Arquivos Carlos Bolsonaro - Canal MyNews – Jornalismo Independente https://canalmynews.com.br/tag/carlos-bolsonaro/ Nosso papel como veículo de jornalismo é ampliar o debate, dar contexto e informação de qualidade para você tomar sempre a melhor decisão. MyNews, jornalismo independente. Wed, 19 Feb 2025 22:43:31 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.7.2 Carlos Bolsonaro afirma que Cid faz falsas acusações: ‘Não é apenas um pobre coitado’ https://canalmynews.com.br/noticias/carlos-bolsonaro-afirma-que-cid-faz-falsas-acusacoes-nao-e-apenas-um-pobre-coitado/ Wed, 19 Feb 2025 22:43:31 +0000 https://canalmynews.com.br/?p=52110 O vereador do Rio de Janeiro, Carlos Bolsonaro, usou as redes sociais para se defender após seu nome aparecer na delação premiada do tenente-coronel Mauro Cid. O sigilo do depoimento foi derrubado nesta quarta-feira (19). Carlos negou as acusações e criticou Cid, dizendo que ele não era somente um “pobre coitado que sofria ameaças para […]

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O vereador do Rio de Janeiro, Carlos Bolsonaro, usou as redes sociais para se defender após seu nome aparecer na delação premiada do tenente-coronel Mauro Cid. O sigilo do depoimento foi derrubado nesta quarta-feira (19). Carlos negou as acusações e criticou Cid, dizendo que ele não era somente um “pobre coitado que sofria ameaças para delatar”.

Aliás, no acordo de colaboração, Mauro Cid revelou detalhes sobre o funcionamento do chamado “gabinete do ódio”. O grupo espalhava notícias falsas contra as urnas eletrônicas e as vacinas. Segundo Cid, três assessores de Bolsonaro integravam a equipe, mantinham contato direto com Carlos Bolsonaro e operavam dentro do Palácio do Planalto.

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Carlos Bolsonaro se manifestou com ironia e indignação

“Cada segundo deixa mais claro que o coronel das Forças Especiais, com ‘curso de bolinhas de gude e peteca’, conhecido como Mauro Cid, não é apenas um pobre coitado que sofria ameaças para delatar. Ele assina colocações falsas e faz acusações sem apresentar provas o tempo todo.”

Contudo, a delação menciona que Carlos Bolsonaro dava ordens diretas aos integrantes do grupo. Além disso, segundo Cid, o ex-presidente administrava o Facebook, enquanto o filho controlava as demais redes sociais, como Instagram e Twitter.

LEIA: PGR denuncia Bolsonaro por tentativa de Golpe de Estado

Entenda a delação de Cid à Polícia Federal

Todavia, a delação de Mauro Cid faz parte do conjunto de provas reunidas pela Polícia Federal nos inquéritos que envolvem Bolsonaro. Na terça-feira, a Procuradoria-Geral da República (PGR) denunciou o ex-presidente, o ex-ministro Braga Netto e mais 32 pessoas ao Supremo Tribunal Federal (STF). O grupo teria participado de um plano golpista para mantê-lo no poder após a derrota para Luiz Inácio Lula da Silva nas eleições de 2022.

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Presidência e Câmara do Rio negam ter custeado ida de Carlos Bolsonaro à Rússia https://canalmynews.com.br/politica/presidencia-e-camara-do-rio-negam-ter-custeado-ida-de-carlos-bolsonaro-a-russia/ Tue, 15 Mar 2022 14:54:00 +0000 https://canalmynews.com.br/?p=26567 Após solicitação do senador Randolfe Rodrigues, STF pediu informações à Presidência sobre a ida do vereador e filho do presidente à Europa em fevereiro.

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Em ofícios enviados ao Supremo Tribunal Federal (STF) na segunda-feira (14), a Presidência da República informou que não custeou as despesas do vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ) na viagem presidencial de fevereiro para a Rússia. 

O Supremo Tribunal Federal analisa um pedido do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) para o início de uma investigação sobre a ida à Rússia do vereador e do assessor especial da Presidência, Tercio Arnaud. Eles integraram a comitiva do presidente Jair Bolsonaro (PL), que participou de um encontro com o presidente russo, Vladimir Putin, em 16 de fevereiro.

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Ministro do STF Alexandre de Moraes atua na apuração, que entrou para o inquérito que investiga as milícias digitais, já que Carlos e Tércio são apontados como parte do “gabinete do ódio”. O senador Randolfe fez a solicitação da investigação com foco nos reflexos da viagem para a integridade das eleições de 2022.

Os documentos fornecidos pelo Planalto ao tribunal negaram qualquer irregularidade e questionaram a necessidade de uma investigação. No entanto, a agenda com os compromissos do filho do presidente na Rússia não foi entregue, apesar de constar no pedido de informações feito por Moraes. 

Senador Randolfe Rodrigues, da Rede Sustentabilidade do Amapá, é um dos principais opositores de Jair Bolsonaro. Foto: Pedro França (Agência Senado)

No começo de março deste ano, a Procuradoria-Geral da República (PGR) declarou ao STF que não encontrou irregularidades na comitiva presidencial e pediu o envio de um ofício ao Palácio do Planalto para que o governo fornecesse informações se considerasse pertinente, necessário. 

A Câmara Municipal do Rio também já disse que não pagou pela viagem do vereador e enviou ao Supremo um documento em que o próprio Carlos Bolsonaro informou sobre a viagem. No ofício, ele pontuou que não usaria verba pública e pediu permissão para representar as comissões de Ciência e Tecnologia, Comunicação, Informática e Turismo da Câmara do Rio, mas ainda não se sabe se a representação foi formalizada. O vereador participou remotamente de todas as votações que ocorreram nos dias 15, 16 e 17 de fevereiro, quando esteve na viagem. 

Após a Presidência negar que custeou a ida do filho do presidente à Europa, o senador Randolfe Rodrigues questionou, através de uma publicação, sobre quem pagou pela viagem e quais foram os compromissos cumpridos na viagem. 

Confira mais notícias desta terça (15) na edição do Café do MyNews abaixo:

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‘Gabinete do ódio’ negociou ferramenta de espionagem em viagem a Dubai https://canalmynews.com.br/politica/gabinete-do-odio-negociou-ferramenta-de-espionagem-em-viagem-a-dubai/ Mon, 17 Jan 2022 19:17:46 +0000 https://canalmynews.com.br/?p=23014 Ferramenta seria capaz de invadir dispositivos e acessar informações somente pela rede Wi-fi

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Um membro do chamado “gabinete do ódio” usou a viagem oficial do presidente Jair Bolsonaro a Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, para negociar uma ferramenta de espionagem. De acordo com uma reportagem publicada no Uol pelos jornalistas Jamil Chade e Lucas Valença, uma pessoa ligada ao vereador do Rio de Janeiro Carlos Bolsonaro (Republicanos) procurou a ferramenta, chamada DarkHorse, em uma feira aeroespacial.

 

A tecnologia pode ser utilizada para “infectar” dispositivos como celulares e notebooks através da conexão por redes wi-fi, apanhando informações consideradas confidenciais. A reportagem aponta, ainda, que o “gabinete do ódio” mantém negociações com outras empresas do gênero, como a Polus Tech, sediada na Suíça.

Carlos Bolsonaro não comentou sobre o assunto, mas a reportagem provocou fortes xingamentos aos jornalistas nas redes sociais. Foto: Caio César/CMRJ

 

No Almoço do MyNews desta segunda (17), Jamil Chade detalhou a informação e alertou que a aquisição de dispositivos de espionagem pode causar impactos diretos no processo eleitoral brasileiro. “A questão principal é a provável monitoração de opositores, jornalistas, ativistas de direitos humanos e outras pessoas que possam investigar membros do governo ou fazer o seu trabalho de jornalista.”, complementou Jamil.

 

Procurado pelo jornalista, o vereador Carlos Bolsonaro não respondeu. Entretanto, desde que a reportagem foi ao ar, as redes sociais de Chade foram bombardeadas de ataques e ameaças de contas falsas, o que mostra que o assunto causa irritação em algum meio.

 

Veja a íntegra do Almoço do MyNews sobre o gabinete do ódio desta segunda-feira (17):

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Irmãos Bolsonaro articulam estratégia digital para recuperar popularidade do presidente https://canalmynews.com.br/politica/irmaos-bolsonaro-articulam-estrategia-digital-para-recuperar-popularidade-do-presidente/ Mon, 20 Sep 2021 15:57:36 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/irmaos-bolsonaro-articulam-estrategia-digital-para-recuperar-popularidade-do-presidente/ Com queda do engajamento nas redes bolsonaristas desde o fim de 2020, filhos de Jair Bolsonaro buscam empresa estrangeira para promover disparos em massa

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De olho nas eleições de 2022, o vereador do Rio de Janeiro, Carlos Bolsonaro (Republicanos), e o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filhos do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), já articulam uma nova estratégia digital para recuperar a popularidade do chefe do Executivo, em queda contínua desde o início deste ano. Segundo reportagem publicada pelo portal ‘UOL’ neste domingo (19), o plano dos irmãos é contratar uma empresa estrangeira para promover disparos em massa nas redes sociais, e assim retomar o engajamento dos bolsonaristas em aplicativos como o Whatsapp e o Telegram.

A estratégia se assemelha à utilizada nas eleições de 2018, mas precisou ser readaptada para burlar a atuação do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que têm procurado combater a disseminação de notícias falsas, inclusive com a abertura de inquéritos de ofício – o das fake news, por exemplo.

Irmãos Carlos e Eduardo Bolsonaro
Irmãos Carlos e Eduardo Bolsonaro. Foto: Reprodução (Redes Sociais)

Na divisão das tarefas, o filho “zero três” do presidente, Eduardo Bolsonaro, está com a missão de encontrar esta empresa de disparos em massa; já Carlos, o filho “zero dois”, trabalha para “estancar a sangria” e impulsionar a produção de conteúdos no Brasil.

Steve Bannon, marqueteiro norte-americano que ajudou a eleger Donald Trump, estaria auxiliando a família Bolsonaro. Dias antes dos atos do 7 de setembro, Bannon esteve com Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos. Lembrando que o marqueteiro foi pivô em um escândalo envolvendo a empresa de dados Cambridge Analytica, que fechou as portas em 2018 após ser acusada de obter, de forma irregular, informações pessoais de milhões de usuários do Facebook.

A retomada do modelo adotado em 2018 fará com que Carlos reinstale um “bunker” no Brasil, para a produção dos conteúdos a serem divulgados pelos bolsonaristas. O local funcionaria como um espaço de “presença digital” da nova campanha para as eleições de 2022, onde as notícias seriam criadas antes de irem para o exterior.

Ainda não há a informação de quem seria o responsável e qual meio seria utilizado para exportar o conteúdo produzido. Durante as últimas eleições, as reuniões e coordenação da comunicação da campanha aconteciam na casa do empresário Paulo Marinho, no Jardim Botânico, zona sul do Rio de Janeiro. Hoje, Marinho, que é ex-presidente do PSDB no Rio de Janeiro, virou desafeto da família, e outro espaço será encontrado.

Jair Bolsonaro insiste na alteração do Marco Civil da Internet

Enquanto os filhos trabalham na estratégia de recuperação da popularidade de Jair Bolsonaro, o presidente caminha ao lado, insistindo na alteração do Marco Civil da Internet. Após a devolução ao governo, pelo senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG), da Medida Provisória (MP) que limitava a remoção de conteúdos de redes sociais no Brasil, Bolsonaro enviou neste domingo (19) ao Congresso um Projeto de Lei (PL) que regulamenta a remoção de conteúdos nas plataformas.

Segundo a Assessoria Especial de Comunicação Social da Secretaria-Geral da Presidência da República, o PL visa “explicitar os direitos e as garantias dos usuários de redes sociais e prever regras relacionadas à moderação de conteúdo pelos respectivos provedores de redes sociais”. E ainda: que “a medida vem ao encontro das regras para uso de internet no Brasil previstas no Marco Civil da Internet, especialmente quanto à observância dos princípios da liberdade de expressão, de comunicação e manifestação de pensamento, previstos na Constituição Federal, de forma a garantir que as relações entre usuários e provedores de redes sociais ocorram em um contexto marcado pela segurança jurídica e pelo respeito aos direitos fundamentais”. O texto agora será analisado pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal.

Na MP que foi recusada pelo Congresso na semana passada, empresas como Twitter, Instagram e Facebook teriam obstáculos para tirar do ar ameaças ao regime democrático e notícias falsas sobre urnas eletrônicas e covid-19, constantemente difundidas por grupos bolsonaristas.

Íntegra do programa ‘Café do MyNews’ desta segunda-feira (20), que abordou a estratégia dos irmãos Bolsonaro visando a eleição de 2022

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Funcionários “fantasmas” de Carlos usavam casa de Jair Bolsonaro para entrega de correspondências https://canalmynews.com.br/politica/funcionarios-fantasmas-de-carlos-usavam-casa-de-jair-bolsonaro-para-entrega-de-correspondencias/ Mon, 13 Sep 2021 15:50:43 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/funcionarios-fantasmas-de-carlos-usavam-casa-de-jair-bolsonaro-para-entrega-de-correspondencias/ O imóvel era habitado pelo presidente Jair Bolsonaro enquanto ele era casado com a advogada Ana Cristina Valle, também investigada no caso das rachadinhas

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Uma casa do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), na qual ele morava quando ainda era casado com a advogada Ana Cristina Siqueira Valle, consta como endereço de entrega de correspondências de quatro suspeitos de serem funcionários fantasmas do vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ), filho “02” do presidente. A informação é do jornal ‘Folha de S.Paulo‘.

Os dados aparecem no cadastro da Receita Federal ou da Câmara Municipal do Rio de Janeiro, e constam nos autos da investigação do Ministério Público (MP) carioca.

Carlos Bolsonaro durante pronunciamento na Câmara Municipal do RJ.
Carlos Bolsonaro durante pronunciamento na Câmara Municipal do RJ. Foto: Caio César (CMRJ)

No fim do mês de agosto, o MP do Rio de Janeiro (RJ) autorizou a quebra de sigilos bancário e fiscal de Carlos Bolsonaro, e de outras 26 pessoas, incluindo a ex-mulher do presidente, Ana Cristina. A advogada é mãe do filho mais novo do presidente Jair Bolsonaro, Jair Renan, e é suspeita de ser a articuladora do esquema de rachadinha no gabinete do vereador.

Segundos promotores, Carlos é suspeito de manter em seu gabinete um esquema semelhante ao atribuído ao seu irmão, o senador Flávio Bolsonaro (Patriota-RJ), pelo qual foi denunciado sob acusação de liderar uma organização criminosa, de lavagem de dinheiro, peculato e apropriação indébita.

Antiga casa de Bolsonaro fica na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro

A antiga casa de Bolsonaro que consta nos endereços dos ex-servidores fica na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro. O imóvel foi adquirido pelo presidente e Ana Cristina em 2002 – ele declarou morar no endereço ao menos em duas oportunidades, em 2002 e 2006. A casa se tornou propriedade do chefe do Executivo em 2008, após a separação dos dois, e foi vendido no ano seguinte.

De acordo com o MP-RJ, esse mesmo endereço consta nos cadastros de Gilmar Marques (ex-cunhado de Ana Cristina), André Luís Procópio (irmão de Ana Cristina), Andrea Siqueira Valle (irmã de Ana Cristina) e Marta da Silva Valle (cunhada de Ana Cristina). Todos estiveram lotados no gabinete em período semelhante ao que Bolsonaro e Ana Cristina viveram na casa.

Procurados pela reportagem da Folha, nenhum dos envolvidos quis se manifestar.

Íntegra do programa ‘Café do MyNews‘ desta segunda-feira (13), que abordou o suposto esquema funcionários “fantasmas” de Carlos Bolsonaro. Veja no Canal MyNews

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Assessor de ex-mulher de Bolsonaro a acusa de comandar rachadinhas https://canalmynews.com.br/politica/assessor-de-ex-mulher-de-bolsonaro-a-acusa-de-comandar-rachadinhas/ Fri, 03 Sep 2021 13:35:09 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/assessor-de-ex-mulher-de-bolsonaro-a-acusa-de-comandar-rachadinhas/ Segundo Marcelo Luiz Nogueira dos Santos, Ana Cristina Valle foi substituída por Fabrício Queiroz no esquema das rachadinhas a pedido dos filhos de Bolsonaro

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Um ex-funcionário da família Bolsonaro acusa Ana Cristina Valle, ex-mulher do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), de comandar o esquema de rachadinhas antes de Fabrício Queiroz. Em entrevista exclusiva ao colunista Guilherme Amado, do portal ‘Metrópoles’, Marcelo Luiz Nogueira dos Santos revelou que devolvia a ela 80% de seu salário quando era funcionário do gabinete de Flávio Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj). Ele também a acusa de construir seu patrimônio usando laranjas.

Ana Cristina Valle foi acusada de comandar esquema das rachadinhas envolvendo a família Bolsonaro.
Ana Cristina Valle foi acusada de comandar esquema das rachadinhas envolvendo a família Bolsonaro. Foto: Reprodução (Redes Sociais)

Marcelo trabalhou por 14 anos com Ana Cristina, como babá de Jair Renan Bolsonaro, o filho 04, e como empregado doméstico.  Ele se demitiu este ano, após ter sido levado de Resende para Brasília e Ana Cristina não ter pago o salário acordado com ele. Segundo relata ao colunista, a ex-mulher do presidente teria prometido um salário de R$ 3 mil, mas só teria pago R$ 1,3 mil. Marcelo fez uma denúncia ao Ministério Público do Trabalho e acusa Ana Cristina de mantê-lo sob condição análoga à escravidão. 

A relação com a família começou quando o ex-assessor trabalhou na campanha de Flávio Bolsonaro para deputado estadual. Seu namorado, que era cabeleireiro de Ana Cristina, teria feito a ponte. Após a eleição, Marcelo foi lotado no gabinete na Alerj. Ele afirma ter devolvido 80% dos cerca de R$ 7.326 mil que recebia, totalizando R$ 340 mil ao longo de quatro anos.

Em entrevista ao ‘Metrópoles’, Marcelo acusou Ana Cristina de comandar o esquema das rachadinhas antes do ex-motorista da família, Fabrício Queiroz. Os percentuais devolvidos pelos funcionários que participavam do esquema, segundo relata, variavam caso a caso e muitos eram fantasmas. Queiroz assumiu o esquema porque Flávio e Carlos Bolsonaro teriam se incomodado com a atuação da madrasta.

Além da rachadinha

Marcelo acusa Ana Cristina de ter formado seu patrimônio de R$ 5 milhões por meio de laranjas. A mansão na qual ela mora em Brasília agora, de 395m2 de área construída em bairro nobre, teria sido comprada por dois laranjas. Teria sido firmado um contrato de gaveta, sem registro em cartório, para eles transferirem a propriedade do imóvel após a quitação do financiamento. Em resposta à reportagem da ‘Veja’ e do ‘UOL’, que revelaram a mansão, a ex-mulher de Bolsonaro afirmou alugá-la por R$ 8 mil mensais, valor próximo a seu salário bruto como assessora no gabinete da deputada Celina Leão (PP-DF).

O ex-assessor conta que a casa foi negociada entre R$ 2,9 milhões e R$ 3,2 milhões, mas diz não saber por quanto foi finalmente arrematada.

Marcelo afirmou a Guilherme Amado não ter como comprovar as acusações que fez. A defesa do senador Flávio Bolsonaro disse desconhecer as acusações. Carlos e Jair Renan não responderam os contatos. Ana Cristina não foi contatada pela reportagem.

Ao longo dos 14 anos nos quais trabalhou para família, Marcelo conta ter desenvolvido uma relação de amizade. Quando Ana Cristina se separou de Bolsonaro e foi morar na Noruega, o ex-assessor teria ido visitá-la na Europa. Ele cuidou de Jair Renan desde seus 9 anos, após a separação.

Há pouco mais de dois meses, Jair Renan publicou uma homenagem em seu Instagram a Marcelo, por ocasião de seu aniversário. O filho 04 o agradece por tê-lo ensinado a ser uma boa pessoa. Leia a mensagem:

“Marcelo, ao longo desses anos todos, você tem sido um grande amigo para mim. Você me ensinou muito, especialmente a como me tornar uma boa pessoa. Sua empatia e seu carinho são contagiantes, e eu serei eternamente grato a Deus por tê-lo colocado em nosso caminho.  Que neste aniversário seu coração possa transbordar com o dobro da felicidade que você trouxe para nossa família! Obrigado por tudo! Parabéns! Felicidades!”

Íntegra do programa ‘Café do MyNews‘ desta sexta-feira (3), que abordou a acusação do ex-assessor sobre Ana Cristina Valle comandar esquema de rachadinha na família Bolsonaro

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Intimação de Felipe Neto é sinal de ‘desespero’ de Bolsonaro, diz Leonardo Sakamoto https://canalmynews.com.br/politica/intimacao-de-felipe-neto-e-sinal-de-desespero-de-bolsonaro-diz-leonardo-sakamoto/ Thu, 02 Sep 2021 13:17:17 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/intimacao-de-felipe-neto-e-sinal-de-desespero-de-bolsonaro-diz-leonardo-sakamoto/ Episódio ocorre após youtuber chamar presidente de “genocida”

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O jornalista Leonardo Sakamato acredita que a intimação do youtuber Felipe Neto com base na Lei de Segurança Nacional é uma tentativa de “cortina de fumaça” do governo de Jair Bolsonaro (sem partido) em um momento delicado do Palácio do Planalto.

“Isso [intimação] acontece em meio a uma situação de extremo estresse da família Bolsonaro, no momento em que acontece muita notícia ruim vinculada ao governo e que o governo está várias encruzilhadas, então, esse tipo de ação também acontece como uma espécie de cortina de fumaça, e nesse sentido, um sinal desespero”, afirma Sakamoto em entrevista ao Almoço do MyNews.

Neto classificou Bolsonaro como “genocida” em uma publicação em suas redes sociais e recebeu, dias depois, visita da Polícia Civil do Rio de Janeiro, que o convocou para prestar depoimento. As autoridades cariocas foram mobilizadas após o vereador carioca Carlos Bolsonaro (Republicanos) protocolar uma petição comunicando um suposto crime.

Para Sakamoto, a medida foi uma tentativa de intimidação. “Bate um carro de polícia na sua casa, te intimidando porque você deu uma opinião e te coloca contra a parede, isso ai representa não só uma intimidação ao comunicador Felipe Neto, mas também uma intimidação para a pessoa que pensa em fazer uma crítica ao presidente da República”, analisa o jornalista.

Também em entrevista ao Almoço do MyNews, o advogado e professor da FGV-SP Davi Tangerino avalia que a fala de Felipe Neto está coberta pelo direito à liberdade de expressão.

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Carlos e Eduardo Bolsonaro entram na mira da CPI https://canalmynews.com.br/politica/carlos-e-eduardo-bolsonaro-entram-na-mira-da-cpi/ Tue, 11 May 2021 13:30:21 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/carlos-e-eduardo-bolsonaro-entram-na-mira-da-cpi/ Senadores de oposição querem interrogar os filhos do presidente sobre atuação da ala ideológica no combate à pandemia; Renan resiste

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Com o início dos depoimentos da ala ideológica à CPI da Pandemia, senadores de oposição começam a avaliar a convocação de Carlos e Eduardo Bolsonaro, filhos do presidente Jair Bolsonaro. Para eles, os dois dão sustentáculo para essa ala do governo mobilizar a estrutura federal a agir contra as recomendações da ciência. A convocação, no entanto, esbarra em um adversário de Bolsonaro: Renan Calheiros (MDB-AL), relator da CPI.

O deputado Eduardo (PSL-SP) e o vereador do Rio de Janeiro Carlos (Republicanos) ao lado do pai, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido).
O deputado Eduardo (PSL-SP) e o vereador do Rio de Janeiro Carlos (Republicanos) ao lado do pai, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Foto: Rafael Carvalho (Governo de Transição – Divulgação).

Nesta quarta-feira (12) está previsto o depoimento do ex-secretário de Comunicação da Presidência da República Fábio Wajngarten. Na próxima semana, no dia 18, será a vez do ex-ministro de Relações Exteriores, Ernesto Araújo

Os senadores Randolfe Rodrigues (Rede-AP) e Humberto Costa (PT-PE) encabeçam o grupo dos que querem a convocação dos dois. Carlos seria questionado sobre sua participação em reuniões do governo para tratar do combate ao coronavírus. O ex-ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, citou a presença do vereador em seu depoimento à CPI.

Já Eduardo seria questionado sobre os ataques públicos à China, também feitos pelo ex-ministro de Relações Exteriores, Ernesto Araújo. Nesse caso, os parlamentares querem entender até que ponto esse direcionamento do deputado federal pode ter atrapalhado as negociações pelas vacinas

As convocações, no entanto, esbarram na resistência do senador Renan Calheiros (MDB-AL). Ao canal MyNews, Renan disse que as próximas duas semanas já estão com a agenda fechada focada na “apuração de fatos”. “Convocar os filhos do presidente seria fulanizar a investigação”, avalia.

Nesta terça-feira (11) os parlamentares ouvem o diretor-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Antônio Barra Torres. Para Renan, a Anvisa tem um papel fundamental no controle da pandemia. Seu plano é fazer um pente fino em como as decisões na agência foram tomadas, requisitando, inclusive, as fitas de todas as reuniões da Diretoria Colegiada.

A participação de Carlos e Eduardo Bolsonaro foi pauta do programa ‘Café do MyNews‘ desta terça-feira (11).

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