Petrobras reinicia processo de venda de três refinarias Foto: Programa de Aceleração do Crescimento / Flickr Novo presidente

Petrobras reinicia processo de venda de três refinarias

Ativos ficam nos estados de Pernambuco, Paraná e Rio Grande do Sul.

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  • Petrobras anunciou a retomada da venda de três refinarias no Brasil.
  • Documentos com detalhes dos ativos e critérios de elegibilidade foram publicados na página “Resultados e Comunicados” da empresa.
  • A operação integra o plano de desinvestimento que cobre cerca de 50 % da capacidade de refino nacional (1,1 mi de barris/dia), incluindo RNEST, SIX, RLAM, REGAP, REPAR, REFAP, REMAN e LUBNOR.
  • A venda segue a Resolução nº 9/2019 do Conselho Nacional de Política Energética, que busca ampliar a concorrência no setor de refino.

A Petrobras anunciou o reinício, nesta segunda-feira (27), dos processos de venda de três refinarias. Fazem parte do pacote a Refinaria Abreu e Lima (RNEST), em Pernambuco, Refinaria Presidente Getúlio Vargas (REPAR), no Paraná, e Refinaria Alberto Pasqualini (REFAP), no Rio Grande do Sul, bem como os ativos logísticos integrados a elas.

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Os documentos com as principais informações sobre os ativos e os critérios de elegibilidade para a seleção de participantes estão disponíveis na página da Petrobras, no link Resultados e Comunicados. As etapas subsequentes dos processos de venda dessas três refinarias serão informadas oportunamente ao mercado.

O plano de desinvestimento em refino da Petrobras representa, aproximadamente, 50% da capacidade de refino nacional, totalizando 1,1 milhão de barris por dia de petróleo processado, e considera a venda integral dos seguintes ativos: Refinaria Abreu e Lima (RNEST), Unidade de Industrialização do Xisto (SIX), Refinaria Landulpho Alves (RLAM), Refinaria Gabriel Passos (REGAP), Refinaria Presidente Getúlio Vargas (REPAR), Refinaria Alberto Pasqualini (REFAP), Refinaria Isaac Sabbá (REMAN) e Lubrificantes e Derivados de Petróleo do Nordeste (LUBNOR), bem como os ativos logísticos integrados a essas refinarias.

As operações estão em consonância com a Resolução nº 9/2019 do Conselho Nacional de Política Energética, que estabeleceu diretrizes para a promoção da livre concorrência na atividade de refino no país, e integram o compromisso firmado pela Petrobras para a abertura do setor de refino no Brasil.