Flávio só não está preso por conta do próprio STF, diz Renan sobre Flávio Bolsonaro
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Em entrevista ao MyNews, pré-candidato do Missão faz críticas a Flávio Bolsonaro, defende mudanças na política de segurança pública e volta a atacar o mercado de apostas on-line
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Renan Santos, pré‑candidato ao governo, afirmou que Flávio Bolsonaro só evita prisão graças a decisões do STF sobre as rachadinhas.
O senador foi beneficiado por decisões dos ministros Dias Toffoli e Gilmar Mendes no caso envolvendo o Coaf.
Santos recordou que Flávio apoiou indicações ao STF e defendeu a não confrontação com o Judiciário.
O pré‑candidato ainda criticou as apostas esportivas online, alegando que fomentam vício e drenam recursos da economia.
Durante entrevista ao Almoço do MyNews, o pré-candidato à Presidência pelo Missão, Renan Santos, criticou o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Segundo ele, o parlamentar nunca enfrentou o Supremo Tribunal Federal (STF) e dependeu de decisões da Corte em investigações envolvendo o caso das rachadinhas.
Ao responder a uma pergunta de um internauta, Renan afirmou que Flávio “só não está preso por conta do próprio STF”. Em seguida, citou decisões dos ministros Dias Toffoli e Gilmar Mendes relacionadas ao caso do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). Além disso, lembrou que o senador apoiou indicações ao STF e já defendeu evitar conflitos com o Judiciário. Para Renan, Flávio também não conseguiria derrotar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em um eventual segundo turno.
O pré-candidato também voltou a criticar as apostas esportivas on-line. Na avaliação dele, as bets incentivam o vício e retiram recursos da economia brasileira sem gerar benefícios para a população. Segundo Renan, o dinheiro sai do país e segue para empresas sediadas no exterior, enquanto milhares de brasileiros acumulam perdas financeiras.
Na área da segurança pública, Renan defendeu mais apoio aos policiais. Ele afirmou que o Estado precisa oferecer assistência jurídica aos agentes envolvidos em ocorrências e agilizar o pagamento de pensões às famílias de policiais mortos. Além disso, disse que o atual cenário deixa os profissionais sem respaldo institucional. Ele também afirmou que só apoiaria o uso das câmeras corporais em um contexto de maior equilíbrio entre o combate ao crime e a proteção aos policiais.