Arquivos frente ampla - Canal MyNews – Jornalismo Independente https://canalmynews.com.br/tag/frente-ampla/ Nosso papel como veículo de jornalismo é ampliar o debate, dar contexto e informação de qualidade para você tomar sempre a melhor decisão. MyNews, jornalismo independente. Tue, 19 Oct 2021 20:07:06 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.7.2 “Me questiono se haverá até mesmo uma frente restrita”, diz Tabata Amaral sobre coalização da esquerda https://canalmynews.com.br/politica/me-questiono-se-havera-ate-mesmo-uma-frente-restrita-diz-tabata-amaral-sobre-coalizacao-da-esquerda/ Tue, 19 Oct 2021 20:07:06 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/me-questiono-se-havera-ate-mesmo-uma-frente-restrita-diz-tabata-amaral-sobre-coalizacao-da-esquerda/ Deputada fala sobre agravamento das desigualdades no Brasil sob o comando de Bolsonaro e cita descompasso entre integrantes da esquerda

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A deputada federal Tabata Amaral (PDT-SP) é cética sobre a possibilidade de uma frente ampla de esquerda para enfrentar o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) nas urnas. Em entrevista ao MyNews, a congressista faz críticas ao “negacionismo” do Palácio do Planalto, mas também pontua uma parcela da esquerda “prefere fazer a narrativa”.

Em suas falas, Tabata discorreu sobre a desigualdade socioeconômica que atinge o Brasil, escancarada pela pandemia de covid-19, além de expor críticas à condução federal frente à crise sanitária e o processo de tramitação do auxílio emergencial.

Íntegra da entrevista com a deputada federal Tabata Amaral.

Deputada, a senhora foi eleita tendo como principal bandeira a educação. Quais foram os avanços ou retrocessos que a educação teve nesses últimos dois anos?

“A gente está vivendo um momento bem desafiador para a nossa educação. De forma geral, o que a pandemia faz é expor e aprofundar nossas muitas desigualdades, e já tínhamos uma desigualdade muito grande na nossa educação pública.

10% dos alunos de ensino médio já abandonaram a escola porque estão tão desmotivados, tão sem nenhum acesso durante a pandemia, que já não veem a educação como um futuro para si. Então, nos temos vários desafios que, infelizmente, foram ampliados, como a questão da desigualdade de acesso à internet, a desigualdade socioeconômica, que acaba refletindo na educação, e nesse meio tempo tivemos também uma série de desafios com o governo federal, que não entende seu papel no meio disso tudo, o papel de apoiar, de coordenar os esforços”

Mas tivemos também alguns avanços: o Congresso vem ocupando um lugar que deveria ser ocupado pelo governo. Aprovamos o novo Fundeb – responsável por metade do financiamento da educação básica –, que foi para a Constituição, e agora temos um fundo maior, mais redistribuível e que pela primeira vez olha pela qualidade da educação… Tenho muito orgulho dessa proposta, que apresentei assim que fui eleita, pois ela incentiva que os prefeitos coloquem, de fato, o recurso na educação, combatam a desigualdade, deem oportunidades iguais a esses alunos

[…] Alguns retrocessos, uma batalha muito grande, especialmente em relação ao Governo Federal e a esse contexto de pandemia, mas também muito orgulho pelo trabalho que a bancada da educação vem fazendo aqui na Câmara”.

O Congresso aprovou recentemente a PEC Emergencial, compreendida como uma condição imposta pelo governo para aprovar uma nova rodada do auxílio. Pela urgência do tema, não havia uma outra maneira de implantar o benefício?

“Com certeza. Eu sou uma das autoras de um projeto que viabiliza a prorrogação do auxílio emergencial, apresentado nove meses atrás… Então, sim, havia muitas maneiras de fazermos isso. Algo que sempre levo comigo, como alguém que conhece a fome, que sabe como a situação está na periferia, é: ‘quem tem fome tem pressa’. Quem tem fome não tem espaço para essas burocracias, para essa trapalhada toda que estamos vendo.

O que o governo fez foi uma manobra que eu, inclusive, tenho dificuldade em entender, porque ele colocou junto algo que era extremamente emergencial, que é a prorrogação do auxílio, com medidas fiscais que sequer têm impacto agora no curto prazo. [A PEC Emergencial] Não é o melhor caminho, havia outras maneiras, mais rápidas… As pessoas estão passando fome, a pandemia está no seu pior momento, e a gente não poderia ter ficado tantos meses sem o auxílio emergencial”.

Deputada federal pelo PDT de São Paulo, Tabata Amaral concede entrevista ao Canal MyNews.
Deputada federal pelo PDT de São Paulo, Tabata Amaral concede entrevista ao Canal MyNews. Foto: Reprodução (Canal MyNews).

Durante a tramitação da PEC Emergencial, a senhora recebeu ataques nas redes sociais, com diversas fake News. O que foi falado e o que é mentira?

“Da mesma forma que sou muito crítica ao negacionismo e às trapalhadas do governo, também sou muito crítica à uma parcela da esquerda que, infelizmente, prefere fazer a narrativa, prefere marcar uma posição a produzir soluções.

O que o governo fez foi amarrar a parte fiscal da PEC com a liberação de recursos para o auxílio. Não tinha como separar: ou você votava ou você não votava a PEC. Alguns parlamentares de esquerda preferiram ser contra a PEC, então ser contra a liberação de recursos para o auxílio emergencial, porque eram contra outros aspectos, contra narrativas de que o projeto veio do governo Bolsonaro. Eu não tenho coragem de fazer isso… Eu venho da periferia, eu moro em uma ocupação até hoje, eu sei o que a fome está fazendo no nosso Brasil. Por isso, não tenho coragem de atrasar em um dia a mais o auxílio emergencial.

Qual a leitura que eu faço: para se proteger dos ataques de quem iria dizer ‘você votou contra o auxílio emergencial’, algumas lideranças políticas começaram a propagar fake news dizendo que, a partir daquele momento, os salários dos servidores seriam congelados por 15 anos. Isso não tem um fundo de verdade sequer. E me parece que fizeram isso para desviar a atenção, para mobilizar os servidores, para que não apontassem o dedo e dissessem ‘vocês votaram contra o auxílio emergencial’.

Infelizmente, tive que passar diversos dias dizendo que isso é mentira, o que votamos foi ‘isso’. Porque quem está com o prato vazio não está na internet se mobilizando, não está em sindicato, não faz lobby… geralmente não é ouvido, nem pela esquerda e nem pela direita”.

A senhora acha que há uma dificuldade maior de união por parte da esquerda, seja em votações, disputas internas e até pensando em uma frente ampla para futuras eleições?  

“Eu vou lutar até o último momento para que tenhamos uma alternativa ao Bolsonaro, porque hoje em dia é sobre as quase 300 mil mortes, é sobre um governo que está acabando com a nossa economia, que não consegue vacinar sua população e que, claramente, coloca narrativas políticas e projetos pessoais de poder acima de quem mais precisa.

Então, eu vou lutar, mas é muito difícil, pois uma parte da esquerda, em uma disputa de poder, em uma disputa de espaço, entra em conflito consigo mesma. Apresentei uma emenda para que pudéssemos fatiar a PEC, e não consegui 50 assinaturas – a oposição é muito maior que isso no Congresso. […] O ponto é: se uma luta que para mim é tão consensual, que é sobre quem passa fome, não consegue nos unir, se uma parte da própria esquerda utiliza as armas do gabinete do ódio, com fake news, ataques, xingamentos e ameaças, será que a gente entendeu o tamanho do perigo que estamos vivendo?

O meu questionamento não é nem sobre se teremos uma frente ampla, que considero necessária, mas se haverá uma frente restrita… me parece que não. Entretanto, eu continuarei lutando para que seja possível”.

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Em eventual 2º turno com Lula e Bolsonaro, Amoêdo diz ser difícil saber em quem votaria https://canalmynews.com.br/politica/em-eventual-2o-turno-com-lula-e-bolsonaro-amoedo-diz-ser-dificil-saber-em-quem-votaria/ Tue, 11 May 2021 15:09:14 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/em-eventual-2o-turno-com-lula-e-bolsonaro-amoedo-diz-ser-dificil-saber-em-quem-votaria/ “O problema é que agora o menos pior está muito próximo do pior, quase não tem diferença”, afirmou em participação no Segunda Chamada

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Um dos candidatos à presidência em 2018, o empresário e cofundador do Partido Novo João Amoêdo diz que ainda é difícil saber em quem votaria em um eventual segundo turno que contraponha o ex-presidente Lula (PT) e o atual, Jair Bolsonaro (sem partido). O cenário é tido como um dos mais prováveis para as eleições de 2022, apontam pesquisas recentes.

“O problema é que agora o menos pior está muito próximo do pior, quase não tem diferença. Então, eu vou trabalhar para que não tenha essa opção. É difícil saber em qual dos dois votar. Eu prefiro usar esse um ano e meio que resta para a gente ver se vem com alguma coisa distinta”, afirmou em resposta à jornalista Cecília Olliveira no Segunda Chamada de ontem (10). 

Apresentado por Antonio Tabet, o programa também contou com as participações da diretora de redação do Metrópoles, Lilian Tahan, e da diretora do Instituto Igarapé, Ilona Szabó.

João Amoêdo, candidato à presidência pelo Partido Novo em 2018. Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil
João Amoêdo, candidato à presidência pelo Partido Novo em 2018. Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Para Amoêdo, declarar o voto agora significa aceitar as soluções que estão sendo postas para o Brasil: “Foi esse o discurso lá atrás: para tirar o PT, eu voto no Bolsonaro. E a gente não pode cair nessa mesma armadilha”.

O empresário ressaltou ainda que se abster dessa decisão também não é uma via confortável. “Não votar, também anular o voto, ou viajar… Eu me sinto um pouco sendo ausente do processo. Quer dizer, deixando de assumir a minha responsabilidade como cidadão. Não é uma solução que também vai agradar”, explica.

Frente ampla para 2022

Em 31 de março, seis dos pré-candidatos à presidência divulgaram um manifesto dizendo que a democracia está ameaçada e que é necessário “defender o Brasil”. Além de João Amoêdo (Novo), assinaram o texto Ciro Gomes (PDT), Eduardo Leite (PSDB), João Doria (PSDB), Luiz Henrique Mandetta (DEM) e Luciano Huck (sem partido). A aproximação desses nomes é vista como um passo inicial de uma possível parceria para 2022.

“Essa união de alguns grupos não vai acontecer agora, mas eu acho que ela necessariamente tem que acontecer antes do primeiro turno. Eu também acredito num cenário, vamos dizer, que a disputa da semi-final é com o Bolsonaro. A final será com o Lula”, destaca Amoêdo, que recentemente se reuniu inclusive com o ex-juiz Sergio Moro e com o comediante Danilo Gentili.

“É um processo difícil porque tem as agendas partidárias, tem os interesses de cada um, tem seus próprios desejos, tem os partidos, que também têm influência… Mas acho que a gente tem que tentar”, destacou Amoêdo. Segundo ele, o grupo de WhatsApp dos presidenciáveis permanece, ainda que no momento esteja “muito pouco ativo”.

Segunda Chamada com Amoêdo

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Saiba o que disse Lula sobre a suspeição do Moro https://canalmynews.com.br/politica/saiba-o-que-disse-lula-sobre-a-suspeicao-do-moro/ Thu, 25 Mar 2021 14:15:44 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/saiba-o-que-disse-lula-sobre-a-suspeicao-do-moro/ Mesmo após a confirmação de parcialidade do ex-juiz, o petista mantém precauções quanto a sua possível candidatura em 2022

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A decisão da Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal sobre a suspeição do ex-ministro Sergio Moro foi amplamente comemorada no PT, mas um personagem preferiu manter a cautela: o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A interlocutores, Lula disse ver a decisão da suspeição do ex-juiz como mais importante do que a que devolveu seus direitos políticos, mas recomendou cautela aos companheiros porque ainda tem receio de que o jogo possa virar no STF.

Na noite de terça-feira (23), logo após a mudança de voto da ministra Cármen Lúcia, Lula disse a amigos estar aliviado porque o Supremo teria reconhecido que ele foi vítima de perseguição política. O despacho do ministro Edson Fachin, que considerou a Justiça do Paraná incompetente para analisar suas ações, não o inocenta. Analisa apenas um aspecto técnico e ainda permite ao juiz do Distrito Federal, que herdará as ações, aproveitar todas as provas obtidas em Curitiba.  Para Lula, a suspeição de Moro é o que “lava a sua honra” e legitima o discurso de perseguição. Do ponto de vista pessoal, é mais importante, revelou com quem conversou. 

Mesmo após suspeição do ex-juiz Sergio Moro, Lula mantém cautela sobre possibilidade de se candidatar em 2022.
Mesmo após suspeição do ex-juiz Sergio Moro, Lula mantém cautela sobre possibilidade de se candidatar em 2022. Foto: Paulo Pinto (Ag. PT).

Isso não quer dizer que ter seus direitos políticos de volta seja um mero detalhe. Pelo contrário. Ele tem se mostrado muito animado com a possibilidade de ser candidato em 2022, mas tenta manter o pé no chão porque o plenário do Supremo ainda pode rever a decisão de Fachin.

Por esse motivo, o petista tem evitado aparições públicas desde a entrevista coletiva em São Bernardo do Campo. Não quer ficar cutucando o STF. Gatos escaldados, estão todos no partido preocupados com uma possível nova reviravolta.

Caso a decisão seja revertida, o ex-ministro Fernando Haddad volta automaticamente ao posto de presidenciável. Não há objeções dentro do PT, já que  Haddad é quem tem mais visibilidade, foi escolhido por Lula e já teve 47 milhões de votos em 2018. Não está descartado, no entanto, ceder a cabeça de chapa a outro partido. O nome preferido hoje, inclusive por Lula, é o do governador do Maranhão, Flávio Dino, pela sua experiência em cargo do executivo e por ser nordestino.

A avaliação no partido é de que mesmo que o Lula não seja candidato, só a possibilidade de ele retornar já ajudou a reaglutinar a esquerda. A decisão do Fachin e, principalmente, a suspeição de Moro ajudaram a iniciar um processo de recuperação da imagem do partido.

Um dos poucos presidenciáveis com o qual o diálogo é tido como impossível é o ex-ministro Ciro Gomes. Petistas acreditam que já fizeram os movimentos que podiam em direção ao cearense, mas que ele é quem insiste em fechar as portas.

E Ciro é exceção mesmo. Com ou sem Lula, há espaço para alianças com partidos de centro-direita, inclusive, com o PSDB. Os governadores têm tido um diálogo mais constante e já têm feito essa aproximação mais pragmática entre as duas legendas. Se isso se concretizará em uma aliança para 2022, é necessário mais tempo de maturação para saber.

Com o Centrão, também é preciso um pouco mais de tempo. A expectativa é de que parte das legendas que hoje estão fechadas com Bolsonaro acabem se reaproximando por um movimento gravitacional. 

Enquanto não há um desfecho sobre o destino de Lula no Supremo, o plano dele é começar a rodar o país assim que ele tomar a segunda dose da vacina. E não é falando de candidatura ainda, justamente pra não levantar muito a lebre lá no STF. O ex-presidente vai bater em duas teclas. A primeira é denunciar o aumento de pessoas passando fome no Brasil depois da pandemia, bandeira com a qual se sente à vontade. A ideia é tentar despertar uma nostalgia pelo Fome Zero, uma marca que cunhou no seu primeiro governo. A segunda é uma campanha massiva pela vacina, visto como tendão de Aquiles do presidente Jair Bolsonaro no momento.

Íntegra do programa Café do MyNews desta quinta-feira (25), que abordou a postura do ex-presidente perante a suspeição de Sergio Moro.

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“O Brasil precisa de uma grande aliança de centro-esquerda”, diz Ciro Gomes https://canalmynews.com.br/politica/o-brasil-nao-cabe-na-esquerda-o-brasil-precisa-de-uma-grande-alianca-de-centro-esquerda-diz-ciro-gomes/ Mon, 18 Jan 2021 21:30:18 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/o-brasil-nao-cabe-na-esquerda-o-brasil-precisa-de-uma-grande-alianca-de-centro-esquerda-diz-ciro-gomes/ Ciro Gomes participou de um bate-papo exclusivo para membros do canal MyNews

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Ciro Gomes diz que o Brasil precisa de uma grande aliança de centro-esquerda
Ciro Gomes. (Foto: José Cruz/Agência Brasil)

O ex-ministro Ciro Gomes afirmou nesta sexta-feira (18/12) que trabalha com PSB, PV, PDT e Rede para formar uma frente em 2022 que ele chama de “novo progressismo” e “novo desenvolvimentismo”. “O Brasil não cabe na esquerda, o Brasil precisa de uma grande aliança de centro-esquerda”, declarou ao ser questionado sobre a construção de uma frente ampla, em um bate-papo exclusivo para membros do canal MyNews.

Ciro Gomes ressaltou, no entanto, que o cenário eleitoral de 2022 ainda depende de vários fatores, como a possibilidade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ser ou não candidato. “Tem todo um esforço aí de bastidor pra fazer em cima de verdades jurídicas, que é a declaração de suspeição do Moro, que torna nula todos os atos processuais praticados contra o Lula, devolvendo a ele a franquia de ser candidato. Se isso acontecer, o Lula é candidatíssimo e aí como a gente sabe mexe com tudo, restaura o Bolsonarismo naquilo que é de antipetismo”.

O ex-ministro também avaliou que os brasileiros deram sinais nas eleições municipais de um amadurecimento político, não escolhendo, nas grandes cidades, representantes dos extremos. “O eleitor está mandando dizer o que quer. Está querendo isso, uma proposta serena e equilibrada. Chega de estagiário na presidência da República”, afirmou.

Ciro Gomes no programa Diálogos

No dia 23/12, às 21h30, vai ao ar no canal MyNews o programa Diálogos, apresentado por Mara Luquet, com as participações do ex-ministro Ciro Gomes e do economista André Lara Resende, um dos criadores do plano Real.

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