Produtos alimentícios puxam recuperação da produção industrial em janeiro Complexo Industrial e Portuário do Pecém, no Ceará. Estado investe em infraestrutura e logística de olho em ambições econômicas. (Foto: Ascom Complexo do Pecém) Dados do IBGE

Produtos alimentícios puxam recuperação da produção industrial em janeiro

Mesmo com nove meses seguidos de crescimento, produção ainda está abaixo de recorde 2011

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  • IBGE informou que a produção industrial brasileira cresceu 0,4 % em janeiro de 2021 em relação a dezembro de 2020, acumulando 2 % frente a janeiro de 2020.
  • O aumento foi liderado pelo setor de produtos alimentícios, que registrou alta de 3,1 %, impulsionando a recuperação após a queda de 27,1 % nos meses de março e abril de 2020.
  • Apesar do crescimento por nove meses consecutivos, a produção ainda está 12,9 % abaixo do recorde de maio de 2011.
  • Enquanto setores como produtos diversos (+14,9 %) e celulose (+4,4 %) avançaram, metalurgia sofreu maior retração (-13,9 %) e outros segmentos apresentaram queda.

A produção industrial brasileira cresceu 0,4% em janeiro de 2021 na comparação com dezembro de 2020, afirma o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Já na comparação com janeiro de 2020, o crescimento foi de 2%. É o 9º mês consecutivo de crescimento no setor – que conseguiu reverter a queda de 27,1% registrada em março e abril de 2020.

Mesmo com o crescimento sucessivo, a produção industrial brasileira ainda está 12,9% abaixo do nível recorde alcançado em maio de 2011.

No resultado de janeiro de 2021, em comparação com dezembro de 2020, o setor de produtos alimentícios foi o que apresentou melhor resultado positivo: crescimento de 3,1%. Também registraram crescimento os setores industriais de produtos diversos (14,9%), de celulose, papel e produtos de papel (4,4%), móveis (3,6%), indústrias extrativas (1,5%) e reboques e carrocerias (1,0%).

Já o maior impacto negativo do período foi causado pela retração metalurgia (-13,9%). Outros setores em queda foram: outros equipamentos de transporte (-16,0%), produtos do fumo (-11,3%), equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (-10,6%), manutenção, reparação e instalação de máquinas e equipamentos (-4,9%) e produtos têxteis (-2,5%).

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