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Procedimentos têm finalidades diferentes: enquanto a biometria reúne dados de identificação, a prova de vida confirma que o beneficiário continua vivo
Biometria e prova de vida do INSS não são a mesma coisa. A biometria reúne dados de identificação do cidadão, como foto, impressão digital ou assinatura digital. O segurado pode ter feito esse cadastro há vários anos. Por isso, ter os dados biométricos registrados não significa que ele cumpriu a prova de vida.
A prova de vida tem outro objetivo: confirmar que o beneficiário continua vivo e evitar pagamentos indevidos. Segundo o advogado Herman Richard, especialista em direito previdenciário, os dois procedimentos cumprem funções diferentes. Portanto, o cadastro biométrico não substitui automaticamente a comprovação de vida exigida pelo INSS.
Desde 2023, o INSS realiza a prova de vida preferencialmente de forma automática. Para isso, o órgão cruza informações disponíveis em bases públicas e outros registros. Dessa forma, o beneficiário nem sempre precisa ir a uma agência ou realizar um procedimento presencial para manter o benefício.