Flávio Bolsonaro e família recebem autorização para ficar nos EUA por 1 ano Foto: Evandro Éboli/MyNews

Flávio Bolsonaro e família recebem autorização para ficar nos EUA por 1 ano

Permissão concedida pelo governo Trump é temporária e pode ser aplicada em casos de urgência humanitária ou de interesse público; senador chegou a Miami na quarta-feira (28)

00:00
  • Senador Flávio Bolsonaro (PL) e familiares receberam autorização do governo dos EUA, sob a categoria Discretionary Parole, para permanecer no país por até um ano, com validade até outubro de 2027.
  • A permissão, concedida pela Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA (CBP), não equivale a visto nem representa admissão formal no sistema de imigração americano.
  • O grupo chegou a Miami na quarta‑feira (28), após passagem pela Argentina e Equador.
  • A medida foi justificada por possíveis razões humanitárias urgentes ou benefício público, enquanto a Polícia Federal cancelou os passaportes do senador por descumprimento de ordem do STF.

O senador Flávio Bolsonaro (PL) e sua família receberam autorização do governo de Donald Trump para permanecer nos Estados Unidos por até um ano. Segundo registros da Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA (CBP), a permissão tem vencimento previsto para outubro de 2027.

A autorização foi concedida na categoria Discretionary Parole (DT), mecanismo temporário que permite a entrada e a permanência de estrangeiros nos EUA em situações específicas. A medida pode ser aplicada por razões humanitárias urgentes ou quando houver benefício público relevante. A permissão, porém, não equivale a um visto nem representa admissão formal pelo sistema de imigração americano.

Flávio chegou a Miami na quarta-feira (28), acompanhado da esposa, Fernanda Bolsonaro, e das filhas, após passar pela Argentina e pelo Equador. Segundo informações divulgadas pela CNN Brasil, a Polícia Federal havia cancelado os passaportes brasileiros do senador após o descumprimento de uma determinação do Supremo Tribunal Federal para entregar os documentos. A CNN procurou autoridades americanas para esclarecer a concessão da autorização, mas não havia recebido resposta até a publicação da reportagem.

Compartilhar:

Relacionados