Brasil chega a 200 mil mortes em razão da Covid-19 Cemitério Nossa Senhora Aparecida, o maior de Manaus, Amazonas. Estado é um dos mais afetados pela pandemia. (Foto: Altemar Alcantara/Semcom) Pandemia

Brasil chega a 200 mil mortes em razão da Covid-19

País é o segundo no mundo em total de vítimas, atrás somente dos Estados Unidos

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  • Brasil chegou a 200.011 óbitos por Covid‑19, com 968 mortes nas últimas 24 h (quinta‑feira).
  • Desde quarta‑feira foram registrados 47.264 novos casos, totalizando 7.921.803 infectados.
  • O país ocupa a segunda posição mundial em mortes, atrás apenas dos EUA (362.037), segundo Johns Hopkins.
  • A marca ocorre durante a segunda onda, com aumento de casos e risco de colapso no Amazonas, onde restrições foram contestadas na Justiça.

O Brasil registrou 968 novas mortes em razão da Covid-19 nas últimas 24 horas, de acordo com levantamento independente feito por um consórcio de veículos de imprensa. Com esse dado, o país chegou nesta quinta-feira a 200.011 óbitos desde o começo da pandemia.

Desde quarta-feira (6) foram confirmados 47.264 novos casos, com um total de 7.921.803 infectados. O Brasil é o segundo país no mundo no total de mortes derivadas da Covid-19, atrás apenas dos Estados Unidos (com 362.037), segundo dados da Universidade Johns Hopkins, referência mundial no acompanhamento da pandemia.

A marca de 200 mil mortes é alcançada em meio ao que já é considerada como uma segunda onda de contágio da pandemia, à medida que o número de casos vem crescendo em todo o Brasil nas últimas semanas. Em alguns locais, como o Amazonas, onde a pandemia novamente ameaça levar o serviço de saúde ao colapso, as medidas de restrição de funcionamento de serviços não-essenciais já foram parar na Justiça.

cemiterio amazonas
Cemitério Nossa Senhora Aparecida, o maior de Manaus, Amazonas. Estado é um dos mais afetados pela pandemia.
(Foto: Altemar Alcantara/Semcom)

Também nesta quinta-feira ocorreram dois anúncios públicos a respeito do combate à pandemia. No começo da tarde, o governo de São Paulo anunciou que a taxa de eficácia da vacina Coronavac, desenvolvida pelo Instituto Butatan em parceria com o laboratório chinês Sinovac, é de 78% em casos gerais e chega a 100% em casos moderados e graves.

Pouco depois, em nova coletiva, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, afirmou que o governo federal vai comprar um total de 100 milhões de doses do imunizante produzido pelo instituto paulista. Ele também reafirmou a previsão de iniciar o plano nacional de vacinação ainda em janeiro – algo próximo de 20 de janeiro, na hipótese mais otimista.

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