Grande Encontro do Associativismo, em São Paulo. Foto: Beatriz Wicher/MyNews
Em evento no Clube Monte Líbano, em São Paulo, nesta terça-feira (13), senador criticou adversários, ironizou acusações sobre programas sociais e defendeu penas mais duras para roubo de celulares
Flávio Bolsonaro afirmou que, em um eventual governo seu, daria preferência a nomes como Tarcísio de Freitas e Daniella Marques, em contraste com Fernando Haddad e Dilma Rousseff. “No meu governo vai ter muito mais Tarcísios e Danis e muito menos Haddads e Dilmas”, declarou. A afirmação foi feita durante o Grande Encontro do Associativismo, realizado nesta terça-feira (13), no Clube Monte Líbano, em São Paulo.
Durante o discurso, o senador reagiu às acusações de que acabaria com programas sociais caso chegasse à Presidência. “Me acusando que eu acabaria com o Bolsa Família, que eu acabaria com o Pé-de-Meia, que eu acabaria com a luz do sol, que eu ia revogar o direito dos alienígenas. E tem gente que acredita!”, declarou. Em outro momento, adotou um tom de confronto ao afirmar: “Vamos dar uma paulada na cabeça da serpente”.
Na área de segurança pública, Flávio defendeu o endurecimento das punições e afirmou que pretende estabelecer uma pena mínima de oito anos de prisão para quem roubar celulares. O senador também mencionou El Salvador ao abordar o combate à criminalidade, indicando que considera insuficientes as medidas adotadas no país diante do que pretende implementar no Brasil.
Ao comparar seus objetivos políticos aos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Flávio afirmou que o petista estaria disputando a permanência para o poder, enquanto ele próprio buscaria definir os rumos do país. “Ele está disputando pelo poder, mas eu estou disputando pelo futuro do meu Brasil”, disse. Ao final, reforçou a intenção de transformar suas declarações em ações: “Vou fazer mais do que falar”.