Foto: Poder 360
A força do eleitorado feminino e a disputa nas redes sociais se tornam peça-chave no cenário de primeiro e segundo turno da corrida presidencial
Na mais recente pesquisa Quaest, Luiz Inácio Lula da Silva lidera o primeiro turno com 38% das intenções de voto, seguido por Flávio Bolsonaro com 31%. Ronaldo Caiado e Renan Santos marcam 4% cada, enquanto Romeu Zema e Augusto Cury aparecem com 2%. Os dados mostram um quadro de estabilidade pré-campanha, mas os 10% de indecisos mantêm a disputa aberta para a propaganda em rádio e TV.
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A margem no segundo turno
Em uma projeção de segundo turno, o cenário aponta empate técnico na margem de erro, com Lula registrando 43% contra 40% de Flávio Bolsonaro. A busca da oposição por uma vice capaz de dialogar com as eleitoras reflete a necessidade de conter a rejeição entre o público feminino. A capacidade de atrair essa fatia de votos torna-se o fator decisivo para desequilibrar o pleito.
Divergências da terceira via
A transferência do eleitorado dos nomes de centro-direita não ocorre de forma automática para o segundo colocado. As divergências políticas entre setores tradicionais, liberais e o bolsonarismo evitam a formação de um bloco único de apoio. Essa resistência abre espaço para abstenções, votos nulos ou até pequenas migrações que impactam diretamente o resultado final.
O impacto do voto feminino
Superando 101 milhões de eleitoras no país, as mulheres representam a maioria absoluta do eleitorado e a prioridade das estratégias digitais. A liderança de Lula nesse segmento é sustentada por políticas sociais voltadas para famílias de baixa renda. Com isso, o engajamento e a conversão de votos femininos continuam sendo o campo central da eleição presidencial.