Doria decreta retorno de aulas presenciais João Doria (PSDB) anuncia a Butanvac, primeira vacina nacional contra a covid-19. Foto: Governo do Estado de São Paulo (Flick). Escolas

Doria decreta retorno de aulas presenciais

Governo estadual pretende começar a imunizar professores no dia 12 de abril; SP registrou recorde de mortes na sexta-feira

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  • O governador João Doria (PSDB) assinou decreto que determina o retorno das aulas presenciais em escolas públicas e privadas de São Paulo.
  • O mesmo ato prorroga a fase emergencial do Plano São Paulo por 15 dias, até 11 de abril, com toque de recolher às 20h e trabalho remoto obrigatório para escritórios.
  • Restaurantes e bares ficam limitados ao serviço de entrega, sem consumo no local, como parte das restrições mantidas.
  • A vacinação de professores, diretores e demais profissionais da educação começa em 12 de abril, priorizando docentes da Educação Básica com mais de 47 anos.

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), publicou decreto que estabelece o retorno das aulas presenciais em instituições públicas e privadas do Estado.

Apesar da determinação de retorno, Doria também ampliou a fase emergencial do Plano São Paulo por mais 15 dias, até 11 de abril. Com a medida, fica estabelecido um toque de recolher a partir das 20 horas, escritórios e atividades administrativas são obrigados a adotar o trabalho remoto, restaurantes e bares podem funcionar apenas com serviços de entrega, sem consumo no local, entre outras medidas.

São Paulo ensaiou retornar com as aulas presenciais, com turmas reduzidas, em dezembro de 2020. A tentativa, todavia, não prosperou.

O governo estadual anunciou que pretende começar a campanha de vacinação de professores da rede pública e privada, além de diretores, inspetores e outros profissionais da educação, a partir de 12 de abril. A Secretaria de Educação de São Paulo afirmou que a imunização começará pelos docentes da Educação Básica com mais de 47 anos.

Na sexta-feira (26), o Estado de São Paulo registrou 1.193 mortes por covid-19 nas últimas 24 horas. É o recorde de óbitos em apenas um dia desde o início da pandemia.

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