Arquivos FED - Canal MyNews – Jornalismo Independente https://canalmynews.com.br/tag/fed/ Nosso papel como veículo de jornalismo é ampliar o debate, dar contexto e informação de qualidade para você tomar sempre a melhor decisão. MyNews, jornalismo independente. Tue, 07 Jun 2022 16:07:51 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.7.2 EUA planeja redução do balanço patrimonial e considera acelerar alta dos juros https://canalmynews.com.br/economia/eua-planeja-reducao-do-balanco-patrimonial-e-considera-acelerar-alta-dos-juros/ Wed, 06 Apr 2022 22:53:46 +0000 https://canalmynews.com.br/?p=27321 Movimentações para mitigar os efeitos da inflação foram divulgadas nesta quarta-feira pelo Banco Central estadunidense. Alta generalizada dos preços é a maior dos últimos 40 anos no país.

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Os membros do Federal Reserve, Banco Central dos Estados Unidos, concordaram em diminuir em US$ 60 bilhões a participação da autoridade monetária em Treasuries (títulos públicos), além de retirar US$ 35 bilhões em títulos lastreados em hipotecas (MBS). O planejamento inicial de redução do balanço patrimonial é para um período de três meses “ou ligeiramente maior”, de acordo com a ata da reunião do Comitê de Mercado Aberto do Banco Central americano (Fomc) de 15 a 16 de março divulgada nesta quarta-feira (6) – os participantes também “concordaram no geral” que, estando a redução “bem encaminhada”, será apropriado considerar as vendas diretas de MBS.

A decisão acontece para evitar o encolhimento passivo, que ocorreria apenas quando os pagamentos das hipotecas fossem feitos, fator que levaria ao declínio mensal no estoque desses títulos “sob o teto mensal proposto”, permanecendo como “uma parcela considerável dos ativos do Federal Reserve por muitos anos”.

Federal Reserve (Fed), o Banco Central dos EUA.

Federal Reserve (Fed), o Banco Central dos EUA. Foto: AgnosticPreachersKid (Commons)

O Fed instaurou um programa de compra de títulos em 2020, visando mitigar o impacto econômico decorrente da pandemia, fenômeno que aumentou seu balanço. Atualmente, o Banco Central detém cerca de US$ 8,5 trilhões em Treasuries e MBS.

Fora essa operação, nenhuma decisão final foi tomada. No entanto, as autoridades relataram que fizeram “progressos substanciais” e poderiam “começar o processo de redução do tamanho do balanço patrimonial logo após a conclusão da reunião de política de 3 a 4 de maio”.

Alta dos juros

A ata indicou que grande parte dos dirigentes consideram uma possível alta de 0,5 ponto percentual nos juros já nas próximas reuniões, “principalmente se as pressões inflacionárias permanecerem elevadas ou intensificadas”.

Após a alta de 0,25 ponto na reunião de março, uma eventual aceleração da taxa básica vem ganhando força no mercado em meio à persistência da inflação (a maior dos últimos 40 anos).

“Muitos participantes observaram que – com a inflação bem acima do objetivo do Comitê, riscos inflacionários para cima e a taxa básica bem abaixo das estimativas de seu nível de longo prazo – eles teriam preferido um aumento de 50 pontos base (ou 0,5 ponto) no intervalo da meta”, informou o texto.

“Todos os participantes indicaram seu forte compromisso e determinação em tomar as medidas necessárias para restaurar a estabilidade de preços. […] Os integrantes do comitê julgaram que seria apropriado mudar rapidamente a postura da política monetária para uma postura neutra. Eles também observaram que, dependendo dos desenvolvimentos econômicos e financeiros, uma mudança para uma postura mais rígida poderia ser justificada”, complementou.

Além disso, os integrantes do Fed reconhecem que o conflito no Leste Europeu está causando dificuldades humanas e financeiras, e apontam que as implicações da guerra para a economia dos EUA ainda são muito incertas. Assim, no curto prazo, a melhor decisão é esperar os desdobramentos e compreender que o evento criou uma pressão adicional sobre a inflação.

Na última terça-feira (5), Lael Brainard, indicada pelo presidente dos EUA Joe Biden para ocupar a vice-presidência do Banco Central, disse em entrevista que “é fundamental baixar a inflação”, e que o Fed vai apertar “metodicamente” a política monetária.

“[A inflação] é tão prejudicial para as pessoas quanto estarem desempregadas. Aumentar os juros é necessário para garantir que as pessoas possam ir dormir à noite sem temerem que os preços estejam muito mais altos quando acordarem no dia seguinte”, finalizou Brainard.

 

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As operações adotadas pelo Fed e seus impactos no mercado brasileiro foram pautas do MyNews Investe desta quarta-feira. Confira:

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FED aumenta juros para combater inflação mais alta dos últimos 40 anos https://canalmynews.com.br/economia/fed-aumenta-juros-para-combater-inflacao-mais-alta-dos-ultimos-40-anos/ Thu, 17 Mar 2022 23:39:46 +0000 https://canalmynews.com.br/?p=26689 Autoridade monetária aumenta juros em 0,25 ponto percentual. Economia norte-americana está fortalecida e opera em patamares pré-pandemia.

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O Federal Reserve, Banco Central dos Estados Unidos, decidiu elevar os juros nacionais em 0,25 ponto percentual, para um intervalo entre 0,25% e 0,50% ao ano, finalizando a política monetária de enfrentamento à desaceleração econômica ocasionada pela pandemia.

A autoridade compreende, agora, as incertezas ocasionadas pelo conflito no Leste Europeu, fator de “pressão ascendente adicional sobre a inflação”, e se volta à necessidade de apertar o acesso ao crédito, visando o combate à alta generalizada dos preços (a mais alta dos últimos 40 anos).

O Fed projetou que, até o final do ano, a taxa básica deva se estabelecer no intervalo entre 1,75% e 2,00%, encarecendo os custos de empréstimos no país.

Histórico da oscilação dos juros nos EUA com indicadores de recessão.

Histórico da oscilação dos juros nos EUA com indicadores de recessão. Foto: Reprodução (MyNews)

O mercado financeiro reagiu positivamente à alta, avaliando que o Comitê Monetário mantém a cautela de evitar movimentações inesperados durante o processo de retirada dos estímulos financeiros (empregados a fim de reduzir os impactos causados pela crise sanitária).

Apesar da pressão, os EUA mostraram ter confiança em sua economia domésticas, apesar da conjuntura de incertezas. Jerome Powell, presidente do Banco Central norte-americano, afirmou não ver um risco elevado do país entrará em recessão “com a previsão de aumento da taxa de juros apresentada”. “A economia norte-americana é forte o suficiente para suportar esse aperto”, complementou.

Segundo o dirigente, três fenômenos aferidos na economia ianque garantem esse parecer: mercado de trabalho sólido; nível de poupança elevado; e um Banco Central com balanço forte.

Quanto à guerra entre Rússia e Ucrânia, Powell explicou que “deve haver algum efeito disso no PIB [Produto Interno Bruto] e também na inflação, que já está muito alta nos Estados Unidos, mas nada capaz de frear nosso plano de aumentar a taxa de juros neste ano”.

Federal Reserve (Fed), o Banco Central dos EUA.

Federal Reserve (Fed), o Banco Central dos EUA. Foto: AgnosticPreachersKid (Commons)

Luciano Costa, economista-chefe da Kilima Asset, explica que o Banco Central estadunidense acertou em mexer nos juros, tendo em vista que a esfera econômica doméstica está bem-organizada: “O Fed está inserido em cenário muito claro de uma economia que já atingiu o pleno emprego – a taxa de desemprego está abaixo dos 4%. Todos os indicadores sinalizam o quão aquecido está o mercado de trabalho, os próprios salários estão subindo em um ritmo de 5% a 6% ao ano, que vão virar os aumentos de custo. […] Fica muito claro que o Fed não precisa mais estimular a economia, que já retornou a patamares pré-pandemia”.

Quanto à possibilidade de os juros norte-americanos tirarem a liquidez do mercado de ações brasileiro e elevar as taxas de câmbio, Leo Kalim, Co-fundador e CFO da plataforma de gestão de investimentos Gorila, elucida que “quando olhamos para fluxos de moedas, o diferencial de juros é um fator muito importante. Hoje em dia o Brasil está tão descolado, com um spread de juros tão importante, que essas altas que vão acontecer nos EUA não vão ser muito relevantes para que esse diferencial de juros seja muito comprimido – ainda mais quando o Fed deixa tudo muito bem-sinalizado. Assim, acredito que essa movimentação não tende a ser uma detratora muito grande para o fluxo de investimento no Brasil”.

 

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A alta dos juros nos EUA e os impactos nos mercados financeiros foi pauta do programa MyNews Investe desta quinta-feira (17):

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Fed sinaliza retirada de estímulos monetários já em novembro https://canalmynews.com.br/mynews-investe/fed-sinaliza-retirada-estimulos-monetarios-em-novembro/ Thu, 14 Oct 2021 00:18:34 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/fed-sinaliza-retirada-estimulos-monetarios-em-novembro/ Com a retirada dos estímulos monetários nos EUA, o investidor brasileiro deve ficar atento na possível depreciação do real

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Os membros do Federal Reserve (FED), o banco central norte-americano, divulgaram nesta quarta-feira (13) que o programa de redução de estímulos monetários, conhecido como tapering, pode iniciar em meados de novembro ou dezembro deste ano. Tudo vai depender da próxima reunião do Federal Open Market Committee (Fomc), que será no próximo mês.

dólar americano
Retirada de estímulos monetários deve ter impacto na evolução dos juros e ter reflexos na economia brasileira/Imagem: Pixabay

O plano do Fed consiste em reduzir o programa de compras de ativos em US$ 15 bilhões ao mês. De acordo com o banco central norte-americano, se a recuperação econômica permanecer, essa redução de incentivos deve ser concluída já na metade do próximo ano.

Como fica o Brasil com a decisão do Fed

Com essa situação, é importante para o investidor brasileiro ficar de olho na evolução dos juros quando realmente começar a retirada desses estímulos. Tapering pode ser um indicativo de aumento da taxa de juros nos Estados Unidos.

Com juros externos mais altos, o dinheiro investido no Brasil vai para países com menos risco. Dessa maneira, ocorre depreciação do real e mais pressão inflacionária.

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Geração de empregos nos Estados Unidos abaixo do esperado https://canalmynews.com.br/mynews-investe/geracao-empregos-estados-unidos-abaixo-esperado/ Fri, 08 Oct 2021 22:47:14 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/geracao-empregos-estados-unidos-abaixo-esperado/ Expectativa para divulgação do payroll pelo Departamento do Trabalho dos Estados Unidos era grande e números vieram abaixo do esperado

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Não que seja uma novidade, claro, mas o mundo estava com os olhos voltados para os Estados Unidos nesta sexta-feira. A expectativa era grande para a divulgação pelo Departamento do Trabalho do payroll, o relatório de empregos não-agrícolas do país. E os números vieram bem abaixo do esperado. O documento apontou uma geração de 194 mil postos de trabalho em setembro. Resultado bem distante dos 500 mil postos projetados pelos analistas.

A previsão otimista do mercado levava em conta a redução da onda de infecções por Covid-19 durante o verão norte-americano. Com isso, haveria uma demanda maior por serviços que exigem contato, como, por exemplo, a alimentação fora de casa. Aparentemente, não foi o que aconteceu e o resultado “tímido” do mês passado agora pode esfriar a possibilidade de uma rápida aceleração no crescimento econômico do país governado por Joe Biden.

Fim da pandemia deve favorecer troca de emprego
Números do payroll foram abaixo do esperado pelo Departamento de Trabalho dos Estados Unidos/Foto: Pixabay

Tamanha ansiedade – e frustação – com o payroll se explica porque o relatório de emprego é o único dado disponível antes da reunião de política monetária do Federal Reserve, o banco central dos Estados Unidos. O encontro está marcado para os dias 2 e 3 de novembro. O que os investidores agora querem saber é como ele irá influenciar o Fed na decisão de retirar estímulos à economia e aumentar a taxa de juros.

Por conta da pandemia da Covid-19, em 2020, foram injetados mais de US$ 3 bilhões na economia norte-americana. E, neste ano, também como uma forma de ajudar o mercado a lidar com a crise econômica, o Federal Reserve passou a comprar todos os meses US$ 120 bilhões em títulos públicos. O presidente do Fed, Jerome Powell, tinha dito, mês passado, que “um relatório de empregos razoavelmente bom” poderia levar o banco central a iniciar a retirada dos estímulos.

Dados da economia dos Estados Unidos no mês de agosto foram revisados

Mas o payroll divulgado nesta sexta-feira não foi de todo ruim para a economia dos Estados Unidos. Os dados de agosto foram revisados e, ao invés da criação de 235 mil vagas anteriormente divulgadas, foram registrados efetivamente 366 mil novos postos de trabalho no país naquele mês. Outro dado positivo foi o recuo da taxa de desemprego, de 5,2% em agosto para 4,8% em setembro.

Saiba mais sobre os principais assuntos de economia e investimentos no MyNews Investe, no Canal MyNews, com apresentação de Mara Luquet e Thais Skodowisk

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Dólar salta 2% e fecha em R$5,37, enquanto Bolsa tem terceiro dia de queda https://canalmynews.com.br/mynews-investe/dolar-salta-2-e-fecha-aos-r537-enquanto-bolsa-tem-terceiro-dia-de-queda-entenda-por-que/ Thu, 19 Aug 2021 00:23:48 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/dolar-salta-2-e-fecha-aos-r537-enquanto-bolsa-tem-terceiro-dia-de-queda-entenda-por-que/ Riscos fiscais e sinalização do FED influenciam câmbio. Entenda por que o movimento acontece e como proteger seus investimentos

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Com incertezas fiscais no Brasil e a sinalização de aperto na política de estímulos nos Estados Unidos, o dólar disparou 1,99% nesta quarta-feira (18) e encerrou o dia cotado a R$5,37 – o maior patamar desde 4 de maio. Com o resultado, a moeda americana já acumula alta de 3,17% no mês. No acumulado do ano, o avanço é de 3,62%.

O resultado de hoje acabou pressionado – além dos temores envolvendo as contas públicas – pela divulgação da ata do Federal Reserve, o Banco Central americano.

O FED confirmou nesta quarta que deve iniciar ainda este ano a redução de estímulos monetários, que vêm injetando liquidez no mercado americano. A política da autoridade monetária de compra de títulos públicos teve início na pandemia, como forma de responder à crise, e vinha impulsionando também os mercados globais.

“Olhando para o futuro, a maioria dos participantes observou que, desde que a economia evolua amplamente como eles anteciparam, eles julgaram que pode ser apropriado começar a reduzir o ritmo de compras de ativos neste ano”, diz o documento. A sinalização levou os principais índices da bolsa de Nova York às mínimas, pressionado para baixo o desempenho do Ibovespa e piorando a inclinação do preço do dólar.

O que pesa para o mercado?

No noticiário doméstico, as incertezas fiscais são o principal fator de insegurança para os investidores. O mau-humor acabou abastecido nesta quarta com a aprovação, na Câmara dos Deputados, da retirada de pauta do projeto que modifica as regras para o Imposto de Renda. Esse foi o segundo adiamento do texto, em meio a pressão de Estados e municípios por modificações no texto, o que pode levar a perdas na arrecadação.

O temor sobre as contas do governo é influenciado ainda pelo debate sobre adiamento do pagamento das dívidas da União reconhecidas na Justiça, os precatórios. A PEC (Proposta de Emenda Constitucional) enviada ao Congresso prevê o parcelamento em 10 anos de dívidas acima de R$ 66 milhões. A ideia é que o adiamento das despesas possa abrir espaço no Orçamento para a criação do Auxílio Brasil, versão repaginada do Bolsa Família.

“O que a gente sabe claramente é que os riscos associados à moeda brasileira estão subindo, e não caindo”, avalia em entrevista ao MyNews Investe, o gestor da Nova Futura Investimentos, Pedro Paulo Silveira. Ele afirma que a percepção de fiscal no Brasil tem se deteriorado.

Na terça-feira (17), o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, disse que os “ruídos” em relação ao cenário fiscal têm afetado as previsões de inflação e o desempenho do dólar. Segundo Campos Neto, o “barulho fiscal” contribui também para aumentar uma volatilidade já alta do mercado de câmbio.

Como proteger seus investimentos da volatilidade do dólar?

Uma das maneiras de proteger recursos da oscilação da moeda americana é o investimento em fundos cambiais. “Essa é a maneira mais prática e a mais indicada para quem não tem tempo de ficar acompanhando e operando nas plataformas de investimento”, explica Pedro Paulo.

O fundo cambial tem como principal característica o investimento em moedas estrangeiras, como dólar ou euro. Como outros tipos de fundo, os ativos são administrados por gestores. “O gestor é o cara que está ali, é o profissional do assunto que está 48 horas com a obrigação de entregar o retorno do fundo exatamente na obrigação que você assinou com ele”, afirma.

Um levantamento da SmartBrain exclusivo para o MyNews Investe mostra quais os fundos cambiais que têm o melhor desempenho no acumulado do ano:

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