece que empresas de grande porte precisam ter uma representação legal nos países onde operam

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O jornalista Afonso Marangoni, apresentador do Segunda Chamada, rebateu, na noite de quarta-feira (4), um internauta que chamou o ministro Alexandre de Moraes de “tirano” e afirmou que ele deveria “sofrer impeachment e ser preso” por ter suspendido o X (antigo Twitter) no Brasil. Marangoni sugeriu ao internauta que assistisse ao programa até o final para entender as circunstâncias da atuação de Moraes, uma vez que há muita desinformação circulando sobre o assunto. Ele ressaltou que, apesar do que muitos podem pensar, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) não agiu com abuso de poder e simplesmente fez cumprir a legislação.

“Alexandre de Moraes nada mais fez do que cumprir a legislação. Como diz o ditado popular, ‘aqui não é a casa da Mãe Joana’. Uma pessoa [no caso Elon Musk, dono do X] não pode, sob o título de uma liberdade de expressão sem regras, atentar contra a soberania nacional. Ele pode ser um empresário muito bem-sucedido, mas está operando em um país que tem regras”, disse Afonso, ressaltando que o próprio Marco Civil da Internet estabelece que empresas de grande porte precisam ter uma representação legal nos países onde operam. “E para quê? Para que a Justiça se faça valer e tenha efetividade. Senão, é a desmoralização da Justiça.”

Leia mais: Elon Musk: política, leis e as redes sociais

A decisão de Moraes de suspender o X no Brasil foi tomada depois de o STF ter intimado Elon Musk a nomear um novo representante legal da empresa no país. A intimação foi feita por meio de um post no perfil oficial da Suprema Corte na própria plataforma. A ordem teria de ter sido cumprida no prazo de 24 horas, mas foi ignorada.

Moraes deu 24 horas para que a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) cortasse o acesso ao X em todo o território nacional, o que começou a ocorrer por volta da meia-noite de sábado (31). Ele também determinou que o aplicativo seja retirado das lojas virtuais de empresas como Apple e Google, impedindo novos downloads por usuários de celular, e estipulou multa de R$ 50 mil para pessoas físicas ou jurídicas que utilizarem VPN para burlar o bloqueio.

O pedido de suspensão do X no Brasil é a última de uma série de decisões judiciais aplicadas pelo STF desde os atos golpistas de 8 de janeiro de 2023. Moraes é o relator de inquéritos que investigam os ataques aos Três Poderes. À época presidente do TSE, também foi o responsável por restringir o acesso de um grupo de bolsonaristas à plataforma, por divulgação de notícias falsas no período eleitoral. Outras redes sociais também foram alvo das investigações, mas Musk foi o único a descumprir as exigências. Desde então, os atritos entre o ministro e o empresário vinham em uma crescente.

Zambelli, Malafaia, Mourão, Eduardo Bolsonaro e outros bolsonaristas provocam Moraes:

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Musk ameaça e critica Moraes no X após ter sido intimado por ministro https://canalmynews.com.br/noticias/musk-ameaca-e-critica-moraes-no-x-apos-ter-sido-intimado-por-ministro/ Thu, 29 Aug 2024 17:44:07 +0000 https://localhost:8000/?p=46218 Caso o empresário não cumpra a ordem judicial em até 24 horas, a plataforma poderá ser retirada do ar no Brasil

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O bilionário Elon Musk, dono da rede social X, usou seu perfil oficial para criticar e ameaçar o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que na noite de quarta-feira (27) intimou o empresário a informar em 24 horas um representante legal no Brasil para a plataforma.

A intimação a Musk foi feita por meio do perfil oficial do Supremo no próprio X, após o tribunal ter encontrado obstáculos, nos últimos meses, para intimar algum representante da rede social em território nacional. Caso um representante não seja indicado, Moraes alertou que a plataforma será retirada do ar.

Em seguida à intimação, Musk fez uma série de postagens críticas ao ministro. Numa delas, ele escreve o que seria um pedido à ferramenta de inteligência artificial Grok para que gere uma imagem de Moraes como se ele fosse “filho de Voldemort [vilão de Harry Potter] e Sith Lord [vilão de Guerra nas Estrelas]”.

“Esse ‘juiz’ tem repetidamente quebrado as leis que ele jurou defender”, escreveu Musk em outra publicação, feita durante a madrugada. Ele chegou ainda a publicar a imagem de um papel higiênico com o nome “Alexandre” escrito, embora a publicação não possa mais ser encontrada no perfil do empresário.

Uma terceira publicação, dessa vez em tom de ameaça, mostra uma imagem de um homem parecido com Moraes, careca e vestido de toga, atrás das grades e usando algemas. “Um dia, Alexandre de Moraes, essa foto sua na prisão será real. Marque minhas palavras”, escreveu o empresário.

A intimação de Moraes ocorre após Musk ter anunciado o fechamento do escritório do X no Brasil, com a demissão de todos os seus funcionários. Com a decisão, a plataforma ficou sem representante legal no país, o que é proibido pela legislação brasileira. O cumprimento das leis brasileiras é uma exigência do Marco Civil da Internet para que as redes sociais operem em território nacional.

A nova decisão de Moraes foi proferida depois de o X não cumprir uma determinação para que bloqueasse o perfil do senador Marcos do Val (Podemos-ES) e outros alvos de inquéritos no Supremo. Após a plataforma não cumprir o bloqueio, Moraes aumentou de R$ 50 mil para R$ 200 mil a multa diária aplicada pelo descumprimento.

No dia 13 de agosto, o senador foi alvo de medidas cautelares determinadas por Moraes no âmbito das investigações sobre os atos golpistas de 8 de janeiro. Além do bloqueio das redes sociais, o parlamentar teve as contas bancárias bloqueadas até o valor de R$ 50 milhões. A medida foi divulgada pelo próprio parlamentar em postagem na plataforma.

O prazo dado por Moraes para a rede social X indicar um representante legal vence à noite, no horário em que o Supremo publicou a intimação a Musk na própria plataforma, às 20h59.

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Maduro acusa Musk por ataque ao Conselho Nacional Eleitoral https://canalmynews.com.br/noticias/maduro-acusa-musk-por-ataque-ao-conselho-nacional-eleitoral/ Wed, 31 Jul 2024 16:57:32 +0000 https://localhost:8000/?p=45469 Presidente da Venezuela criou comissão para avaliar segurança do país

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O presidente da Venezuela, Nicolas Maduro, disse que o país vai criar uma comissão especial com ajuda de assessorias russa e chinesa para avaliar o sistema de cibersegurança do país. As autoridades venezuelanas afirmam que um ataque hacker desestabilizou o sistema de comunicação do Conselho Nacional Eleitoral (CNE) no dia da eleição, atrasando o trabalho do órgão.

Ainda segundo o mandatário venezuelano, por trás desse ataque ao CNE estaria o multibilionário Elon Musk, dono da plataforma X, antigo Twitter, e de diversas indústrias, desde carros elétricos até satélites.

“Foi proposta e decidida a criação de uma comissão especial para avaliar, com assessoria russa e chinesa, o sistema de segurança do país que está a ser atacado, e especialmente o ataque que causou graves danos ao sistema de comunicação da CNE. O Poder Eleitoral informará o país, mas já foi solicitado a assessoria, pois tenho certeza de que os ataques foram dirigidos pelo poder de Elon Musk”, disse Maduro.

Nos últimos dias, Elon Musk tem atacado Maduro e as eleições venezuelanas nas redes sociais. Em abril deste ano, o multibilionário atacou a justiça brasileira por tomar decisões contra supostos grupos organizados nas redes sociais envolvidos no 8 de janeiro de 2023 no Brasil, quando apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro invadiram as sedes dos Poderes, em Brasília, questionando o resultado eleitoral de 2022.

CNE

O Conselho Nacional Eleitoral (CNE) da Venezuela tem sido pressionado nos últimos dias para divulgar as atas eleitorais que permitem a auditoria dos resultados anunciados pelo Conselho Nacional Eleitoral (CNE), que deu 51,21% dos votos à Maduro contra 44% à Edmundo González.

Como as atas não foram publicadas, parte da oposição tem alegado uma suposta fraude e convocado manifestações.

Atos violentos e protestos ocorreram em várias partes do país e já se calculam mortos, dezenas de feridos e centenas de presos. O governo Maduro acusa que há uma tentativa de golpe de Estado e forças opositoras pedem que os militares tomem hajam contra o governo.

“Por detrás desse plano que denunciei está o império dos Estados Unidos, do tráfico de drogas colombiano, de Elon Musk e da direita extremista fascista do mundo. Eles vieram contra a Venezuela porque acreditaram que poderiam tomá-la. Baseado em todas as campanhas da rede sociais para desestabilizar uma sociedade”, disse Maduro em uma reunião com o Conselho de ministros de Estado.

Assista abaixo ao Segunda Chamada de terça-feira (30):

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Elon Musk: política, leis e as redes sociais https://canalmynews.com.br/politica/rodrigo-augusto-prando/elon-musk-politica-leis-e-as-redes-sociais/ Sat, 13 Apr 2024 02:41:12 +0000 https://localhost:8000/?p=42923 Musk tem poder, sem dúvida alguma, mas não a autoridade, que é o poder autorizado pela lei

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Um texto de Rodrigo Prando em parceria com Maurício Felberg


Há alguns dias, o conhecido empresário norte-americano Elon Musk, fez uso de suas onipresentes redes sociais para manifestar sua visão de mundo, seus valores e, no que aqui interessa considerar, suas opiniões acerca do Brasil em geral e do Ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, em particular. Suas palavras – escritas ou ditas – trazem, em seu bojo, elementos atinentes à política, às leis e à regulamentação das redes sociais. Vejamos.

Musk afirmou, por exemplo, nos últimos capítulos desta trama, que o Ministro Moraes seria “um ditador brutal”, que “colocou o dedo na balança para eleger Lula” e ponderou, segundo sua lógica particular: “como Alexandre de Moraes se tornou ditador do Brasil? Ele tem Lula na ‘coleira’”. Independente de se tratar de um bilionário ou de um pobre professor, a todos é permitido expressar opiniões, para que se possa, por meio das redes sociais, provocar um debate acerca de temas afeitos à democracia, às leis, ditadura, autocracia, instituições sociais, entre tantos outros. Todavia, opiniões serão, em grande parte das vezes, escrutinadas pela sociedade, pela imprensa livre, por especialistas e intelectuais públicos. Assim, as afirmações de Musk em relação ao Brasil e a Alexandre de Moraes não encontram respaldo nos fatos, na realidade, já que não vivemos numa ditadura e nem o poder de Moraes é ilimitado a ponto de ter o Presidente da República numa “coleira”. Em que pese a sua expressão deselegante, Musk tem, aqui, um papel político bem delineado: assume uma clara posição no espectro político afeita a uma extrema direita que, não faz muito, planejou o ataque ao Estado Democrático no Brasil. As redes sociais extremistas estão celebrando explicitamente os ataques de Musk a Moraes e, especialmente, revitalizando fake news, pós-verdades e teorias da conspiração acerca de nosso processo eleitoral e das urnas eletrônicas e sua segurança. Politicamente, Musk sabe o que diz e para quem diz. Ideologicamente, a visão e valores de Musk invocam de maneira rasa o clichê da defesa da “liberdade de expressão”. Suas críticas a Moraes – e o Ministro pode e deve ser criticado – verdadeiras ou não, podem até não gerar consequências jurídicas contra ele pessoalmente. Mas suas empresas, companhia e grupo econômico, em geral, não podem jamais desrespeitar leis e as decisões emanadas da Justiça, como anunciado por seu mecenas.

Num artigo recente sobre o Projeto de Lei 2630, os autores deste escrito já asseveravam o seguinte: “Imaginem, prezados leitores, caso questionassem, no século XIX, Rockfeller e JP Morgan sobre as leis antitruste. Certamente, seriam contrários a qualquer ação legal que limitasse seus negócios e lucros. Impossível, hoje, tolerar modelos empresariais que esmaguem a concorrência com o objetivo de monopolizar o mercado, tornar reféns seus usuários de quaisquer serviços e agindo sem transparência e, pior, negando-se a atender ordens das autoridades ou determinações judiciais. A própria soberania dos Estados pode ser colocada em xeque a prevalecer ações sem a devida regulação, com ações políticas e campo legal”.

Musk tem poder, sem dúvida alguma, mas não a autoridade, que é o poder autorizado pela lei. Não há nenhuma Corte, seja na primeira instância ou o STF, que indicará ou obrigará a fazer a gestão de suas organizações de uma forma ou de outra. Foge muito do razoável Musk pretender usar de seu poder econômico visando constranger ou manipular situações políticas no Brasil ou qualquer Estado de Direito. Críticas são sempre bem-vindas, mas para serem responsáveis e eficazes, reclamam, essencialmente, argumentos respaldados em verdade factual e civilidade nos termos propostos. Já em meados dos anos 1990, nos cursos de Ciências Sociais, com inúmeros teóricos estudando o fenômeno da globalização, havia a preocupação que os gigantescos conglomerados econômicos pudessem aviltar ou atacar a soberania dos Estados Nação.

O que ocorre no cenário atual, do qual esse arroubo protagonizado por Elon Musk foi o mais recente capítulo, é uma verdadeira crise de poder dos Estados, enquanto entes públicos destinados à mitigação das desigualdades sociais e protagonistas do desenvolvimento econômico das nações, que hoje têm sua posição ameaçada pelas gigantes corporações privadas multinacionais (ou mundiais), no geral, e uma indisfarçável crise de identidade do Poder Judiciário brasileiro (mais especificamente do seu Supremo Tribunal Federal), aqui no particular. Por essas razões, é que os articulistas que aqui se expressam, já haviam manifestado seu entendimento, no sentido  de que era fundamental que o Congresso Nacional concluísse o que se esperava do Legislativo, propondo mecanismos responsáveis espelhados principalmente nos modelos europeus, para que o uso da internet não fosse tido como terra sem lei, preservada sempre a liberdade de expressão, com o objetivo fulcral de tirar do Judiciário brasileiro esse protagonismo e ativismo político que o transformou de forma anabolizada num “super Poder”, acima dos demais, desequilibrando perigosamente o sistema de constitucional de freios e contrapesos, num fenômeno diagnosticado por muitos estudiosos como “juristocracia”.

A entrada na arena do impetuoso Elon Musk, movendo mais uma peça nesse conturbado tabuleiro, portanto, não surpreende, explicitando as pautas e inflamando o “Fla-Flu” – a calcificação política – que se tornou o debate público. Dos Ministros da Suprema Corte sempre se espera discrição e fuga dos holofotes, evitando debates políticos, mormente em mídias sociais. Ao que tudo indica, o Ministro Moraes acabou aceitando a provação de Musk e, por isso, novos capítulos dessa crise no bojo das instituições certamente virão.

O que se lamenta, e muito, nessa briga de rua sem vencedores, foi o Ministro Moraes ter mais uma vez agido reflexivamente, mordendo a isca da provocação e escancarando novamente o momento de crise institucional do Judiciário. A conferir os próximos capítulos.

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Após embate entre Elon Musk e Alexandre de Moraes, Arthur Lira decide que PL das Fake News não será mais votado https://canalmynews.com.br/politica/apos-embate-entre-elon-musk-e-alexandre-de-moraes-arthur-lira-decide-que-pl-das-fake-news-nao-sera-mais-votado/ Thu, 11 Apr 2024 06:31:39 +0000 https://localhost:8000/?p=42897 Presidente da Câmara dos Deputados anuncia criação de grupo de trabalho para debater novo projeto de regulação das redes sociais “O PL 2630/20 está fadado a ir a lugar nenhum”

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A regulação das redes sociais voltou a ganhar destaque diante do embate entre Elon Musk, dono da rede social X (antigo twitter), e o ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes.

No último final de semana, Musk publicou que suspenderia as restrições impostas pela Justiça brasileira a diversos perfis na rede, acusou Moraes de censurar a plataforma e disse que o STF praticava “censura agressiva” no país. Declarou, logo depois, que iria publicar tudo o que foi exigido por Moraes, mas que o ministro “deveria renunciar ou sofrer impeachment”. Foram diversas mensagens com críticas ao magistrado e ameaça de fechar o escritório do X no Brasil.

A partir daí, seguiu-se um embate com ofensas, respostas de Moraes e do STF e muito debate sobre liberdade de expressão e soberania. Moraes então o incluiu no inquérito das milícias digitais, que investiga a atuação de grupos supostamente antidemocráticos nas redes, além de fixar uma multa diária de R$ 100 mil por perfil, caso a plataforma desobedeça qualquer decisão do tribunal, inclusive a reativação de perfis cujo bloqueio foi determinado pelo Supremo.

Elon Musk voltou a atacar o ministro na madrugada desta terça-feira (9). Em uma das publicações, o bilionário chamou Moraes de “ditador brutal”, disse que o ministro tem o presidente Lula “na coleira” e o acusou de interferir na última eleição presidencial brasileira.

O presidente do STF, Luís Roberto Barroso, afirmou em nota oficial que “o Supremo Tribunal Federal atuou e continuará a atuar na proteção das instituições, sendo certo que toda e qualquer empresa que opere no Brasil está sujeita à Constituição Federal, às leis e às decisões das autoridades brasileiras”. O decano do STF, Gilmar Mendes, também criticou os ataques de Musk, destacando a necessidade de um profundo debate no país sobre a regulação das redes sociais.

Nesta quarta (10), Alexandre de Moraes abriu a sessão da Corte, diferenciando “liberdade de expressão” de “liberdade de agressão”.

“Tenho absoluta convicção de que o Supremo Tribunal Federal, a população brasileira e as pessoas de bem sabem que liberdade de expressão não é liberdade de agressão. Sabem que liberdade de expressão não é liberdade para a proliferação do ódio, do racismo, da misoginia, da homofobia. Sabem que liberdade de expressão não é liberdade de defesa da tirania. Talvez alguns alienígenas não saibam, mas passaram a aprender e tiveram conhecimento da coragem e da seriedade do Poder Judiciário brasileiro”, afirmou Moraes.

A sessão ocorreu após o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, anunciar a criação de um grupo de trabalho para debater um novo projeto de regulação das redes, retirando de votação o PL atual (2630/20), apresentado pelo relator Orlando Silva, com o argumento de que o texto foi alvo de narrativas de propor censura e violação da liberdade de expressão, prejudicando sua análise, e que “está fadado a ir a lugar nenhum” por não haver consenso entre os parlamentares para ser levado à votação.

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, defende a regulamentação das redes sociais e afirma que é fundamental a aprovação de um projeto de lei “Não é censura, não é limitação à liberdade de expressão. São regras para o uso dessas plataformas digitais para que não haja captura de mentes de forma indiscriminada, que possa manipular informações, disseminar ódio, violência, ataques às instituições”, disse.

O novo texto referente à regulamentação das redes sociais deverá ser apresentado, segundo Lira, nos próximos 30 a 40 dias – ainda sem informações sobre relatoria e membros do novo grupo de trabalho.

No Segunda Chamada, Mara Luquet debate o tema com João Bosco Rabello, Paulo Motoryn e a advogada Ester Aranha, com atuação em Regulação e Tecnologia, Privacidade e Proteção de Dados:

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Threads: o assunto em alta que está dominando as discussões https://canalmynews.com.br/tecnologia/threads-o-assunto-em-alta-que-esta-dominando-as-discussoes/ Thu, 06 Jul 2023 05:10:09 +0000 https://canalmynews.com.br/?p=38358 Nova rede social Threads foi lançada pela Meta nesta 4ª feira, dia 5

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Poucos dias após Elon Musk limitar o número de posts que os usuários do Twitter podem ter acesso, a Meta, empresa de Mark Zuckerberg, lançou a nova rede social que será concorrente direta do passarinho azul: “Threads” – já abrasileirada para trédis por alguns usuários.

Logo nas primeiras horas da noite de quarta-feira, dia 5 de julho de 2023, a nova rede recebeu uma enxurrada de novos inscritos no aplicativo, de celebridades e políticos a grandes veículos de comunicação. Muitos aproveitando a oportunidade de ‘desbravar’ a novidade, verificar como funciona e, claro, compartilhar e criar novos memes sobre o momento. E sim, o Canal MyNews participou dessa febre momentânea – será? – e já vamos compartilhar com vocês tudo o que descobrimos até agora!

O Threads permite posts com até 500 caracteres, links, até 10 fotos e vídeos de até 5 minutos, sendo possível ainda curtir, comentar e compartilhar o que outras pessoas publicaram. Os usuários têm a possibilidade de configurar quem pode responder aos seus posts – todos, apenas quem estão seguindo ou apenas as contas citadas – e tem recursos de segurança como o filtro que oculta termos específicos. Como o aplicativo é vinculado a uma conta do Instagram, os usuários que você bloqueou por lá também são bloqueados neste novo aplicativo. Uma novidade que aparenta ser saudável é a opção de “fazer uma pausa”, onde é possível programar um lembrete que informa a utilização ininterrupta dentro do tempo que foi definido: a cada 10, 20 e 30 minutos ou nunca.

A polêmica imediata é o fato de não poder, segundo os termos de uso, excluir a conta do Threads sem excluir também a conta vinculada do Instagram. A opção que existe é apenas a de desativar o perfil, desta forma a conta não será mais exibida para outros usuários.

E você, vai aderir a mais uma rede social? Se for pra lá, não deixe de nos seguir: Canal MyNews no Threads

 

Foto: Reprodução/Threads

Foto: Reprodução/Threads

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Twitter diz que demitiu 50% da equipe; rede tranquiliza sobre conteúdo https://canalmynews.com.br/tecnologia/twitter-diz-que-demitiu-50/ Sat, 05 Nov 2022 18:38:17 +0000 https://canalmynews.com.br/?p=34539 Recursos de moderação de conteúdo permanecem em vigor

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O Twitter demitiu 50% de seus funcionários, disse o chefe de segurança e integridade da empresa na sexta-feira em um tuíte, dizendo que os recursos de moderação de conteúdo da plataforma de rede social permanecem em vigor.

O tuíte do chefe de segurança e integridade Yoel Roth foi feito para tranquilizar usuários e anunciantes após a aquisição da empresa pelo bilionário Elon Musk.

Roth disse que 15% dos funcionários do Twitter da equipe de confiança e segurança, responsável por impedir a disseminação de desinformação e conteúdo nocivo, foram demitidos. Em toda a empresa, as demissões afetaram 50% dos funcionários, acrescentou, na primeira confirmação do Twitter sobre o tamanho das demissões.

Com a eleição de meio de mandato dos EUA a poucos dias, Roth disse que o combate à desinformação prejudicial continua sendo uma prioridade.

“Mais uma vez, para ser claro, o forte compromisso do Twitter com a moderação de conteúdo permanece absolutamente inalterado”, tuitou Musk logo após o tuíte de Roth.

Mais cedo na sexta-feira, Musk disse que o Twitter havia experimentado “uma queda maciça na receita”, devido a grupos de direitos civis que levantaram preocupações sobre como as demissões afetariam a moderação e pressionaram os principais anunciantes a reduzir seus gastos com anúncios.

Grandes marcas como General Mills e General Motors disseram que pararam de anunciar no Twitter.

Edição: Maria Claudia

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O que vai ser notícia nesta terça: Moro e Bivar anunciam futuro em Curitiba https://canalmynews.com.br/eleicoes-2022/o-que-vai-ser-noticia-nesta-terca/ Tue, 14 Jun 2022 12:23:00 +0000 https://canalmynews.com.br/?p=29893 Sergio Moro e o presidente nacional do União Brasil, Luciano Bivar, fazem um pronunciamento em um hotel em Curitiba. Moro foi barrado pelo TRE-SP de concorrer por São Paulo.

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O que vai ser notícia nesta terça (14): Moro e Bivar anunciam futuro; ministro Fábio Faria fala sobre negócios de Elon Musk; e Conselho de Ética discute Kim Kataguiri.

Hoje, às 11h, o ex-juiz Sergio Moro e o presidente nacional do União Brasil, Luciano Bivar, fazem um pronunciamento em um hotel em Curitiba. Moro foi barrado pelo TRE-SP de concorrer por São Paulo. No discurso, Moro deve anunciar a que pretende se candidatar.

Às 14h tem reunião do Conselho de Ética da Câmara. Na pauta, representações contra vários deputados, incluindo Eduardo Bolsonaro e Kim Kataguiri.

Às 14h30 o ministro das Comunicações, Fábio Faria, genro de Silvio Santos, participa de audiência conjunta de várias comissões da Câmara. Deputados de oposição querem saber mais sobre como foi o processo para a Anatel autorizar operações da Starlink, empresa de Elon Musk, o homem mais rico do mundo.

Veja o que vai ser notícia nesta terça no Café do MyNews:

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Elon Musk chega ao Brasil e almoça com Bolsonaro, ministros e empresários https://canalmynews.com.br/politica/elon-musk-chega-ao-brasil-e-almoca-com-bolsonaro-ministros-e-empresarios/ Fri, 20 May 2022 14:19:53 +0000 https://canalmynews.com.br/?p=28578 Encontro é realizado nesta sexta (20). Governo afirma que conversa tratará sobre proteção e conectividade da Amazônia.

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O bilionário e homem mais rico do mundo, Elon Musk desembarcou no Brasil na manhã desta sexta-feira (20) por volta das 9h. Ele encontra o presidente Jair Bolsonaro (PL), ministros e empresários para um almoço no interior de São Paulo, no hotel Fasano Boa Vista.

LEIA TAMBÉM:

Em transmissão ao vivo na quinta-feira (19), Bolsonaro anunciou que encontraria uma pessoa muito importante que viria ao Brasil para oferecer ajuda à Amazônia, mas não citou nomes.

Na manhã desta sexta, o ministro das comunicações Fábio Faria tuitou que Musk veio para o Brasil a convite dele, para tratar com o governo sobre conectividade e proteção da Amazônia.

Dentro da empresa SpaceX, de Elon Musk, que realiza transporte aeroespacial, existe o projeto Starlink: uma rede de internet integrada por satélites.

O serviço da Starlink foi aprovado pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) em janeiro deste ano e em algumas localidades do Sudeste e Sul já é possível contratar a operadora de Musk.

Em novembro de 2021, o governo anunciou parceria com a SpaceX para oferecer internet para áreas mais remotas do Brasil. Em abril, o governador do Amazonas, Wilson Lima (União Brasil) falou que Elon Musk mostrou interesse de levar a Space X para a Amazônia.

Confira mais notícias desta sexta-feira (20) no Café do MyNews:

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Twitter sofre queda de 11% no valor das ações após Elon Musk anunciar suspensão do acordo de compra https://canalmynews.com.br/internacional/twitter-sofre-queda-de-11-no-valor-das-acoes-apos-elon-musk-anunciar-suspensao-do-acordo-de-compra/ Fri, 13 May 2022 14:45:32 +0000 https://canalmynews.com.br/?p=28411 Duas horas depois, empresário disse que "ainda está comprometido com a compra". As duas informações foram publicadas por ele em seu perfil pessoal do Twitter.

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As ações do Twitter caíram quase 11% na abertura da Bolsa de Nova York, nesta sexta-feira (13), após o bilionário Elon Musk anunciar a suspensão temporária do contrato de compra da rede social. Duas horas depois, ele voltou atrás e disse que “ainda está comprometido com a compra”. As duas informações foram publicadas por ele em seu perfil pessoal do Twitter.

“O acordo [para a compra] do Twitter está temporariamente suspenso por pendências em detalhes que sustentam que contas falsas de fato representam menos de 5% dos usuários”, escreveu. Pouco depois ele voltou atrás, mas a queda do valor de mercado da empresa já havia acontecido.

Musk negociou, no fim de abril, a aquisição de todas as ações da rede social por US$ 44 bilhões (cerca de R$ 215 bilhões). No dia 6 de maio, o Orlando Police Pension Fund, um fundo de pensão da Flórida, processou o bilionário e a rede social, tentando impedir que a conclusão da compra seja realizada antes de 2025. O acordo também tem sido alvo de contestação de acionistas.

Entre as principais modificações prometidas por Musk para o Twitter estavam a atenuação da moderação de conteúdo da plataforma, a promoção de alterações na verificação dos perfis e a abertura do algoritmo da rede social.

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Elon Musk compra Twitter por US$ 44 bilhões https://canalmynews.com.br/internacional/elon-musk-compra-twitter-por-us-44-bilhoes/ Mon, 25 Apr 2022 20:09:50 +0000 https://canalmynews.com.br/?p=27927 Bilionário e fundador das empresas SpaceX e Tesla, Musk anunciou compra da rede social nesta segunda-feira (25).

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O bilionário Elon Musk anunciou, nesta segunda-feira (25), a compra de 100% do Twitter por US$ 44 bilhões (o equivalente a cerca de R$ 214 bilhões). De acordo com a rede social, a transação ainda precisa da aprovação de acionistas da empresa e de órgãos regulatórios. A empresa prevê que a compra deve ser concluída ainda em 2022.

Fundado em 2006, o Twitter possui mais de 215 milhões de usuários mensais. Com a compra de 100% das ações por parte do bilionário sul-africano, a empresa se tornará uma companhia de capital fechado. Após o anúncio, as ações da rede social operaram em alta de 6% no mercado financeiro.

“A liberdade de expressão é a base de uma democracia em funcionamento e o Twitter é a praça da cidade digital onde assuntos essenciais para o futuro da humanidade são discutidos”, afirmou Musk em comunicado divulgado nas redes sociais.

“Espero que até meus piores críticos permaneçam no Twitter, porque é isso que significa liberdade de expressão”, disse o bilionário em outro tweet.

Musk é fundador da SpaceX e Tesla e prometeu melhorias ao Twitter após a compra. Segundo ele, a rede social deve ser uma espécie de “arena” de defesa para a liberdade de expressão e tem um “potencial tremendo”.

Após o anúncio da transação, o nome de Elon Musk virou o assunto mais comentado na plataforma. Seu perfil pessoal possui mais de 80 milhões de seguidores. Usuários que reprovaram a compra da empresa pelo bilionário subiram a tag #RipTwitter.

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Twitter bloqueia tentativa de Elon Musk de comprar empresa https://canalmynews.com.br/tecnologia/twitter-bloqueia-tentativa-de-elon-musk-de-comprar-empresa/ Fri, 15 Apr 2022 18:29:55 +0000 https://canalmynews.com.br/?p=27652 Homem mais rico do mundo, Elon Musk ofereceu US$ 43 bilhões, mas conselho de administração recusou oferta

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O Twitter revelou nesta sexta (15) uma estratégia para tentar impedir a tentativa do bilionário Elon Musk de comprar a empresa e fechar o capital. As informações são do New York Times.

A chamada ‘poison pill’ (pílula envenenada) criaria novas ações caso Musk ou qualquer outra pessoa compre 15% das ações, o que reduziria a fatia do multibilionário na empresa.

O objetivo é forçar quem quiser comprar a empresa a negociar com o conselho de administração.

Atualmente, Elon Musk – o homem mais rico do mundo – tem 9% das ações do Twitter, o maior acionista individual da rede.

Na quarta (13), Musk fez uma oferta pública para comprar a totalidade das ações da empresa a US$ 54,20 cada, um ágio de 38% em relação ao valor das ações antes do anúncio da oferta. No total, a compra sairia a US$ 43 bilhões.

A intenção do bilionário é fechar o capital da empresa, tirando o Twitter da Bolsa.

Musk argumenta que um Twitter de capital fechado permitiria “mais liberdade de expressão”.

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Tesla fecha acordo secreto com Vale, segundo agência https://canalmynews.com.br/economia/tesla-fecha-acordo-secreto-com-vale-segundo-agencia/ Wed, 30 Mar 2022 22:10:51 +0000 https://canalmynews.com.br/?p=27098 O empreendedor e filantropo Elon Musk teria firmado contrato com a mineradora brasileira visando aumentar os esforços para atravessar a crise inflacionária e a alta generalizada dos preços

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Recentemente, a companhia de carros elétricos Tesla firmou um acordo em segredo com a mineradora multinacional brasileira Vale. Segundo a agência de notícias Bloomberg, as duas empresas fecharam um contrato de fornecimento de uma commodity, em um acerto que visa o longo prazo.

Até o momento, Vale e Tesla ainda não se manifestaram diretamente sobre o assunto, mas o que se sabe é que a empresa norte-americana de Elon Musk estaria interessada em um item específico da mineradora brasileira: o níquel proveniente do Canadá.

Em nota oficial, a mineradora esclarece que, “como líder mundial na produção e fornecimento de níquel classe 1”, está realizando diálogos com “partes interessadas em todos os pontos da cadeia de fornecimento de veículos elétricos, incluindo grandes fabricantes de automóveis, produtores de cátodos e de baterias para explorar possibilidade de parcerias”.

A Vale já declarou anteriormente que vende cerca de 5% de toda a sua produção para o mercado de veículos elétricos e que planeja aumentar esse percentual para a faixa entre 30% e 40%.

Mas por que o Elon Musk deseja o níquel da Vale? Em primeiro lugar, porque a commodity é essencial para a fabricação das baterias utilizadas em veículos elétricos – item crucial para o segmento. Em segundo, porque a Tesla possuía a ambiciosa meta de elevar sua produção em 50% este ano, fenômeno que demanda um aumento na compra do metal.

Produção da Tesla em 2021 e projeção para o atual ano.

Produção da Tesla em 2021 e projeção para o atual ano. Foto: Reprodução (MyNews)

Aumento no preço

Para atingir essa meta produtiva, Elon Musk terá que desembolsar uma quantia maior do que a constatada nos orçamentos passados, uma vez que o preço, que já acompanhava uma tendência de alta, disparou com o conflito entre Rússia e Ucrânia.

No início de março, a commodity teve uma alta de 73%, responsável por renovar as máximas históricas – a cotação atingiu a ordem dos US$ 86.700 por tonelada.

Cotação do níquel no acumulado dos últimos 12 meses.

Cotação do níquel no acumulado dos últimos 12 meses. Foto: Reprodução (MyNews)

Nos últimos dias, tanto a Tesla como a Vale apresentaram boa performance no mercado financeiro. No pregão desta quarta-feira (30), a companhia de veículos elétricos (TSLA34) apresentou alta de 0,50% (+0,81), sendo negociada a R$ 163,80, enquanto a Vale S.A. (VALE3) cresceu 1,43% (+1,35), com os papeis valendo R$ 95,87.

No acumulado dos últimos seis meses, Tesla comporta alta de 26,29% e Vale de 25,81%.

 

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Tesla: Elon Musk anuncia robô humanoide https://canalmynews.com.br/mais/tesla-elon-musk-anuncia-robo-humanoide/ Sun, 22 Aug 2021 10:20:16 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/tesla-elon-musk-anuncia-robo-humanoide/ Empresa procura profissionais de Inteligência Artificial para trabalhar no protótipo

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O robô humanoide da Tesla deve “eliminar os trabalhos perigosos, repetitivos e enfadonhos” para humanos. Imagem: reprodução redes sociais

O bilionário Elon Musk anunciou que a Tesla está trabalhando em um robô humanóide com Inteligência Artificial. A novidade foi apresentada na quinta-feira (19/8), durante o Tesla AI Day, ou “dia da inteligência artificial da Tesla”, como é chamada a conferência anual da empresa.

Elon Musk chamou ao palco o próprio robô, que surpreendeu pela semelhança com um ser humano. Em seguida, o “protótipo” iniciou uma dança extremamente difícil para um robô. Na realidade era uma brincadeira, e o robô da apresentação era um dançarino humano. Em seguida, Musk confirmou a brincadeira, e também falou sobre o projeto do Tesla Bot.

“A Tesla é a maior empresa de robótica do mundo, porque os carros são robôs semi-sensíveis sobre rodas. Portanto, faz sentido colocar isso na forma humanoide”, declarou Musk. O CEO da Tesla declarou que o robô humanóide deve “eliminar os trabalhos perigosos, repetitivos e enfadonhos” para humanos. 

Empresa procura profissionais para trabalhar Tesla Bot

Entre diversos modelos de carros e sistemas ultra modernos, o site da empresa também dá espaço para a busca de profissionais que tenham conhecimento em Inteligência Artificial e que possam fazer parte da equipe de desenvolvimento do robô humanóide. 

“Desenvolva a próxima geração de automação, incluindo um robô humanóide bipedal de uso geral, capaz de realizar tarefas inseguras, repetitivas ou enfadonhas. Estamos procurando engenheiros mecânicos, elétricos, de controles e de software para nos ajudar a alavancar nossa experiência em IA além de nossa frota de veículos.

Quando o robô estará pronto? 

Elon Musk confirmou que a Tesla terá um protótipo no próximo ano, e que ele se parecerá com o robô de mentira que foi visto dançando na apresentação. O robô  teria cerca de 1,76 m e pesaria por volta de 68 kg. Para se guiar, o robô deve precisar de várias câmeras e um display na cabeça, com o computador do sistema Full Self-Driving da Tesla (atualmente em versão beta) no peito. 

A cabeça ainda deve ser equipada com oito câmeras de piloto automático, que já estão sendo usadas pelos veículos da Tesla para detectar o ambiente. As câmeras, junto com 40 atuadores eletromecânicos espalhados pelo Tesla Bot, deverão ser alimentadas pelo sistema de direção autônoma da empresa.

Os robôs poderão atacar humanos? 

Quanto a um dos medos mais recorrentes quando o assunto é um robô de IA humanóide, Musk garante que o ser humano não deve se preocupar. Será possível desligá-lo caso ele não seja benigno e amigável. “Espero que isso nunca aconteça, mas quem sabe”, brincou.

Internamente o robô da Tesla está sendo chamado de Optimus. A empresa não é a primeira montadora a desenvolver um robô humanoide. A Honda já possui o Asimo, a Toyota o T-HR3 e a GM chegou a até mesmo enviar seu Robonaut 2 para o espaço em 2012.

Quem é Elon Musk

O empresário de tecnologia Elon Musk é dono da Space X e da Tesla. Fez fortuna antes dos 30 anos. Nasceu em Pretória, capital da África do Sul, em 1971, e foi um leitor ávido durante a infância. Foi o típico adolescente introvertido, que gosta de games e livros. Aprendeu a programar sozinho e aos 12 anos criou seu próprio jogo de computador, o “Blastar”, que vendeu posteriormente para a revista “PC and Office Technology” por US$ 500. Em janeiro de 2021, com um patrimônio pessoal estimado em cerca de 188,5 bilhões de dólares, tornou-se a pessoa mais rica do mundo, de acordo com a Bloomberg, ultrapassando o empresário Jeff Bezos, dono da Amazon. 

Em 2020 a SpaceX inaugurou uma nova fase da corrida espacial ao lançar a nave tripulada Crew Dragon em direção à Estação Espacial Internacional.

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