Arquivos burnout - Canal MyNews – Jornalismo Independente https://canalmynews.com.br/tag/burnout/ Nosso papel como veículo de jornalismo é ampliar o debate, dar contexto e informação de qualidade para você tomar sempre a melhor decisão. MyNews, jornalismo independente. Sat, 20 Jul 2024 14:47:59 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.7.2 ‘Vi a Amazônia queimando’: ela virou jornalista ambiental depois de um ritual xamânico, mas um burnout a fez recalcular a rota https://canalmynews.com.br/brasil/vi-a-amazonia-queimando-ela-virou-jornalista-ambiental-depois-de-um-ritual-xamanico-mas-um-burnout-a-fez-recalcular-a-rota/ Fri, 19 Jul 2024 16:29:01 +0000 https://localhost:8000/?p=44970 Ao longo de cinco anos, Karina Miotto viu de perto o sofrimento dos povos originários da floresta e chegou a receber ameaças por escrever reportagens de denúncia

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O início da carreira da jornalista e ativista ambiental Karina Miotto foi marcado por uma crise de identidade. Ela sabia que queria ser jornalista, mas desejava trabalhar com propósito. Precisava de um norte. Então, certo dia, uma experiência xamânica com ayahuasca escancarou o óbvio.

Após cinco anos morando na Amazônia, escrevendo reportagens de denúncia, vendo de perto o sofrimento dos povos originários e enfrentando ameaças, Karina teve um quadro de burnout, e decidiu que era hora de ir embora. Hoje, segue firme no ativismo, mas recalculou a rota. Ela escreveu um livro sobre tudo o que passou — Changemakers, a coragem de transformar o mundo —, a ser lançado neste domingo (21), em São Paulo. Ao MyNews, ela conta sua história:

 

“Eu estava perdida. Sabia que queria ser jornalista, mas não sabia para quê. Até então, já havia passado pelos principais veículos do país, como as revistas do grupo Abril e o jornal Folha de São Paulo, mas não me identificava com nenhuma pauta que fazia. Desejava trabalhar com propósito. E então, em um ritual xamânico, tive a resposta que tanto buscava.

Sempre fui uma pessoa muito conectada com a natureza. Era óbvio que eu precisava trabalhar com isso, mas, por algum motivo, não conseguia enxergar essa possibilidade. No dia do ritual, tudo ficou muito claro. Foi minha segunda experiência com a ayahuasca.

Eu estava com um grupo de pessoas na Serra do Mar. Depois de tomar o chá, nos foi proposto um exercício: pegar uma cadeira, colocá-la sobre as costas e andar, em silêncio, até o topo de uma montanha. Assim fizemos. Ao longo da caminhada, comecei a sentir uma energia muito forte entrando pelos meus pés. Essa energia me atravessou. Percorreu meu corpo todo, saiu pelo topo da minha cabeça e começou a vir em ondas.

Quando olhei para o lado, vi uma montanha. Ela não era mais só uma montanha, era a Dona Montanha. Enxerguei a entidade ali, o ser. Olhei para as árvores. Comecei a sentir a energia de cada uma, como indivíduos. A brisa parecia me acariciar o rosto. Olhei para uma formiga que carregava uma folha nas costas e comecei a chorar. Pensei, comigo: ‘Qual é a diferença entre nós? Você, aí, carregando essa folha. Eu, carregando essa cadeira.’

Chegando no topo da montanha, decidi sentar perto de um enxame de abelhas. Parece loucura, mas eu tinha certeza, no íntimo, de que elas não iriam me ferroar. Nesse lugar, havia várias flores silvestres amarelas. Quando bati o olho em uma delas, ouvi uma voz dentro da minha cabeça: ‘Karina, cuida da gente’. E então eu entendi. Nesse momento, tudo ficou mais do que claro. Fui embora daquele ritual com a certeza de que jamais faria uma reportagem que tivesse outro intuito a não ser o de beneficiar a natureza.

Vista da Serra do Mar em Ubatuba (SP)

Vista da Serra do Mar, em Ubatuba (SP) | Foto: Wikipédia

Saindo de lá, enviei uma mensagem a todos os repórteres e editores do site O Eco. Ninguém me respondeu. Então descobri que o diretor desse veículo também havia passado por um processo parecido — de ter escrito para vários lugares até entender que o caminho dele era cuidar da natureza por meio do jornalismo. Pensei: ‘É isso’. Mandei uma mensagem. Ele me respondeu que estava com a vida corrida, que iria viajar a São Paulo na quarta-feira seguinte e que depois me escreveria. Não me contentei.

Sem avisar, peguei um táxi e fui encontrá-lo no aeroporto. Em um pedaço de papel, escrevi o nome dele e fiquei lá, esperando. Em determinado momento, ele sai por uma porta, vê a placa e dá risada. Olha para mim e diz: ‘Estou impressionado’. E foi assim que virei repórter freelancer d’O Eco.

No início, continuei morando em São Paulo e escrevendo sobre os problemas que via por aqui. Em paralelo, segui participando de rituais com ayahuasca e me conectando com a espiritualidade. Até que, certo dia, tive outra visão, que novamente mudaria o rumo de tudo.

Eu vi a Amazônia queimando. Em um plano, via as árvores queimando desde a base, o fogo subindo e elas sendo tombadas. Os animais correndo. Em outro, via um céu esfumaçado, cinza e laranja. Os planos se alternavam entre si.

Vista da natureza em chamas, gerada por Inteligência Artificial (IA)

Vista da natureza em chamas (imagem gerada por Inteligência Artificial) | Foto: Freepik

A visão conectou a minha dor com a dor da Amazônia. Me fez sentir a floresta como um ser. Eu sentia a dor das árvores, dos animais. E então, ouvi novamente, dentro de mim, uma voz: ‘Venha. Você está pronta agora’. Gosto de dizer que aquilo não foi um convite para um chá da tarde. Foi uma convocação. E, ali, eu já não tinha mais nenhuma dúvida.

Cheguei em casa e chorei por uma semana seguida, lembrando da visão do ritual, que ainda estava muito vívida. Avisei meus pais que me mudaria para Manaus dali a seis meses. Tudo fluiu magicamente, como se a espiritualidade estivesse do meu lado.

Certo dia, uma colega do Eco me chamou para ir a uma conferência de imprensa do Greenpeace. Lá, conheci a diretora da organização, que me convidou para ser voluntária na Amazônia, com tudo pago. Avisei meus editores d’O Eco, que logo manifestaram interesse de me ter como correspondente. Aceitei a proposta.

Karina Miotto

Karina Miotto boia nas águas de um rio na Amazônia | Foto: Arquivo pessoal

Morei na Amazônia entre 2006 e 2012. Ao todo, foram cinco anos, porque fiz uma pausa de um ano para ir aprender inglês nos Estados Unidos. Durante o tempo trabalhando na floresta, fiz inúmeras reportagens de denúncia. Escrevia sobre o desrespeito aos povos originários e a destruição do ecossistema.

Os problemas ambientais são inúmeros. Não é só o desmatamento, como muitas pessoas pensam. É retirada ilegal de madeira, barragem em rio, invasão de terra indígena. Fora o problema da violência. Eu mesma já cheguei a ser ameaçada.

Com o tempo, o sentimento de impotência diante de tanto sofrimento foi me consumindo, e comecei a adoecer. Ao mesmo tempo em que escrevia reportagens de denúncia para O Eco, também trabalhava em uma ONG para impedir a construção da usina hidrelétrica de Belo Monte, que afetaria comunidades ribeirinhas da região.

A gota d’água do meu esgotamento emocional se deu no dia em que entrei em uma comunidade e uma senhora, bastante abalada, veio falar comigo. Com lágrimas nos olhos, ela disse: ‘Karina, por favor, nos ajude a salvar a nossa terra’. E eu sabia que a terra dela seria alagada. Ver aquela cena me destruiu.

Demorei a entender o que estava acontecendo comigo. Naquela época, não se falava em burnout, ainda mais em ativistas. Eu soube que tinha algo de muito errado comigo quando percebi que já não estava mais feliz. Não conseguia sentir alegria ou entusiasmo. Meu mundo ficou preto e branco. Então decidi que era a hora de ir embora.

Saí da Amazônia e fui morar no Rio de Janeiro. Lá, fiz cursos e aprendi sobre Ecologia Profunda. Percebi que, para salvar a Amazônia, eu precisava despertar a conexão emocional das pessoas com a floresta. Então criei o Reconexão Amazônia, um projeto pioneiro para promover o despertar emocional das pessoas em relação à floresta. Dali em diante, eu seria como o beija-flor da fábula, que joga uma gotinha de água na floresta pegando fogo. Faria a minha parte, à minha maneira.

Em 2019, uma paixão avassaladora me fez sair do Brasil para ir morar na Austrália. O relacionamento não deu certo, mas continuei morando lá mesmo assim. Ao longo de cinco anos vivendo no país, escrevi um livro sobre tudo o que passei. No fim, acho que eu precisava desse distanciamento.

Ainda na Amazônia, e depois do burnout, participei de vários rituais com ayahuasca, mas nunca obtive uma resposta. Nunca entendi o por quê de ter passado por tudo isso. Pensando bem, foi melhor assim. Se eu tivesse entendido tudo logo de cara, teria tomado outros caminhos. E esse livro provavelmente não existiria.”

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Vou sair de férias. O que coloco em meu e-mail? https://canalmynews.com.br/luiz-gustavo-mariano/sair-de-ferias-o-que-coloco-e-mail/ Fri, 22 Oct 2021 00:07:46 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/sair-de-ferias-o-que-coloco-e-mail/ O precursor do ‘fora do escritório’ pode ser encontrado nos países mediterrâneos, onde uma nota manuscrita colada em frente de uma loja anuncia: ‘fechado em agosto, voltamos em setembro’

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Um tema que começou (ainda bem!) a ser bastante falado nos últimos meses, muito por causa da pandemia, é a importância de conciliar o trabalho com momentos de descanso – não apenas para evitar burnout ou estresse, mas também porque, sabemos, essas tréguas na rotina nos ajudam a ser mais criativos e concentrados.

Nesse sentido, não podemos menosprezar as férias, período que nos ajuda a descansar e a reativar energias. Mas tem um detalhe nessa história que, muitas vezes, passa batido pelo nosso radar: a mensagem automática de ausência que deixamos no e-mail profissional.

Li um artigo bem interessante sobre o assunto no site da Economist. Veja só: “O precursor do ‘fora do escritório’ eletrônico pode às vezes ser encontrado nos países mediterrâneos, onde uma nota manuscrita colada na frente de uma loja anuncia ao mundo: ‘Fechado em agosto, voltamos em setembro’. A resposta automática digital foi inicialmente uma peculiaridade da Microsoft que remonta ao sistema de e-mail Xenix da empresa, no final dos anos 1980, antes de se espalhar para o mainstream nas duas décadas seguintes”, diz o artigo.

“Naqueles primeiros dias, as respostas tendiam a ser concisas e diretas. Esse estilo persiste até hoje, especialmente nos escalões mais altos das hierarquias corporativas. As respostas automáticas dos executivos C-suite raramente apresentam piadas ou emojis – isso se eles são configurados em primeiro lugar. Um executivo-chefe não precisa explicar sua ausência ou falta de resposta imediata, exceto possivelmente para o conselho (que invariavelmente será informado dos movimentos do chefe).”

Uma mensagem simples, direta e informativa. É dessa maneira que muitos profissionais escrevem as mensagens automáticas de ausência. Concordo com essa postura. Quero dizer que não acho necessariamente ruim uma mensagem bem-humorada ou que traga um pouco da intimidade do profissional –o problema é que a chance de errar a mão, de colocarmos informações desnecessárias que não serão bem entendidas pelo receptor aumenta bastante.

É legal escrever uma mensagem automática e adicionar um emoji engraçado? Sim, pode ser divertido. Mas temos de ter em mente que essa mensagem será recebida por pessoas diferentes, com diferentes visões de mundo.

Como diz o artigo da Economist: “Se você está surfando em Maui, participando de uma conferência, correndo uma ultramaratona no deserto de Mojave, escrevendo um romance ou tirando um tempo para pintar a garagem de sua mãe, ninguém realmente precisa saber os detalhes”.


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Como colocar limite na dependência das telas e fazer a tecnologia trabalhar para você https://canalmynews.com.br/natalia-fernandes/como-colocar-limite-na-dependencia-das-telas-e-fazer-a-tecnologia-trabalhar-para-voce/ Thu, 21 Jan 2021 22:34:22 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/como-colocar-limite-na-dependencia-das-telas-e-fazer-a-tecnologia-trabalhar-para-voce/ Ferramentas e uma boa dose de mudança de comportamento podem lhe ajudar a fazer as pazes na relação com a internet

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A tecnologia surgiu para tornar a vida das pessoas mais fácil, prática, integrada e automatizada. Podemos falar com qualquer pessoa do mundo a qualquer momento, alugar um apartamento, pagar uma conta, comprar um presente, tudo em poucos cliques.

Por outro lado, a mesma tecnologia quando não utilizada da sua melhor forma pode trazer uma carga invasiva, impactando o bem-estar e saúde mental das pessoas. Mensagens fora de hora, notificações invasivas e aquela sensação incontrolável de checar o celular a cada cinco minutos podem acabar tirando o foco do que está sendo realizado e consumindo tempo precioso de forma desnecessária.

O mau uso da tecnologia se tornou patológico e já há o entendimento de que o vício em tecnologia é muito semelhante à dependência química. Existem hoje uma série de mecanismos muito bem articulados que tornam nossa experiência incrível, ativando hábitos de consumo excessivos. Há uma série de documentários sobre isso, como “O dilema das redes” (Netflix), que detalha, ainda que de forma simplista, um pouco sobre esta dinâmica.

Dependência tecnologia
Ter uma relação saudável com a tecnologia é um desafio a ser encarado por todos.
(Foto: Unsplash)

Diante desse cenário, o que fazer?

Abrir mão da tecnologia não me parece algo realista. Ela veio para ficar e a tendência é que ela ocupe um maior espaço na nossa vida cotidiana. Desta forma, os excessos passam por uma reflexão da indústria, por regulações, mas também pelo comportamento do usuário, que precisa aprender a se blindar.

E essa é a boa notícia: existem meios para se proteger do lado destrutivo da tecnologia e focar somente no que ela oferece de bom. Abaixo, listei algumas dicas que podem ajudar nesse processo:

Desative notificações em horários determinados: É comum que em um momento de descanso, sua paz seja roubada por uma notificação do celular. Uma mensagem de trabalho em horário impróprio pode levar sua mente para outros lugares distantes do lazer que você estava inserido. Portanto, determine horários para que você acesse seus e-mails, WhatsApp e quaisquer outros canais. Você acessa a tecnologia quando quiser, mas a tecnologia só te acessa quando você permite.

Lembretes de limite de uso: Aplicativos como Facebook e Instagram permitem colocar lembretes que te avisam quando você passou o limite de tempo que você mesmo pode estabelecer. Ele não impede a navegação, mas ajuda a lembrar quando você está passando do ponto.

Detox: Não serve só para a comida. Sabe aquele grupo de comunicação da família em que tudo vira uma discussão? Mande uma mensagem carinhosa, diga que precisa focar em outras áreas da sua vida e saia dos grupos. É possível manter contato com todos no individual caso algum ponto urgente aconteça.

Descanso, alimentação e despertar: Para sua mente entender que a hora de dormir se aproxima, programe a luz da tela para que vá caindo ao longo do dia. Deixe o celular de lado com pelo menos uma hora de antecedência antes de dormir e, se puder, deixe o celular longe da cama.

Durante as refeições, não leve o celular à mesa. Se estiver fora de casa, num restaurante, se vigie para não checá-lo. Não o colocar sobre a mesa pode ajudar. Ao acordar, sua primeira ação não precisa ser checar o celular. Dê uma boa espreguiçada, respire fundo e dê uns minutos a você mesmo e ao seu cérebro.

Liberte-se da hype:  Vivemos em uma sociedade em que novidades surgem o tempo todo. Não é incomum, por exemplo, se deparar com um influenciador com milhões de seguidores e ele ser um ilustre desconhecido para você. Quando isso acontece, pode nos gerar uma sensação de que estamos por fora quando deveríamos estar por dentro.

Já até uma nomenclatura para esse fenômeno: F.O.M.O (fear of missing out/ medo de perder). Basicamente, se refere ao sentimento de que você está perdendo algo extremamente importante para sua felicidade. Isso envolve uma rede social ou influenciador que você não conhece (mas supostamente deveria) ou aquele mal estar quando está no sofá e começa a ver todas as pessoas em praias paradisíacas passando pela sua timeline.

O fato é que ninguém precisa saber tudo de todas as tendências e essa obsessão só gera frustração, porque é impossível estar a par de tudo. A velocidade de produção de notícias e fatos nas redes é infinitamente maior do que a sua de consumi-las. Aceite, sempre vai ter alguma coisa acontecendo que você não sabe. Como lidar melhor com isso? Filtre o que você precisa saber e desconsidere o que não precisa. Use sua energia de forma racional e a seu favor.

Consuma tecnologia construtiva: Há uma série de aplicativos e possibilidades que te ajudam a construir uma vida melhor. Apps de mindfulness e meditações guiadas, de leitura, que incentivam e dão orientações básicas sobre a prática de esportes, alimentação saudável, e ajudam a organizar melhor as tarefas do dia.

Enfim, o fato é que a mesma tecnologia que hoje é associada ao burnout, ao excesso, tem muitos recursos para trabalhar a favor do seu bem estar. Já que a tecnologia veio para ficar, e não há dúvida sobre isso, precisa ser algo sustentável e equilibrado. O indivíduo fora da tecnologia precisa existir, ter uma vida, para olhar para a tecnologia como fonte de conteúdos incríveis. A internet tem muitos recursos que podem ser usados da melhor forma. Ajuste estes limites e faça as pazes com a sua relação com a tecnologia.

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