Proteção patrimonial: é incontestável o poder do EB-5 na diversificação em dólares Notas de dólar | Foto: Freepik/JCOMP economia

Proteção patrimonial: é incontestável o poder do EB-5 na diversificação em dólares

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Crescimento econômico moderado, pressão cambial e riscos fiscais reacendem o debate sobre diversificação patrimonial e estratégias internacionais de proteção e sucessão de riqueza

O Brasil vive um momento já previsto por muitos analistas econômicos. Embora o IBGE tenha divulgado um crescimento do PIB de 2,3% em 2025, instituições como o Goldman Sachs estimam um crescimento menor para 2026, pressionado por uma política monetária restritiva e pela incerteza fiscal do nosso país.

Para famílias de alto patrimônio, o impacto é conhecido. Segundo o Capgemini World Wealth Report 2025, a riqueza da população brasileira de alta renda recuou 13,3% em dólares em 2024, sofrendo a queda mais acentuada de toda a América Latina.

Quem já diversifica seus ativos em dólares (e a maioria o faz) sabe: o câmbio é implacável. Um aporte de US$ 800 mil em ativos americanos em 2014 (R$ 2,1 milhões à época), demandaria hoje entre R$ 4,2 e R$ 4,9 milhões para igualar o valor. Isto é matemática fria.

Green Card faz uma coisa que a dolarização sozinha não consegue: vira uma armadilha fiscal na herança em algo quase inatingível para os herdeiros. De patamar mínimo para um patamar que engole fortunas inteiras.

Curioso? É exatamente aí que o projeto EB-5 começa a valer a pena.

No final das contas, morar nos Estados Unidos não é para todos – mas para quem quer mais do que só dólares; é o que separa quem protege o patrimônio de quem o multiplica com visão de futuro. E é isso que conta.

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