Arquivos BTG Pactual - Canal MyNews – Jornalismo Independente https://canalmynews.com.br/tag/btg-pactual/ Nosso papel como veículo de jornalismo é ampliar o debate, dar contexto e informação de qualidade para você tomar sempre a melhor decisão. MyNews, jornalismo independente. Thu, 07 Jul 2022 18:01:30 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.7.2 BTG Pactual lança primeiro ETF de crédito privado do Brasil https://canalmynews.com.br/economia/btg-pactual-lanca-primeiro-etf-de-credito-privado-do-brasil/ Thu, 30 Jun 2022 13:07:22 +0000 https://canalmynews.com.br/?p=30976 O ETF Debêntures DI (DEBB11) replica o Índice Teva Debêntures DI, carteira teórica de debêntures emitidas por companhias abertas e que já possuem liquidez no mercado.

O post BTG Pactual lança primeiro ETF de crédito privado do Brasil apareceu primeiro em Canal MyNews – Jornalismo Independente.

]]>
O BTG Pactual (BPAC11), maior banco de investimento da América Latina, anuncia o lançamento do ETF Debêntures DI (DEBB11), primeiro ETF de crédito privado do Brasil. O produto foi desenvolvido em parceria com a Teva Indices, empresa especializada na criação de índices para ETFs, e replica o índice Teva Debêntures DI, carteira teórica de debêntures emitidas por companhias abertas e que já possuem liquidez no mercado. 

Para formar o índice, são consideradas debêntures com emissão igual ou superior a R$ 300 milhões, volume mensal de negociação no valor mínimo de R$ 10 milhões e que tenham pelo menos 40% de presença em dias de negociação. Uma vez adicionados, os ativos permanecem no mínimo um ano na composição do índice, salvo em casos de eventos de crédito.

LEIA TAMBÉM: Popularização das ETFs mostra que investidor também está de olho nas taxas

“O ETF DEBB11 é um produto inovador, em um mercado com forte tendência de expansão, que permite ao investidor ter exposição ao mercado de crédito privado brasileiro por meio de um instrumento que alia baixo risco de crédito, diversificação e liquidez em bolsa. Este é mais um produto que permite ao investidor diversificar sua carteira de investimentos de forma simples, rápida e transparente”, afirma Eduardo Arraes, Sócio e Head de Crédito Privado da BTG Pactual Asset Management.  

A carteira do índice é composta atualmente com 90 ativos de 61 emissores e é rebalanceada mensalmente, de acordo com a metodologia do índice proprietário da TEVA, para refletir da melhor maneira possível as mudanças de mercado no portfólio que é oferecido ao investidor. Para acessar o ETF DEBB11, o investidor pode comprar cotas na B3 via a plataforma ou home broker de sua preferência. Na data de listagem, a cota inicial do fundo começou a ser negociada a R$ 10, 00 com um lote mínimo de 1 cota. 

Saiba como investir em ETF no canal MyNews:

 

O post BTG Pactual lança primeiro ETF de crédito privado do Brasil apareceu primeiro em Canal MyNews – Jornalismo Independente.

]]>
2022 pode ser ainda mais desafiador para a Bolsa brasileira, diz Goldman Sachs https://canalmynews.com.br/economia/2022-pode-ser-ainda-mais-desafiador-para-a-bolsa-brasileira-diz-goldman-sachs/ Mon, 13 Dec 2021 22:31:08 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/2022-pode-ser-ainda-mais-desafiador-para-a-bolsa-brasileira-diz-goldman-sachs/ Ação da B3 acumula queda de quase 40% em 2021. Analistas compreendem que piora da economia doméstica prejudica negociações dos papéis

O post 2022 pode ser ainda mais desafiador para a Bolsa brasileira, diz Goldman Sachs apareceu primeiro em Canal MyNews – Jornalismo Independente.

]]>
A ação da Bolsa de Valores brasileira, a B3, entrou em dezembro com uma queda acumulada de quase 40% no ano. E se 2021 está sendo um ano turbulento para a companhia, 2022 pode ser ainda mais desafiador, conforme afirmou o grupo financeiro multinacional Goldman Sachs em um relatório enviado nesta segunda-feira (13) aos seus clientes.

Segundo os analistas que assinaram o documento, a piora da economia doméstica prejudicou – e assim continuará – os volumes de negociação da ação da B3, a B3SA3. Somado à conturbação interna, há também o fantasma das ações judiciais, que possui capacidade de impactar as projeções em até 11%.

Dessa forma, o Goldman cortou o preço-alvo da ação de R$ 18 para R$ 15,50, e o potencial de alta passou a ser de 25% – com isso, a recomendação agora é neutra. A justificativa da companhia foi que, no momento, eles compreendem “uma vantagem maior para outras empresas”.

Na última semana, a B3 realizou o ‘Dia do Investidor’. Segundo o banco europeu de investimento Credit Suisse, a entidade brasileira foi amplamente capaz de abordar com sucesso várias preocupações dos principais investidores, em especial a sustentabilidade do ADTV (volume médio diário negociado), a concorrência e a capacidade de inovação.

Os principais destaques apontados pelos suíços foram: o nível atual de negociações diárias, considerado sustentável; a potencial concorrência, vista mais uma oportunidade do que uma ameaça devido às receitas adicionais de arbitragem, serviço e dados para um potencial recém-chegado; concentração em fundos de índices (ETFs), derivativos e futuros de ativos digitais.

“Na nossa percepção, B3 acabou sendo um dos nomes que ficou mais esquecido dentro do setor, mas que devido ao valuation [avaliação de mercado] bastante descontado começamos a ver cada vez mais clientes acompanhando a história mais de perto”, afirmou o Credit Suisse à imprensa.

A recomendação da instituição financeira para a companhia gestora da Bolsa brasileira é outperform, ou desempenho acima do mercado, tendo em vista o potencial de alta atrativo e múltiplos baixos ante níveis históricos.

Recomendações

O banco de investimento brasileiro BTG Pactual divulgou no domingo (12) sua carteira semanal de ações. Em relação à primeira semana de dezembro, quando acumulou uma perda de 0,08% ante a alta de 2,56% do Ibovespa, o portfólio traz duas mudanças.

Os papéis da Light (LIGT3) e da Randon (RAPT4) cederam seus lugares para os da Aliansce Sonae (ALSO3), empresa que atua no ramo de administração de shopping centers, e Banco do Brasil (BBAS3).

No acumulado do ano, as escolhas do BTG acumulam ganhos de 5,8%, ante o tombo de 10,2% do principal índice da Bolsa.

Íntegra do programa “MyNews Investe” desta segunda-feira (13), no qual a instabilidade da B3 e as recomendações de investimentos foram abordadas.

O post 2022 pode ser ainda mais desafiador para a Bolsa brasileira, diz Goldman Sachs apareceu primeiro em Canal MyNews – Jornalismo Independente.

]]>
Saiba as diferenças entre ESG e investimento de impacto https://canalmynews.com.br/mynews-investe/diferencas-entre-esg-e-investimento-de-impacto/ Thu, 26 Aug 2021 18:07:12 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/diferencas-entre-esg-e-investimento-de-impacto/ Mariana Oiticica, chefe da área de ESG e Investimento de Impacto do BTG Pactual, explica pontos fundamentais das duas práticas

O post Saiba as diferenças entre ESG e investimento de impacto apareceu primeiro em Canal MyNews – Jornalismo Independente.

]]>
Investimentos de impacto, assim como as práticas ESG, estão cada vez mais populares no mercado financeiro. Elas têm pontos parecidos, mas não são a mesma coisa. Para falar dessas diferenças, o MyNews Investe conversou com a chefe da área de ESG e Investimento de Impacto do BTG Pactual, Mariana Oiticica.

Oiticica explica que os investimentos de impacto de uma empresa sempre levarão algum tipo de impacto positivo para a sociedade e o meio ambiente e que essa influência pode ser medido. As empresas que têm as práticas ESG respeitam os três pilares que a sigla carrega, tentam não afetar negativamente o meio ambiente, têm preocupação com o social dos funcionários e dos clientes e têm uma governança forte e transparente.

sustentabilidade
Empresas com influência positiva na sociedade podem ou não seguir as práticas ESG.

É bom lembrar que a sigla ESG se refere a Meio Ambiente (Environment), Social e Governança (Governance), numa tradução livre do inglês para o português.

Mariana Oiticica explica que os investimentos com essa performance também têm o propósito de gerar resultados para os investidores. A diferença é que entre as preocupações principais também estão a influência positiva do negócio para a sociedade e/ou o meio ambiente. “A empresa com propósito não causa esse impacto por acaso, ela tem como cerne essa transformação positiva”, destaca.

Muitas pessoas podem confundir e achar que empresas de investimentos de impacto são ESG e o contrário também acontece, mas não é bem assim. Nem toda empresa ESG tem por objetivo esse resultado positivo, mas muitas empresas de investimento de impacto, trazem consigo as práticas ESG.

Que setores têm mais empresas com influência em transformações positivas na sociedade, incluindo práticas ESG?

Os setores com maior número de empresas neste segmento estão na área de energia – especialmente energia solar e eólica; empresas de tecnologia, que dão acesso a educação com um custo reduzido e de qualidade; e serviços de saúde acessíveis e de qualidade.

“Tudo que se refere a gerar serviços essenciais de qualidade para as pessoas que não têm acesso e tudo que se refere a ter impacto positivo no meio ambiente. É investimento de impacto se tiver no propósito da própria empresa”, esclarece Oiticica

E na hora de investir, como encontrar empresas com esse propósito? A chefe da área de ESG e Investimento de Impacto do BTG Pactual cita alguns deles: títulos verdes e sociais – que são dívidas emitidas por empresas cujos recursos são destinados a projetos verdes, sociais ou sustentáveis. Muitas dessas emissões são ofertas públicas, acessíveis no mercado financeiro; EFTs que levam em conta notas de integração ESG para seleção de ações que compõem o índice.

Veja a ínntegra do MyNews Investe, no Canal MyNews, e saiba mais sobre ESG e Investimentos de Impacto. A apresentação é de Juliana Causin e Mara Luquet. De segunda a sexta, a partir do meio-dia.

O post Saiba as diferenças entre ESG e investimento de impacto apareceu primeiro em Canal MyNews – Jornalismo Independente.

]]>
“O futuro do país depende do agronegócio” https://canalmynews.com.br/mynews-investe/o-futuro-do-pais-depende-do-agronegocio/ Tue, 10 Aug 2021 19:47:34 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/o-futuro-do-pais-depende-do-agronegocio/ Compreendendo a importância da agropecuária para a economia nacional, a BTG Pactual Asset Management desenvolveu um fundo imobiliário com foco exclusivo na infraestrutura do setor

O post “O futuro do país depende do agronegócio” apareceu primeiro em Canal MyNews – Jornalismo Independente.

]]>
Contando com amplo conhecimento do mercado imobiliário e com forte presença na América Latina, a área de fundos imobiliários da BTG Pactual Asset Management possui um histórico de sólido crescimento e larga experiência nas diversas verticais que compõem o setor, com destaque para galpões logísticos, lajes comerciais, shoppings e crédito. BTG Asset está entre as maiores gestoras imobiliárias do Brasil, oferecendo uma grande variedade de produtos listados e não listados, em um leque diversificado de estratégias complementares com viés fundamentalista, sendo a gestão de risco, a transparência e a criação de valor importantes pilares do negócio.

A área de investimentos imobiliários da BTG Pactual Asset Management possui aproximadamente R$ 20 bilhões sob gestão distribuídos entre Brasil, Chile e Colômbia. Somente no Brasil, temos R$ 12 bilhões de investimentos e mais de 630 mil investidores. Após avaliarmos as mais diversas oportunidades de investimento na indústria de fundos imobiliários e sua relação com diversos setores da economia, decidimos investir no agronegócio porque identificamos um ótimo momento de entrada em um segmento que é o principal motor de crescimento do país, e que vêm apresentando resultados excepcionais nos últimos anos, tanto em termos de crescimento, quanto de resiliência.

 4º maior produtor de grãos do mundo, o Brasil fechou o primeiro semestre de 2021 com recorde histórico nas exportações de soja.
4º maior produtor de grãos do mundo, o Brasil fechou o primeiro semestre de 2021 com recorde histórico nas exportações de soja. Foto: Harry Stueber (PixaBay)

O futuro do país depende do agronegócio. Em 2020, o PIB do Brasil totalizou R$ 7,4 trilhões e o PIB do agronegócio chegou a quase R$ 2 trilhões, o que representa 26,6% do total. Nos últimos 24 anos, o Brasil registrou uma média de crescimento anual de 3,5%, com apenas três períodos de queda no PIB do agronegócio. Isso demonstra a resiliência e importância desse setor para a economia. Entre 1977 e 2020, a produção de grãos saltou de 47 milhões de toneladas para 257 milhões (crescimento de mais de 5 vezes), enquanto a área plantada saiu de 37 milhões para 66 milhões de hectares (crescimento de 77%). A produtividade no período aumentou em mais de 200%, respaldada pela eficiência na utilização de mão de obra, terra, capital e tecnologia.

Atualmente, o Brasil é o 4º maior produtor de grãos do mundo e o 2º maior exportador mundial, com 19% do mercado internacional. O país fechou o primeiro semestre de 2021 com recorde histórico nas exportações de soja em grão e no complexo da oleaginosa. De acordo com os dados da Secex (Secretaria de Comércio Exterior) divulgados no início do mês, a exportação do grão em junho de 2021 foi de 11,12 milhões de toneladas, com o acumulado entre janeiro e junho de 61,3 milhões de toneladas. No mesmo período do ano passado, o acumulado foi de 58,8 milhões de toneladas. Estamos falando sobre o setor base da economia brasileira, que alavanca a criação de empregos e renda em toda cadeia produtiva. O valor bruto da produção agropecuária, até maio deste ano, atingiu R$ 1,11 trilhão em apenas 5 meses, significando um aumento de 11% sobre o ano de 2020.

Esse forte destaque apresentado pelo setor nos últimos meses se deve, em grande parte, à valorização no preço das principais commodities desde meados de 2020, durante a crise da covid-19. A soja e o milho foram produtos que se beneficiaram muito da crescente demanda externa. Fatores como o crescimento populacional e o aumento da renda no mundo, consequência das políticas expansionistas praticadas por grande parte dos países, impulsionaram a demanda mundial desses produtos. Nos últimos 12 meses, o preço da soja teve 65% de valorização enquanto o milho teve 90% no mesmo período.

Entretanto, apesar de todos os ótimos resultados que temos observado, com o setor colecionando recordes de produção nos últimos anos, o Brasil ainda apresenta grande necessidade de investimentos em diferentes pontos da cadeia produtiva. Segundo estudo da Conab, em junho o Brasil acumulava um déficit de armazenagem de 122 milhões de toneladas. Só no Mato Grosso, que é o maior produtor de soja e milho do país, em 2021, o déficit de armazenagem para o milho era 38 milhões de toneladas antes do fim da safrinha (safra de inverno). Ainda segundo o mesmo estudo, no Brasil, só 14% das fazendas têm armazéns ou silos. A título de comparação, no Canadá, são 85%; nos Estados Unidos, 65%; e na Argentina, 40%. 

Para safra 2020/2021, a estimava é uma produção de grãos na ordem de 269 milhões de toneladas, crescimento de 4,6% em relação à temporada de 2019/2020. Olhando para a frente, a expectativa é que esse crescimento permaneça próximo a 4,0% ao ano pelos próximos 10 anos. Contudo, esse crescimento acentuado da produção nas últimas décadas não tem sido acompanhado por investimento em logística e infraestrutura, o que resultou em um déficit da capacidade de armazenamento no plano nacional.

Nesse contexto, nós desenvolvemos nosso primeiro fundo imobiliário como foco exclusivo no setor agro, o FII BTG Pactual Agro Logística (“BTAL11”). Lançado em fevereiro de 2021, o fundo captou R$ 624 milhões e tem como objetivo a aquisição ou construção de ativos de escoamento e armazenagem distribuídos ao longo de toda cadeia logística do agronegócio, principalmente em áreas onde o déficit de infraestrutura/armazenagem e escoamento são significativos.

Ao longo dos primeiros quatro meses de atividade, o Fundo anunciou 11 aquisições de ativos-alvo por meio de nove operações diferentes – envolvendo sete locatários, sete tipos de ativos, quatro regiões do Brasil e todas as principais culturas produzidas no país. Cerca de R$ 555 milhões foram investidos em ativos que refletem a pluralidade e valor estratégico da cadeia logística do agronegócio brasileiro. Dentre os investimentos realizados, podemos destacar a operação realizada em maio junto a FS Bioenergia para construção sob medida do maior ativo de armazenagem da América Latina com capacidade estática de 260.000 toneladas localizado na região de Nova Ubiratã (MT). A compra foi de R$ 75,5 milhões e foi concretizada por meio da modalidade Built-to-Suit com contrato de locação atípico pelo período de dez anos. Outro ativo que podemos citar foi o investimento celebrado em conjunto com a Usina Coruripe Açúcar e Álcool S/A para a construção de um Terminal Intermodal de Transbordo na região de Iturama (MG). A transação totalizou R$ 99 milhões e foi viabilizada por meio de uma operação de Built-to-Suit.

O fundo possui atualmente mais de 10 mil investidores, com todos os seus contratos corrigidos pela inflação e constituídos sobre a modalidade de contratos atípicos com duração média acima de 10 anos. Por fim, temos a expectativa de rentabilidade alvo de 8,5 a 9% ao ano líquida de custos.


Quem é Michel Wurman?

Michel Wurman é sócio e responsável pela área imobiliária do BTG Pactual.

O post “O futuro do país depende do agronegócio” apareceu primeiro em Canal MyNews – Jornalismo Independente.

]]>
O que são debêntures e como investir em energia limpa? https://canalmynews.com.br/mynews-investe/o-que-sao-debentures-e-como-investir-em-energia-limpa/ Mon, 19 Jul 2021 23:18:07 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/o-que-sao-debentures-e-como-investir-em-energia-limpa/ Analista do BTG Pactual explica como funciona o investimento e quais as oportunidades no setor de energia limpa

O post O que são debêntures e como investir em energia limpa? apareceu primeiro em Canal MyNews – Jornalismo Independente.

]]>
Dentro da renda fixa, além dos populares CDBs e Títulos do Tesouro, é possível investir também em títulos emitidos por empresas, as debêntures. Em entrevista ao MyNews Investe,  Odilon Costa, analista de renda fixa e crédito privado do BTG Pactual, falou sobre quais os setores promissores dentro das debêntures, quais as oportunidades, riscos e que fazer para começar a investir:

Quem pode investir em debêntures
?
Esse é um investimento recomendado para quem tem interesse em obter mais retorno na renda fixa, explica Odilon. “Como são títulos emitidos por empresas, normalmente elas pagam um prêmio [retorno] mais elevado que os títulos públicos com condições comparáveis. Para aquele investidor que visa ter um pouco mais de retorno na carteira e não quer ter exposição ao mercado de renda variável, sa debêntures preenchem esse espaço como meio do caminho entre um investimento mais conservador, que seriam os títulos públicos, e os ativos de renda variável – como ações e fundos imobiliários”, explica ele.

Como investir em debêntures
É possível investir em debêntures a partir das plataformas e corretoras de investimento ou também com um assessor de investimentos. “O ideal é o investidor olhar para quanto os investimentos de títulos públicos estão pagando e depois entender a natureza de risco de crédito da empresa”, afirma o analista. 

O que levar em consideração
Antes de tudo, é sempre bom entender, assim como no mercado de ações, o risco de crédito da empresa. “A gente faz também tem que fazer uma análise das companhias. Em geral as debêntures, em especial as mais disponíveis para o investidor, são as debêntures incentivadas, atreladas ao IPCA, inflação oficial do governo, e que pagam um prêmio pré-fixado, uma taxa já dada, por exemplo o IPCA + 4% de juros. O ideal é o investidor entender um pouco o que está  composto naquela taxa antes de tomar a decisão de investimento”, diz ele.
Ao analisar uma debênture de dez anos, por exemplo, o ideal é que o investidor a compare com um título público com condições similares de prazo e indexador e aí  ver o quanto que aquela debênture paga em relação ao título público. “Ai sim você olha para essa relação risco retorno e entende se aquele risco adicional que vai correr por investir naquela empresa é recompensado por aquele prêmio de crédito adicional”, afirma Odilon.

Quais os riscos?
O governo ele tem menos risco do que as empresas porque em última instância ele tem capacidade de imprimir dinheiro para pagar o investidor, no caso de Títulos do Tesouro, por exemplo. ”No caso das debêntures, com títulos emitidos pelas empresas,  elas têm que gerar caixa para poder honrar os seus compromissos financeiros. “E aí o tamanho desse prêmio vai em função do risco de crédito daquela companhia”, completa ele.

Como investir em energia limpa com debêntures?
“Um dos setores que a gente tem olhado bastante aqui no BTG é o setor de geração eólica. O Brasil tem diversificado a matriz energética e justamente para reduzir essa dependência da geração hídrica. Esse é um setor que tem um pouco mais de risco, obviamente, já existem fatores climáticos que influenciam a performance dos papéis no mercado secundário, mas é um setor que a gente entende que que ganhou bastante maturidade nos últimos anos”, afirma o analista do BTG. Segundo Odilon, o setor de energia eólica é defensivo e pode ser interessante para os investidores que estão montando  uma carteira de debêntures.

Outros setores promissores: 

1.  Transmissão de Energia
“Para quem está começando, a gente sempre gosta de indicar o setor de transmissão de energia. É um setor que não depende de diversos fatores como outros da economia. No caso da linha de transmissão, ela basicamente depende da disponibilidade, ou seja, da linha estar disponível para passar energia. Basta ela estar entregue, ou seja, a linha de pé que ela já começa a gerar receita. Esse é um tipo de companhia que gera um caixa bastante estável e pode ser bastante atrativo para os investidores”, diz Odilon. Entre exemplos de empresas desse setor, o analista destaca a Taesa e a CTEEP.

2. Concessão rodoviárias
“O principal risco é o fluxo de passageiros que, aí sim, depende da atividade econômica. É um setor que sofreu muito na pandemia, então as empresas estão se recuperando”, avalia Odilon. Ele explica que esse é um setor que tem pago prêmios mais altos, o que pode mudar no médio prazo, com a reabertura. Segundo ele, esse é um setor que, no momento, traz boas oportunidades.

O post O que são debêntures e como investir em energia limpa? apareceu primeiro em Canal MyNews – Jornalismo Independente.

]]>
Agora é oficial: BTG Pactual confirma aquisição da Universa https://canalmynews.com.br/economia/agora-e-oficial-btg-pactual-confirma-aquisicao-da-universa/ Mon, 31 May 2021 16:03:13 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/agora-e-oficial-btg-pactual-confirma-aquisicao-da-universa/ De início, o banco irá desembolsar R$ 690 milhões, dos quais R$ 440 milhões em dinheiro e R$ 250 milhões em units do BTG

O post Agora é oficial: BTG Pactual confirma aquisição da Universa apareceu primeiro em Canal MyNews – Jornalismo Independente.

]]>
A partir desta segunda-feira (31), a empresa de serviços e investidores Universa tem novo dono: o banco BTG Pactual. O anúncio da assinatura do contrato foi feito na manhã de hoje e além dos R$ 690 milhões a serem pagos inicialmente, o banco irá repassar valores referentes ao atingimento de metas operacionais e financeiras pelas companhias do grupo pelo período de até quatro anos. A Universa atende à Empiricus, Vitreo, Money Times, Seu Dinheiro e Real Valor.

A Empiricus possui atualmente cerca de 425 mil clientes e a Vitreo DTVM contabiliza aproximadamente R$ 11 bilhões em ativos sob custódia.

Foto: Reprodução (Redes - Money Reports)
BTG Pactual anuncia compra da Universa na manhã desta segunda-feira. Foto: Reprodução (Redes – Money Reports).

Marcelo Flora, sócio do BTG e responsável pelo banco digital, disse que o negócio foi um movimento recente em um relacionamento de longo prazo entre os grupos. As empresas da Universa seguirão operando separadamente, segundo os fundadores da Empiricus, Caio Mesquita e Felipe Miranda.

A Empiricus Research e os sites de notícias manterão a independência editorial e a Vitreo continuará a ser chefiada pelo diretor de Investimentos, George Wachsmann.

Segundo o jornal O Globo, a aquisição da Universa é mais um passo do BTG para consolidar sua posição no varejo de investimentos no Brasil desde que criou o braço digital, em 2016, e que se tornou a principal aposta do banqueiro André Esteves, baseado na tese da sofisticação do mercado brasileiro de capitais e de investimentos.

No início de maio, o banco já havia anunciado a compra da Fator Corretora, com R$ 2,7 bilhões em custódia, e em março já tinha fechado a aquisição da Kinvo, plataforma de consolidação de investimentos.

O post Agora é oficial: BTG Pactual confirma aquisição da Universa apareceu primeiro em Canal MyNews – Jornalismo Independente.

]]>