Debate ao Senado no Rio de Janeiro tem dobradinha contra Pedro Paulo e Benedita e segurança pública como foco principal Foto: Leonardo Cardoso

Debate ao Senado no Rio de Janeiro tem dobradinha contra Pedro Paulo e Benedita e segurança pública como foco principal

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Nesta terça-feira (01), foi realizado o debate entre os candidatos ao Senado Federal pelo Rio de Janeiro. O encontro aconteceu na sede da OAB, com mediação do jornal O Dia, e contou com a presença de seis candidatos: Marcelo Crivella, Carlos Jordy, Marcos Dias, Mônica Benício, Carlos Portinho e Waguinho. Benedita da Silva e Pedro […]

Nesta terça-feira (01), foi realizado o debate entre os candidatos ao Senado Federal pelo Rio de Janeiro. O encontro aconteceu na sede da OAB, com mediação do jornal O Dia, e contou com a presença de seis candidatos: Marcelo Crivella, Carlos Jordy, Marcos Dias, Mônica Benício, Carlos Portinho e Waguinho. Benedita da Silva e Pedro Paulo não compareceram. O principal tema foi a segurança pública do Estado do Rio e, consequentemente, do Brasil.

No primeiro bloco, os candidatos se apresentaram e focaram em suas trajetórias políticas e nos motivos para disputarem o Senado. Já no segundo bloco, houve sorteio de temas e perguntas entre os candidatos. Questões sobre habitação e educação foram respondidas, mas sem muitas propostas concretas.

Na sequência, uma pergunta sobre as bets. O candidato Waguinho questionou Carlos Portinho sobre as apostas no Brasil. Portinho relembrou projetos que buscam diminuir o impacto das apostas, principalmente entre adolescentes e pessoas de baixa renda.

Em seguida, houve uma dobradinha entre Portinho e Carlos Jordy, ambos do PL, com críticas diretas a Pedro Paulo, candidato ausente que tem acusações de violência contra mulheres. Os dois afirmaram que alguém com esse histórico não poderia ser candidato e também criticaram Benedita (PT) por fazer dobradinha com Pedro Paulo.

Em outro momento, Mônica Benício questionou Marcos Dias sobre o trabalho por aplicativos. Ambos afirmaram que o Brasil precisa melhorar as condições de trabalho de quem atua nas ruas por meio de aplicativos, e Mônica enfatizou a luta pelo fim da escala 6×1.

Na sequência, foram feitas perguntas sobre emprego no Rio de Janeiro, a luta contra a escala 6×1 e críticas aos métodos aplicados no trabalho por aplicativo. Por fim, Carlos Jordy fez ataques diretos ao ministro Alexandre de Moraes e afirmou que ele o impediu de prosseguir com a CPI do Banco Master.

No encerramento, os candidatos fizeram suas considerações finais e voltaram a ressaltar a importância de suas candidaturas e os objetivos para o Senado a partir de 2027.

O Rio de Janeiro, que já conta com Romário, recém saído do PL, como senador, terá mais duas vagas em disputa.

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