“Adoraria jogar uma taça de vinho no ex-Ernesto”, diz Kátia Abreu A senadora Kátia Abreu no Senado. Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado Quarta Chamada

“Adoraria jogar uma taça de vinho no ex-Ernesto”, diz Kátia Abreu

Senadora afirma que o ex-ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, cometeu crime de “lesa-pátria”

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  • Senadora Kátia Abreu (PDT-TO) disse nesta quarta‑feira (26) que a saída de Ernesto Araújo do Ministério das Relações Exteriores foi positiva.
  • Ela elogiou o novo chanceler, Carlos Alberto Franca França, como equilibrado e diplomático.
  • Abreu afirmou que "adoraria jogar uma taça de vinho no ex‑Ernesto" como protesto contra suas ações passadas.
  • A parlamentar ainda acusou o governo de Jair Bolsonaro de críticas à China e à OMS, alegando supostas influências comunistas.

Presidente da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional, a senadora Kátia Abreu (PDT-TO) afirmou nesta quarta-feira (26) que mesmo após a saída de Ernesto Araújo do cargo de ministro das Relações Exteriores, a diplomacia brasileira ainda comete erros.

“O chanceler saiu, mas o presidente, claro, continua presidente. Então foi ótimo o chanceler ter sido substituído, já foi um gesto essa mudança mesmo porque o novo chanceler [Carlos Alberto Franca França] é uma pessoa bastante equilibrada, uma pessoa bastante diplomática, como todos devem ser e o Ernesto não era nada disso. Eu não sei em que escola ele estudou”, disse Abreu ao Quarta Chamada.

Personagem de um famoso episódio de Brasília, quando jogou vinho no senador José Serra após ser classificada de “namoradeira”, Abreu revelou quem seria seu novo alvo.

“Eu adoraria jogar uma taça de vinho no ex-Ernesto, acho que ele merece muito, acho que foi o fim da picada tudo que ele fez no passado e ainda nos prejudica muito”, disse a senadora.

A senadora destaca que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) é um líder de extrema-direita e seu governo emite ruídos contra a China e a Organização Mundial da Saúde (OMS). Para ela, há setores do governo que enxergam supostas “influências comunistas” na OMS.

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