Troca no comando da Petrobras será “suave e eficiente”, diz Castello Branco PETROBRAS
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  • 25 de fevereiro de 2021
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Troca no comando da Petrobras será “suave e eficiente”, diz Castello Branco


A atual diretoria da Petrobras vai contribuir com a troca de gestão para que o processo transcorra de maneira “suave e eficiente”. A afirmação é do presidente da estatal, Roberto Castello Branco, que fica no cargo até 20 de março.

A manifestação de Castello Branco foi a primeira após o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) indicar o general Joaquim Silva e Luna para o comando da Petrobras. A decisão foi tomada após consecutivos reajustes nos preços dos combustíveis.

Atual presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, afirmou que contribuirá para uma transição de poder "suave e eficiente".
Atual presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, afirmou que contribuirá para uma transição de poder “suave e eficiente”. Foto: Tânia Rêgo (Agência Brasil).

Em videoconferência, o executivo disse que vai manter as estratégias adotadas até o fim do mandato no mês que vem.

“Nós continuamos a trabalhar normalmente pelo menos até 20 de março, o que estamos fazendo não mudará… inclusive no que diz respeito a paridade nos preços de importação”, afirmou.

A reunião foi convocada para apresentação dos resultados da empresa em 2020. Ao abrir o evento, Castello Branco falou que a estratégia traçada pela atual coordenação jamais deixou de ser a diretriz administrativa, defendendo, em seguida, a política de taxação de preços praticadas pela petroleira.

“Desde janeiro de 2019, quando eu tomei posse na presidência da Petrobras, nós começamos a implementar uma estratégia que foi seguida à risca. Rigorosamente. Não nos desviamos em nenhum momento dela”.

Destacando a necessidade de seguir flutuação mundial das importações referentes ao setor – tendo em vista que se trata de commodities internacionais e que grande parcela da dívida da Petrobras é em dólar –, o gestor afirmou ser “surpreendente, em pleno século 21, dedicarmos tanto tempo à discussão sobre regra da paridade de importação de combustíveis”. Segundo ele, os preços abaixo do mercado internacional produzem “consequências negativas”.

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