Arquivos fundo de investimento - Canal MyNews – Jornalismo Independente https://canalmynews.com.br/tag/fundo-de-investimento/ Nosso papel como veículo de jornalismo é ampliar o debate, dar contexto e informação de qualidade para você tomar sempre a melhor decisão. MyNews, jornalismo independente. Mon, 04 Jul 2022 20:48:16 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.7.2 Ahead Ventures, nova gestora de fundos CVC https://canalmynews.com.br/mynews-investe/ahead-ventures-nova-gestora-de-fundos-cvc/ Wed, 08 Dec 2021 17:49:22 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/ahead-ventures-nova-gestora-de-fundos-cvc/ Visando estruturar produtos e serviços personalizados, gestora define instrumentos CVC que se adequam às demandas específicas de cada organização

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Em meio ao despertar das grandes empresas para os investimentos em inovação e tecnologia, além do olhar para as startups, a Ahead Ventures nasce com o propósito de integração da estratégia e operações das corporações ao CVC, em busca da criação de ecossistemas de negócios para enfrentar o presente e o futuro.

Chegamos ao mercado pelo Banco Fator e PortCapital, com suporte da consultoria de negócios da Elogroup, com pioneirismo e track record de R$ 230 milhões e diversas parcerias estratégicas realizadas entre as corporates e as startups investidas.

A Ahead tem como diferencial estruturar produtos e serviços personalizados, conforme a necessidade da corporate investidora, criando instrumentos CVC que se adequam às demandas específicas de cada organização, podendo ser desde FIPs, SPEs até estruturas offshore, por exemplo.

Nossa atuação tem duas forças expressivas de mercado, minha expertise e atuação em inovação com a criação da EmbraerX no Vale do Silício e em Boston, e pela concepção do carro voador (EVTOL); e do João Lopes, CEO do Banco Fator, fundador da PortCapital e coordenador responsável pelo fundo no qual saiu o primeiro unicórnio brasileiro.

Nosso legado de atuação e envolvimento com a prática leva em conta o pioneirismo em CVC, proveniente da PortCapital (gestores do FIP Aerospacial e Embraer Ventures), em VC, M&A e fundos CVM pelo Banco Fator (Fundo Santa Catarina, um dos primeiros do Brasil), além da minha bagagem com a estruturação do fundo CVC Catapult Ventures no Vale do Sílico. Por fim, a parceria com a EloGroup, consultoria que combina competências de tecnologia, analytics e gestão, que promete promover ainda mais aceleração em inovação assegurando o foco estratégico.

Se por um lado o pioneirismo, o legado de atuação e o track record são essenciais para todo o diferencial da Ahead Ventures, as teses de investimento alinhadas à estratégia de crescimento e inovação da companhia se valem da mesma relevância e este já é um caminho natural do processo de inovação realizado pela consultoria EloGroup.

Estratégia

A Ahead Ventures vai trabalhar com seu principal pilar: atuação ‘one to one’, junto às empresas, do começo ao fim da jornada (desde a estruturação da tese até o desinvestimento final de cada startup). Ou seja, de acordo com a necessidade integral da empresa, trazendo flexibilidade e movimentos necessários, além das ferramentas adequadas e totalmente personalizadas às necessidades da corporação:

  • Abordagem completa, da discussão da tese à gestão do portfólio de investimentos e do CVC, com grande foco no crescimento das investidas e sua integração à corporação para geração de valor e sinergias;
  • Integração do CVC à estratégia, inovação e operações da empresa;
  • Equipe de profissionais e parceiros com experiência e resultados em CVC (Embraer, FIP Aeroespacial, Catapult Ventures etc);
  • Plataforma de formação contínua de talentos para a inovação da corporate e para as startups investidas, a partir da EloGroup e do Banco Fator.

 


Quem é Sandro Valeri?

Sandro Valeri é managing partner e sócio-fundador da Ahead Ventures. Com 18 anos de atuação na Embraer – em vários segmentos, como Corporate Venture Capital, Estratégia de Inovação, Startups, EmbraerX, UATM (Urban Air Traffic Management), Cybersecuruty, Beacon, Programa de Innova etc, é co-fundador da EmbraerX, Valeri foi o criador do carro voador (EVTOL Embraer), em parceria com o Uber, além de também ter sido responsável pela criação do Fundo Catapult Ventures no Vale do Silício.

 

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A busca por retorno absoluto atraente, ajustado ao risco, de forma consistente https://canalmynews.com.br/mynews-investe/busca-por-retorno-absoluto-atraente-ajustado-ao-risco-de-forma-consistente/ Mon, 04 Oct 2021 20:25:07 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/busca-por-retorno-absoluto-atraente-ajustado-ao-risco-de-forma-consistente/ Fundada em 2012, a 3R Investimentos atua de forma independente e consistente, com uma equipe experiente, focada em gestão direta, alocação e gestão patrimonial e produtos estruturados

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Com aproximadamente R$ 800 milhões sob gestão, a 3R Investimentos foi fundada em 2012 e carrega em seu DNA a análise fundamentalista de empresas negociadas em bolsa e cuidadosa análise do cenário macroeconômico nacional e global. Atuamos de forma independente e temos um time com sólida e diversificada experiência no mercado financeiro brasileiro. Nossa atuação é focada em Gestão Direta; Alocação e Gestão Patrimonial; e Produtos estruturados.

Ao longo destes anos, o foco foi e continua sendo oferecer soluções que sejam efetivamente sustentáveis a longo prazo e adequadas para cada perfil de cliente. Nosso principal ativo é o capital humano e nossa capacidade de trabalhar coordenadamente e de maneira disciplinada,

Na área de Produtos Estruturados, possuímos o FIDC 3R Agro Produtores Agrícolas, focado no setor do Agronegócio com o objetivo de prover crédito para produtores Agrícolas associados a AMPA (Associação Mato-grossense dos Produtores de Algodão). Um novo FIDC está nos planos para este último trimestre do ano.

Na área de gestão direta, a 3R é responsável por dois fundos de ações – o 3R Radix FIA (Long Only) e o 3R RE FIA (Long Biased) – e o 3R Genus Hedge FIM (Multimercado Livre).

Este último investe em ações, títulos públicos e câmbio. No mercado de ações utiliza-se de posições direcionais e long&short. A alocação em títulos públicos tem como objetivo rentabilizar a posição líquida e capturar oportunidade na curva de juros. As operações em câmbio são efetuadas como proteção da carteira e em momentos de tendência econômica.

O 3R Genus Hedge FIM tem como objetivo buscar retorno absoluto real de forma consistente no longo prazo. O Fundo destina-se a receber aplicações de pessoas físicas e jurídicas em geral, que busquem performance diferenciada e entendam os riscos envolvidos nas operações com derivativos, e no mercado de ações.

A aplicação mínima é de R$ 5 mil e o resgate é D+3. Desde seu início, em Março de 2018, o fundo possui rentabilidade acumulada de 51,80% (comparado à 17,48% do CDI no mesmo período).


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URCA Prime Renda: 1º fundo imobiliário da Urca Capital Partners https://canalmynews.com.br/mynews-investe/urca-prime-renda-primeiro-fundo-imobiliario-da-urca-capital-partners/ Mon, 27 Sep 2021 18:53:52 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/urca-prime-renda-primeiro-fundo-imobiliario-da-urca-capital-partners/ O URCA Prime Renda Fundo de Investimento Imobiliário – FII (URPR11) é o primeiro fundo imobiliário da Urca Capital Partners, voltado ao público geral, listado pela B3

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A estratégia principal do fundo é investir em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) para loteamento e residencial vertical, em especial empreendimentos populares, sejam eles em construção ou já prontos. A tese do fundo é de carteiras pulverizadas. Como temos contatos no Brasil todo, sabemos os caminhos para fazer boas originações. Já conhecemos como determinadas regiões se comportam. O fundo possui investimentos nas cidades de Patos, Taperoá, Sousa e Bananeiras (Paraíba), Silviânia e Anápolis (Goiás), Bauru, Ubatuba e Itapetininga (São Paulo), Extrema (Minas Gerais) Aracaju (Sergipe) e Ariquemes (Rondônia). “Seguimos olhando para outras regiões do Nordeste e Centro-Oeste, além de Minas Gerais”, afirma.

URCA Prime Renda: o primeiro fundo imobiliário da Urca Capital Partners.
URCA Prime Renda: o primeiro fundo imobiliário da Urca Capital Partners. Foto: Reprodução (Pixabay)

Com pouco mais de um ano de IPO (28/08/2020), o URPR11 já distribuiu R$ 27.11 distribuídos em dividendos por cota, obteve liquidez diária média acima de R$ 2,7 milhões e rentabilidade total (variação da cota + dividendos) de 44%. Atualmente está entre os primeiro cinco distribuidores de dividendos do IFIX.

O produto oferece uma das melhores rentabilidades no mercado e a possibilidade de liquidez no secundário. Então, entendemos que deverá ainda ser atrativo investidores buscando opção de high yield em cenários de juros cada vez mais baixos. O benchmark utilizado no URPR11 é IPCA + 7,0% ao ano.

Possui Valor de Mercado de aproximadamente R$ 400.000.000,00. A taxa de administração é de 0,25% a.a. com mínimo de R$15.000,00/mês. A taxa de performance é de 20% do que exceder IPCA + 7% a.a. Atualmente conta com mais de 33 mil cotistas.

Em que pode investir?

O URPR11 pode investir em CRIs e qualquer ativo financeiro que tenha direitos sobre unidades imobiliárias, com os seguintes limites de concentração: Até 100% do seu patrimônio líquido em CRIs lastreados em carteiras de recebíveis imobiliários de vendas de unidades residenciais, comerciais ou de loteamento. Até 40% do seu patrimônio líquido em CRIs lastreados em carteiras de recebíveis imobiliários de um mesmo cedente.

Também o fundo pode aplicar até uma parcela máxima de 30% do seu patrimônio líquido em outros ativos financeiros não imobiliários. O fundo é administrado pelo Vórtx DTVM, sendo a Urca Capital Partners a responsável por sua gestão.

Assista ao MyNews Investe, de segunda a sexta, no Canal MyNews, e fique por dentro das principais informações sobre mercado financeiro e economia

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Fundo de ação com oportunidades de análise fundamentalista e alocação Long Biased https://canalmynews.com.br/mynews-investe/fundo-de-acao-analise-fundamentalista-alocacao-long-biased/ Mon, 20 Sep 2021 18:01:23 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/fundo-de-acao-analise-fundamentalista-alocacao-long-biased/ Apesar do pouco tempo de atividade, fundo de ação já capitaliza uma rentabilidade superior a 7%, mesmo com as recentes quedas da bolsa

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A Invexa Capital é uma gestora de recursos focada em renda variável com 10 anos de atuação. A asset nasceu em São Paulo (SP), com foco em Wealth Management, mas devido à estratégia comercial alterou a sua sede para para Blumenau (SC), onde atraiu investidores locais de alta renda.

Um importante passo foi o ingresso do sócio Luís Fernando Zen, em 2014, que ampliou o leque de atuação da Invexa com a constituição e gestão de carteiras administradas.

Marcelo Weber, CEO da Invexa Capital.
Marcelo Weber, CEO da Invexa Capital, fala sobre fundo de ação com alocação Long Biased. Foto: Reprodução (Arquivo)

Tem hoje cerca de R$ 300 milhões sob gestão e administra dois fundos abertos ao público e disponíveis nas principais plataformas de investimentos. Um deles é o fundo de ação Invexa LB+, que busca uma gestão fundamentalista ativa, por meio de aplicações em ações de companhias com grande potencial de valorização, através da análise top-down.

O fundo foi criado em fevereiro de 2021 e desde então acumula rentabilidade superior a 7%, mesmo com as quedas recentes da bolsa de valores. A aplicação mínima é de R$ 10 mil. As principais posições são em: programas e serviços; intermediários financeiros; mineração; alimentos processados; químicos; construção e engenharia.

Ainda este ano a Invexa vai lançar dois novos fundos: um multimercado e um de BDR. Seguimos trabalhando de forma independente, tendo decisões e ações isentas de qualquer conflito de interesses, em conformidade com as leis e regulamentos. A popularização dos investimentos no Brasil tende a continuar e isso certamente vai nos ajudar a ganhar escala.

Veja o MyNews Investe, de segunda à sexta, no Canal MyNews, a partir do meio-dia. Sempre com informações atualizadas sobre investimentos e mercado financeiro.

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Por que investir em um fundo de ações que evita as “crowded stocks” do mercado brasileiro? https://canalmynews.com.br/economia/por-que-investir-em-um-fundo-de-acoes-que-evita-as-crowded-stocks-do-mercado-brasileiro/ Mon, 20 Sep 2021 13:08:12 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/por-que-investir-em-um-fundo-de-acoes-que-evita-as-crowded-stocks-do-mercado-brasileiro/ Projetado para superar o retorno da bolsa, o fundo realiza investimentos em carteiras concentradas, selecionadas a partir de uma análise fundamentalista

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Em 2021 completarei 44 anos de vida, e no dia do meu aniversário alcançarei também 22 anos de trabalho no mercado acionário – já passei metade da minha vida trabalhando como analista e gestor de ações.

Comecei na Geração Futuro, e tive um chefe/mentor, que depois se tornou meu sócio, chamado Edmundo Valadão Cardoso.

Com ele aprendi várias coisas, mas dentre as que eu destacaria como das mais importantes foi: é mais difícil ganhar dinheiro com uma empresa que todo mundo gosta e que está no portfólio da maioria dos gestores.

A questão aqui é simples: as ações mais desejadas, as “queridinhas” do mercado, normalmente trazem consigo uma série de aspectos positivos, perspectivas favoráveis, baixa percepção de riscos. E, naturalmente, custam mais. Seus preços relativos são maiores que os das demais ações, menos conhecidas.

Trabalhei por muito tempo numa cultura em que a busca obsessiva por boas empresas, cujas ações fossem negociadas a preços acessíveis, era o foco único, então é difícil para mim comprar um ativo para o portfólio que seja caro, ou que para justificar seu preço as premissas implícitas sejam agressivas, de forte crescimento.

Sou sócio da Quantitas desde novembro de 2012, e faço a gestão do Quantitas Montecristo desde julho de 2014. E trouxe para a gestão do produto essa minha experiência e forma de trabalhar, agregando o conhecimento de outros sócios e pessoas da equipe.

Por conta disso, quando apresentamos o Quantitas FIA Montecristo para alguém, começamos sempre falando que este é um fundo com características bem próprias, que o distinguem dos demais.

Acompanhamento das ações na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa).
Acompanhamento das ações na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). Foto: Rafael Matsunaga (Flickr).

Dificilmente você verá na carteira do Montecristo muitas companhias que também façam parte de outros fundos de ações do mercado.

Simplesmente porque nossa disciplina em preço dificulta que compremos ações muito caras. Então, procuramos muitos cases de investimento menos óbvios, mas com fundamentos interessantes, construímos racionais bem claros de porquê investir em cada ação, e vamos acompanhando tudo muito de perto, para não correr riscos de que o rumo que traçamos está se confirmando ou não.

Se a ação se valoriza muito e o potencial de valorização não se mantém, então muito provavelmente reduziremos posição até que a ação deixe de fazer parte do fundo. Mas, se ela cair de preço e os fundamentos que nos fizeram investir permanecerem sólidos, então muito provavelmente aumentaremos o tamanho da posição.

Informações sobre o fundo

O Quantitas FIA Montecristo é um fundo de ações com gestão ativa, que tem por objetivo superar o retorno do Ibovespa no médio e longo prazos.

O fundo investe, normalmente, em uma carteira concentrada, de 10 a 12 companhias negociadas na B3, selecionadas a partir de análise fundamentalista, distribuídas gerencialmente em três grupos dentro do portfólio:

•          Participações Principais (três a quatro companhias, com um % acima de 50% do PL);

•          Participações Intermediárias (três a quatro companhias, com um % entre 25% e 30% do PL);

•          Participações Complementares (entre 10% e 15% do PL, em companhias small caps ou que estamos começando ou encerrando investimento).

A equipe de gestão acompanha um grupo específico de empresas negociadas na B3 (cerca de 80 companhias), cujos negócios tenham perfil atrativo, em setores e segmentos de atuação de maior interesse dos gestores, selecionando aquelas que apresentem o maior potencial de valorização de acordo com as estimativas de desempenho, normalmente com premissas conservadoras.

O portfólio geralmente é construído com equilíbrio entre empresas com perfil de valor e de crescimento, numa análise bottom-up (predomínio de critérios microeconômicos), com baixa rotatividade no portfólio (período médio de investimento é de 12 meses) e com controle de perdas – poucos históricos de retorno negativo em relação ao Ibovespa, todos com pequena contribuição negativa ao fundo.

Melhor e pior momento do Quantitas Montecristo

Melhor momento do Quantitas Montecristo está sendo em 2021, com a cota no valor máximo histórico e o maior retorno em relação ao Ibovespa (Alfa gerado) em vários períodos de análise – o Fundo inclusive está qualificado como cinco estrelas pela Morningstar em cinco anos, a principal avaliadora de fundos da indústria.

Importante citar que historicamente o investidor que comprou cotas do Montecristo teve, em 99% das janelas de avaliação de 36 meses de desempenho, retorno acumulado (36 meses) superior ao Ibovespa, ou seja, o fundo consistentemente conseguiu entregar retornos históricos superiores ao benchmark ao longo dos anos.

Tivemos dois piores momentos: o primeiro foi no início, pouco antes do Impeachment da presidente Dilma, quando atingimos a pior cota do fundo e o cenário macro e político estava muito deteriorado. Em termos de maior queda da cota tivemos o pior momento em 2020, na pandemia, quando a mudança de cenário macro foi muito forte e rápida, e o efeito de curto prazo em muitas das companhias que investíamos foi bastante intenso, com muita incerteza. Felizmente recuperamos ambas situações, sendo que na crise de 2020 numa velocidade muito mais rápida que esperávamos.

Quem pode investir e como?

Todos os investidores pessoa física podem investir no Quantitas Montecristo.

Atualmente o fundo tem valor mínimo de 10 mil reais para investimento e cinco mil para movimentações.

Contudo, a partir de 23 de agosto, quando o fundo passará a ter novo administrador (Intrag, empresa do conglomerado Itaú) os valores mínimos e de movimentação serão reduzidos para um mil reais.

O Montecristo está disponível no site da Quantitas (cadastro digital em 10 minutos) e também em 13 plataformas de investimento: BTG Pactual (via assessores), Unicred, Órama, Modal, Guide, Warren, Genial, Ativa, Necton, CM Capital, Mirae, Toro e Azimut.

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Para além do investimento em infraestrutura: fundo idealizado pela CA Indosuez é gerido pela confiança https://canalmynews.com.br/mynews-investe/investimento-em-infraestrutura-fundo-ca-indosuez-e-gerido-pela-confianca/ Mon, 13 Sep 2021 14:12:09 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/investimento-em-infraestrutura-fundo-ca-indosuez-e-gerido-pela-confianca/ Respeitando o tripé de processos, controles e pessoas, estratégia do fundo possibilita explorar momentos de maior tendência e de maior aversão ao risco

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O pedido do MyNews para escrever sobre o tema “investimentos”, mais precisamente sobre o nosso fundo de debentures incentivadas, acabou sendo uma centelha para uma reflexão maior sobre o tema. Afinal não seria um desafio escrever sobre o nosso fundo, sobre o nosso processo de investimento… É o nosso cotidiano, temos um dos principais fundos da indústria e uma experiente equipe de gestão – mas de que forma isso agregaria ao leitor/investidor final?

Por que ele deveria se interessar por essa estratégia? Mais ainda: por que ele deveria se interessar especificamente pelo nosso fundo? Existem mais de 500 gestoras de investimento no Brasil, gestoras estas responsáveis por mais de 60.000 fundos de investimento. Por que o nosso?

Lembra que eu comentei sobre essa tal “centelha”? Pois bem, vou explicar: eu acredito que uma pessoa, para saber onde vai, precisa saber de onde veio. E me veio a lembrança uma das obras mais icônicas de Paul Gauguin: “D’où venons nous? Que sommes nous? Où allons-nous?” – ou em livre tradução: “De onde viemos? Quem somos? Para onde vamos?”.

"De onde viemos? O que somos? Onde estamos indo?" (1897), de Paul Gauguin
“De onde viemos? O que somos? Onde estamos indo?” (1897), de Paul Gauguin. Foto: Reprodução

Para tentar responder a primeira pergunta, do porque do nosso fundo, irei aproveitar a deixa de Gauguin e contar como chegamos até aqui.

A história do CA Indosuez com gestão de ativos no Brasil começou há mais de 20 anos atrás, mas, por mais longa que seja, por muito tempo estivemos focados exclusivamente na gestão de ativos de nossos clientes. Isso mudou em 2013 quando tomamos uma decisão estratégica de redesenhar a nossa plataforma de produtos e fundos, buscando uma maior identidade com o grupo, com o mercado local mas principalmente com os anseios de nossos clientes. Naquele momento deixamos de lado outras estratégias de investimento que fazíamos gestão e focamos no que poderíamos oferecer de melhor: gestão de renda fixa e crédito privado, lastreada em processos e controles robustos e, principalmente, lastreada em pessoas.

Não foi uma decisão fácil: se por um lado iríamos recomeçar a nossa história usando o nosso fundo DI Master criado em 1998 como a fundação, por outro precisaríamos abandonar fundos com um longo histórico, com investidores fiéis. Mas assim fizemos: as outras estratégias foram transformadas em fundos de fundos (também expertise da casa e das pessoas que aqui estão) e começamos a reconstruir a nossa base com o fundo DI Master e com o fundo Vitesse sendo as pedras fundamentais.

Aos poucos e com muito trabalho a decisão foi se mostrando correta: a estratégia se mostrou vencedora frente as condições do mercado naquele momento e começamos a ganhar maior tração a partir de 2015, quando novos fundos foram criados, com condições de liquidez e construção de portfolio distintas – mas sempre respeitando o tripé básico de processos, controles e pessoas. Em uma indústria (de fundos) que vinha se expandindo a uma taxa média de 11% ao ano, o CA Indosuez conseguiu quase 30% de crescimento ao ano multiplicando por quase 5x o patrimônio total que tínhamos sob gestão em 2012.

E no meio dessa mudança a nossa história se mistura com os investimentos em debentures incentivadas: embora a Lei nº 12.431 que cria incentivos tributários para investimentos específicos em infraestrutura tenha sido criada em 2011, o sucesso das debentures incentivadas não veio de imediato. A tese era muito clara, criar e ampliar as alternativas de financiamento de longo prazo para o setor, mas ainda existiam dúvidas em relação ao produto: com um prazo mais longo e problemas com algumas das primeiras emissões (como OGX e Rodovias do Tietê), as debêntures precisaram “conquistar” o seu espaço no mercado local frente às LCAs e LCIs, até então os ativos isentos de imposto de renda com mais sucesso no mercado local.

Mas assim foi feito. Podemos atribuir esse progresso, principalmente, ao crescimento do mercado de plataformas de investimentos que, além de ampliarem a base de captações para as companhias criando um canal de distribuição direto muito mais pulverizado com pessoas físicas, catapultou a indústria de fundos nichados. Consequentemente, os grandes bancos seguiram o mesmo caminho e, com isso, atingiu-se o volume total distribuído em debentures incentivadas de infraestrutura superior a R$ 144 bilhões, entre a aprovação da Lei até julho de 2021.

O CA Indosuez, em setembro de 2015, incluiu em sua grade de produtos o fundo de Debentures Incentivadas e em setembro de 2019, o fundo apresentava um patrimônio liquido superior a R$ 2 bilhões. Além do resultado consistente e uma gestão ativa para suavizar a volatilidade inerente ao ativo objeto (debêntures), o crescimento do patrimônio líquido do fundo exemplifica muito bem a evolução da classe de ativo como um todo no mercado local.

Tabela de características do fundo de Debentures Incentivadas
Tabela de características do fundo de Debentures Incentivadas. Foto: Reprodução (MyNews)

Obviamente que o movimento de queda de juros real ao longo dos últimos três anos ajudou muito a performance e, fatalmente, a demanda pelo produto. O retorno foi tão elevado que compensou largamente os movimentos de reprecificação em crédito privado observados no segundo semestre de 2019 e de liquidez do mercado secundário em meados de 2020.

Mas vale ir além desse período: analisando a performance acumulada do fundo desde o início já são quase 100% de retorno líquido de imposto de renda desde 2015 (96,7% para ser mais preciso). Como base de comparação, o CDI no mesmo período acumula ganhos de 54,65% e o IMA-B 5 acumula 88,3%. Para informação, o IMA-B 5, benchmark do fundo, é um índice composto por uma carteira de títulos públicos indexados ao IPCA (NTN-B) com prazos superiores a cinco anos.

Tabela de performance acumulada do fundo.
Tabela de performance acumulada do fundo. Foto: Reprodução (MyNews)

Contudo é fundamental frisar que isso só foi possível dado a qualidade da carteira alocada, sempre tendo como pilar fundamental a análise de cada crédito. Independente do prêmio ou da “oportunidade tática”, 100% dos nossos ativos são aprovados com o cenário base de alocação até o vencimento. Com um monitoramento trimestral utilizando modelos proprietários de rating e stress, procuramos antecipar movimentos de preço e liquidez.

Adicionalmente, creio que seja válido analisar não somente se o fundo na média bate o seu benchmark – mas também como ele o faz. Para isso gostamos de analisar janelas de retornos em médias móveis… Por quê? Porque assim, ao invés de analisar apenas o resultado em meses fechados, analisamos em janelas fechadas. Se fôssemos analisar a performance em janelas móveis de 30 dias pegaríamos não somente o fechamento de cada mês, mas também a performance entre os dias 1, 2, 3 e assim sucessivamente. No nosso caso, dada a maior volatilidade do fundo, analisamos em médias móveis de seis meses para saber se, em períodos de seis meses, o fundo bate o benchmark. Para a análise, incluímos um período emblemático do mercado, do início de 2019 até o final de agosto de 2021. Mesmo em um período mais complexo entre o final de 2019 e 2020 o fundo conseguiu bater o benchmark de modo consistente, ressaltando que no gráfico abaixo estamos trabalhando com a cota pura, sem o beneficio fiscal.

Janelas de retornos em médias móveis do fundo.
Janelas de retornos em médias móveis do fundo. Foto: Reprodução (MyNews)

Já sabemos da onde viemos e onde estamos… agora vem o mais importante: para onde vamos? O que esperar das debêntures incentivadas?

É natural uma reavaliação do risco x retorno esperado quando verificamos o cenário atual pela ótica da dinâmica da taxa de juros doméstica. Porém, é importante reforçar as outras atratividades da debênture incentivada. Desde o início de 2021, mais do que o benefício tributário, entendemos que o indexador em IPCA é o grande apelo na Renda Fixa para o quadro atual. Utilizando derivativos como proteção e neutralizando, dentro do possível, o risco de aumento de juros real, podemos ter uma carteira exposta principalmente em inflação implícita e com um carrego (taxa de retorno contratada) interessantíssimo por conta do prêmio de crédito.

Traduzindo: aumentaremos o retorno caso a expectativa de inflação continue subindo e evitamos perdas com a expectativa de um movimento mais agressivo do Banco Central na taxa de juros. Com isso, exploramos mais uma das versatilidades do produto. Já exploramos movimentos de queda de juros real, de queda de prêmios de crédito e, agora, exploramos o movimento de recrudescimento da inflação. Em breve, teremos a oportunidade de obter retornos, novamente, nas outras alternativas. E é justamente esta característica que faz um fundo de debentures incentivadas ser interessante, a possibilidade de explorar momentos de maior tendência de risco (queda de juros e prêmios de crédito) e momentos de maior aversão ao risco (compra de inflação e proteção em juros reais).

Este é um pequeno pedaço da nossa história e conta um pouco de como chegamos até aqui. De como o nosso fundo chegou até aqui. E eu digo “nosso” não apenas pela equipe de gestão, mas também pelos milhares de investidores que, ao longo de todos estes anos, sempre estiveram ao nosso lado confiando no comprometimento de todos os envolvidos no processo de gestão. No final, este é um fundo gerido por pessoas, para pessoas – em uma relação de confiança.

Por fim gostaria de deixar uma breve nota. No seu livro “The Intelligent Asset Allocator”, William Bernstein comenta que existem dois tipos de investidores no mundo: os que não sabem o que vai acontecer com o mercado e os que sabem que não sabem. Em algum lugar entre os dois, existe o profissional de investimentos. Infelizmente não dispomos de bola de cristal ou conhecemos qualquer tipo de futurologia capaz de prever retornos, mas acreditamos que um trabalho diligente, municiado com os instrumentos corretos, pode, mesmo em ambientes inóspitos, alcançar os resultados almejados no longo prazo.

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Fundo Schroder: classe de crédito como alternativa de investimentos https://canalmynews.com.br/mynews-investe/classe-de-credito-como-alternativa-de-investimentos/ Mon, 30 Aug 2021 21:18:54 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/classe-de-credito-como-alternativa-de-investimentos/ Fundo Schroder High Grade tem se destacado com quase 9% de rentabilidade nos últimos 12 meses

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A indústria de crédito passa por um momento bastante especial. O cenário foi mudando ao longo dos últimos meses com o aumento da taxa básica de juros, atualmente em 5,25% ao ano, trazendo de volta o interesse dos investidores pela classe de ativo. Fundos de crédito tradicionais seguem com uma rentabilidade nominal bastante atrativa, com base na alta da Selic e redução progressiva dos spreads de crédito cuja média está ao redor de CDI+1,8%. A redução nos spreads ocorre em função do movimento de captação bastante expressiva na indústria de fundos de crédito ao longo dos últimos 6 meses principalmente. O Patrimônio dos fundos que alocam mais de 5% da sua carteira em crédito passou de 1,68 trilhões de reais para R$ 1,8 trilhões, voltando ao patamar pré-covid. 

Daniel Palaia, diretor de fundos de crédito da Schroders
Daniel Palaia, diretor de fundos de crédito da Schroders. Foto: Reprodução (Arquivo Pessoal)

É o que observamos no fundo Schroder High Grade, que tem tido resultados bastante positivos e se destacado como um dos melhores fundos de crédito do Brasil. Em especial nos últimos 12 meses, quando a indústria de crédito começou a se recuperar de um momento mais crítico no início da pandemia, registramos rentabilidade para o cotista do fundo de 325,2% do CDI, o que representa 8,52% no período. No acumulado de 2021, o resultado foi de uma rentabilidade de 303,8% do CDI (6% de rentabilidade nominal).

Quando comparamos a rentabilidade desse fundo com outras classes de títulos, como o Ibovespa, performance de fundos multimercados, títulos pré-fixados e outras classes de ativos nos últimos 12 meses e no acumulado de 2021, o fundo tem se destacado com uma performance superior somado a um maior índice de Sharpe. 

Além do mercado aquecido, como estratégia mantivemos a carteira pulverizada com mais de 40 emissores, tendo maior concentração nos papéis com melhor rating. Temos uma estratégia de gestão bastante rigorosa, tanto no mercado de crédito primário como no secundário. Fazemos um filtro bastante rígido de forma qualitativa e quantitativa, que passa por algumas fases como análise do ativo, das taxas pagas pelos papéis, notícias, balanço, questões relacionadas ao ESG. Por fim, há uma última análise de nosso comitê com membros do Brasil, NY e Londres, o que permite uma troca bastante rica e bem estruturada, com um olhar para o cenário global e local de crédito.

A estrutura de uma equipe multidisciplinar e multinacional permite à Schroders ter as mais rigorosas estratégias de gestão no momento de decidir por um investimento. Isso é possível pelo histórico e expertise de mais de 200 anos de mercado da asset, que conta com equipe global em mais de 35 países e administra US$ 785.1 bilhões. No Brasil, segundo o Ranking Anbima, de maio deste ano, a Schroders está entre os 20 maiores gestores de recursos independentes do país com mais de R$ 27,7 bilhões sob gestão. Em renda fixa, multimercado e investimentos no exterior, administra R$ 3 bilhões. Além disso, em Renda Variável é considerada a 5a maior gestora, com mais de R$ 24,6  bilhões investidos na B3.

Vale destacar que acreditamos que os fundos de crédito, de forma geral, vão continuar tendo um fluxo bastante positivo em função da alta da Selic. A reforma tributária, além da própria Selic, deve ser um novo catalisador de aumento de fluxo para fundos de crédito.  Diante deste cenário, o fundo Schroder High Grade deve manter alocação em papéis de qualidade que acreditamos que terão forte fechamento de spreads à medida que a pandemia comece a se aproximar do fim.


Quem é Daniel Palaia?

Daniel Palaia é diretor de fundos de crédito da Schroders.

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Popularização das ETFs mostra que investidor também está de olho nas taxas https://canalmynews.com.br/mynews-investe/popularizacao-etfs-investidor-taxas/ Thu, 12 Aug 2021 21:33:30 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/popularizacao-etfs-investidor-taxas/ Fundos atrelados a índices estão em evidência, por terem taxas administrativas mais baixas que de investimentos tradicionais

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Os ETFs têm ganhado espaço nas carteiras de investimentos de investidores experientes ou não. Um dos fatores que tem pesado nas escolhas são as taxas que esse tipo de investimento traz, que muitas vezes são mais baixas que o de investimentos tradicionais. Mas, afinal, o que são os ETFs? E quais as taxas que acompanham esse investimento?

ETFs é a sigla para Exchange Traded Funds, ou simplesmente fundos de índices. Eles apresentam duas principais características, sempre estão atrelados a um índice de referência, também conhecido como subjacente e suas cotas são negociadas no pregão da bolsa.

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A regulamentação das ETFs aconteceu no Brasil em 2002, mas só nos anos mais recentes esse tipo de investimento está ganhando mais campo e popularidade entre os investidores brasileiros. Um dos motivos é que muitas vezes ele apresenta taxa mais baixa que os fundos de investimentos mais tradicionais, diferente da taxa de corretagem cobrada pela corretora.

“A taxa de corretagem é aquela que a gente está negociando dentro das corretoras; é o custo de você comprar e vender a cota do fundo e dentro dos fundos, independente de qual corretora você usar, vai ter uma taxa de administração daquele fundo. A taxa de administração do ETF funciona como uma taxa de administração de qualquer outro fundo, mas acaba sendo muito mais barata. O principal motivo é que boa parte dos custos, emolumentos, administração, estão fora do custo do fundo. Então os ETFs acabam sendo um produto bem atrativo para quem está buscando investimentos com um custo mais baixo”, explica João Fernandes, Quantitative Research Manager na Teva Índices.

Quanto à rentabilidade, uma característica que influencia no custo-benefício desse investimento é que eles estão sempre 100% alocados, “o que faz com que a rentabilidade dele seja muito boa; inclusive é muito difícil de você bater”,
pontua Fernandes.

Abaixo, veja tabelas com levantamento feito pela Teva Índices com as maiores e menores taxas de ETFs:

Top 5 Taxas de Administração de ETFs

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