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Em sessão aberta por Davi Alcolumbre, senadores manifestaram apoio à mudança na jornada de trabalho; líder do partido na Câmara afirma que Flávio insistirá na PEC das Horas após as eleições
O Senado debate nesta quarta-feira a PEC que prevê o fim da escala de trabalho 6×1. Na abertura da sessão, o presidente da Casa, Davi Alcolumbre, afirmou que cumpriu a promessa de pautar a proposta após o primeiro turno das eleições. Até o momento, 13 senadores haviam discursado. Todos defenderam a PEC, incluindo o senador Marcos Pontes (PL).
Enquanto isso, o líder do partido na Câmara, Sóstenes Cavalcante, afirmou que Flávio Bolsonaro insistirá na chamada “PEC das Horas” após as eleições. A iniciativa seguirá na pauta mesmo se o Congresso aprovar o fim da escala 6×1. De autoria do senador Rogério Marinho, a proposta prevê um regime flexível baseado nas horas trabalhadas, como alternativa à Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).
Apesar da repercussão do debate, Flávio Bolsonaro e Rogério Marinho ainda não haviam registrado presença na sessão. A ausência foi constatada cerca de três horas após o início das discussões. No mesmo período, a pesquisa Quaest divulgou novos números da disputa presidencial. O levantamento apontou Flávio com 46% das intenções de voto, contra 44% de Lula.
Por outro lado, a Câmara dos Deputados analisa um projeto que amplia o limite de enquadramento do Microempreendedor Individual (MEI). A medida está entre as apostas do governo Lula para buscar a reeleição. Assim, as duas Casas do Congresso discutem propostas com impacto sobre o mercado de trabalho e a economia brasileira.