Arquivos Facebook - Canal MyNews – Jornalismo Independente https://canalmynews.com.br/tag/facebook/ Nosso papel como veículo de jornalismo é ampliar o debate, dar contexto e informação de qualidade para você tomar sempre a melhor decisão. MyNews, jornalismo independente. Tue, 14 Jan 2025 21:39:42 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.7.2 META x AGU: Mark recua sobre após cobranças e explicações https://canalmynews.com.br/brasil/meta-x-agu-mark-recua-sobre-apos-cobrancas-e-explicacoes/ Tue, 14 Jan 2025 20:47:08 +0000 https://localhost:8000/?p=50114 Americano afirma que medidas serão tomadas inicialmente apenas nos Estados Unidos

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Nesta terça-feira (14), em resposta à Advocacia-Geral da União (AGU), o dono da Meta, Mark Zuckerberg, adotou um tom mais moderado e afirmou que continuará comprometido com o respeito aos direitos humanos. Responsável pelo Facebook e pelo Instagram, o empresário americano defende que as futuras mudanças buscam um “equilíbrio” entre liberdade de expressão e segurança.

“Como parte desse processo de construção e lançamento, esperamos publicar mais informações sobre como as Notas da Comunidade funcionarão, incluindo os nossos planos para quaisquer relatórios de transparência relacionados à sua utilização”, diz o documento da Meta.

Leia mais: Flávio Dino exige transparência em emendas para universidades

No entanto, em relação ao atual Programa de Verificação de Fatos independente, que será substituído pelo sistema de Notas da Comunidade, a empresa reforça que a mudança terá efeito apenas nos Estados Unidos, onde será inicialmente testada antes de uma possível expansão para outros países.

Leia mais: Quem, afinal, manda na defesa brasileira?

Anteriormente, a AGU havia, portanto, enviado uma nota solicitando explicações sobre os anúncios feitos por Zuckerberg dias antes. As declarações incluem o fim do programa de checagem de fatos nos EUA e novas diretrizes para o que a big tech considera como discurso de ódio em suas plataformas globais.me

META se defende em postagem

Todavia, por outro lado, a Meta se defendeu, afirmando que busca oferecer espaço e voz para todos, comprometendo-se com princípios fundamentais de igualdade, segurança, dignidade, privacidade e liberdade de expressão.

“Buscamos dar voz às pessoas, servir a todos, promover oportunidades econômicas, viabilizar conexões e comunidades, manter a segurança das pessoas e proteger sua privacidade. Nossas políticas refletem esses valores”, concluiu a Meta em publicação.

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Redes sociais têm 72 horas para mostrar ao MJ medidas contra violência https://canalmynews.com.br/brasil/redes-sociais-tem-72-horas-para-mostrar-ao-mj-medidas-contra-violencia/ Fri, 14 Apr 2023 14:31:20 +0000 https://canalmynews.com.br/?p=37045 Ideia é restringir conteúdos que possam ameaçar segurança nas escolas

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As plataformas digitais terão até 72 horas para explicar ao Ministério da Justiça e Segurança Pública que medidas estão adotando para restringir conteúdos que incitem violência em instituições de ensino. O prazo começará a contar a partir do recebimento das notificações emitidas nesta quinta-feira (13) pelo secretário nacional do Consumidor, Wadih Damous.

O pedido de notificações ocorre um dia após o ministro da Justiça, Flávio Dino, assinar uma portaria que obriga as empresas a retirarem imediatamente conteúdos que promovam violência após pedido das autoridades competentes. As plataformas também terão de promover a moderação ativa de conteúdos e de contas e adotar um sistema contínuo de avaliação de riscos para evitar novas ameaças a escolas.

A portaria também determina que as plataformas informem à Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) do Ministério da Justiça as regras dos algoritmos de recomendação de informações. Segundo secretário, as redes sociais não são neutras em relação aos conteúdos publicados nelas, ao determinarem o alcance das publicações, sugerir postagens e contas, além de definirem o que pode ser moderado.

Leia também:
MJ obriga retirada de conteúdo com apologia à violência de redes sociais

Damous explica que a Senacon tem competência para notificar as redes porque a própria portaria reforça que a moderação de conteúdos envolve as relações de consumo entre o usuário e a rede social. O secretário advertiu que, neste momento, as próprias redes poderão regulamentar a retirada de publicações que incitem a violência em seus termos de uso, mas não descartou a possibilidade de o Ministério da Justiça determinar a exclusão das postagens caso as plataformas as mantenham no ar.

Em caso de descumprimento dos pedidos feitos pela Senacon, as empresas estarão sujeitas a multas e até a suspensão das atividades. A punição será determinada conforme a gravidade da infração.

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Influenciadores digitais: você ainda vai seguir um https://canalmynews.com.br/mais/influenciadores-digitais-voce-ainda-vai-seguir-um/ Wed, 25 Jan 2023 15:31:09 +0000 https://canalmynews.com.br/?p=35582 Apesar de terem sua principal atuação nas redes sociais, atualmente os influenciadores digitais já extrapolaram os limites da internet

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O termo ‘influenciador digital’ já não é novidade para a maioria das pessoas. Mas, para quem não está em dia com as tendências da atualidade, vale saber que um influenciador digital é uma pessoa que usa sua experiência em um determinado assunto para passar conhecimentos às pessoas interessadas naquele tema por meio de plataformas digitais. Apesar de terem sua principal atuação nas redes sociais, atualmente os influenciadores digitais já extrapolaram os limites da internet e espalharam sua área de atuação para diversos setores.

O alcance dos influencers
Hoje em dia, os influencers (termo em inglês) estão presentes até mesmo em plataformas de investimentos conhecidas como social trading, onde compartilham suas estratégias de negociação, que podem ser copiadas por seus seguidores ao negociarem ações, forex, criptomoedas e outros ativos financeiros. Isso permite aos usuários investir enquanto aprendem com traders de sucesso, que recebem para terem suas estratégias de investimento copiadas.

No mundo corporativo, os influenciadores digitais usam seu alcance para alavancar negócios próprios ou de parceiros, emprestando sua imagem e prestígio para promover produtos e serviços através de estratégias de marketing digital. Camila Coutinho começou com um blog sobre moda em 2006 e hoje tem mais de 3 milhões de seguidores no Instagram. Em 2020, lançou uma linha de produtos para os cabelos, mercado altamente concorrido, mas que, segundo ela própria, vai indo muito bem.

Os influenciadores chegaram também à TV, com participação em programas de auditório, talk-shows e reality shows, bem como ao cinema, atuando ao lado de atores famosos em produções para a telona. Prova disso é o humorista e influenciador Whindersson Nunes, que tem alcance de mais de 78 milhões de pessoas e já participou tanto do reality show A Fazenda, da TV Record, quanto de filmes para o cinema, tais como Os Parças e Os Parças 2, onde contracena com atores consagrados como Tom Cavalcante e Oscar Magrini.

Como surgiram
Os primeiros influenciadores digitais surgiram no início dos anos 2000 na rede social Orkut, muito usada no Brasil naquela época. Muitos começaram meio sem querer, incorporando cada vez mais seguidores devido às postagens que atraíam o interesse do público. Não demorou muito para eles perceberem que a autoridade que transmitiam ao falar de suas especialidades gerava muita credibilidade em seus seguidores, tornando-os leais às suas opiniões.

Essa influência exercida sobre os seguidores torna os influenciadores digitais perfeitos para ações de marketing. O domínio que eles conseguem passar sobre alguns assuntos pode ser usado para direcionar sua audiência a consumir determinados produtos ou serviços que eles mesmos forneçam ou que sejam fornecidos por pessoas ou empresas a eles associados.

As redes sociais que vieram depois, tais como Facebook, Instagram e YouTube, e que estão ativas até os dias de hoje, trouxeram ferramentas que facilitaram a apresentação desses conhecimentos, tais como:
– streaming de vídeo;
– podcasts;
– lojas virtuais;
– notificação de novas postagens.

Quantos são?
Estimativas apontam que existem em torno de 500 mil influenciadores digitais no Brasil, levando em conta apenas aqueles com mais de 10 mil seguidores nas redes sociais. Se incluirmos aqueles com quantidades de seguidores abaixo desse limite, o total pode chegar à casa dos milhões.

Por outro lado, estudos mostram que 52% dos internautas brasileiros são seguidores de pelo menos um influenciador digital. Se você já segue algum, então está incluído nesse número. Caso contrário, pode estar certo de que um dia ainda fará parte dessas estatísticas.

 

 

 

 

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Rússia bloqueia Facebook e Instagram por ‘extremismo’ https://canalmynews.com.br/internacional/russia-bloqueia-facebook-e-instagram-por-extremismo/ Mon, 21 Mar 2022 22:27:24 +0000 https://canalmynews.com.br/?p=26812 Após determinação do governo, Facebook e Instagram ficaram indisponíveis. A decisão se baseia na possibilidade de realizar publicações nas plataformas contra a Rússia e suas Forças Armadas.

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Sob o pretexto de “extremismo” acerca de uma repressão reforçada desde o início do conflito no Leste Europeu, as redes sociais estadunidenses Facebook e Instagram foram proibidas na Rússia nesta segunda-feira (21) – a determinação, caracterizada como exigência “imediata”, partiu da do Tribunal Distrital de Tverskoy, em Moscou, atendendo a um pedido da Procuradoria-Geral, órgão que teve auxílio dos Serviços de Segurança russos (FSB).

Após a imposição, as plataformas da companhia Meta ficaram indisponíveis em todo território russo. Há alguns dias, os habitantes já necessitavam de redes privadas (Virtual Private Network ou VPN) para conseguirem acessar as aplicações, tendo em vista que o Facebook havia sido bloqueado no dia 4 de março e o Instagram no dia 14.

A decisão é compreendida como uma resposta do governo de Vladimir Putin à moderação de discursos de ódio, uma vez que, até que a Meta realizasse uma checagem mais incisiva, usuários das redes podiam fazer publicações defendendo atos de violência contra a Rússia e suas Forças Armadas.

Facebook e Instagram são bloqueados na Rússia.

Facebook e Instagram são bloqueados na Rússia. Foto: Solen Feyissa (Flickr)

Igor Kovalevski, porta-voz do FSB, declarou em uma audiência pública que “as atividades da Meta, empresa matriz do Facebook e do Instagram, se dirigem contra a Rússia e suas Forças Armadas. Exigimos sua proibição e a obrigação de aplicar esta medida imediatamente”.

A Procuradoria-Geral considera que a Meta justifica “ações terroristas” e deseja incitar o “ódio e a animosidade” contra os russos.

Com esse banimento, o país administrado por Putin não possui acesso a três das principais redes sociais (Twitter, Instagram e Facebook) e a diversos sites de mídias internacionais ou russas críticas ao governo.

O Kremlin reforçou amplamente o controle sobre informações veiculadas na internet desde o dia 24 de fevereiro, quando a invasão teve início. Na sexta-feira (18), a agência reguladora russa Roskomnadzor acusou o Google e o YouTube de praticarem atividades “terroristas” e de ameaçarem “a vida e a saúde dos cidadãos russos”, firmando, assim, o primeiro passo para um possível bloqueio.

Como primeira reação, as ações da Meta recuaram nos mercados internacionais. Na Bolsa brasileira (B3), os papéis finalizaram o pregão com uma queda de 3,19%, sendo negociados a R$37,36 (recuo de R$ 1,23).

 

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No MyNews Investe desta segunda-feira, o bloqueio das redes sociais foi pauta:

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Começa uma corrida para o metaverso? https://canalmynews.com.br/dialogos/comeca-corrida-para-metaverso/ Mon, 15 Nov 2021 19:21:41 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/comeca-corrida-para-metaverso/ Muitos estão dizendo que o metaverso não é ficção científica, mas sim o futuro da internet, algo que pode se tornar uma oportunidade de negócios nos próximos anos, além de mudar radicalmente a forma com que trabalhamos, estudamos, nos divertimos e vivemos

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Muitos estão dizendo que o metaverso não é ficção científica, mas sim o futuro da internet, algo que pode se tornar uma oportunidade de negócios nos próximos anos, além de mudar radicalmente a forma com que trabalhamos, estudamos, nos divertimos e vivemos.

Em 28 de outubro, o Facebook anunciou uma grande operação de rebranding, informando que adotaria um novo nome, Meta. O objetivo é ser vista como uma empresa focada no metaverso, não mais apenas uma rede social e um conjunto de aplicativos.

Metaverso - realidade aumentada
O metaverso vai permitir vivenciar uma realidade expandida que deve gerar bilhões de dólares em negócios nos próximos anos/Imagem: Pixabay

Segundo Mark Zuckerberg, o metaverso, apoiado na realidade virtual, vai permitir que nos teletransportemos para o trabalho, para um concerto ou para uma reunião de família em forma de holograma, uma imagem tridimensional muito semelhante a real, poupando tempo, trânsito e não prejudicando o meio ambiente – Zuckerberg previu que o metaverso alcançará um bilhão de pessoas na próxima década.

Também a Microsoft, em evento dirigido a empresas, anunciou seus planos para essa tecnologia, especialmente fornecendo ferramentas para o ambiente de trabalho. Outras empresas, como a Nvidia, a gigante americana de semicondutores e a plataforma de jogos Roblox também se movimentam, pretendendo surfar essa onda.

Os gigantes chineses Alibaba, ByteDance e Tencent também estão se movimentando: este último, em particular, registrou quase uma centena de marcas relacionadas ao metaverso, como fez a Nike, tradicional fornecedora de material esportivo.

O ecossistema que pode transformar nossas vidas também pode se tornar um mercado de bilhões de dólares: a Bloomberg Intelligence estima que os negócios na área podem chegar a US$ 800 bilhões, logo ali, em 2024, e que também deverão dar força às criptomoedas.

Também deverão ser gerados muitos milhares de empregos para desenvolvedores. A Meta, por exemplo, já anunciou que vai criar 10 mil novos empregos na União Europeia nos próximos cinco anos e a chinesa Tencent está buscando profissionais no exterior para trabalharem em projetos na área.

Mas algumas vozes relevantes levantam preocupações. “Quem definirá as regras? O mundo se tornará mais digital do que físico. E isso não é necessariamente a melhor coisa para a sociedade.”, disse o ex-CEO do Google, Eric Schmidt, ao New York Times.

Grandes mudanças geram grandes oportunidades, mas também grandes riscos. Como dizemos sempre: as big techs precisam ser vigiadas e não podemos permitir que aumentem seu poder desmensuradamente.


Quem é Vivaldo José Breternitz?

Vivaldo José Breternitz é doutor em Ciências pela Universidade de São Paulo, professor do Programa de Mestrado em Computação Aplicada da Universidade Presbiteriana Mackenzie


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Após mais de 6 horas, Instagram, Facebook e WhatsApp começam a voltar https://canalmynews.com.br/mais/apos-mais-6-horas-instagram-facebook-comecam-a-voltar/ Mon, 04 Oct 2021 22:35:06 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/apos-mais-6-horas-instagram-facebook-comecam-a-voltar/ Facebook e Instagram começaram a retomar o serviço gradualmente no início da noite desta segunda. WhatsApp ainda está fora do ar. Diretor de Tecnologia da empresa se desculpou pelo transtorno no Twitter

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No início da noite desta segunda (4), após mais de seis horas fora do ar em todo o mundo, as redes sociais do conglomerado Facebook começaram a ser estabelecidas. Facebook, WhatsApp e Instagram saíram do ar por volta do meio-dia (horário de Brasília) e passaram todo o período da tarde sem funcionar. Perto das 19h, o Instagram voltou a atualizar as postagens e o Facebook permitiu a conexão e atualizou a linha do tempo. Já o WhatsApp começou a voltar às 19h30, com a atualização das mensagens.

O diretor de tecnologia do Facebook, Mike Schroepfer, tuitou um pedido de desculpas no início da noite e disse que a empresa está trabalhando para restabelecer os serviços. Por conta da pane nas redes sociais, as ações do Facebook na Bolsa de Nova York, a Nasdaq, chegaram a cair 5%.

Facebook - diretor de tecnologia
Diretor de Tecnologia do Facebook pediu desculpas pela interrupção do serviço das redes sociais e disse que a equipe trabalha para restabelecer o sistema/Imagem: Reprodução Twitter

Através de uma nota no Twitter, o Facebook informou que o problema é global.

Quando o usuário tenta acessar os aplicativos aparece uma mensagem de erro “5XX Server Error”, que indica que o problema está acontecendo por uma falha nos servidores. O WhatsApp parou de enviar as mensagens e o Facebook e o Instagram deixaram de exibir postagens e fotos.

aviso falha facebook no Twitter
Aviso de sistema fora do ar dado pelo Facebook no Twitter/Imagem: Reprodução/Redes Sociais

“Estamos cientes de que algumas pessoas estão tendo problemas para acessar nossos aplicativos e produtos. Estamos trabalhando para voltar ao normal o mais rápido possível e pedimos desculpas por qualquer inconveniente”, disse a empresa.

Como alternativa ao WhatsApp, muitas pessoas migraram para o Telegram. Entretanto, também no Twitter, usuários relataram instabilidade também no Telegram e demora para receber e enviar mensagens. Uma das possibilidades é que o aplicativo esteja sofrendo com o excesso de pessoas acessando o sistema, após a falha no WhatsApp.

Entenda o que aconteceu com as redes do Facebook no Canal MyNews

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Redes sociais do Facebook estão fora do ar em várias partes do mundo https://canalmynews.com.br/mais/redes-sociais-facebook-fora-do-ar-mundo/ Mon, 04 Oct 2021 20:47:49 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/redes-sociais-facebook-fora-do-ar-mundo/ WhatsApp, Instagram e Facebook saíram do ar por vota do meio-dia (horário de Brasília). Empresa comunicou através do Twitter a instabilidade do sistema

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Os aplicativos que pertencem ao conglomerado Facebook – WhatsApp, Facebook e Instagram – saíram do ar em diversas partes do mundo nesta segunda (4). A instabilidade começou perto do meio-dia (horário de Brasília) e ainda não foi solucionada. Através de uma nota no Twitter, o Facebook informou que o problema é global.

Quando o usuário tenta acessar os aplicativos aparece uma mensagem de erro “5XX Server Error”, que indica que o problema está acontecendo por uma falha nos servidores. O WhatsApp parou de enviar as mensagens e o Facebook e o Instagram deixaram de exibir postagens e fotos.

aviso falha facebook no Twitter
Aviso de sistema fora do ar dado pelo Facebook no Twitter/Imagem: Reprodução/Redes Sociais

“Estamos cientes de que algumas pessoas estão tendo problemas para acessar nossos aplicativos e produtos. Estamos trabalhando para voltar ao normal o mais rápido possível e pedimos desculpas por qualquer inconveniente”, disse a empresa.

O Instagram e o WhatsApp também utilizaram o Twitter para informar o problema aos seus seguidores. “Instagram e amigos estão com um pouco de dificuldade agora e você pode estar com problemas para utilizá-los. Tenha paciência conosco, estamos resolvendo”, diz o aviso do Instagram.

Aviso Instagram falha

Já o WhatsApp disse estar ciente que algumas pessoas estão enfrentando problemas para acessar o sistema e que estão trabalhando para resolver a questão e darão informações atualizadas através da conta no Twitter o mais rápido possível.

aviso WhatsApp fora do ar

Como alternativas ao WhatsApp, é possível acessar outros aplicativos, como Telegram, Signal, Skype e Viber.

Entretanto, também no Twitter, usuários estão relatando instabilidade também no Telegram e demora para receber e enviar mensagens. Uma das possibilidades é que o aplicativo esteja sofrendo com o excesso de pessoas acessando o sistema, após a falha no WhatsApp.

Saiba mais sobre o problema nas redes sociais do Facebook no Canal MyNews

* Matéria em atualização


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Feito de casa, um dos maiores eventos do Facebook traz novidades https://canalmynews.com.br/natalia-fernandes/feito-de-casa-um-dos-maiores-eventos-do-facebook-traz-novidades/ Fri, 04 Jun 2021 13:45:29 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/feito-de-casa-um-dos-maiores-eventos-do-facebook-traz-novidades/ Voltado para desenvolvedores, o F8 falou de soluções para negócios à realidade aumentada

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Realizado nesta quarta-feira, o F8, um dos maiores eventos em que o Facebook traz suas novidades para o mercado, aconteceu em versão 100% online por conta da pandemia. Passando por soluções de diversos segmentos, a grande estrela do show foram os novos recursos para ajudar as empresas a se comunicarem com seus consumidores diretamente por meio de seus serviços de mensagens. 

Gravado da residência da maior parte das lideranças que apresentaram seus painéis, o tom “feito de casa” mostrou conexão com duas realidades da pandemia: isolamento social e a crescente relevância da necessidade de expressão das marcas com seus clientes em ambientes virtuais.

Com isso, viabilizar mais transações de e-commerce em seus serviços e permitir que as empresas gerenciem de perto seu suporte ao cliente é um dos focos principais do Facebook, via as plataformas Messenger, WhatsApp e Instagram. 

Algumas novidades do evento:

Fontes de dados para comunidade acadêmica

Os escândalos com uso de dados pessoais  fez com que o Facebook suspendesse milhares de APIs para diminuir o risco de violações de dados da plataforma. Além disso, houve também discussão com pesquisadores acadêmicos sobre o tema, estremecendo as relações com esta comunidade.

Voltando a estreitar os laços, Konstantinos Papamiltiadis, vice-presidente de parceria de plataformas, declarou que “sem que os acadêmicos possam ter acesso a dados de qualidade, não conseguimos compreender nossa influência na sociedade”.

A empresa abriu as portas ao lançar um recurso tecnológico voltado para estudiosos, uma API, que fornecerá acesso em tempo real aos dados das páginas públicas do Facebook, grupos e dados de nível de postagem nos EUA.  

A API estará disponível para a comunidade acadêmica ainda este ano, no que o Facebook declarou ser um “ambiente de proteção à privacidade” e permite que diversos grupos de estudo possam analisar estas plataformas e trazer discussões à sociedade.

Imagem: Divulgação – Facebook

Mais possibilidades para conversas entre empresas e clientes

As mensagens estão se tornando uma parte relevante da experiência de compra. São cada dia mais comuns as interações entre clientes com marcas antes, durante e após a compra. O Facebook declarou ter observado um aumento de 40% nas conversas entre pessoas e empresas durante a pandemia.

No entanto, para ganhar escala nas conversas, marcas e negócios precisam de tecnologias personalizadas. Se antes isso era possível por meio da API do Facebook Messenger, a novidade agora é que este recurso já pode integrar mensagens do Instagram nas tecnologias de vendas de empresas em todo o mundo, que contam com mais um recurso para expandir seus negócios por meio de interações mais valiosas com clientes.

Realidade aumentada conectando pessoas 

Imagem: Divulgação – Facebook

Se você já postou uma selfie no Story do Instagram com um filtro que permitiu um efeito visual diferente, você estava fazendo uso de tecnologias do Spark AR, programa para elaboração de filtros de realidade aumentada para redes sociais. Buscando habilitar mais recursos de realidade aumentada (RA) para os usuários, o Facebook anunciou uma nova API Multipeer.

Com isso, estes efeitos poderão também estar disponíveis em videochamadas do Messenger e Instagram. Como exemplo, Spark AR publicou um vídeo de uma festa de aniversário realizada via videochamada em que cada um dos participantes aparecem com um chapéu de festa.

Passos como este mostram os caminhos para interações via tecnologias virtuais sendo cada vez mais disruptivas e próximas da realidade, sendo capaz de gerar interações mesmo para pessoas que estejam a quilômetros de distância.

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Guerra entre Facebook e Apple: o seu dado está em jogo https://canalmynews.com.br/natalia-fernandes/guerra-entre-facebook-e-apple-o-seu-dado-esta-em-jogo/ Fri, 07 May 2021 15:11:44 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/guerra-entre-facebook-e-apple-o-seu-dado-esta-em-jogo/ Como a internet que conhecemos hoje está sendo repensada nesta disputa

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Uma mensagem curta, porém relevante, passou a pedir permissão aos usuários para que seus dados sejam rastreados pelos aplicativos instalados em celulares da Apple. Parece simples, mas a atualização do sistema iOS 14.5 gerou barulho no mercado. 

O que está em jogo neste duelo são dois modelos distintos de remuneração do ecossistema de tecnologia. Um permite o acesso à conteúdos por meio de pagamento do usuário, o outro é gratuito, mediante compartilhamento de informações dos seus perfis de navegação.


Por que isso desagrada ao Facebook (e outras empresas)?

Muitas empresas deste segmento de publicidade online, dentre elas o Facebook, entendem que um grande número de pessoas não aceitará o compartilhamento das informações. 

Não acho que eles estejam errados. O contexto de constante vazamento de dados e problemas de privacidade enfrentados pelas big tech acaba sendo um cenário fertil para gerar o sentimento de desconfiança das pessoas.

Aplicativo do Facebook em um aparelho celular. Foto: Brett Jordan / Unsplash
Foto: Brett Jordan / Unsplash

No entanto, é justamente o acesso às informações dos usuários e comercialização de anúncios que garantem a existência de parte significativa da internet que conhecemos hoje. Isso significa que se essa tendência ganha tração, empresas que dependem da exibição de anúncios podem ter menos dados para tornar seus anúncios mais eficientes, impactando a qualidade dos seus produtos.

Quais são os pontos de cada lado?

Enquanto para a Apple as pessoas devam ter o direito saber exatamente o que está sendo feito com seus dados e de pagar um valor (que veja bem: pode ser para própria Apple) para ter uma experiência segura e com privacidade de dados no ambiente digital, para o Facebook, isso impacta na existência da internet aberta e gratuita como conhecemos hoje, em que o bolso dos anunciantes das marcas torna possível pela exibição dos seus anúncios.

São dois lados interessantes da discussão.

É inegável que não podemos mais ter o uso de dados dos usuários como acontece hoje. A publicidade digital opera em grande parte sem que as pessoas tenham o verdadeiro conhecimento sobre este ecossistema. Os desmandos desta prática geraram inúmeras políticas de regulamentação que estão em andamento em diversos países.

Já os acessos à notícias, entretenimento ou conteúdos de diversas espécies hoje, ocorrem em grande escala de forma “gratuita” hoje porque os anunciantes se beneficiam de dados altamente qualificados dos usuários (e em alta escala), para exibir publicidades que podem manter financeiramente este ecossistema.

Ambas lucram em suas defesas. Apple por se apropriar de uma posição muito favorável no mercado, além de ter seus produtos pagos como opção a quem não quer compartilhar seus dados. Facebook por conseguir lucrar com publicidades eficientes baseadas em dados de navegação.

Novos desafios: caminhar em ambiente híbrido

É pouco provável que venhamos a caminhar para um modelo exclusivo de uma das práticas. A pluralidade de possibilidades é a cara do digital que se molda às vontades de seus usuários, caso eles compreendam seu potencial.

Diante disso, o dado está em jogo e é este o ponto de partida a ser trabalhado. 

Em um ecossistema em que ainda se aborda este tema de forma tão incipiente, a empresa que conseguir compreender o valor da privacidade, uso consciente e consentido dos dados e seu valor agregado para os negócios, arranca com grande vantagem perante a concorrência. 

O mercado brasileiro ainda é bastante carente desta compreensão. No entanto, a transformação envolve mudança de mindset e não é construída do dia para noite. Mais do que buscar reinventar a roda, contar com parcerias especializadas pode ser o caminho mais curto para que empresas de peso naveguem neste cenário e chegue em solo firme ao final da jornada.

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Empresas devem ser intencionais quanto à diversidade https://canalmynews.com.br/mais/empresas-devem-ser-intencionais-quanto-a-diversidade/ Fri, 30 Apr 2021 21:06:58 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/empresas-devem-ser-intencionais-quanto-a-diversidade/ Somos um povo que tem muito orgulho de suas 660 milhões de pessoas, cujas origens remontam a comunidades indígenas e outras que vieram de vários lugares do mundo, algumas por opção, outras à força

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No mundo dos negócios, diversidade e inclusão são mais do que valores bacanas de se ter e mais do que belas palavras para emoldurar em um pôster fixado na parede do escritório. Na verdade, são fatores primordiais para o sucesso de um negócio. Como uma pesquisa recente da Accenture mostrou, empresas com uma cultura clara e focada em igualdade reportaram mais do que o dobro de vendas, além de mais do que o triplo de lucro, comparadas com suas concorrentes.

Isso é mais do que pensar em cumprir cotas. Diversidade e inclusão é sobre enxergar o que está na sua frente, pois você tem amplitude de contexto para entender isso. É sobre criar produtos que atendam as necessidades reais das pessoas que são muitas vezes esquecidas pelas empresas. Particularmente na era digital, as empresas prosperam com a diversidade cognitiva que tem como resultado pessoas de diferentes origens, culturas e experiências. Precisamos de mais mulheres em conselhos de administração, mais pessoas negras responsáveis por grandes decisões e mais pessoas com deficiência nos mostrando os caminhos a seguir, apenas para citar alguns exemplos.

Tudo isso é muito claro na América Latina e no Caribe – uma região construída com base na diversidade. Somos um povo que tem muito orgulho de suas 660 milhões de pessoas, cujas origens remontam a comunidades indígenas e outras que vieram de vários lugares do mundo, algumas por opção, outras à força. Essa mistura rica de culturas, etnias, religiões e nacionalidades é a base da poderosa criatividade da América Latina e sua resiliência para transformar desafios em oportunidades, além da capacidade de resolver problemas em circunstâncias difíceis. O resultado disso é um ambiente que inspira constante inovação.

Porém, ainda temos um longo caminho pela frente para reconhecer essa verdade essencial e avançar para uma mudança significativa. Segundo uma pesquisa recente do Facebook IQ – divisão de pesquisa sobre o consumidor do Facebook -, 60% dos latino-americanos consideram o ambiente de trabalho indiferente ou pouco receptivo à diversidade e 70% acreditam que o assunto é extremamente urgente e deve ser tratado com propósito e responsabilidade. Quando analisamos como as marcas estão sendo representativas para alcançar um número maior de pessoas, conclui-se que 77% dos latino-americanos dizem que a publicidade não representa o nível de diversidade da região, e mais da metade prefere comprar de empresas que tenham uma abordagem clara de diversidade e inclusão.

Para ajudar a transformar essa estatística em realidade, lançamos recentemente o “Facebook Latam Season“, uma série documental de seis vídeos de 20 minutos cada que mostra a importância da diversidade e da inclusão para o sucesso dos negócios na América Latina. Convidamos mais de 60 ativistas e influenciadores para opinar sobre esse tema, incluindo Emicida e Liniker, do Brasil; a cantora Lila Downs e a blogueira mexicana Priscilla Arias; Caterina Moretti, comunicadora profissional do Chile com Síndrome de Down; e Rigoberta Menchú, Prêmio Nobel da Paz, da Guatemala..

Ao reconhecer que esta é uma jornada de longo prazo, esperamos que as dezenas de estudos de caso que destacamos na série incentivem mais empresas a se oporem aos preconceitos no local de trabalho e comecem a construir equipes mais inclusivas que sejam capazes de atender adequadamente uma base de clientes diversificada.

Existem boas razões para ser otimista. Somos inspirados pela energia criativa de diversos empreendedores que vemos todos os dias em nossas plataformas. Ao aproveitar uma maior soma de experiências, as empresas estão criando produtos e serviços mais representativos e, por sua vez, impulsionando uma nova demanda. Isso é tão verdadeiro agora como sempre foi: os mercados não são “subdesenvolvidos”, eles têm poucos recursos. Dê às pessoas a chance de construir algo e elas usarão seus talentos únicos para construir algo incrível. O Facebook Latam Season visa jogar luz sobre isso – o que muitos também têm buscado fazer todos os dias, online, em todo o mundo. É hora de ouvir essas vozes e sermos, realmente, intencionais em nossas ações.


Quem são Maxine Williams e Maren Lau?

Maxine Williams é Global Chief Diversity Officer e Maren Lau é vice-presidente regional para a América Latina do Facebook.

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Já pensou em usar o WhatsApp para fazer pagamentos? https://canalmynews.com.br/natalia-fernandes/ja-pensou-em-usar-o-whatsapp-para-fazer-pagamentos/ Fri, 02 Apr 2021 13:04:35 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/ja-pensou-em-usar-o-whatsapp-para-fazer-pagamentos/ Veja os benefícios que o casamento entre redes sociais e o mundo financeiro traz para você

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Não é de hoje que o sistema financeiro tem passado por uma verdadeira revolução. Uma das mais recentes notícias, desta semana, é que poderemos realizar pagamentos via WhatsApp muito em breve. 

Pagamentos poderão ser feito via WhatsApp. Foto: Unsplash

O surgimento de novas e cada vez mais avançadas tecnologias traz possibilidades e conveniência para quem usa as redes, além de uma interessante fatia do mercado para Mark Zuckerberg. 

Breve explicação sobre Open Banking

O Open Banking permite que clientes possam acessar e movimentar suas contas bancárias a partir de diferentes plataformas, além dos aplicativos/sites do seus bancos, com menor custo e maior transparência.  

A partir do princípio de que os dados bancários pertencem aos clientes e não aos bancos, estas informações podem ser compartilhadas com diferentes empresas sejam bancos, fintechs e até mesmo ecommerces.

Interesses das plataformas de consumo/produção de conteúdos, como redes sociais

Tempo de atenção e qualidade dos dados de usuários são ativos preciosos para as big techs. Para tornar isso mais claro, vamos a um exemplo. 

Imagine que você seja usuário ou usuária de qualquer produto do Facebook (ex: Instagram, Messenger, WhatsApp). Quanto maior for o seu tempo de navegação e engajamento nestas plataformas:

1. Maior será sua exposição à publicidade que é exibida ali; 

2. Melhor será a compreensão do Facebook sobre seus interesses;

3. E, se você contribuir com conteúdos, melhor ainda, porque aumenta o volume de informações que podem ser consumidas por outros usuários.

Nestes três pontos, o Facebook ou ganhou dinheiro direta ou indiretamente e fortaleceu o seu próprio ecossistema.

Por isso, é tão relevante poder manter usuários engajados e, principalmente, dentro de apenas um ecossistema. Ao unificar a experiência de compra em um local, o Facebook deixa de compartilhar o tempo e as informações sobre usuários com plataformas concorrentes (como Apple Pay, Google Pay), aumentando sua vantagem competitiva.

Próximos passos deste mercado

Campos Neto, presidente do Banco Central, comentou sobre a autorização da realização de pagamentos através do WhatsApp: “Vejo um casamento entre mídia social e o mundo das finanças, os controladores têm de entender como regular, enfrentar e o que significa para competição na sociedade”.

Neste novo casamento entre personagens tão relevantes na sociedade, garantir que as soluções oferecidas sejam seguras, vai além da tecnologia em si. Passa por uma conscientização da população usuária, endereçamento rápido em caso de fraudes e processos que garantam o próximo passo em solo firme para que empresas e pessoas físicas não sejam prejudicadas. 

Diante de uma crise econômica tão aguda, soluções que impulsionam a recuperação financeira de empresas, pequenas, médias ou grandes, associadas à tecnologia, é um excelente caminho para novos horizontes.

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As big tech e a disputa no campo das notícias https://canalmynews.com.br/natalia-fernandes/as-big-tech-e-a-disputa-no-campo-das-noticias/ Fri, 26 Feb 2021 11:28:50 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/as-big-tech-e-a-disputa-no-campo-das-noticias/ Parlamento australiano adotou lei que obriga empresas a pagarem pela publicação de conteúdos noticiosos

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O uso das notícias passará a ser cobrado das gigantes de tecnologia na Austrália. A decisão, firmada nesta quarta-feira (24) pelo parlamento, retoma a discussão antiga trazida em diversos países: afinal, os produtores de conteúdo deveriam ser remunerados por notícias que aparecem nas plataformas de empresas como Facebook e Google?

A decisão estabelece um precedente global na regulamentação das relações existentes entre as partes e pode ecoar em locais que já levantam esta bandeira. Vamos compreender melhor esta questão com três pontos importantes:

Como ocorre a remuneração dos veículos de notícia hoje?

A remuneração dos veículos de notícia ocorre de diversas formas, uma das mais comuns na relação com as big tech é a disponibilização de espaços para publicidade ao longo do conteúdo.

Você já está acostumado, são os anúncios que aparecem quando navegamos pelos sites.

Desta forma, marcas que estejam dispostas podem pagar para ter exposição ali. Quanto maior for o volume de acessos às páginas, mais o veículo poderá lucrar.

Foto: produção – Canal MyNews

Qual é a briga?

A remuneração ao veículo de notícia ocorre quando você acessa o site, neste tipo de monetização.

Então, se ao navegar no seu feed de notícias de uma rede social você apenas ler o título da notícia e a imagem ou até um trecho do conteúdo sem acessar o site, a remuneração não necessariamente acontece para o veículo, porque você não precisou acessar o site.

Com o Google a dinâmica é semelhante. Ao tentar responder as perguntas dos usuários complementando a parte superior do resultado de busca com imagens e textos frequentemente extraídos de sites, ele torna menos necessário que os usuários cliquem em um link. Com isso, o produtor de conteúdo deixa de ser remunerado porque, novamente, o site não foi acessado.

No exemplo abaixo, você não precisa acessar o site para ver as dicas sobre como declarar o imposto de renda. Se o site usa publicidade para ser remunerado pelo Google, ele não será neste caso.

Foto: produção – Canal MyNews

Enquanto isso, as empresas podem monetizar a atenção e o engajamento gerado pelo acesso com seus próprios anúncios e outros produtos.

O conteúdo deveria ou não ser pago?

Os veículos de comunicação entendem que manchetes, imagens e trechos do conteúdo são frutos do seu trabalho e que ao serem exibidos, devem ser remunerados. As leis sobre o tema variam de acordo com cada país, mas nos EUA estes trechos só podem ser exibidos mediante uma taxa de licenciamento pela lei de direitos autorais. 

Já as empresas de tecnologia como Google e Facebook declaram que ajudam os produtores trazendo tráfego ao site por divulgarem seus conteúdos, dando relevância que dificilmente alcançariam sem suas tecnologias.

Há claramente um desequilíbrio de forças uma vez que as empresas de tecnologia possuem papel imprescindível na distribuição de conteúdo das notícias e ganho de relevância destes produtores.

Qual caminho seguir?

E o meio do caminho e postura diplomática parece ser o melhor sinal para avançar de forma equilibrada. Enquanto o Facebook bloqueou por dias o compartilhamento de notícias na Austrália em resposta ao parlamento australiano, o Google fez um acordo global com a News Corp, controladora do The Wall Street Journal, para licenciar o seu conteúdo e lançou sua plataforma de publicação de notícias em que paga empresas de jornalismo.

Ambas possuem iniciativas incríveis para fortalecimento dos canais de notícias, como por exemplo o Google News Initiative ou Facebook Journalism Project. E esta sim é a resposta necessária: busca por crescimento conjunto que leve a um futuro mais sustentável para o ambiente digital e democratização da informação.

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WhatsApp limitará recursos de quem não concordar com políticas de privacidade https://canalmynews.com.br/mais/whatsapp-altera-politicas-de-privacidade/ Mon, 22 Feb 2021 20:38:48 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/whatsapp-altera-politicas-de-privacidade/ Empresa fixou em maio prazo final para aceitação das diretrizes. O processo não permite a leitura de mensagens por parte da companhia

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O WhatsApp publicou nesta segunda-feira (22) uma página contendo informações sobre o que acontecerá com os usuários que não concordarem com a nova política de privacidade implementada pela empresa, prevista para entrar em vigor no dia 15 de maio.

Tanto o envio quanto a leitura de mensagens (texto, áudio e mídias) ficarão restritos para aqueles que não aceitarem os novos termos até o prazo de instauração das medidas. A conta não será excluída, mas sim limitada – o aplicativo multiplataforma de mensagens instantâneas dirigido pelo Facebook permitirá, “por um breve período”, que esses usuários continuem a receber ligações e notificações.

WhatsApp, plataforma do Facebook, altera políticas de privacidade do usuário.
WhatsApp, plataforma do Facebook, altera políticas de privacidade do usuário. Foto: Christoph Scholz (Flickr).

Passado o período de aceitação das recentes diretrizes, os utilizadores do app não conseguirão mais acessá-la para validar as informações. A alteração nas políticas de privacidade vem sendo comunicada desde o início de 2021, esclarecendo que haverá compartilhamentos simultâneos de dados entre a aplicação e o Facebook, sob o pretexto de interação entre as empresas e aprimoramento da experiência pessoal do usuário.

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A Internet Desejada https://canalmynews.com.br/francisco-saboya/a-internet-desejada/ Fri, 05 Feb 2021 14:17:24 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/a-internet-desejada/ Líderes mundiais estão preocupados com o poder econômico e político das plataformas online

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O noticiário da semana que passou foi farto em declarações de líderes globais sobre a Internet. Autoridades aproveitaram o Fórum de Davos para alertarem sobre as ameaças à economia de mercado e à própria democracia representadas por uma Internet sem freios. A memória dos escândalos protagonizados por Facebook-Cambridge Analytica, em que o vazamento de dados de mais de 50 milhões de pessoas interferiu diretamente nos resultados de campanhas que elegeram Trump e viabilizaram o Brexit, foi reavivada pelos episódios recentes do assalto ao Capitólio por extremistas de direita americanos articulados nas redes sociais. E assim o tema voltou à agenda.

Capitólio, sede do Congresso dos EUA, durante a invasão
Capitólio, sede do Congresso dos EUA, durante a invasão por apoiadores de Donald Trump, em 6 de janeiro.
(Foto: Redes sociais)

De início, o gigantismo das plataformas digitais e a concentração de poder em áreas sensíveis em uma sociedade cada vez mais dependente de fluxos de informações em rede eram vistos basicamente como aberrações de mercado. Esse fenômeno vem sendo denunciado há tempos. Microsoft envolveu-se num longo processo judicial nos já distantes anos 90 do século passado com base numa prática chamada de vaporware, que quer dizer mais ou menos o seguinte: uma empresa não pode travar o mercado, criar expectativas nos consumidores e inibir a concorrência vendendo ilusões – no caso, propagandeando futuras e, portanto, inexistentes versões aprimoradas de produtos campeões de mercado.

Mais recentemente, na Europa, Google recebeu três multas bilionárias da Comissão Europeia em função de atitudes anticompetitivas no mercado online de anúncios publicitários. A razão é a mesma de sempre: sufocar a concorrência e impedir que os consumidores usufruam dos benefícios da competição. 

A componente política foi chegando aos poucos, associada à capacidade de mobilização de grandes massas em movimentos como a ‘primavera árabe’ (2010), ‘ocupe wall street’ (2011) e as grandes manifestações de rua no Brasil em 2013; além do poder devastador sobre governos nacionais de sites como o Wikileaks, que vazou, entre outros, documentos ultrassecretos americanos em 2010, ou de ações independentes como as de Edward Snowden, que em 2013 revelou documentos sobre práticas de espionagem também do governo americano. Dessa maneira, nos últimos dez anos, o poder crescente das bigtechs deixou de ser uma questão meramente econômica, a ser tratada nos tribunais, e passou a ser questionado em fóruns de natureza política. 

Como se vê, o cerco está se fechando sobre elas. Por vários caminhos, o que se pretende é reduzir o poder que as grandes companhias possuem de usar a Internet para sua própria agenda de negócios às custas de e em detrimento do cidadão usuário de seus serviços. A questão agora é o que fazer. 

A presidente da Comissão Europeia propõe uma aliança global entre governos para conter o poder das plataformas online. No mesmo evento, a primeira-ministra alemã, Angela Merkel, retoma assunto adormecido nos últimos anos, por resistência do governo americano, da sobretaxação das empresas digitais – sugestão que já foi chamada de “Bit Tax” – em sintonia com posição antiga da França dentro da OCDE. Nos Estados Unidos, a senadora Elizabeth Warren advoga explicitamente pelo desmembramento das grandes plataformas de conteúdos e serviços online. Relatório de outubro de 2020 do Congresso Americano propõe 449 medidas para combater o monopólio das bigtechs, o que dá bem uma medida do problema. 

As próprias companhias vêm sentindo o peso da cobrança social. E, coincidência ou não, o Twitter reagiu lançando na semana passada versão teste do ‘Birdwatch’, programa para combater a desinformação usando seus próprios usuários como fact-checkers, com capacidade de adicionar notas em tweets visando reduzir a disseminação de conteúdos falsos. Outra saída possível pode se dar na linha do que o criador da World Wide Web, Tim Berners-Lee, já vem apontando há alguns anos. Consiste basicamente em descentralizar a Web e restaurar o poder das pessoas e usuários frente ao das companhias. 

O desejo de uma nova governança da internet vem ganhando força. O modelo não parece claro ainda, mas muito provavelmente será um mix de todas as ideias apontadas acima. Enquanto a reorganização dos mercados de negócios digitais não vem, conteúdos sensíveis devem ser objeto de escrutínio com nível máximo de zoom por intermédio de uma curadoria coletiva global, exercida por milhares de pessoas, escolhidas de forma randômica nas próprias redes sociais, com mandato de poucas horas de duração, ad-hoc, para opinarem em tempo real sobre conteúdos duvidosos e proporem desde advertência ou exclusão dos mesmos até a expulsão definitiva dos autores reincidentes. 

Tecnologias e experiências de ação colaborativas e ágeis para validação de conteúdos já existem, como a Wikipedia (através de uma equipe interna paga, editores voluntários e guias claros e definidos do que pode ou não ser publicado); a Reddit (onde a comunidade avalia positivamente ou negativamente as contribuições de seus membros e moderadores voluntários auxiliam na remoção de conteúdos); ou o jogo Counter-Strike (onde voluntários verificam jogadas suspeitas e opinam se houve o uso de algum programa ilícito ou não). Algoritmos construídos de forma aberta e em rede, aliados a editores experientes com chancela de entidades multilaterais fariam a camada de controle, checagem e proteção contra robôs, vândalos e milicianos digitais. O principal resultado desse tipo de iniciativa seria pressionar as próprias redes sociais e bigtechs a usarem seu poder de forma mais democrática.

Apesar da opinião contrária de muitos, curadoria e censura são coisas bem distintas. A democracia tem seus mecanismos de proteção, e o controle social sobre conteúdos publicados, em especial em redes sociais devido ao seu imenso poder de reverberação, é um deles. 

[Este artigo complementa análise publicada na coluna da semana passada.] 

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Diretor do Facebook fala de avanço na digitalização de pequenos negócios durante a pandemia https://canalmynews.com.br/economia/diretor-do-facebook-fala-de-avanco-na-digitalizacao-de-pequenos-negocios-durante-a-pandemia/ Sat, 19 Dec 2020 16:02:03 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/diretor-do-facebook-fala-de-avanco-na-digitalizacao-de-pequenos-negocios-durante-a-pandemia/ Comprar no comércio local tornou-se um ato de solidariedade e responsabilidade social na pandemia

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Neste atípico 2020, em que fomos forçados a rever hábitos e a ressignificar nossas relações sociais, vimos grandes transformações acontecerem ao nosso redor. Vimos muitas pessoas fazendo coisas incríveis pela nossa comunidade – começando pelos profissionais de saúde, que seguem na linha de frente da luta contra a pandemia. Vimos nossas rotinas, incluindo lazer e encontros com família e amigos, migrando para o virtual. Vimos, de maneira geral, nossa capacidade de adaptação ser colocada à prova de inúmeras formas, dia após dia. Sob o ponto de vista econômico, porém, há um grupo cuja resiliência frente a um cenário tão desafiador merece um destaque especial: o das pequenas e médias empresas.

Uma das mudanças mais relevantes desencadeadas pela Covid-19 foi a grande aceleração da digitalização desses negócios, um movimento que já estava em curso no Brasil. Quando milhões de empresas, grandes e pequenas, foram forçadas a fechar suas operações físicas no segundo trimestre do ano, muitas migraram suas atividades para o virtual, adaptando-se a uma realidade nova e incerta de forma admirável – e, muitas vezes, usando apenas um telefone celular. Nesse contexto, os aplicativos do Facebook contribuíram de forma significativa para facilitar essa transição – desde o WhatsApp, que junto a outras plataformas de mensagem como o Messenger se tornou, em muitos casos, o principal canal de comércio e contato direto com clientes durante a pandemia, até as Páginas no Facebook e contas no Instagram, que foram fundamentais para divulgação de produtos e serviços de forma eficiente e criativa.

Compras online, especialmente as realizadas por celular, ganharam novo impulso
Compras online, especialmente as realizadas por celular, ganharam novo impulso com a pandemia.
(Foto: Pixabay)

Com as ferramentas para continuar operando em mãos, os empreendedores hoje se sentem mais preparados para enfrentar a crise e estão mais otimistas do que nos primeiros meses do ano, quando muitos estavam sem perspectiva de como conseguiriam manter suas portas abertas. Para se ter uma ideia, 44% dos pequenos negócios operacionais no Facebook relataram, em outubro, que a proporção das vendas que fizeram digitalmente aumentou em comparação com o período anterior ao da pandemia. Quando o assunto é expectativa para o futuro, o cenário também melhorou: em outubro, 70% dos proprietários e gerentes de pequenos negócios operacionais no Facebook relataram que se sentem otimistas quanto ao futuro de seus negócios, contra 43% em maio. Os dados são do Relatório Global sobre a Situação das Pequenas Empresas, pesquisa feita em colaboração entre o Facebook e a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e o Banco Mundial, que entrevistou empreendedores de maio a outubro. 

A tendência, é claro, também é acompanhada pelo outro lado do balcão: outro estudo comissionado pelo Facebook mostrou que, no Brasil, 75% dos consumidores experimentaram pelo menos uma nova plataforma de compras digital pela primeira vez desde o início da pandemia. Os consumidores perceberam o quanto podem fazer com seus dispositivos móveis, e isso mudou seu comportamento – fazendo com que eles provavelmente busquem, mesmo quando pudermos voltar a nos reunir de forma segura, uma experiência de compra híbrida, que combine o melhor dos mundos online e offline. Outro dado interessante, indicado em uma pesquisa encomendada à Deloitte pelo Facebook, é de que 73% dos brasileiros relataram ter começado a comprar de novos pequenos negócios desde que a pandemia começou.

Nesse sentido, observamos que as devastadoras consequências sociais e econômicas da Covid-19 contribuíram para o aumento da consciência e engajamento das pessoas em relação às suas comunidades. Comprar no comércio local tornou-se praticamente um ato de solidariedade e responsabilidade social, e estamos orgulhosos de saber que nossos aplicativos estejam contribuindo para viabilizar grande parte dessas transações – e, assim, cumprindo o seu papel de construir comunidades, aproximar o mundo e conectar as pessoas com aquilo que é importante para elas. Mesmo que ainda não possamos estar fisicamente juntos, vislumbramos um 2021 que sem dúvida ainda será de muitos desafios, mas para o qual seguimos confiantes e mais conectados do que nunca.


 Conrado Leister é diretor-geral do Facebook no Brasil

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